Notas iniciais
Oie gente linda que eu amo demais e que teve tanta paciência comigo. ME PERDOEM ME PERDOEM ME PERDOEM MESMO!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu tentei várias vezes postar esse capitulo assim como tentei escrever outras vezes, mas infelizmente estive passando por um momento complicado o que acabou com a minha criatividade. Eu estava atualmente postando uma fic com uma amiga aqui do Nyah mais acabamos interrompendo a fic (motivos pessoais) enfim, tudo contribuiu para que eu me afastasse. Mas com um pouco de sorte e boa vontade eu consegui terminar esse capitulo e já estou preparando o próximo. QUERO AGRADECER A RECOMENTAÇÃO QUE GANHEI Uma das melhores coisas que um escritor de fics pode ter é o reconhecimento de seus leitores, então muito obrigada a todo mundo que tem mantido a fé e comentado e recomendado e me amado mesmo com tantas dificuldades. Espero que gostem desse capitulo e prometo não demorar tanto para postar o próximo. BEIJOS E MAIS UMA VEZ SORRY.

A Esperança não gosta de flertar com a Morte,

Por mais que o sabor da conquista seja inigualável.

Sua dança desperta desejos em sonhos, desejos para poucos desfrutarem.

Ela envolve, Ela canta...Ela Sufoca.

A Esperança é uma companhia perigosa mais perigosa que a própria Morte,

na presença dela não existe acaso, nem planos, nem futuro, nem Sorte.

(June Oliveira)

Casarão Drácula – Cozinha

Anastácia entrou na cozinha se sentindo bem por Kimberly estar limpa e sem maiores machucados, agora a jovem estava com o Conde e isso podia ser maravilhoso ou extremamente perigoso. O Conde era o homem mais interessante que Londres havia conhecido, ele era bonito, elegante, cavalheiro e tinha conhecimento sobre várias culturas e países, a verdade é que qualquer mulher da alta sociedade morreria para passar alguns minutos ao seu lado, sem falar em seu charme pessoal que era capaz de fazer qualquer mulher, desde a mais puritana até a mais desinibida fazer qualquer coisa que ele quisesse, Vlad era conhecido por despertar paixões e ódios profundos, mas isso não era o que preocupava Anastácia quando o assunto era Kimberly, o que a deixava preocupada era o que poderia acontecer depois caso o Conde se cansasse da menina.

A verdade era que Anna sabia muito bem como a maioria dessas histórias acabavam, á muitos anos ela viu milhares de meninas assim como Kim ter finais piores do que acabar como prostituta no cais do porto principal de Londres, muitas jovens foram contrabandeadas como verdadeiras escravas para Singapura, ou Alemanha ou qualquer outro lugar onde o comércio de prazeres era bem aceito.

Depois que se perde a honra ás famílias não aceitam mais as jovens em suas casa, desonradas e sem chances de ter um bom casamento no futuro elas passam a viver de esmolas ou da venda do próprio corpo o que leva a doenças e mortes horríveis.

Anna conheceu uma jovem á muitos anos atrás, seu nome era Eliza, uma jovem cheia de ilusões, isso foi a uns vinte anos mais ela não se lembrava muito bem, uma menina que nunca saiu da cabeça dela, a jovem foi abandonada pelo filho do Duque mais rico daquele tempo, o romance dos dois nunca chegou a ser totalmente publico, mas havia rumores por toda Londres, as pessoas gostam de falar e quando a barriga começou a crescer tudo ficou ainda pior e o Duque se sentiu ameaçado, ela estava gravida e ele não queria um escândalo para sua família, com as condições precárias e falta de assistência a jovem morreu ao dar a luz a um bebê prematuro, o feto foi enterrado como um indigente e a moça foi jogada em uma vala rasa próximo do local de sua morte. Anna ouviu os gritos do trabalho de parto a noite toda assim como a maioria das pessoas naquela noite, mais sua mãe não a deixou sair para ajudar, se ela queria ter a chance de ser uma mulher de respeito não podia se envolver com essa história. Aquela garota nunca saiu de seus sonhos, estava sempre lá para assombra-la.

