These Gray Eyes
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Entrei no banheiro e esfreguei as mãos no rosto.
– O que pensa que está fazendo loira? – Ela sorriu safada e torceu os cabelos.
– Tomando banho ué.
– Você só pode me odiar muito mesmo. – Ela riu e saiu toda molhada do box e me puxou pelo cós do shorts.
– Ao contrário, Percy. Eu gosto muito de você. – Sua mão molhada subiu pelo meu peito até alcançar meus cabelos. Eu agarrei sua cintura e colei suas costas no box. Ela soltou uma risada adorável e eu tive que sorrir.
Suas mãos rápidas puxaram meu shorts e lá estava minha ereção.
– A culpa é completamente sua. – Pigarreei porque minha voz já estava meio rouca.
– Acho melhor eu dar um jeito então. – Ela mordeu os lábios e acariciou meu amigo. Eu olhei pra ela suplicante.
– Eu já disse, o quão torturante isso é? – Eu apertei seus seios enquanto ela me masturbava.
– Acredite, é bem torturante pra mim também. Então porque você não larga essa ideia de “tem que ser especial” e me leva pra cama? – Ela aumentou o ritmo e colou seu corpo no meu. Eu apoiei a mão no box do banheiro e desci a outra pelas suas costas molhada, alcançando a sua bunda.
– Porque eu tenho bom senso. – Ela lambeu meu pescoço e eu respirei fundo. – Que está se esvaindo... – Ela riu.
– Isso é bom. – Eu a peguei no colo e ela sorriu pra mim.
– Mas não se foi por completo sua diaba. – Entrei no box e nos enfiei na água morna que caia. Ela fez um bico e eu o beijei.
– Você poderia agir como qualquer cara e comer logo a sua namorada. – Eu ri e a coloquei no chão, alcançando o shampoo e passando nos seus cabelos loiros.
– Você não estaria namorando um cara assim, então não. – Ela bufou e cruzou os braços. Eu comecei a massagear seus cabelos e ela ronronou voltando a me abraçar.
– Pode ser que eu te agradeça por estar fazendo isso, quando eu não estiver excitada talvez. – Eu gargalhei e desci minhas mãos pelo seu corpo. – Mas nesse momento, eu estou te odiando, e fazendo isso você só piora a sua situação.
– Eu acho que eu posso te ajudar com isso. – Eu a empurrei colando suas costas na parede e me ajoelhei.
Acariciei suas pernas e as senti tremendo. Sorri e passei uma por cima do meu ombro. Ah deuses, isso não ajuda com a minha ereção.
Subi minhas mãos pelas suas pernas torneadas e agarrei sua bunda firminha. Olhei pra cima e a vi respirando fundo, sorri safadamente. Aquilo é que era uma bela visão.
Eu acariciei entre o meio das suas pernas e senti como ela estava molhada e quente. Ai deuses.
– Deuses Annabeth. – Eu não aguentei por muito tempo, e chupei seu clitóris. Ela deu um gemido alto e agarrou meus cabelos. Eu sorri e fiz de novo, brincando com a língua.
– Oh meu deus! – Ela gemeu mais alto e acidentalmente bateu a mão na torneira, fazendo um jato de água fria cair sobre nós, gememos ao mesmo tempo por causa do choque.
Aquilo que era pra acalmar, só me deixou ainda mais aceso. Eu levei um dedo até a sua entrada e forcei. Meu senhor, tão apertada, tão quente. Comecei a estocar dentro dela lentamente, enquanto ainda chupava seu clitóris. Ela soltava resmungos indecifráveis e tremia violentamente na minha boca. Eu forcei mais um dedo na sua entrada intocada até hoje e dei leve tapinhas no seu clitóris, observando ela enlouquecer.
– Vai gozar pra mim loira. – Eu estoquei com mais velocidade e esfreguei seu botão inchado, voltando a chupa-lo com força. Ela não demorou a chegar ao clímax, gemendo meu nome.
Eu sorri satisfeito e tirei os dedos de dentro dela, os levanto até a boca. Ela respirava com dificuldade enquanto me olhava com os olhos quase negros. De repente ela grunhiu e me puxou os cabelos. Eu resmunguei e levantei.
– Gostoso filho da puta. – Seus lábios se chocaram com os meus violentamente, enquanto sua língua devorava a minha boca. Eu gemi e encostei meu corpo no dela. Estávamos fervendo embaixo de uma ducha gelada. Eu descolei nossos lábios para respirar e desci com chupões pelo seu pescoço.
– E então? Agora dá pra esperar mais um tempo? – Eu perguntei no pé do seu ouvido.
– Eu nunca quis tanto que você me fodesse como agora. Pelo amor de deus Percy... – Eu ri e olhei pra ela.
– Hmmmm insaciável. – Eu lhe dei um selinho e me afastei. – Mas hoje não, eu prometo que não vai demorar ok? – Ela fez m bico, mas assentiu. Eu sorri e peguei o sabonete pra ensaboa-la.
...
– Espremer umas laranjas você consegue né? Tem aquele treco ali.
– Uma juicer? – Ela perguntou olhando em volta. Eu ri.
– Claro que não. Olha ele é tipo um espremedor de alho...
– Você sabe que eu não tenho ideia do que você esta falando né? – Eu revirei os olhos e abaixei o fogo. Abri a gaveta e peguei o espremedor.
