Notas iniciais
Olaaaaaaa eu sei q deixei todo mundo bem puto por terminar o cap passado daquele jeito. pois cá estou eu pra acabar com o tormento de voces!!!!!!!!! Só pra esclarecer, todo mundo ficou tipo noooooossa a annie é virgem como assim? bom, ela é traumatizada por que ares tentava abusar dela, entao ela nunca foi muito longe na area de ser cafajeste, mas todo mundo tem necessidades né? com um percy do lado nao há quem resista hohoho Todo mundo sacou? beleeeeza vamos pro capitulo agora.

...

– Mas, assim, não vai rolar nem uma, sei lá, segunda base? Preliminar? – Ela se apoiou sobre os cotovelos e me olhou com uma cara tremendamente safada. – Duvido que consiga dormir... – Ela se mexeu e eu gemi e a segurei pra que ela não fizesse de novo. Ela sorriu pra mim e fez de novo.

– Você definitivamente quer me matar. – Ela fingiu que não ouviu e começou a dar pequenos beijos pelo meu peito. Eu tentei me segurar, eu juro. Mas as coisas fugiram do meu controle. Nos virei sobre a cama, seu rosto surpreso estava à milímetros do meu e eu segurava seus pulsos ao lado da sua cabeça. – Você é terrível loira. – Coloquei suas mãos sobre meus ombros e calmamente subi a camiseta que ela usava. Ela se arrepiava onde minha mão passava e isso me fez sorrir.

Subi sua camiseta até deixar a barriga plana amostra, eu me abaixei e plantei um beijo perto do seu umbigo, ela tremeu o que me fez fazer isso de novo. Delineei sua cintura com ambas as mãos, apertando levemente sentindo sua pele firme ao mesmo tempo macia, quando alcancei a lateral dos seus seios eu parei e a olhei. Ela mordia o lábio inferior com força e seus olhos cinzas estavam quase negros agora, eu sorri e acariciei seus seios grandes e quentes. Ela gemeu e levou suas mãos até meu cabelo e os puxou de leve.

Esfreguei os mamilos com o polegar e ela parou de morder o lábio para umedece-lo, e logo voltar a morde-lo. Eu parei por um instante e ela não ficou nada contente com isso, eu sorri e levantei a camiseta, desci meus olhos pra eles e os vi rosados e eriçados, e ficaram ainda mais duros enquanto eu os observava.

– Deuses. – Eu acho que balbuciei e me inclinei, beijando o vão entre eles. Annie soltou um ofego e se mexeu embaixo de mim. Nesse momento eu estava a ponto de gozar na calça. Que coisa ridícula.

Olhei pra ela novamente e, com a língua, brinquei com seu mamilo, chupando logo em seguida. Ela levou a mão aos lábios evitando gemer muito alto. Eu sorri e os apertei voltando a chupar seus belos seios rosados.

Annie começou a se remexer embaixo de mim, procurando algum alivio e, só os deuses sabem, como isso me deixou maluco. Joguei meu quadril contra o dela buscando a mesma coisa. A única coisa que me impedia de penetra-la agora era a sua minúscula calcinha e o meu shorts, e pensar sobre isso não me ajudou nem um pouco. Annie grudou no meu pescoço e rebolou com mais força. Segurei em sua cintura e também investi. Seus seios se colavam no meu corpo e eu me perguntei como poderia dormir essa noite.

Nossos movimentos foram se acalmando, sua respiração forte batia contra o meu pescoço enquanto eu recostava minha testa na cama.

Eu a soltei e voltei a ficar ao seu lado, mais duro do que nunca, e a olhei.

– E então? – Eu perguntei, ela riu extasiada e veio se aconchegar perto de mim. Passei o braço a sua volta e beijei seu cabelo.

– Estou imaginando se de roupa foi assim...

– Não coloque imagens na minha mente, loira. A situação está bem difícil aqui. – Ela me olhou se desculpando.

– Me desculpe, te deixei duas vezes na mão hoje. – Eu ri, beijei sua testa e me levantei, com dificuldade.

