Notas iniciais
MAIS DE 100 REVIEWS!!!!!!! VENHAM ME AMAR TODOS VCS! Gente, sério eu nao pensei q essa fic seria tão bem aceita por todos. assim, pra chegar nos 100 reviews de MG foi só no cap 40 e no 7 ja estamos no 120! caralho mano vcs sao demais até mesmo a quantidade de leitores. sintam-se beijados. Obrigada pelos reviews de toooodo mundo e eu sei q vcs curtiram as safadezinhas do cap passado né??? então acho q vão curtir esse tamb...

POV Annie

...

– Você vai se surpreender.

– Eu já estou bem surpresa. – Encarei Percy enquanto ele sorria pra mim.

– Então venha me ajudar loira sabichona. – Eu ri e fui ao seu lado.

– Ah não mesmo, sou a pior criatura que existe pra cozinha. – Percy riu e lavou as mãos. Poseidon sentou em um banquinho e ficou nos observando.

– Não pode ser tão ruim assim, você é inteligente, vai se dar bem.

– Se com “se dar bem” você se refere a louças quebradas e um enorme corte na mão, bom você está completamente certo. – Ele me olhou assustado e Poseidon riu.

– Acho melhor você se sentar aqui do meu lado, filha. – Eu tentei, realmente tentei não demonstrar tamanha emoção quanto eu estava sentindo, mas acho que falhei, porque Percy colocou a mão no final da minha coluna e sorriu pra mim. Engoli o choro e puxei um banquinho me sentando ao lado dele. – Vamos ver meu filhão deixar o papai e a namorada orgulhosos. – Percy revirou os olhos e eu apoiei os cotovelos na mesa o observando se mexer graciosamente pela cozinha.

– Não tem nada que eu possa ir fazendo que não envolva facas e objetos cortantes? – Percy riu.

– Tem sim, você pode abriu um vinho pra gente.

– Eeee eu acho que eu to sobrando. – Poseidon se levantou e piscou pra mim me fazendo corar. – Eu vou tomar um banho pra deixar vocês mais a vontade.

– E é por isso que você é o melhor pai do mundo. – Ele riu e trocou um soquinho com Percy. Eu acenei e o vi sair pela porta.

– Você quer me matar de vergonha. – Eu me levantei e peguei o vinho em cima da mesa.

– Você merece por ter me torturado ali no sofá. – Eu ri e bati meu quadril com o seu.

– Cadê o abridor? – Ele abriu uma gaveta e pegou aquele negócio com um parafuso.

– Tem certeza que sabe fazer isso?

– Nunca tentei, vamos ver se eu consigo. – E não foi nada difícil, tirei a rolha com um “plop”, a assoprei e apontei pra ele. – Sou foda. – Ele riu e pegou o guardanapo que estava em seus ombros e bateu com ele na minha bunda.

– Tem uma taça, eu acho, naquele armário ali. Coloca uma dose em um copo e o resto a gente pode tomar. – Eu assenti e fui até o armário e vi apenas uma taça.

– Porque só tem uma taça? – Eu peguei também um copo e enchi colocando ao seu lado. Ele colocou um bife pra grelhar com um fio de azeite e eu senti minha barriga tremer de fome.

– Era um jogo com 6, meus pais ganharam de presente de casamento e é bem frágil. Só sobrou essa. – Eu ri e coloquei um pouco na taça e levei aos lábios. Ele deu um sorriso torto. – Vai ter que compartilhar comigo loira. – Eu ri e me aproximei dele.

– Se tivesse mais taças nós dividiríamos do mesmo jeito. – Ele riu e me beijou pegando a taça da minha mão. – Então como funciona isso? – Abracei ele de lado.

– Hm é muito simples. Temperei os bifes com sal e pimenta do reino e um pouco daqueles temperos prontos meio adocicados. Agora eu coloco em uma frigideira quente pra dar apenas uma selada dos dois lados, assim ele fica crocante por fora e macio por dentro. – Ele virou os bifes fazendo aquele barulhinho característico e subindo aquela fumaça cheirosa. – Agora eu coloco o vinagre e o vinho. – Ele colocou um pouco de cada a zóio e o que sobrou do vinho ele virou me fazendo rir. – Agora é só deixar cozinhar por um tempo nesse molhinho e está pronto. – Ele pegou uma colher pegando um pouco do molho da carne e assoprou, colocou um pouco na mão e provou. – Hmmm. – Eu olhei pra ele suplicante e ele riu e colocou mais um pouco. Eu peguei sua mão e chupei o caldo fazendo meu estômago colar nas costas.

– Deuses. Isso está maravilhoso. – Ele riu e colocou a colher na pia.

– Muito obrigada. – Percebi ele mexer nos botões do fogão abaixando o fogo de uma panela que tinha atrás (que só agora eu tinha notado) e desligando o da carne. – Agora só falta o arroz ficar pronto enquanto eu faço uma salada e você forra a mesa.