– Aqui, você corta as laranjas ao meio, coloca elas de cabeça pra baixo e espreme. – Eu fiz com uma pra ela ver. – Tamdam!! – Ela fez uma careta e pegou o treco da minha mão. Eu voltei pras panquecas. – Tá, você prefere molho de chocolate ou eu vou ter que fazer um xarope de maçã? – Ela fez uma careta.
– Chocolate, definitivamente. – Eu levantei uma sobrancelha.
– Você não gosta de maça?
– Não é que eu não gosto de maçã... – Ela fez uma força absurda pra espremer a primeira laranja, mas conseguiu. – É que xarope de maça é ruim. – Eu ri.
– Isso é porque você não provou o meu.
– O seu e o de mais ninguém. – Eu olhei pra ela confuso.
– Você nunca provou? – Ela concordou. – Então como sabe que é ruim?
– Pelo nome... Xarope de maça. Não parece uma coisa muito comestível sabe? – Eu ri e peguei 2 maçãs na fruteira.
– Pois você vai provar hoje.
– Eu não eca. – Eu fingi que não ouvi e comecei a fazer o xarope. Senti que a massa estava quase pronta e virei-a na frigideira.
– UAU! Me deixa fazer? – Eu ri, ela ainda não tinha terminado o suco.
– Depois que acabar o suco, quem sabe. – Ela voltou correndo e espremeu as laranjas rapidamente, feito uma criança arteira. – Tá vem logo virar. – Ela sorriu e veio se enfiar na minha frente. Eu respirei fundo, a única coisa que ela estava usando era uma camisa minha, nem calcinha ela pôs. Dai-me forças.
Ela pegou no cabo da panela e tentou virar, mas sem força alguma. Eu passei os braços a sua volta e segurei sobre as suas mãos. Ela olhou pra mim de rabo de olho e eu sorri, ajudando-a virar.
– Viu, é fácil. – Ela piscou várias vezes e se virou pra mim.
– Na verdade, eu não consegui prestar atenção, depois que você colocou os braços a minha volta. – Me puxou pelo cós da calça e ficou na ponta dos pés pra me beijar. Eu sorri e agarrei sua cintura. – Tá! Agora volta pras panquecas, isso está cheirando muito bem. – Ela deu um tapa na minha bunda e voltou a se concentrar em colocar o suco em uma jarra com gelo sem quebrar a jarra. Eu ri e fiz o que ela disse.
...
– Ok, está pronto. – Eu coloquei os pratos, com a quantidade exagerada de panquecas para apenas duas pessoas, na mesa junto com a calda de chocolate e o xarope de maça. Annie pegou o suco na geladeira e um copo no armário.
– Onde tem sal? – Eu franzi a testa, pra que?
– Ali em cima, junto com os temperos. Está num pote transparente. – Ela assentiu e foi pegar, voltando a passos rápidos e sentando no meu colo eu ri. – Pra que quer sal? – Ela fez um gesto com a mão pra eu esperar e colocou suco no copo. Salpicou um pouco de sal na palma da mão e botou na língua, logo dando um gole no suco. Eu encarei aquilo com uma cara de nojo indecifrável. – Eca, pra que isso? – Ela riu.
– Tenta, é muito bom. – Eu a encarei por um tempo e me rendi estendendo a palma da mão. Ela sorriu e colocou um pouco de sal ali. Eu esperei, decidindo se faria aquilo ou não. Fechei os olhos e botei o sal na língua pegando o mesmo copo e tomando um gole.
– Olha, até que é bom mesmo. – E era realmente, tinha um gosto estranhamente bom. – Você sabe que isso é coisa de bêbado né? – Ela riu e fez de novo.
– Definitivamente, isso com tequila é incrível. – Eu ri e espetei uma panqueca colocando no prato a minha frente.
– Agora que eu experimentei da sua estranheza, você vai provar o xarope. – Ela fez uma careta olhando eu derramar por cima da massa.
Cortei um pedaço e botei na boca, é eu me superei. Aquilo estava maravilhoso.
– Sério, você tem que provar isso. – Ela negou, e eu revirei os olhos. Sorri arteiro e colei nossos lábios. Ela resmungou, mas acabou me beijando. – Fala sério, tem um gosto bom. – Ela me encarou por um tempo e tomou o garfo da minha mão, pegando um pedaço e levando a boca. Eu observei seus olhos se fecharem lentamente enquanto ela mastigava.
– Puta que pariu. – Ela avançou sobre o prato pegando um pedaço ainda maior e mergulhando no xarope. Eu gargalhei e beijei seu pescoço.
– Ta vendo sabichona, é bom.
– Bom? Isso aqui é perfeito. Sério eu me casava com essas panquecas. – Eu ri.
– Mais vantagem você se casar comigo e eu te faço panquecas todos os dias. – Ela riu e me deu uma cotovelada no estômago.
– Você tem razão, eu poderia viver assim tranquilamente. Depois de ser chupada deliciosamente por você, eu como panquecas com xarope de maça. – Eu gargalhei.
– A sim, com certeza a vida perfeita. – Ela sorriu e cortou mais um pedaço colocando na minha boca. Eu abracei sua cintura apertado e descansei a cabeça no seu ombro.
...
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