Anna viu Beth na cozinha preparando o jantar pela volta do Conde, ela sabia que aquela mulher era problema, Beth sempre teve sonhos mesquinhos de se tornar rica e poderosa, pisar nas pessoas que um dia pisaram nela, sua história não era bonita, seu passado não era nada especial e por isso Anna mantinha a paciência com ela, poucas pessoas sabiam sobre quem Beth realmente era.

—Você está sendo muito mesquinha Beth, devia deixar a jovem em paz e respeitar a vontade do Conde, ele tem sido um grande patrão para todos nós durante todos esses anos, porque você não aceita isso? – Anna falou encarando Beth que permanecia de costas olhando para as chamas no fogão a lenha. –Eu sei que é difícil aceitar que aquela garota está vivendo o que ninguém aqui jamais viveu, mas deixar seu coração amargo em relação a isso não vai mudar o fato de que ele a ama. – Ao ouvir a ultima palavra Beth deixou um sorriso de desdém brincar em sua face.

—Ama? Ama? Como pode ser tão cumplice dessa oferecida Anastácia? Como pode ser tão cega com a verdade quando se trata dessa ninguém? Você é uma mulher experiente, já devia saber como as coisas vão acabar, Kimberly vai ser usada para saciar os desejos dele e quando não for mais interessante ele vai descarta-la, e no final ela vai terminar se vendendo perto dos bares nas vielas. – Beth falou apertando firme o pano contra os dedos a fim de enxugar as mãos. –O Conde nunca apresentou a sociedade uma mulher antes, ele sempre foi visto saindo a noite no meio da escuridão e sem horário para voltar, você acha que ele está fazendo o que nesse momento? Ele está matando seus desejos carnais minha amiga e provavelmente com mulheres muito piores do que eu. – Beth falou como se tivesse nojo de si mesma e aquilo deixou Anna deprimida.

—Só porque aconteceu com você uma vez não quer dizer que precisa acontecer com todo mundo. – Anna falou e ao mesmo tempo uma panela voou em direção de sua cabeça.

—Não vamos falar sobre isso hoje. Não preciso ser lembrada pelos meus pecados, estou cansada dessa vida maldita, estou cansada de ser olhada com falta de interesse pelas pessoas, estou cansada de ver essa garota ridícula e mimada chegar aqui e conseguir tudo de bandeja como se fosse fácil. – Beth falou firme e ficou encarando Anna por um longo tempo até respirar fundo e sair andando. – Se quer que o jantar saia hoje faça você mesma. – Beth deixou um olhar magoado aparecer por um minuto e depois assumiu sua postura fria e esnobe de sempre.

Anna olhou para as panelas no fogão, ela sabia que o passado de Beth não havia sido fácil como a maioria nunca é, sentiu-se mal por ter mencionado isso a mulher, mas odiava ver Kimberly sendo ofendida de graça, a jovem podia ser a futura senhora da casa e não queria nenhum tipo de problema com ela e Beth seria obrigada a aceitar isso.

Casarão Drácula – Estábulos

Peter caminhou até seu local de trabalho favorito, ele estava feliz por Kimberly estar se encontrando no seu novo mundo, ela era uma pessoa especial e querida, alguém que havia chegado sem dizer nada e pouco a pouco foi ganhando espaço na vida de todos naquele lugar. Seu coração ainda estava confuso com as palavras de Kim sobre a jovem do mercado, sabia que algumas coisas não devem ser alimentadas e o sentimento que habitava em seu peito era um deles, ele tocou em seu bolso pela vigésima vez a procura do bilhete que havia ganhado á algumas horas, quase era possível sentir o perfume adocicado de uma dama da alta sociedade, mas não havia tido coragem suficiente para ler. Os cavalos bateram seus cascos contra o velho cascalho vindo da Romênia, o Conde era exigente quanto ao conforto de seus animais e isso era uma coisa que Peter admirava, um homem que valoriza seus animais é um homem que valoriza os seus semelhantes.