– Claro. – Peguei a toalha que estava em cima da própria mesa e a abri, fazendo muitos farelos se espalharem pelo chão. Percy riu.

– Isso acontece quando dois homens moram sozinhos. – Eu ri e alcancei uma vassoura que tinha ali do lado.

– Sabe que nem varrer eu sei direito, eu sempre tive empregados. – Eu comecei a varrer, e até agora os ciscos estavam cooperando.

– Você está se saindo bem. – Eu juntei tudo em um canto e o olhei.

– E agora? – Ele pegou uma pá e colocou na frente da vassoura.

– Arraste os ciscos pra cá. – Eu fiz o que ele falou, mas não deu muito certo porque metade ficou no chão. Depois de várias tentativas o chão estava parcialmente limpo. – Parabéns! Sua primeira varrida. – Eu revirei os olhos e coloquei os ciscos no lixo, voltando a forrar a mesa.

Percy começou a lavar umas folhas e cortar uns tomates e eu fiquei ali debilmente o olhando.

– O que? – Ele perguntou sorrindo de lado. Eu sorri e fui até ele o abraçando por trás.

– O que, o que? – Levantei a barra da sua camiseta e acariciei seu abdome rígido e malhado com alguns pelinhos. Ele respirou fundo.

– Annie, eu preciso de um pouco de concentração aqui sabe? Não quero arrancar um dedo fora acidentalmente. – Eu ri e fiquei na ponta dos pés para beijar seu pescoço.

– Tudo bem me desculpe. – Eu o soltei, mas ele pegou meus braços novamente voltando a abraça-lo.

– Não se afaste, só não me provoque loira. – Eu ri e aspirei seu cheiro maravilhoso. Fechei os olhos sentindo uma paz que a muito tempo não sentia. – Pronto. – Ele colocou os tomates junto com as folhas (que eu suponho que sejam alfaces) em uma travessa e desligou o fogo da última panela, se virando pra mim. – Agora me de um beijo. – Eu ri.

– Você tem que se abaixar, eu não te alcanço. – Fiquei na ponta dos pés e mesmo assim não alcancei sua boca. Ele soltou uma risada pelo nariz e enlaçou minha cintura, me levantando e me colocando sobre seus pés e finalmente ele me beijou.

– Hmm que cheiro maravilhoso. Opaaaa. – Eu cambaleei pra trás sendo amparada pelos seus braços e olhei envergonhada pra Poseidon e Grover que tinha acabado de chegar e estavam nos olhando com sorrisos no rosto. – Interrompi alguma coisa? – Grover perguntou.

– Na verdade, sim. Deixe-me acabar. – Fiquei na ponta dos pés e puxei Percy pela nuca, ele riu e me deu um longo selinho. – Pronto, podemos comer agora. – Eles riram e se sentaram a mesa. Ajudei Percy a montar os pratos e logo estávamos comendo em meio a inúmeros elogios ao chefe.

– Cara... – Grover enfiou mais uma garfada na boca. – Essa é a melhor coisa que eu já comi na vida. – Percy riu.

– Não seja exagerado, é só bife, arroz e salada. – Revirei os olhos.

– Não seja modesto, está maravilhoso!

– Agora você vê o porque deu não passar fome durante todo esse tempo.

– Eu tive que dar um jeito, depois daquele primeiro mexido que você fez eu sabia que passaríamos fome se eu não encontrasse outra saída.

O jantar se passou assim em meio a esse clima leve e descontraído, com meus joelhos tocando os de Percy por baixo da mesa enquanto compartilhávamos a mesma taça.

Eu não me lembro de me sentir tão bem assim.

...

POV Percy

– Olha gente, a conversa está muito boa, mas eu tenho que trabalhar. É sexta feira o povo está tudo na balada. Normalmente vocês também estariam. – Eu sorri e Annie encostou a cabeça no meu ombro, eu passei o braço em volta dela e dei um beijo nos seus cabelos loiros.

– Hoje não. Estamos muito bem aqui. – Grover sorriu e se levantou do sofá.

– É isso ai meu povo, estou gostando de ver. Bom, obrigado pela janta. – Nós também levantamos.

– Que isso, você sabe que já é de casa. Dá próxima vez traz a Júniper. – Era bem difícil ver um mulato corar, mas Grover conseguiu o que fez a gente rir.

– Ai que lindinho, eu quero conhece-la. – Annie disse. Acompanhamos ele até a porta e ele saiu acenando.

–Bom, eu também vou dormir. Amanhã é sábado mas eu ainda trabalho. Boa noite crianças. – Meu pai deu um beijo na minha testa e na de Annie também e sumiu pelo corredor. Eu sorri e a abracei.