– Literalmente na mão, agora se você me der licença. – Sai do quarto e tateei a parede em busca da luz do corredor. Ascendi e encontrei a porta do banheiro. Entrei e deixei encostada enquanto dava uma de adolescente.

Eu não me orgulhava do que estava fazendo, principalmente sabendo que ela sabia o que eu estava fazendo. Mas não tinha condições, eu não iria pregar os olhos com tamanha ereção. Fechei os olhos e visualizei a cena dela subindo na minha cama apenas de lingerie, gemi e comecei os movimentos de vai e vem. Momentos depois sinto suas pequenas mãos me abraçarem pelas costas.

– Deuses Annie, me desculpe.

– Shh... – Ela me calou e escorregou suas mãos para as minhas. Eu tremi. – Minha vez de fazer alguma coisa por você, herói. – Ela acompanhou meus movimentos e eu tive que me apoiar pra não cair. Ela deixava alguns beijos molhados pelas minhas costas e arranhava meu abdome enquanto me masturbava. Deixei que ela fizesse aquilo sozinha e fechei os olhos sentindo seus toques. Movi meu quadril na direção da sua mão e não demorei a gozar.

Ofeguei, respirando fundo e abri os olhos vendo a sujeira que deixei o banheiro. Me virei envergonhado pra ela que estava sorrindo brilhantemente.

– Isso foi tremendamente sexy. – Eu me segurei pra não gargalhar.

– Na verdade, foi bem vergonhoso. – Observei ela lavar as mãos ainda sorrindo e eu dei um jeito de limpar aquilo.

– Não sei aonde. Eu adorei fazer isso. – Ela ficou na ponta dos pés e me beijou. Um beijo singelo mas que me acusou os mesmos arrepios na coluna. – Acho que agora, podemos dormir. – Eu sorri e a peguei no colo, voltando pro quarto.

Parei pra que ela apagasse a luz do corredor e a do quarto, coloquei ela na cama e deitei logo em seguida. Instantaneamente ela se aninhou no meu peito, do mesmo modo, minhas mãos voaram pra debaixo da camiseta que ela usava e eu acariciei sua cintura. A ouvi suspirar e dar um beijo no meu peito.

– Boa noite loira sabichona. – Ela riu.

– Boa noite cabeça de algas. – Eu sorri e fechei os olhos, enfim adormecendo.

...

POV Annie

Acordei no meio da noite morrendo de sede. Abri os olhos e enxerguei apenas a penumbra do quarto de Percy. Senti suas mãos sobre mim e nossas pernas completamente emboladas uma na outra, sorri involuntariamente. Me desvinculei dele devagar e o senti resmungar, dei um selinho no bico que ele fez dormindo e me levantei.

Tateei pelo quarto a procura do meu shorts e não foi difícil encontrar. Coloquei rapidamente e abri a porta devagar, cambaleando pelo corredor.

Meti o dedinho em um degrau que definitivamente não estava ali antes e fui mancando pra cozinha. Fiquei com vergonha de abrir a geladeira e pegar um copo de água, então peguei um copo que estava no escorredor e enchi com água da torneira mesmo.

A luz se ascendeu me cegando e eu me virei assustada.

– Ah, Annabeth é você. – Poseidon foi até a geladeira e pegou a garrafa d’água.

– Me desculpe se te acordei. – Ele sorriu.

– Imagina criança, eu sempre levanto par beber água a noite. – Assenti envergonhada e bebi mais um gole. – Posso te fazer uma pergunta, querida? – Engoli a água que estava na minha boca meio nervosa.

– C-claro.

– O que aconteceu... De tão grave... Pro meu filho ter... Quebrado o relógio do quarto? – Ele disse pausadamente. Suspirei, já esperava por essa pergunta. – Você não precisa me responder se quiser ok? É só curiosidade. Percy sempre foi um menino pacifico, ele não faria isso por qualquer coisa, por qualquer pessoa. – Sorri ao ouvir isso.