Seus pensamentos foram para o passado, enquanto ele segurou o bilhete mais uma vez entre os dedos criando coragem para fazer aquela leitura que provavelmente mudaria sua vida.

“Pessoas como nós mantém as vistas baixas, pessoas como nós não dão sua verdadeira opinião, pessoas como nós são apenas fantasmas para a sociedade.” – Disse o eco da voz de seu pai quando questionou sobre o que era ser um servo.

“Mas pai, nós fazemos todo o trabalho, nós cuidamos de tudo, somos a força que move esse país e todos os outros, a locomotiva que leva o progresso para o mundo, porque não podemos ser tratados como iguais?” – Peter aos seus 14 anos não entendia a verdade sobre a sociedade de Londres.

“Porque quem paga por tudo sempre terá mais valor do que aqueles que trabalham para erguer o futuro.”

Depois daquelas palavras Peter nunca mais se envolveu em discussões com seu velho pai, alguns anos depois ele morreu levado pela peste, o sofrimento dele nunca foi esquecido no coração de seu filho, Peter não tinha mais ninguém, por sorte era velho demais para ir parar nos orfanatos de Londres, considerados quase tão ruins quanto ás masmorras do Rei.

Seus poucos bens foram confiscados pelo governo e a casa queimada para evitar qualquer tipo de contágio, se não fosse á chegada de Vlad seu destino teria sido muito pior que a morte.

—Peter parede de devaneios e vá fazer o seu trabalho, os animais precisam de um descanso depois de toda essa adrenalina, o Conde vai querer ver cada um assim que terminar seus afazeres. – Disse Josep irritado como sempre, ele gostava de manter a pose de Mordomo chefe, mas aquilo sempre fazia Peter rir.

—Você quer dizer assim que ele terminar seu momento de romance com a senhorita Jones. – Peter falou de forma divertida.

—Como ousa falar sobre a vida de seus patrões? Sabe que pessoas morreram por muito menos que isso. – Josep falou frio, mas ele era velho, velho suficiente para saber como esse mundo funcionava, ele tinha medo por Peter, tão jovem e inconsequente, sabia que o rapaz um dia iria se meter em confusões que nem mesmo Vlad poderia resolver.

—Não estou fazendo fofocas Josep, quem faz isso é a Beth, eu só estou dizendo que nesse momento os interesses do Conde é passar mais tempo com Kimberly, eles tiveram momentos difíceis e confusos e sinceramente eu acho que ele se importa verdadeiramente com ela, só acho que a sociedade da Inglaterra não está preparada pra isso. – Peter falou guardando mais uma vez o bilhete no bolso e indo em direção aos montes de feno para alimentar os animais que haviam chegado junto com o resgate do Conde.

—Ai está uma coisa com a qual estamos de acordo meu jovem, eu sei que vivemos uma boa realidade aqui por conta da bondade do Conde, mas acho que até ele vai sofrer quando os olhos da realiza descobrirem das origens de sua amada. – Josep soltou um suspiro fundo enquanto pegava um lenço bordado em seu casaco de linho marrom e enxugava o suor de sua face.

—Amada? – Você acha que ele vai mesmo levar isso em frente? – Peter sentiu um encorajamento ao pensar naquilo, se um Conde almofadinhas era capaz de lutar contra seu povo, seu titulo e até mesmo o Rei, porque ele não podia lutar por sua felicidade?

—Não saberia dizer Peter, mas posso dizer que essa história não vai acabar bem, entre amor e honra o lado mais fraco sempre arrebenta primeiro. – Josep falou firme como se lembrasse de alguma coisa do seu passado. – Termine seu trabalho e depois vá ajudar os rapazes com a nova carruagem, o Conde não pode ficar sem um meio de transporte.

