This Love

17 Don't You Worry Child.


Notas iniciais
Então, mas uma atualização, quinta então vamos lá, espero que gostem do capitulo, foi divertido de escreve-lo. Boa leitura !

Up on the hill across the blue lake,
Thats where i had my first heart break
I still remember how it all changed
My father said
Don't you worry, don't you worry child
See heaven's got a plan for you
Don't you worry, don't you worry now
Yeah

Don't You Worry Child – Sam Tsui

Pov Felicity.

— Por que diabos, você não contou a ela que tem um filho? – grunhi irritada socando Oliver enquanto vestíamos as roupas apressadamente no quarto. – Onde você colocou meu sutiã? – abri a boca varrendo o local com olhar em desespero, pois o mesmo não estava em lugar algum.

— Não contei, porque precisava dizer a ela pessoalmente, mas nunca acreditei que ela viria a um jogo meu, ela nunca vem. – berra de volta vestindo sua camisa oficial no tom negro deixando seus músculos colado a camisa, arfei mais desvie a atenção para o quarto novamente. – Não está no banheiro? Nossa última transa foi lá. – cochichou olhando para os lados.

— Você sabe que está ferrado? – franzi o cenho com uma careta imaginando a cena a seguir; minha sogra, Scott com a avó, Oliver dando explicações e Tommy fazendo piada com nossa família atrapalhada.

— Anda pessoal, elas já estão no elevador, terceira mensagem da Thea. – berra o próprio Tommy voltando para a suíte com Scott.

— Nós estamos ferrados, Moira Queen.... Estamos ferrados. – admitiu calçados os sapatos rapidamente.

— Eu e o Scott, podíamos fugir pela escada de incêndio. Você explica a história toda para ela e depois voltamos novamente. – soltei em pânico andando de um lado para o outro para procurar o maldito sutiã. – Onde diabos esse sutiã foi parar? – praguejo irritada revirando tudo. Eu já não estava mais com a camisa de Oliver a mesma que eu dormir, porem depois de uma ardente cena de sexo no banheiro na madrugada, o maldito sutiã simples sumiu, não duvido nada em que tenha saído voando pela a janela.

— Felicity.... Felicity. – chamou observando meu nervosismo, tento conter mas é mais forte do que qualquer outra coisa. – Hey, eu sei o quanto isso vai parecer estranho ou crítico para nós dois, mas estou com você nessa, não vou deixa-la lhe ferir em momento algum. – afirmou tirando mexas do meu cabelo dos olhos.

— Olhe para mim. – apontei com os indicadores para meu rosto, olhando dentro dos seus olhos azuis. – Eu estou parecendo uma mulher que acabou de transar, meus cabelos estão totalmente bagunçados, minhas roupas amarrotadas, sem maquiagem e sem o maldito sutiã. – grunhi fechando os punhos no ar.

— Você é linda de todas as maneiras, a maquiagem é apenas para ampliar o que já é belo em você, foda-se as roupas, foda-se a opinião dos outros, é bom saber que você tem uma vida sexual ativa, principalmente se for comigo. – declarou como um homem apaixonado. Aquilo me fez aquecer por dentro, soltei um gemido baixinho me aninhando dentro dos seus braços másculo o que me trouxe total conforto.

— Só não me deixe falhar. – pedi de coração aberto abafando minha fala em seu peitoral forte. – Sei que todos podem me odiar por ter escondido Scott de você.

— A única pessoa no mundo que poderia odiar você, seria eu, mas não posso e muito menos quero fazer isso, você meu deu o que mais amo no mundo. – sorriu erguendo meu rosto com as mãos, fazendo um carinho suave. – Estou com você.

— Obrigada. – pisquei. Ele inclinou-se para pressionar nossos lábios com suavidade, deixando um beijo terno.

