The son of Red - Primeira Temporada.
4 Capítulo 3 - Início de jornada.
Notas iniciais
Todos os dias Van e Pichu treinavam o máximo que podiam juntos exceto quando Van estava no colégio, visitando o pai ou a noite quando estudava. Para Van treinar Pichu o lembrava quando ele brincava com seus amigos, quando ele tinha outros amigos além de Cris. Ele sempre tentava negar, mas uma parte dele sentia falta de se divertir com outras pessoas. Ele sabia que talvez estivesse preenchendo essa carência de amigos na sua relação com o Pichu, mas ele não se importara muito afinal os dois teriam que se dar bem. A única coisa que Van achava estranho era que ele geralmente conseguia ver com perfeição os erros de Pichu e sabia dizer o que fazer. Apesar de achar aquilo um pouco estranho ele sempre conseguia ver o que alguém estava fazendo errado em um esporte e conseguia facilmente encontrar uma solução para corrigir o erro.
Se havia algo que Van estava detestando quando ia visitar o pai no hospital era ser abordado pela imprensa que quase não o deixava entrar no hospital. Aparentemente a noticia de que Red despertara do coma vazou e atraíra quase todas as emissoras e jornais. Normalmente ele sabia lidar bem com isso já que ele representava seu pai em diversos eventos quando algum convite chegava – a pesar que ele gostava mesmo era dos ingressos para shows com passe livre para os bastidores. Tirando a amizade que ele estava desenvolvendo com Pichu, Van estava gostando também de conversar com seu pai todos os dias mesmo sendo a maior parte sobre os treinos e recebendo conselhos de Red, mas ele sabia que logo o pai seria transferido para Sinnoh e ele teria que seguir sua jornada. O que Van não gostara fora de fazer o treinamento de doze horas para ter sua licença para ser um treinador oficial e receber uma pokedex.
Os médicos adiaram o máximo que conseguiram a transferência de Red o fazendo começar sua fisioterapia em Kanto mesmo, mas o tempo passara mais rápido para Van do que ele queria. Quando Van dera por si já havia se passado três meses, as aulas acabaram a formatura fora ignorada e o dia que ele teria que deixar o dormitório do Colégio Particular Professor William Viridian Sexto e seu pai o hospital chegara. Van se mantinha de pé de frente para a cadeira de rodas de seu pai que o avaliava com um olhar serio mantendo seu Pikachu e seu Espeon em seu colo. Van estava usando calça jeans azul, camisa preta por baixo de uma jaqueta vermelha com mangas branca curta e gola branca, em seu cinto haviam seis pokébolas e um porta pokedex com sua pokedex. Red sorrira e fizera um sinal de cabeça para Green que estava atrás de Red para empurrar a cadeira de Red até a cobertura onde um helicóptero os esperava. Green abrira uma maleta e jogara um objeto vermelho branco para Van. Van apanhara facilmente o objeto vendo ser o antigo boné vermelho e branco de seu pai. Van sabia que seu pai havia passado por diversas aventuras com aquele boné e o quanto ele valorizava aquele boné e isso mexera com o garoto. Ele colocara o boné abaixando a cabeça respirando fundo antes de erguer a cabeça com sua melhor expressão de confiança. Para Green por um minuto fora como estar vendo Red quando adolescente novamente.
– Agora está perfeito – dissera Red telepaticamente.
– Bom pai eu já vou melhor eu deixar o senhor ir que o helicóptero está lhe esperando. Eu ligo pro senhor assim que eu mando noticias assim que eu puder – disse Van indo até o pai o abraçando secando uma lagrima que teimava em surgir em seus olhos – cuide-se e se esforce no seu tratamento.
– Você também. Cuide-se e me prometa se esforçar em sua jornada – disse Red vendo em seguida Van se afastar um pouco.
– Eu... eu prometo pai. Cuidem bem do meu pai – dissera Van para os dois pokémons no colo do pai os vendo assentir. Van colocara sua mochila em suas costas e se despedira.