Puxei o banquinho da mesa e ele fez o mesmo. Eu encarei meu copo por um tempo e tomei o resto que tinha ali.

– Bom, é um assunto meio complicado.

– Eu vi logo de cara, Percy adora essas complicações. – Eu ri.

– É, ele é... insano. – Suspirei. – E-eu nunca contei isso pra mais ninguém além dele. – Tamborilei os dedos pela mesa e dei alguns murrinhos. – Bom, você deve saber que meu pai morreu. – Ele assentiu, não querendo me interromper. – Pois é, ele foi assassinado, quando eu tinha oito, na minha frente. – Eu disse e trinquei os dentes. Poseidon olhou pra mim com compaixão, mas ainda sim não me interrompeu. – E-e, foi complicado sabe? Desde então minha mãe nunca mais foi a mesma comigo. Eu estava sozinha pra enfrentar aquilo, passei por vários terapeutas, psicólogos. Mas nada tirava a minha dor. Mas eu aceitava, ainda conseguia sorrir naquela época. – Lágrimas escorreram pelo meu rosto sem eu perceber. As enxuguei com brutalidade. – Mas então, três anos depois, minha mãe arrumou um namorado, e eles não demoraram a se casar. E foi ai que meu inferno começou. – Eu dei uma pausa, não queria falar aquilo mas acho que ele percebeu. Poseidon fechou as mãos em punho e as apertou sobre os olhos com força. Enxuguei novas lágrimas que caiam. – Eu fugia dele, ele nunca conseguiu. Mas ontem, ele chegou tão perto. – Minha voz falhou e eu coloquei a mão sobre a boca pra evitar soluçar. Poseidon se levantou e veio me abraçar.

Seu abraço era quente e calmo, o abraço de um pai. Chorei compulsivamente agarrada a ele e ele só fez me abraçar.

– Oh filha... – Meus soluços foram ficando cada vez mais alto e eu os abafei na sua camiseta. Poseidon passava as mãos sobre meus cabelos o que foi me acalmando. – Você não está mais sozinha, sabe disso não sabe?

– Sei. Perseu tem sido realmente um herói. – Ele riu.

– Não foi a toa que demos esse nome a ele. Ele é especial, assim como você. – Ele beijou meus cabelos e me soltou. Eu enxuguei minhas lágrimas, me sentindo muito mais leve. – Quer vir morar aqui? – Ele perguntou e eu tive que tampar a boca novamente par não rir muito alto.

– Sabe, Percy me fez a mesma proposta. – Ele piscou e foi até a geladeira.

– Ele é um garoto esperto, pode não parecer, mas é esperto. – Tirou de lá uma caixa de leite, e fechou a geladeira. – Agora, eu vou fazer um leite quente pra minha querida nora pra que você possa dormir tranquila. – Eu sorri e o observei enquanto ele fazia isso. – Posso te fazer outra pergunta querida? – Eu assenti e ele sorriu. – Vocês estão usando proteção certo? – Ok eu deveria estar bem vermelha.

– N-nós não... a gente não fez...

– Oh vamos, o barulho das molas entregaram vocês. E você está usando a camiseta dele. – Eu escondi o rosto com as mãos e ele riu.

– É sério, nós não fizemos nada. – Ele me olhou com a sobrancelha arqueada. – Bom, nada que precisasse usar proteção. – Ele gargalhou.

– Ufa! Sabe, eu sou meio jovem para ser avô. – Eu ri.

– E eu para ser mãe. – Levantei e peguei o copo de leite, nunca pensei que aquilo poderia ser tão bom.

– Prontinho criança, pode voltar a dormir tranquila. – Ele colocou meu copo sobre a pia e eu o segui para o quarto de Percy. – Saiba que eu faço muito gosto do namoro de vocês. – Eu sorri e abri a porta.

– Obrigada Poseidon. – Ele sorriu e foi para o seu quarto. Fechei a porta delicadamente e voltei pra cama.