Com a existência de Tommy saímos da nossa bolha, Oliver seguiu para a pequena sala com sua maneira despojada, um jogador gostoso. Respirei fundo e segui para o banheiro, para pelo menos reparar a minha aparência que não estava tão boa assim. Catei na minha bolsa um batom, amarrei meus cabelos em rabo de cavalo, por fim verifique minhas vestes, minha calça jeans dava destaque as minhas curvas, mas a blusa era fina e sem o sutiã dava uma bela visão dos meus seios.

— Que droga! Eu mais pareço uma torcedora dos GD, que transa com o capitão do time, do que uma mãe do neto da Sra. Queen. – soltei uma risada sarcástica ainda a procura do maldito sutiã pelo vasto banheiro. Até o momento em que a campainha tocou e eu acabei entrando em pânico. Ela iria me matar, era tudo que eu tinha certeza!

[.....]

Pov Oliver.

Estremeci com a campainha tocando, duas, três, quatro vezes. Eu não estava pronto para um discurso, muito menos para ser julgado mais uma vez, travei no lugar até que Tommy me empurrou para frente com a mão livre. Fechei a cara e olhei sobre os ombros ele ergue a sobrancelha com divertimento, sorri com Scott em seus braços mexendo nos cabelos, tão em expectativa quanto eu.

— Não seja covarde Queen! – acenou Tommy. – É só a Moira. – deu de ombros com desdém. – Merda! É a Moira Queen. – bufou tremendo um pouco na voz voltando logo atrás.

— Tio, eu vou conhecer a minha vovó? – questiona Scott com os olhinhos brilhantes.

— Ah, vai sim campeão! – sorriu Tommy de maneira divertida lhe arrancando risadas gostosas. Contei até três seguindo para a porta em passos largos, com dificuldade girei a maçaneta e abri só um pouco.

— Oliver, querido. – minha mãe sorriu abertamente para mim acompanhada de Thea que também sorriu. Engoli em seco. Alguns segundos em silencio se passaram, onde eu não disse nada, eu nem conseguia dizer bom dia! – Oliver, você está bem? – indagou preocupada com a voz um pouco inflamada e a testa franzida.

— Sim. Sim – limpei a garganta finalmente abrindo a porta para que as mesmas adentrassem ao local. Minha mãe foi a primeira que me abraçou pela cintura, deixando um beijo casto em minha face, em seu modo mãe carinhosa.

— Senti tanto sua falta querido – confessou carinhosamente me soltando para olhar em meus olhos. Eu realmente temia a reação dessa mulher.

— Que bom que está aqui mãe. – sorri.

— Eu também quero um abraço apertado, velho irmão. – debochou Thea me abraçando da mesma maneira. – Surpresa. – sussurrou no meu ouvido. Me afastei um pouco com a cara de quem não quer nada indo até a porta novamente. Eu mais parecia um bastardo que acabara de fazer algo errado, muito errado.

Enquanto eu puxei as coisas das mesmas para dentro da sala, elas ficaram estáticas no lugar, fitando o pequeno pedaço de mim que estava ainda nos braços de Tommy, mas uma vez engoli em seco, ficando por trás delas orando mentalmente, o silencio acabou se alastrando em toda a sala, Tommy mantinha um sorriso Colgate, esperando alguma ação, talvez minha, como primeiro passo. Já que eu era o pai de Scott.

— Tommy, você sequestrou uma criança? – soltou minha mãe fazendo-nos arregalar os olhos.

— Quem? Eu? Não. Não. Moira. – negou prontamente colocando Scott no chão. – Ele não foi sequestrado por mim. – acrescentou com nervosismo.

— Então foi por você Oliver? – arregalei os olhos mais ainda com sua acusação.

— Eu, não. – neguei pasmo. – Mãe, precisamos conversar é importante.

— Boa ideia, filho. – sorriu acenando. – Afinal de contas temos uma criança no quarto de solteirões. – apontou para Scott com sorriso sarcástico.

— Hey, esse menino. – gaguejou Thea caindo a ficha, lembrando do dia em que Tommy pediu uma foto minha de cinco anos para comparar com Scott. – Ele, ele....