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Van on:
Caminhar por uma rota usada por treinadores atravessando uma floresta, repleta de pokémons insetos e outros tipos era exatamente o que eu imaginava. A floresta era abafada, havia pokémon me olhando de forma suspeita a todo instante e volta e meia e tinha que sair do caminho de algum treinador montado em um pokémon ou em cima de uma bicicleta. Acima de tudo, não estava com o menor ânimo de pensar em batalhas ou capturas. Verdade seja dita, só comecei essa jornada como desculpa para fazer meu pai ir para Sinnoh, caso o contrario porque eu me tornaria um treinador? Eu podia estar gostando de ter Pichu comigo e me divertir o treinando, mas eu não me via um dia segurando uma taça ou participando de alguma liga. Até mesmo quando criança eu me preocupava mais com esportes humanos do que torneios e ligas pokémon. Os professores de educação física que eu conheci sempre me disseram que eu era um atleta nato exceto pelo meu temperamento. Não nego que perco a calma facilmente com gente idiota, como quando eu exagerei um pouco em um jogo de basquete quebrando dois dentes de um jogador do time rival, o que provocara minha expulsão do jogo e do time. Em minha defesa aquele garoto me dera uma joelhada “acidental” nas minhas partes baixas. Infelizmente eu também nunca tive vontade de me transformar em um atleta profissional talvez pelo fato das pessoas darem mais atenção para o desempenho dos pokémon em ligas do que o humano em torneios.
Aquela rota levaria direto para Pewter onde havia um ginásio de pokémons do tipo pedra ao qual eu não teria a menor chance com apenas um pokémon sendo ele elétrico. A única razão para eu estar indo para lá era porque era a cidade mais perto estando a apenas três dias de viagem a pé. O pior é que mesmo contra minha vontade eu teria que capturar algum pokémon durante o caminho para que quando manda-se noticias para o meu pai ele não ficasse desapontado. Eu havia prometido me esforça e o tipo de pessoa que eu quero ser é do tipo que cumpre com a sua palavra. Sai um pouco da rota me sentando em um tronco retirando meu tablete da mochila. Como o esperado dentro daquela floresta não havia sinal de rede, mas o que eu queria conferir era os dados que eu peguei em um site de pesquisadores sobre aquela área antes de sair de Veridian. Pelo que eu saiba os treinadores não são muito ligados em tecnologia e coisas do gênero, mas os pesquisadores são e postam constantemente novidades. Eu havia baixado vários conteúdos que poderiam me ser uteis nessa maravilhosa jornada. Eu havia conseguido baixar uma tabela com dados sobre os pokémons encontrados naquela área. Pelo que eu vi haviam uma lista de pokémons insetos, voadores, planta e uma única espécie de tipos elétricos. Nem um deles era ideal para enfrentar um tipo pedra exceto um tipo grama que infelizmente leva vantagem contra o Pichu. Resolvi que decidiria qual pokémon capturar depois do almoço.
Van off:
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Naquela tarde Van descobrira que seu desinteresse por pokémons era mais prejudicial para um treinador do que ele poderia imaginar. Ele havia procurado durante a tarde inteira algum pokémon que lhe interessasse para então iniciar uma batalha e capturar o pokémon. O problema fora que nenhum pokémon chamara sua atenção o suficiente para ser capturado e os poucos que lhe pareceram interessantes já eram tão evoluídos que Pichu não teria a menor chance. Van começava a achar que teria que deixar para capturar algum pokémon no dia seguinte até começar a ouvir sons altos vindo de dentro da mata. Normalmente ele ignoraria, mas ele tivera certeza de que poucos segundos depois começara a ouvir o que parecia ser sons de choro. Ele acabara se lembrando do fato que o levou a ter que aprender a se defender.
Flash back on:
Van se mantinha afastado dos seus colegas sentado em um canto do pátio da Escola Municipal de Pallet. Haviam se passado dois meses desde que Van e Red foram atacados por um pokémon próximo a Cinnabar. Desde que Red entrara em coma Van ia sempre que podia de carro com um dos empregados de sua mansão ou quando alguma de suas tias estava disponível para leva-lo. Aqueles estavam sendo meses terríveis para o garoto que passava boa parte das noites tendo pesadelos ou crises de insônia devido à culpa que não lhe permitia dormir em paz. Era visível que aquela situação estava começando a afetar a saúde do garoto que comia pouco, quase não dormia e quando dormia acordava gritando após ter pesadelos com grandes olhos vermelhos. Aquilo estava preocupando seus familiares que não conseguiam ajuda-lo a se recuperar da depressão que estava se abatendo sobre o garoto.
Antes que o intervalo pudesse terminar Van notara três sombras o cobrindo o qual ele não dera importância. Ele sabia que havia alguém falando com ele, mas ele também não dera importância para aquilo. Ele fora forçado a prestar atenção nas pessoas que falavam com ele quando alguém se abaixara e o pegara pelo colarinho o forçando a ficar de pé e encarar a pessoa que falava com ele. O nome da pessoa que o estava tratando com tanta violência era Chuck um garoto de quatorze anos, cabelos loiros tingidos de vermelho nas laterais, olhos verdes, pele sardenta.