—Tudo bem Josep, eu vou fazer o meu trabalho. – Disse o rapaz guardando mais uma vez o bilhete em seu bolso.

Jardim principal — Casarão Drácula

Kimberly sentia o vento daquela tarde bater com vontade em sua face, sorriu enquanto permanecia protegida entre os braços de seu Conde, ele havia se recostado de uma forma mais confortável no banco onde estava e havia colocado a jovem sentada em seu colo enquanto acariciava seus cabelos macios. Kim sentia-se ruborizada com aquela situação, podia sentir toda a extensão daquele corpo másculo abaixo do seu e aquilo despertava sentimentos e desejos que ela não conseguia compreender, como um simples clarinho podia ser tão excitante?

O dia estava lindo agora, o vento era um anuncio de chuva mais nem mesmo os trovões da noite poderiam assusta-la enquanto o Conde a segura-se daquela forma. Por um segundo ela teve medo, por um segundo ela não sentiu o coração do homem quando pousou sua mão sobre o mesmo e aquilo a deixou preocupada, ela se lembrou do momento a dois deles na caverna e de como Vlad não era normal.

Com lentidão Vlad saiu da escuridão dando passos lentos em direção a um único raio de sol que entrava discreto por uma fresta na parede de pedra fria, sua face foi aparecendo do outro lado e Kim segurou a respiração colocando a mão sobre a boca para não gritar, ele não se parecia humano, ele não se parecia em nada com seu Conde, mas ainda sim no fundo seus olhos ainda eram os mesmos.

Ele estendeu a mão e tocou o sol, no mesmo instante sua pele começou a queimar liberando uma fumaça que tomaria conta de tudo rapidamente, Vlad afastou a mão e olhou para Kim que parecia apenas uma estatua de pedra encarando seu mestre.

—O que aconteceu na caverna, eu preciso entender. – Kimberly falou um pouco pensativa e Vlad ficou preocupado, mas sentiu a coragem vindo da voz dela, era necessário ser muito corajoso para enfrentar o demônio de Londres.

Por um segundo Vlad quase sentiu a presença do espirito de sua esposa habitando aquela garota, ele sabia o que Kimberly significava para ele e não deixaria que nenhuma ameaça levasse seus sonhos mais uma vez.

—Tudo ao seu tempo, quando chegarmos na Romênia tudo será esclarecido. – Ele falou com a voz firme e Kimberly entendeu que não iria adiantar discutir sobre aquilo.

—Me conte mais Vlad, me conte mais sobre o seu mundo. – Kim falou com uma curiosidade na voz, ela achou melhor mudar de assunto para manter o bom clima entre eles.

—A Romênia é um país maravilhoso, no inicio talvez você o ache sombrio, mas depois vai se apaixonar pelo cenário rustico e acolhedor, o povo é um pouco desconfiado, só acredita na palavra de seus conterrâneos, mas isso é uma coisa boa, pois eu sou o que pode-se chamar de Sangue Romeno. – Vlad falou com um sorriso no rosto como se fosse algum tipo de piada pessoal e Kimberly adorou sentir aquele homem novo, aquele homem que era capaz de sorrir.

—Deve ser lindo. – Ela falou simples no momento em que ele a girava com as mãos em sua cintura sobre seu colo fazendo-a parar sentada sobre si de uma forma intima, a saia de seu vestido acabou subindo um pouco revelando suas pernas um pouco mais do que devia, Kim corou violentamente com o gesto inesperado, eles estavam no jardim, qualquer um podia ver os dois ali daquela forma, mas Vlad parecia tão sereno como se fosse a coisa mais natural do mundo, mesmo assim havia um brilho nos olhos dele, um desejo carnal que ela estremeceu de medo e vontade, aquilo a vez pensar nas palavras de Anna.

“Um homem sempre será um homem, não se esqueça disso.”

E era verdade, Conde ou não, os dois haviam passado muito tempo juntos, eles tinham passado a noite naquela caverna misteriosa após o Conde quase morrer para protege-la, era obvio que aquilo tudo havia os aproximado ainda mais, ele era o anjo da sua vida e não o demônio que alguns homens desconfiavam.