— Engraçado. – interrompe minha mãe com a voz aveludada. – Esse menino parece com o Oliver quando tinha cinco anos de idade. – refletiu mexendo em seus anéis por um longo momento fitando Scott plenamente.

— Por que ele é filho dele? – soltou Tommy sugestivamente me fazendo gelar no lugar.

— O quê? – berrou as duas girando para me fitar ao mesmo tempo. – Tem algo a me dizer sobre isso Oliver Jonas Queen? – questionou minha mãe de maneira cortante, quase arrancando meu coração apenas com um olhar de uma leoa defendendo sua cria.

— Estou sabendo da existência dele, apenas um mês. – me defendi direto, cruzando a sala para ficar ao lado de Scott, que parecia um pouco nervoso com aquilo tudo. – Mãe, esse é Scott Liam Queen, meu filho. – apresentei para a mesma que caiu dura nos braços de Tommy desmaiada.

— Por que não mandou ela se sentar primeiro? Ou tomar um chá antes. – grunhiu Tommy com o peso da minha mãe sobre si. – Que isso? Moira por acaso está malhando?

— Tommy. – bufamos longamente.

[......]

— Ela está viva? – indaga Tommy abanando com a almofada minha mãe. – Ela não me parece viva. – acenou para ela que ainda estava em seu desmaio. – Não sou médico, mas vejo que ela não está mais entre nós.

— Pare de beber Thea. – rosnei olhando sobre meu ombro, uma garota de cabelos curtos em suas roupas despojadas bebendo seu segundo copo de Whisky.

— Eu achei que fosse brincadeira de Tommy durante aquela ligação, pois você nunca foi ligado a ninguém para procriar pela terra, sempre foi o mulherengo filho da.... Mas não é, você agora é pai e eu sou Thea tia, estou em choque. Não sou capaz de opinar! – rebateu voltando a beber com um tremor no corpo me fazendo revirar os olhos. – Tenho um sobrinho! Um sobrinho! – berrou.

— Onde está Felicity? – gritei irritado para a mesma que não saiu do quarto por nenhum momento com a porta ainda fechada. Precisava deu uma mãozinha, afinal de contas foi ela mesma que me colocou nessa situação.

— Quem é Felicity? – indaga Thea com olhos arregalados, varrendo todo lugar a procura da mesma. – Outra filha, Oliver?

— Não sua louca, Felicity é a mãe de Scott. – Tommy apontou para o mesmo que se encontra deitado no meu peito fitando sua velha avó com curiosidade. – Felicity sua covarde, saia do quarto agora.

— Será que a mamãe também desmaiou, papai? – questionou Scott procurando meu olhar. Sorri de canto com sua confusão. – Por que a vovó desmaiou?

— Foi um pequeno choque querido, mas ela vai ficar bem, por que não vai até o quarto chamar sua mamãe? Temos muito que conversar ainda. – sugeri colocando-o no chão com cuidado. – Diga que preciso dela agora, para acorda a vovó. – acrescentei calmamente, pois pelo visto só eu estava no controle ali.

— Eu vou sim. – respondeu divertido. Com passos objetivos, enfim Scott chegou até a porta e bateu com vontade. – Mamãe! Mamãe! A vovó está desmaiada no sofá do papai, ela ainda nem meu deu um beijo. – sorri ao observá-lo com nervosismo.

Voltei minha atenção para minha mãe que mais parecia em outra dimensão, temia realmente que ela tivesse partido para o paraíso. Verifiquei o pulso, estava normal, assim como a respiração e as batidas do coração. Ou era encenação, ou ela ficaria assim por um bom tempo.

— Nossa.... – gemeu abrindo os olhos ao ler meus pensamentos. Tommy respirou aliviado, tirando o peso da minha mãe que estava sobre seu peito. – Oliver.... – chamou tateando o nada.

Segurei suas mãos com sorriso torto, a mesma abriu os olhos finalmente, e também sorriu de canto. Esperei que ela falasse mais alguma coisa. Pois a última coisa que eu falei ela quase morreu de um ataque cardíaco.