– É melhor você prestar atenção quando eu estiver falando com você, pirado! Entendeu? – perguntou Chuck se aproveitando que era muito maior que Van para o intimidar o chacoalhando.
– O-O que quer? – perguntara Van com a voz tremula.
– Eu quero que você traga pra mim e meus amigos alguns pokémons de seu pai. Soubemos que ele completara a muito tempo a pokedex de Kanto e possui muitos pokémon de outras regiões. Por isso eu quero que você traga os mais fodasticos pra que possamos desafiar o Ash Ketchum – disse Chuck dando um sorriso de canto. Era fato que muitos treinadores queriam desafiar o Ash depois que ele se tornara um campeão em outra região, mas era obvio que além da diferença de idades havia a diferença entre os níveis dos pokémons.
– N-Não... – dizia Van até receber um soco no estomago com mais força do que um garoto de dez anos poderia aguentar.
– Como assim “Não”? Ta pensando que o seu papai vai lhe proteger agora? Não ele não vai e sabe porquê, porque ele é um covarde! Todo mundo esta dizendo por ai que ele não está em coma coisa nenhuma. Que fora tudo uma farsa para que ele não precisasse enfrentar o tal de Ishida quando ele fosse desafiar seu pai pela posição de campeão de Kanto. – dizia Chuck maldosamente sorrindo enquanto seus amigos riam – Seu pai é um covarde e você sendo filho dele é um covarde também. Então eu recomendo que faça tudo o que eu manda... – Chuck fora interrompido por um fraco soco em sua bochecha dado por Van.
– NÃO FALE MAL DO MEU PAI! – gritava Van se debatendo tentando dar socos e chutes em Chuck.
– Seu merdinha!!! – dissera Chuck dando um forte soco no estomago de Van o deixando sem ar. Em seguida Van fora jogado com força no chão passando a ser brutalmente espancado enquanto ouvia seus agressores difamando seu pai. Aquela fora a maior humilhação pela qual Van já havia passado, o fato de estar apanhando daqueles garotos era algo que ele compreendia afinal eles estavam em maior quantidade e eram maiores. O que ele não aceitava era o fato deles estarem insultando seu pai e ele não conseguir fazer nada a respeito.
Nos dias que se passaram Van não ia a escola devido aos machucados e ao orgulho ferido. Ele ficava em seu quarto a maior parte do tempo ignorando os empregados e familiares. Ele ficava horas e mais horas em frente ao seu computador até que um dia encontrara um manga de um garoto parecido com ele que sofrera bullyng, mas que para se defender se trancara em seu quarto e passara a praticar dois golpes de boxe que lera em um livro. O personagem do livro praticava horas e horas aqueles golpes até que um dia fora obrigado a usa-los para se defender vencendo seu agressor. Van se inspirara tanto naquele personagem que baixara para seu computador alguns livros de luta e vídeo aulas para seu computador.
Durante três meses a rotina de Van era ir para a escola se mantendo fora dos olhares de todos fora das aulas, voltar para casa se alimentando o melhor possível e passando todo o seu tempo livre treinando. De inicio ele estava fazendo tudo errado pegando pesado demais em seus exercícios em um dia e em outros pegando leve demais, mas aos poucos ele fora se acostumando e pegando seu próprio ritmo. Os treinos o deixavam tão cansado que ele quase não tinha ânimo para fazer as lições da escola e quando dormia eram noites sem sono devido o cansaço.
Quando os três meses que ele usara para treinar passaram Van começara a fazer algo que surpreendera a todos. Mesmo ele sendo mais novo que Chuck e seus amigos ele fora atrás de um por um os encurralando quando estivessem sozinhos. Ele podia ser mais novo, mas era mais esperto os pegando desprevenidos e os atacando com toda sua força mesmo quando eles já estavam caídos. Ele não se importava com os machucados e hematomas deixados pelas brigas que sofria só se importava em dar o troco e os fazer pedir desculpas.