– Então não foi tão ruim não é? – Ela levantou a cabeça, seus olhos lacrimejados mas ela sorria.

– Não, foi maravilhoso. – Annie ficou na ponta dos pés e me deu um singelo selinho. – Obrigada Percy. – Eu sorri e a peguei pela mão, alcancei as nossas mochilas que continuavam jogadas perto da porta e a puxei pro banheiro. Entreguei sua mochila e alcancei minha escova de dente. Ela se encostou sobre o balcão e ficou me encarando enquanto nós escovávamos os dentes. Pode parecer estranho, mas é uma boa experiência.

– Bom, você pode ir trocando de roupa. – Ela fingiu que não me escutou e caminhou até meu quarto, eu ascendi as luzes e dei passagem pra ela entrar.

Meu quarto era pequeno, tinha um violão pendurado na parede, um guarda roupa de apenas duas portas e uma cama de casal que ocupava quase o quarto todo, sobrando apenas um espaço mínimo pro meu criado mudo com um porta-retratos da minha mãe, uma comoda com um espelho em cima e uma pequena escrivaninha com um computador da era passada, vários livros jogados, farelos de borracha e ponta de lápis pra todo lado. Agradeci a todos os deuses por ter lembrado de arrumar a cama assim que sai de casa.

– Você toca? – Ela apontou pro violão e eu dei de ombros.

– Não quanto costumava tocar. – Ela assentiu e continuou olhando tudo.

Ela deu um giro 360° e parou olhando pra foto sobre o criado mudo com um pequeno sorriso.

– Incrível como mesmo sendo a cópia do seu pai, você ainda lembra ela. – Eu sorri e também observei a foto da minha mãe sorridente.

– Ela era linda né? – Ela acenou e pegou a mochila. – Você quer, sei lá, tomar um banho?

– Não já tomei hoje. – Ela desabotoou o shorts e eu arregalei os olhos.

– V-você não quer trocar de roupa no banheiro? – Ela riu e desceu o shorts, oh deuses.

– Não, eu prefiro ver a sua cara. – Ela chutou a peça pro canto e puxou a blusa pela cabeça revelando um conjunto de lingerie preto. Trinquei os dentes ao olhar seu corpo perfeito. – Sabe, geralmente eu durmo assim, ou sem essa peça que é muito incômoda.

– Você quer me matar. – Ela riu e mordeu a ponta do dedo.

– Não mesmo herói. – Ela engatinhou sobre a minha cama e eu tive certeza que essa cena não sairia tão cedo da minha cabeça. – Não vai se juntar a mim? – Ela perguntou já se enfiando de baixo das cobertas eu sorri e fui até o guarda roupa.

– Isso deve mesmo incomodar. – Eu peguei a camiseta do meu pijama que eu nunca uso e joguei pra ela. – Mas só de imaginar, eu já estou duro então por favor veste isso. – Ela riu e cobriu a cabeça se revirando nas cobertas. Aproveitei pra tirar minha bermuda e a camiseta e rapidamente vesti o shorts do pijama. De repente sinto alguma coisa ser arremessada na minha cabeça.

– Opa. – Olhei pra cara de arteira dela e tirei seu soutien da cabeça. Controle. Eu tenho que me controlar.

– Sua diabinha. – Ela soltou uma risada infantil quando eu me lancei na cama e a abracei. Ela ronronou quando eu comecei a massagear os fios loiros.

– Sabe... – Ela subiu suas mãos pelo meu tórax, suas unhas compridas me arranhando de leve me fazendo imaginar o que estava por debaixo da minha camiseta. – Depois de te ver sem camisa, é até um pecado deixar que você vista uma novamente. – Eu ri.

– Digo o mesmo para todas as suas roupas. – Ela riu e se aconchegou mais em mim.

Ficamos um tempo em silencio, eu não estava com um pingo de sono e nem com vontade de me levantar pra apagar a luz, principalmente porque eu queria olhar pra ela.

– Annie. – Eu chamei baixinho. Suas mãos ainda percorriam meu corpo ela soltou um “Hmm” fraquinho e continuou a me acariciar. Me afastei dela delicadamente apenas para poder olhar nos seus olhos. Aqueles olhos cinzentos que me deixam maluco. – Você sabe que eu não me importaria de você ficar aqui todas as noites, mas isso tem que acabar. – Eu disse calmamente. Suas mãos pararam sobre meu coração e eu vi o medo de uma menina de oito anos refletido nos seus olhos.

– Não tem como. – Ela disse fraquinho. Eu acariciei seu rosto e passei o polegar pelo seu lábio inferior.

– Nós temos que dar um jeito. Você não pode continuar a viver assim. Nem você, nem Thalia. – Ela assentiu deixando algumas lágrimas rolarem. Eu as enxuguei calmamente.