— Você pare de beber, mocinha. – repreendeu Thea ruidosamente dando-nos um susto. – Não coloquei você no mundo para virar uma alcoólatra. – rosnou se recompondo no sofá. Thea ergueu as mãos em rendição deixando o copo sobre a mesa. – Obrigada querido. – alisou o rosto de Tommy que estava completamente pálido.

— Quer que eu chame um médico? – sugeri.

— Não precisa. – negou com aceno tirando seu lenço do pescoço. – Estou bem, foi só uma vertigem. – suspirou com a mão no peito. Olhei para Tommy que deu de ombros com uma careta. – Você acredita que eu vi a sua miniatura bem aqui? Era sua cópia Oliver, quando você tinha cinco anos e você disse que era seu filho.... Meu Deus! A velhice está acabando comigo. – gargalhou fazendo Tommy sorri histericamente com ela. Ergui uma sobrancelha para os dois.

— Vovó? – chamou Scott com sorriso bobo nos lábios, ficando a nossa frente interrompendo as risadas alheias, meu coração falhou uma batida, ele carinhoso era sua melhor forma naquele exato momento. – Eu sou Scott. – se apresentou com carisma abrindo os bracinhos e abaixando em seguida.

Minha mãe seguiu todos os movimentos de Scott com os olhos atentos, sua boca se abriu em um ‘O’ perfeito, sua expressão se alterou para uma mais alarmada, foi aí que eu pensei, ela poderia gritar o quanto quisesse comigo, dizer tudo o que tinha para dizer, mas meu filho não tinha culpa de nada e jamais ele seria rejeitado por minha família.

— Mãe, pode dizer o que tem a dizer para mim, Scott não tem culpa de nada, não precisa rejeita-lo, nem ao menos afasta-lo, acima de tudo ele é um Queen! Não quero que meu filho fique traumatizado com isso, então fale, grite e me bata, mas não faça nada com meu filho. – soltei firmemente esperando seus ataques de loucuras.

— Cala boca Oliver. – ralhou me deixando incrédulo. – Deixe ele falar. – sorriu carinhosamente trazendo-o para mais perto. – Você é tão fofo querido, com essas bochechas rosadas e esses olhões azuis como seu pai. – admirou fazendo caricias exageradas nas bochechas de Scott que sorriu animadamente para sua avó. Olhei para Tommy que fez sinal que minha mãe estava ficando louca, assim como Thea.

— Vovó, eu quero ser como o papai, quando eu for bem grandão. – gesticulou com as mãozinhas se referindo-se a mim. Mais eu ainda estava pasmo com as ações da minha mãe.

— Nossa, isso foi acolhedor. – disse Tommy olhando de Scott para minha mãe. – Ele não nega ser um Queen.

— Então ele é meu neto? – sem tirar os olhos do meu filho, minha mãe analisou cada detalhe daquele pequeno Queen que estava a sua frente com sorriso bobo.

— Não vai gritar? – questionei para ela.

— Não. – respondeu minimamente.

— Nem dizer que eu fui um inconsequente? E um mentiroso, por ter escondido Scott de você? – sugeri admirado com sua tranquilidade.

— Não, porque você sempre foi um irresponsável e a mentira também fez parte da sua vida por muito tempo, mas o que me assusta é saber que esse pequeno Queen, só apareceu agora, contando todas as mulheres que deve ter transado com você, essa garota foi a especial, ela me deu um neto. – sorriu minha mãe se erguendo do sofá rapidamente.

— Thea. – chamou Tommy abismado. – Moira está tomando remédios?

— Só os de pressão. – respondeu se aproximando de Scott. – Hey, garotinho. – chamou ficando a altura do mesmo. – Prazer, sou Thea, ou seja, a irmã daquele jogador que é seu pai, o que me leva a ser? – incentiva meu pequeno a responder.

— Minha tia. – respondeu Scott com carisma.