Flash back off:
Ao ouvir um grito abafado por socorro Van não pensara duas vezes em adentrar a mata correndo o mais rápido que podia desviando de arvores, galhos e saltando por cima de troncos. Ele ao ouvir os gritos mais próximos a ele se escondera atrás de uma arvore para analisar a situação antes de tomar uma atitude. Ele retirara sua mochila a escondendo em um arbusto e observara o que acontecia a alguns metros. Ele não gostara nada do que ele vira. Haviam três punks vestindo roupas pretas de coro tendo seus cabelos espetados multi coloridos. Um deles estava sentado sobre uma garota acariciando o corpo dela enquanto os outros dois seguravam os braços dela. Van sairá de seu esconderijo investindo contra eles. O rapaz que segurava o braço direito da garota fora surpreendido por um forte chute na cara que o fizera cuspir sangue e dentes antes de tombar inconsciente. O que estava sobre a garota passara a se levantar de cima dela o que resultara na garota lhe acertando um chute entre as pernas seguido de uma pesada no peito dado por Van jogando o punk longe. O ultimo avançara contra Van tentando lhe aplicar um soco que Van defendera com seu braço esquerdo dando em seguida primeiro um soco rápido com o braço direito o esticando sem puxar o braço para trás para pegar impulso quando desferisse o soco. O primeiro soco era apenas para atordoar e o segundo soco dado pelo braço esquerdo fora dado com toda a sua força quebrando o nariz do punk que cairá inconsciente. O primeiro soco que ele dera fora um simples Jab o qual não era necessário erguer o punho e tomar impulso. O segundo soco era conhecido como Direto o qual ele erguera seu braço esquerdo o movendo para trás e em seguida desferindo o soco com toda a força. Aquela combinação era conhecida no boxe como One,Two. Era uma combinação perfeita para se usar contra pessoas lentas ou não treinadas. O único que restara fora o que havia sido atingido por um chute que se levantara olhando assustado seus comparsas inconscientes para a garota que se escondia atrás de Van.
– Maldito! Ta se achando o foda, não é moleque!? Vamos continuar essa luta como se deve... – dizia o punk suando frio até ver Van se colocar em posição de luta mantendo os dois braços erguidos como um Boxeador. Ele tinha experiência de luta o suficiente para saber que ele não venceria aquele garoto. Por isso ele recorrera a única escolha que ele tinha que fora pegar uma de suas pokébolas – vamos resolver isso com uma batalha pokémon!
Van não entendia porque tudo para treinadores era resolvido em batalhas, mas aquilo poderia lhe ajudar a dar experiência de batalha para Pichu. Outro ponto seria que se ele não batalhasse era bem possível que aquele punk usasse seus pokémons contra ele e a garota.
– Se você vencer você pode pegar seus amigos e dar o fora! Mas se perder eu vou amarrar vocês e ligar para a policia de Veridian! – disse Van segurando a pokébola de Pichu com seu punho direito erguido na direção do Punk – Pichu estou contando com você!
– Mankey acaba com esse rato! Pancada de Fúria! – dissera o punk liberando um pokemon primata, bípede, de pele bege clara, olhos negros ferozes, calda bege longa, focinho suíno fazendo seu pokémon avançara na direção de Pichu com os punhos erguidos.
“Nome: Mankey.
Tipo: Lutador.
Mankey é um pokémon ágil que vive em árvores. Ele se irrita facilmente e não hesitará em atacar qualquer coisa.”
– Pichu Evasiva! – dissera Van vendo Mankey passar a desferir vários golpes seguidos que era evadidos facilmente por Pichu. Para Van os movimentos dos dois pokémons pareciam estar mais lentos do que na verdade estavam, mas isso o fazia analisar o resultado dos três meses de treino de Pichu – Se aproxime enquanto se esquiva e aplique um Tapa Duplo! – Pichu se aproximara enquanto se esquivava dos golpes de Mankey até estar bem próximo do símio desferindo primeiro uma patada rápida no lado direito da face de Mankey que cessara o Pancada de Fúria surpreso sendo atingido em seguida por um segundo golpe mais forte do que o anterior que o fizera cambalear para trás ainda confuso.
– O que esta fazendo seu macaco idiota!? Não se deixe humilhar por esse roedor! Use Golpe de Karate! – disse o punk fazendo Mankey se colocar novamente em posição de combate saltando na direção de Pichu desferindo um soco contra o roedor amarelo.
– Evasiva para frente seguido de Investida! – Pichu saltara para frente enquanto o golpe de Mankey passava por cima dele em seguida Pichu saltara contra Mankey o atingindo ainda no ar o jogando para cima. Van naquele momento vendo seu pokémon obedecendo todos os seus comandos sentindo a adrenalina correr vira algo que ele gostava em ser um treinador... ele gostava de batalhas tanto contra pessoas quanto pokémons.
– Mankey se aproveite que ele está perto e use nosso novo ataque! Soco Venenoso! – dissera o Punk fazendo Mankey fazer seu punho esquerdo ficar coberto de uma energia roxa desferindo o golpe contra Pichu.