– Annie? – Percy balbuciou assim que voltei a entrelaçar nossas pernas.

– Estou aqui. – Ele tateou meu rosto e eu ergui a cabeça alcançando seus lábios. – Pode dormir. – Senti seus braços me segurarem pela cintura e eu suspirei feliz deitada sobre seu peito.

...

POV Percy

Se eu estava dando uma de psicopata?

Talvez

Esse negócio de observar outra pessoa dormindo, eu não achava nada legal nem nunca tive vontade de fazer pra “ver como era”. Mas as coisas mudam.

Porque cá estou eu.

Olhando pra loira dormindo sobre meu peito.

Era bonitinho, porque ela abria a boca e ressonava baixinho. Seus cílios longos e claros descansavam sobre a bochecha que estava espremida deixando ela com o rosto grande e bochechudo. Os cabelos loiros e revoltos se espalhavam por toda parte, eu achava meio difícil alguém ser mais bonita que ela.

Eu não queria acorda-la, essa realmente não era a minha intensão, mas eu não pude conter o impulso de desembaraçar suas mechas cheirosas com a ponta dos dedos. Depois de pouco tempo fazendo um cafuné na sua cabeça, sua testa se franziu e os olhos cinza se abriram se ajustando a claridade momentânea e logo me encararam. Ela sorriu e eu sorri de volta.

– Bom dia Annie. – Ela sorriu e se contraiu, logo relaxando de novo, se espreguiçando.

– Bom dia Percy. – Eu sorri e beijei sua cabeça, continuando com o cafuné. Ela ronronou e se ajeitou mais perto de mim, entrelaçando nossas pernas. Eu suspirei e fechei os olhos. – Você tinha razão herói. – Eu ri pelo modo como me chamou.

– Geralmente eu tenho, mas do que seria? – Ela também riu e subiu a cabeça, encaixando-a no meu pescoço. Deixou um beijo por ali o que me arrepiou.

– Dormir nos seus braços foi definitivamente melhor. – Provavelmente meu sorriso estava nas orelhas, porque estava sentindo minhas bochechas doerem. A apertei contra mim aspirando seu cheiro.

– Definitivamente melhor. – Me permiti fechar os olhos e lembrar da noite anterior, logo me xingando mentalmente por causa da ereção matinal, e definitivamente as lembranças dela me masturbando no banheiro não ajudariam em nada com isso. – O que vai querer pro café?

– Não sei, café puro só ta bom. – Revirei os olhos.

– O que? Ta de ressaca? – Ela riu e se levantou.

– Não é com algumas taças de vinho branco que eu vou ficar bêbada cabeça de alga.

– É eu sei. – Eu levantei também e a avaliei. – Hey, você não dormiu com esse shorts. – Ela corou.

– É, eu dormi, mas acordei no meio da noite com sede ai fui pegar um pouco de água. E seu pai está em casa, não seria legal ele me ver com a sua camiseta e de calcinha. – Ela mordeu a ponta do dedo e eu esperei.

– Pode dizer. – Ela levantou as sobrancelhas loiras. – Vamos lá desembucha loira sabichona. – Ela riu nervosa.

– Então eu fui na cozinha e provavelmente eu fiz barulho porque acordei seu pai...

– Não, ele sempre acorda pra beber água de noite. – Ela assentiu.

– É ele me disse. – Olhei pra ela esperando que continuasse.

– E então? – Ela suspirou e voltou a sentar na cama, me sentei ao seu lado.

– E então ele me perguntou o porquê de você ter quebrado o relógio. – Fechei as mãos em punho.

– Me desculpe Annie... – Ela sorri e colocou sua mão por cima da minha. Eu relaxei.

– Não, está tudo bem. E-eu disse pra ele. – Ela disse baixinho. Eu sorri levemente e me aproximei dela a abraçando de lado.

– Fico feliz que tenha tido coragem. Mas não era necessário. – Ela suspirou e me abraçou de volta.

– Era sim, me fez muito bem. Seu pai é um amor de pessoa. – Eu sorri. – E ele está preocupado.