– E-ele... Ele quase conseguiu. – Ela disse no meio de um soluço. Eu a abracei firmemente e deixei que chorasse sobre meu peito.

– Ele não vai conseguir ta bem? Não vai. – Ela acenou ainda fungando. – Sua mãe...

– Ela não sabe. É cega. Eu tenho certeza que ela sabe que ele a trai todas as noites, ela fica lá esperando ele chegar. Não se importa com nada, ah não, mentira. Ela se importa em parecer bem para a sociedade e as amigas ridículas dela. Ela não seria nada sem meu pai! Nada! – Eu deixei ela desabafar e continuei acariciando seus cabelos. – Ela era uma boa mãe, mas depois que Ares chegou as coisas despencaram. Como meu pai não deixou nenhum testamento, o dinheiro dele ficou todo com ela e Ares não demorou a convencer a mente fraca da minha mãe a se casar.

– Ela te trata mal? – Ela negou e levantou o rosto pra me olhar. O sofrimento nos seus olhos cinza me quebraram.

– Não, ela não me trata. Esse que é o problema. Ela nem olha na minha cara, e quando olha é com uma frieza sem tamanho! – Eu sorri tristemente pra ela e enxuguei suas lágrimas.

– Você não está mais sozinha ok? Eu to aqui com você. Por mim você se mudava pra cá. – Ela riu.

– Não seja idiota. – Ela sorriu e se aninhou no meu pescoço, voltando a me acarinhar.

– Você é quem está sendo. – Ela riu e voltamos com o silencio reconfortante. – Meu pai perguntou...

– O que?

– O porquê deu ter quebrado o relógio.

– Você disse? – Ela ficou tensa nos meus braços. Beijei seus cabelos e senti seu cheiro que me acalma.

– Claro que não. Eu não tenho esse direito. – Ela riu.

– Claro que tem, se você quiser fala você fala é seu pai...

– Cala a boca Annabeth, você confiou isso a mim nem pra Thalia você contou, nem pra mais ninguém. Eu nunca falaria isso pra mais alguém. – Ela me olhou séria e eu retribui seu olhar. E do nada ela me agarrou.

Seus lábios atacaram os meus e eu não pude conter um gemido quando ela subiu sobre mim. Ela estava de camiseta e calcinha. MAIS NADA PORRA!

– Annie. – Eu disse ofegante enquanto olhava pra ela sobre mim. Seus cabelos loiros estavam caindo pelos seus ombros enquanto seus olhos me queimavam.

– Você é bom demais pra ser verdade. – Ela passou suas unhas pelo meu peito enquanto rebolava no meu colo. Eu gemi e agarrei sua cintura.

– Annabeth, o que você pensa que está fazendo? – Ela riu e se debruçou sobre mim. Sem eu perceber, minhas mãos subiram pela sua cintura subindo sua camiseta. Senti sua pele cremosa sobre minhas mãos e... cresceu cara.

– Terminando aquilo que começamos no sofá. – Ela mordeu meus lábios e rebolou sobre a minha dolorida ereção. Cacete. Agarrei sua cintura fina e nos virei sobre a cama ouvindo sua risada.

– Ah é? – Beijei seus lábios e acariciei sua barriga plana por debaixo na camiseta. Ela gemeu e se agarrou mais a mim, esfregou sua coxa na minha ereção e eu tremi de excitação. PORRA DE MULHER. – Mas é uma pena que hoje não vai rolar nada. – Eu deitei ao seu lado respirando fundo tentando acalmar minha situação.

– Não pode estar falando sério. – Ela sentou na cama me olhando questionadora.

– Estou falando seríssimo querida namorada. – Puxei ela fazendo-a deitar por cima de mim. – Não é hora nem momento pra rolar nada aqui, porque meu pai está em casa e eu quero que seja uma coisa especial. – Ela amenizou um pouco a cara de brava e sorriu pra mim.

– Que coisa mais ridícula de dizer pra uma cafajeste cabeça de algas. – Eu revirei os olhos.

– Fala isso, mas eu sei que você ainda é virgem. – Ela se calou por um momento e escondeu a cabeça no meu pescoço. Eu gargalhei e a abracei apertado.

– Seu idiota. – Ela me bateu o que me fez rir ainda mais. – E-eu...

– Eu sei loira. – Beijei seus lábios que agora formavam um bico. – Você é a coisa mais fantástica que eu já vi na vida. – Ela voltou a sorrir e deitou sobre meu peito. Ela fazia pequenos círculos que não estavam ajudando em nada na minha ereção.

– Mas, assim, não vai rolar nem uma, sei lá, segunda base? Preliminar?

...

Notas finais
HOHOHOHOHOHOHOHO ai como eu sou má. até quinta gatinhoooooos. PS: não xinguem a minha mãe! kkkkkkkkkk