– Use Choque do Trovão! – disse Van sabendo que devido a proximidade Pichu não conseguiria se esquivar. Pichu obedecera seu treinador usando seu ataque elétrico causando um pequeno clarão. Quando o clarão passara Mankey estava de pé um pouco chamuscado e Pichu sobre as quatro patas não parecendo estar nada bem. Além de ter sido atingido pelo golpe venenoso d Mankey, Pichu ainda sofria um pouco de dano quando usasse ataques elétricos.
– HAHAHA! Um Choque do Trovão fraquinho como esse não faria muito dano em meu Mankey! Mankey mostre pra esse rato o que é um verdadeiro Choque do Trovão! – dissera o Punk fazendo Mankey ficar coberto de eletricidade disparando um raio amarelo contra o pequeno Pichu o fazendo gritar – Isso Mankey! Agora voltagem máxima!
– Pare você vai matá-lo! – dissera a garota atrás de Van.
–Pichu retor... – dizia Van apontando a pokébola de Pichu para o pokémon até sua mão ser atingida por um galho mandando a pokébola para o meio do mato.
Van bloqueara um segundo golpe dado pelo punk que ele havia quebrado o nariz. Irritado Van se esquivara de um novo ataque e se aproximara socando o punk de nariz quebrado no pescoço que fizera o punk largar o galho levando as mãos ao pescoço se inclinando para rente. Em seguida Van lhe aplicara uma cotovelada na nuca o fazendo cair inconsciente novamente. Van se desesperava ao ouvir os gritos de Pichu mesmo ele vendo que a garota que ele havia protegido estava procurando a pokébola do pokémon entre os arbustos.
– PIIIIIIIII... PIIIIIICHUUUUUUUU! – gritava Pichu enquanto se contorcia no chão chorando o que só aumentava o desespero de Van. Sem entender o porquê Van vira rápidas imagens em sua mente do seu pequeno Pichu sofrendo nas mãos de seu antigo treinador o deixando passar fome, o insultando e maltratando, por fim antes de abandoná-lo em uma caixa mandando o pokémon elétrico que iria substituir o Pichu aplicar Choques do Trovão sem parar da mesma forma que aquele Mankey estava fazendo.
Sem se conter Van saltara sobre seu pokémon recebendo o ataque elétrico no lugar dele enquanto abraçava. Van se contorcia sentindo aquela forte energia elétrica passando por todo o seu corpo. Ele sentia seu corpo queimar como se além da energia elétrica houvesse algo queimando seu corpo por dentro. Inconscientemente ele estava conduzindo a energia e todo aquele calor para o pequeno pokémon que os recebia tendo compulsões nos braços do treinador.
– Hahaha... você é maluco! Porque passar por isso por um vermezinho amarelo desse? – perguntara o treinador de Mankey rindo maldosamente.
– E-Ele... não é... um verme! Ele é meu amigo! – dissera Van abrindo seus olhos com uma expressão furiosa fitando o treinador de Mankey com seus olhos castanhos avermelhados brilhando em um tom vermelho.
Mesmo ainda sentindo a eletricidade passado de seu treinador para ele Pichu só conseguia se concentrar em uma coisa que era as palavras de seu treinador “E-Ele... não é... um verme! Ele é meu amigo!”. Diferente de seu antigo treinador aquele garoto além de estar sofrendo a maior parte do dano para protege-lo o considerava um amigo. Aquilo deixara Pichu tão feliz que ele passara a inconscientemente absorver a energia e calor que vinha de seu trinador brilhando se soltando de seu treinador e saltando contra o ataque elétrico de Mankey brilhando intensamente.
– Pii... PIKACHUUUUU! – dissera o pequeno Pichu crescendo e evoluindo desferindo um ataque elétrico tão poderoso que causara um imenso clarão de luz e um grande explosão de ar e terra jogando a todos para longe.
Van abrira os olhos lentamente vendo seu pokémon de pé sobre as quatro patas emitindo uma luz amarela de seu corpo e vermelha de suas bochechas enquanto descargas elétricas passavam por seu corpinho. Pikachu estava de pé em uma pequena clareira de frente para um Mankey inconsciente olhando para o treinador de primata caído encostado em uma arvore inconsciente. Pikachu se voltara para seu treinador após ter certeza de que não havia mais ameaças e fora para junto dele parecendo preocupado.
– Eu... eu estou bem amigão... você foi incrível Pichu, não, Pikachu – disse Van acariciando a cabeça de seu Pikachu.
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