— Que garoto esperto. – disse Thea brilhando os olhos. – Posso te dar um abraço? – abriu os braços sugestivamente para Scott que aceitou, encaixando seu pequeno corpo ao magro de Thea.

Minha mãe ainda não tirava os olhos de Scott, aquilo me deixou inquieto, gostaria de saber o que se passa na cabeça dela. Talvez eu nunca a vi assim; em silencio.

— Então seu nome é Scott? – minha mãe perguntou perto o bastante dele. – Eu sou Moira, mas é um charme ser chamada de vovó por você. – acrescentou um pouco emocionada.

— Ah, não! Nada de choradeira mulher! – exclamou Tommy. – Converse com seu neto um pouco mais, acolha o tempo perdido e deixe para chorar quando estiver sozinha na banheira.

— Espera! – berrou minha mãe um pouco irritada. – Você não fez ele sozinho. – apontou para Scott sem tirar os olhos de mim, mudando a expressão para uma mais assassina, aquilo sim me fez tremer completamente. – Onde está a mãe do meu neto? Exijo vê-la imediatamente.

— Procurando o sutiã no quarto? – sugeri contendo uma risada.

— Agora que a coisa vai esquentar. – esquentou as mãos Tommy com uma risada sarcástica.

[......]

Pov Felicity.

Andei de um lado para o outro, sem mais nenhuma unha inteira nos dedos, eu não podia sair do quarto daquela forma. Como não ouvi nenhum grito ou pancadaria, então me levou a crer que ainda estão vivos, vamos lá Smoak! Não seja uma covarde, minha consciência repreendeu minhas ações contrarias.

— Felicity.... – bateu na porta Oliver com dois toques o que me assustou. – Só falta você para a festinha surpresa.

— Eu não vou. – recusei sua oferta estática no meio do banheiro. – Olhe para mim. – ordenei sabendo que ele não podia me ver o que me fez revirar os olhos, eu estava louca, ou pelos menos a beira da loucura.

— Imagino você apenas de calcinha e sutiã nesse momento, porem preciso que abra a porta, para que eu veja se estou certo. – argumentou sarcástico me arrancando uma risada baixa. – Abre a porta amor, prometo que não mordo, apenas se você me pedir.

Fiquei em silencio e enfim abri a porta com lentidão, ele desceu o olhar pelo meu corpo descaradamente umedecendo os lábios no processo, se não fosse a tensão do momento, aquilo me excitaria ardentemente.

— Pena que não acertei. – adentrou fechando a porta em seguida. – Okay, ela não surtou com nosso filho. – soltou com sorriso torto. – Ela acha que foi obra do destino e deseja conhecer a mãe do meu filho, então agora, você vai ergue a cabeça como sempre fez e vai para aquela sala ao meu lado, com sua autoconfiança que tanto amo.

— Okay, você venceu. – ergui os braços em rendição. – Me empreste pelo menos seu paletó. – pedi revirando os olhos. Não quero que a avó do meu neto, me veja com os seios sugestivamente amostra por trás daquela blusa fina.

— Linda de todas as maneiras. – sorriu saindo do banheiro.

Com alguns segundos ele voltou com seu paletó da noite anterior. Me vesti e enfim dei um passo para sair do banheiro, mas fui surpreendida pelo Queen safado, que me prendeu abruptamente contra a parede, pressionando seus lábios contra os meus, em um beijo urgente, suas mãos deslizaram por debaixo das minhas vestes com avidez me arrancando gemidos baixos, completamente anestesiada ele me soltou, ofegante e lindo demais para minha sanidade.

— Oliver. – ofeguei.

— Um modo de não fraquejar Smoak. – com um selinho fui puxada porta afora, indo em direção ao penhasco ou a mãe do meu amado companheiro.

Assim que pisei na sala, todos lançaram um olhar para nós dois, eram olhares diferentes, nos olhos de Tommy estava escrito; pega essa Smoak! Nos olhos da irmã de Oliver por ser a mais nova dizia; seus problemas estão só começando! E nos olhos azuis da minha então sogra dizia; vou fazer você minha escrava por ter escondido meu neto tantos anos. Engoli em seco e Oliver me guiou até a sala próximo aos mesmos.