—Nada é mais lindo do que os seus olhos, ou seu sorriso, ou qualquer outra coisa maravilhosa em você. – Ele a puxou com força mais gentileza e por um minuto Kimberly esqueceu de quem era, ou de onde estava, ela apenas se entregou a mais um beijo apaixonado enquanto as mãos do Conde percorriam a lateral de seu corpo até tocar sutilmente em seus seios protegidos pelo corpete, aquilo arrancou um arrepio pela jovem que correu por toda a espinha e ela arfou sentindo o ar fugir dos pulmões. –Não existe nada no mundo que eu deseje mais do que isso, do que toca-la, do que estar com você. – O Conde falava com sua voz grave tornando aquele doce tormento em algo inimaginável para Kim, ela sentia um calor pelo corpo fora do normal, suas pernas tremiam, ela nunca havia vivido um momento tão intimo quanto aquele.

—Vlad...eu não sei se é uma boa idéia....mas acho que devíamos... – Kim tentou dizer para ele parar, mas Vlad estava tomado pelo desejo de possuir sua amada, um desejo que o acompanhava por séculos e séculos, ele queria tanto deitar ao lado daquele corpo nu e possui-la como a séculos atrás, mas Kimberly era outra, Kimberly precisava confiar nele. –Eu acho que tem alguém chegando na casa. – Kim falou com dificuldade no momento em que Vlad deslizou as mãos firmes pelas coxas torneadas da menina.

—Não se preocupe minha Senhora, eu quero fazer tudo como você merece, vamos conhecer minha terra, vou mostrar a você as belezas do meu povo e você vai compreender quem eu sou. – Vlad podia sentir o sangue correndo rápido pelas veias de Kim e aquilo o deixava quase fora de controle, depois do que aconteceu com o acidente da carruagem ele estava muito fraco, precisava fazer suas vitimas o quanto antes ou não iria conseguir chegar até sua terra natal. –Quando compreender tudo, então poderei possui-la como desejo. – O Conde disse aquelas palavras sem nenhum pudor, aquilo vez o coração de Kimberly parar quase que instantaneamente, ela sentiu uma eletricidade percorrer cada neurônio, cada veia, até explodir em seu peito a chama do desejo.

O barulho da carruagem despertou os sentidos sensíveis do Conde, tudo o que ele não queria era se afastar de Kimberly naquele momento, mas precisava estar em alerta, os homens da Inglaterra estavam á espreita e dado ás ultimas circunstancias era obvio que ele era um alvo.

—Vamos voltar. – Disse o Conde se levantando enquanto olhava para a entrada distante de sua mansão.

—Eu fiz algo errado? – Kimberly perguntou sentindo uma pontada de desapontamento enquanto seu corpo ainda parecia se recuperar de toda aquela emoção.

—Não diga isso meu pequeno anjo, não diga uma loucura dessas nem por um segundo, eu acho que ouvi alguém chegando, e não quero que ninguém espalhe mais nenhum boato sobre nós, quero fazer as coisas direito. – Vlad falou e naquele momento Kimberly olhou para os portões e realmente viu alguém chegando com uma grande escolta.

—Quem será? – Disse a menina preocupada pensando em David, seu maior temor era que ele tentasse invadir a propriedade do Conde.

—Não tenho certeza ainda, mas sei que será um longo jantar, vamos, eu quero resolver isso antes que a tempestade chegue e obrigue nossos visitantes a ficarem para um pernoite. – Vlad não tinha certeza de quem era suas ilustres visitas, mas podia sentir em seus ossos que o objetivo daquela carruagem devia ser nefasto. Ele precisava se alimentar e queria aproveitar a chuva para esconder seus rastros, e qualquer um que ficasse em seu caminho iria pagar com a vida.

Notas finais
E ai o que acham que vai acontecer??????????????