– Com o que?

– Com o fato de ser avô mais cedo. Acho que fizemos barulho ontem a noite. – Eu ri e me joguei pra cima dela tentando beija-la, mas ela me empurrou. – Não que nojo, nós nem escovamos os dentes ainda. – Eu sorri arteiro e comecei a bafar na cara dela. – Ai eca, que nojo Percy! – Ela me empurrou pra levantar da cama, mas eu puxei ela de volta. – Me solta, que nojento. Seu porco.

– Ahh vem da um beijinho no seu porco gostoso vem. – Eu infernizei ela tanto até que consegui um beijo, bem xoxo mas consegui. – Pronto, agora vamos escovar os dentes. – Ela me olhou chocada.

– Fez toda essa algazarra pra ir escovar os dentes logo depois?

– É, eca é nojento. – Eu gargalhei da cara assassina que ela fez.

– Vá pro inferno Perseu! – Ela disse bufando e passou por mim com um bico no rosto e os braços cruzados, pisando fundo. Agarrei ela pela cintura, mas ela se desvinculou e saiu, indo pro banheiro. – Mas saiba, que dois podem jogar esse jogo querido namorado porco. – Eu ri e fui até o banheiro vendo o que ela estava aprontando.

E santo Deus.

Ela estava só de calcinha no banheiro, virada pra mim. Aquele ereção marota voltou com força que chegou a doer.

– Loira, loira. – Eu fui até ela mas ela bateu em mim, não foi nem pela dor (até porque não doeu) foi mais pelo choque dela ter me batido e também por ver seus seios balançarem com o movimento da sua mão em direção ao meu peito, que eu me afastei e a encarei. Ajeitei meu querido amigo e companheiro dentro das calças e trinquei os dentes. – O que?

– Nem pense em chegar perto de mim. – Ela levantou a sobrancelha, desafiadora. E se virou pro espelho começando a escovar os dentes. Eu não desgrudei meus olhos dela, e fiz o mesmo.

– Isso é covardia. – Eu disse. Ela me ignorou e continuou a escovação. Eu cuspi acidentalmente (não mesmo) roçando nossos corpos e a senti tremer, o bico dos seus seios ficaram duros, assim como eu. Sorri e terminei de escovar os dentes rapidamente. Ela passou na minha frente enquanto eu enxugava o rosto remexendo aquela bunda grande pra lá e pra cá, rodava minha camiseta nas mãos e andava com o nariz em pé. Eu rosnei e a agarrei por trás. Ela deu um gritinho de surpresa, mas gargalhou.

– Isso é jogo sujo loira. – Eu coloquei ela de pé sobre a cama, e seus belos seios ficaram acima da minha cabeça.

– Ah é?

– É, é sim. – Beijei sua barriga lisinha e a ouvi rindo. Ela ficou de joelhos, ficando da mesma que eu altura e me beijou. Aprofundei o beijo sentindo o gosto da pasta de dente ainda ali. Eu apertei seu seio e ela gemeu nos meus lábios. Eu sorri e mordi sua boca. – Gostosa. – Espalmei as mãos na sua bunda e apertei, grudando seu corpo no meu. Ela gemeu mais alto e arranhou meus ombros. Terminei o beijo ainda com a mão na sua bunda durinha e olhei pra ela. – Eu preciso tomar banho. – Ela assentiu.

– Convite aceito, vamos tomar banho. – Ela desceu da cama e passou a mão na toalha que estava pendurada atrás da porta. Eu a encarei de boca aberta e ela riu. – Vamos cabeça de alga, não vai querer uma mãozinha? – Ela deu aquele sorriso safado e saiu rebolando. Puxei os cabelos com força e fui atrás dela igual um cachorrinho.

...

Notas finais
Aiaiaiaiai eu adorei esse capitulo, vcs não? Eu vou ser sincera com vocês, o cap que vem nao iria existir, mas nós temos que saber o que rolou na hora do banho né??? hohohohohohohohohohoho