— Mãe.... – chamou Oliver. – Essa é Felicity Smoak. – acenou para mim voltando o aceno para ela. – Essa é minha mãe.

— Hey. – tremi a voz e mão assim que ergui a mesma para cumprimenta-la. – É um prazer. – tentei sorri calmamente.

— O prazer é meu, minha jovem. – apertou minha mão com leveza. Não sei se aquilo pode ter sido um deboche ou foi sincero, eu não a conhecia, muito menos Oliver parou para explicar coisas sobre sua mãe, tudo aquilo eu teria que descobrir sozinha. – Temos que conversar. – foi tudo que disse sentando no sofá com a postura de chefe da família em uma elegância estonteante, nem se eu tivesse mil aulas de etiquetas eu saberia ser tão fina quanto ela.

— Eu sou Thea. – sorriu a garota de cabelos curtos para mim quebrando o gelo que já se alastrava entre nós.

— É um prazer Thea. – apertei sua mão com sorriso envergonhado no rosto. A mesma assentiu e ficou ao lado de Tommy novamente.

— Mamãe! – chamou Scott um pouco abaixo de mim. – A vovó contou que ela mora em uma cidade longe daqui, e que veio ver o papai jogar. – soltou animadamente me fazendo sorrir.

— Fico feliz meu amor. – sussurrei deixando um beijo casto em sua face.

— Scott.... Por que não vai com tio Tommy e sua tia, comprar sorvete? – indaga Oliver. Aquele momento seria só nosso, e tudo que acontecesse não seria na presença do nosso filho, isso ele tinha plena consciência. – Precisamos conversar coisas de adultos. – acrescentou com sorriso torto.

— Tudo bem papai. – choramingou saindo em direção aos outros dois.

— Vamos dá uma voltinha campeão. – Tommy bagunçou os cabelos de Scott de maneira divertida, pegando o mesmo no colo e saindo em direção a saída.

Scott olhou para mim com sorriso terno e acenou ao se despedir, indo com seus tios, estremeci e voltei meu olhar para Moira Queen, que nos fitava indescritível, aquela mulher no fundo me dava muito medo.

— Sente-se. – resmungou Oliver me puxando para o seu lado no sofá. Entrelaçando nossos dedos com suavidade, me passando calor e tranquilidade com seu olhar profundo.

— Então, esse garotinho é meu neto? – chamou nossa atenção a senhora magnata me arrancando um suspiro involuntário.

— Mãe, você já sabe isso. – bufou Oliver com desdém.

— Oliver! – repreendi apertando sua mão com força fazendo-o arregalar os olhos para mim. – Não vê que a situação já está tensa, por que por lenha na fogueira? – grunhi baixo.

— Porque está no sangue minha cara.... – Moira mostrou presença fazendo nossos olhares caírem sobre ela o que fez um arrepio percorrer todo o meu corpo, mas uma vez traguei o ar que mais parecia estar congelando. – Oliver em silencio.... – ordenou precisamente. – Vejo que Srta. Smoak tem muito a dizer! – declarou olhando dentro do meus olhos. E depois de cinco anos eu me senti sem saída e completamente encurralada, jogar a culpa para Oliver não seria saída e assumi todos os riscos a guerra estaria completa, ela não colocaria regras, porem Scott é um Queen, herdeiro oficial, isso eleva todos os requisitos ao extremo colapso.

— Bom.... Eu e o Oliver nos conhecemos em.... – comecei nossa história incerta a tudo que nos envolveria naquele exato momento, tudo estava envolvido.

Notas finais
Deixem seus comentários, é de grande importância ouvir a opinião de todos, enquanto eu respondo os comentários anteriores, deixo claro que já estou trabalhando em minha nova história, que será substituta de This Love. Beijinho e até a próxima semana, lembrando que amanhã tem Broken Strings para aqueles que acompanha.