The point of magic - Academia Mágica
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Tudo que lhe deseja a maioria sempre começará em uma folha de papel.
Com a jovem humana Melaniecht Maxwell não fora diferente, para que seu futuro fosse reservado como um sucesso, ela precisou estudar, para conseguir passar para uma academia aonde estudará o que mais lhe deixa curiosa: Magia. E para ela, seu futuro nessa instituição fora garantido por causa de uma carta. Na hora em que menos esperava, com sua esperança já abatida, uma carta chegou-lhe, para renovar sua confiança em si própria. A tal esperada carta, destacava pensamentos da diretora e certos conselhos.
“Parabéns, Srta. Maxwell! Você conseguiu passar para a melhor Academia Mágica Universal! Fico feliz em receber mais um dos companheiros humanos que se interessam fortemente por magia! De braços abertos, irei recebê-la, na nossa tão amada Inuru! O prazo de comparecimento é de até 3 (três) dias, mas sugiro que assim que receber, ir as pressas para Modore! Assim que estiver pronta, grite aos céus Anabea. Um serviçal da Inuru irá aparecer num automóvel para lhe trazer para Modore. Repito, seja breve! Se passar ao prazo, poderá perder a oportunidade de freqüentar a renomada instituição.
Venha uniformizada. (Se olhar dentro do envelope, vai ver que seu uniforme está lá – Sim! Os uniformes cabem dentro dos envelopes, mas não se preocupe, ele vai ajustar-se para ficar adequado ao seu corpo.) E, traga a carta, para poder saber aonde é a localização de seu dormitório. Novamente, parabéns! Sempre que precisar, procure-me e irei atendê-la com muito prazer.
— Krankun, Lilith.
Necessários a você:
Ala 7, dormitório 759.
Há banheiros embutidos dentro dos dormitórios, e espalhados por toda universidade. Há pontos que pode ter contatos com os banheiros, praça de alimentação, lazer, etc.
Se precisar de mais alguma que seja ajuda, procure por um monitor de corredor na universidade, a identificação deles é o símbolo da universidade em alguma parte do uniforme, sem estar bordada a roupa. “
A doce dona dos cabelos mel, e dos olhos escurecidos, Melanie, suspira de alivio.
- Essa sensação de estar realizando um sonho... – Ela sorri.
Sra. Maxwell aproximou-se de sua filha, a qual era uma versão mais nova de si.
- Tudo bem contigo querida? Parece inquieta. – Observou Sra. Maxwell.
- Ah. – Melanie desvia a atenção para sua mãe, que a observava com um olhar cansado, mas não deixava de mostrar preocupação. – Está tudo bem. Mas, mãe, a senhora se lembra de uma vez, eu ter feito um teste para entrar na Inuru?
- Ah, aquela academia mágica lá, que só os mais insistentes conseguem entrar? Sim, lembro. Mas, o que ela vem ao caso?
- É que sabe, essa carta chegou. – Melanie estendeu a carta a sua mãe.
- Preciso realmente lê-la? – Indagou Sra. Maxwell, seca.
- Não, só quero que leia quem é o remetente. – Ela mantinha o braço esticado, amostrando-a a carta.
- Deixe-me ver. – A outra, por si, pegou a carta da mão da mais jovem ali e procurou calmamente quem fora enviado a carta, por mais que mostrasse desinteresse naquilo. -... Aqui diz... ”Academia Inuru”?
- S-sim. – Assentiu a jovem. – E dentro dela diz que eu passei, e realmente eu preciso ir nela. Meu futuro está garantido lá.
Sra. Maxwell arqueou o cenho, desconfiada.
- Tem certeza que isto é pra tu querida? – O olhar frio causava um tanto de medo em Melanie, mas a mesma não mudava a postura ou a expressão facial.
Assentindo novamente, Melanie continuou.
- Sim, o meu sonho é entrar fundo na magia, e penetrar no conhecimento sobre ela.
Sra. Maxwell revira os olhos, duas vezes. Logo após, gentilmente, ela sorri.
- Tudo bem. Não vou ir contra o que tu desejas, mesmo que eu não queira, vou lhe dar o apoio que for preciso, querida.
- Obrigada mãe!
Ambas sorriam uma à outra, contentes com a cena que ocorrera.
[...]
Melanie havia seguido as instruções da diretora Lilith para chegar a Modore. Assim que pronta, ela gritou aos céus.
- Anabea! – Urrava, até que o automóvel citado por ela deu-se a surgir.
Sem pensar nem uma vez, ela adentrou ao automóvel, despedindo-se de sua mãe.
Por que estava tão receosa quanto a ir para lá?
[...]
- De tempos em tempos...
Ela caminhava lentamente, aflita.
- Espécies diversas.... — Continuava a andar, cambaleante. — Vem a Modore, atrás da vaga para a Inuru. — Ela sorri, perante a enorme academia que a sua frente estivera. — E eu sou uma delas.
Ela adentrava na instituição, observando tudo ao redor. A parte que ela havia entrado, parecia mais um enorme salão, aonde a maioria dos alunos se reúne em seu tempo livre.
- .... — Ela continuava a andar, procurando algum lugar para descansar suas mãos, que estavam todas ocupadas com malas.
Ao achar um lugar, ela sentou-se, deixando suas malas perto aos seus pés, respirando fundo.
- Finalmente consegui achar um lugar sossega- Antes de terminar de até respirar, Melanie sentiu que algo metálico foi contra sua cabeça.
- Ai, ai! — Ela massageava com a mão no local afetado, para tentar amenizar a dor. Ela olhou para a direção que, fora atingida.
Uma garotinha, de cabelos bicolor preto e branco, aproximou-se dela.
- Ei, você está bem? — A voz dela era doce e suave, mas soava robótica, por parecer duplicada.
- Ah. — Melanie analisou-a. — Sim, mas é melhor você tomar mais cuidado com isso.
- Me desculpe, foi acidental. — Ela coça a nuca, rindo levemente sem graça. A vergonha era notada, por seu rosto estar levemente corado.
- Não se preocupe com isso. — A outra sorri.
Logo, uma troca de sorrisos. Aquilo durou alguns minutos, até ser quebrada com a presença de uma garota que tinha tal aparência mais madura, por conta dos cabelos curtos, lisos e jogados, junto ao olhar forte e penetrante, presentes na garota que aproximou-se, com um olhar de desgosto.
- Hey, Hey Aniza. Machucando outra pessoa? — O olhar daquela ali, estava fixo na menor, o que indicava que a mesma se chamava Aniza.
Aniza desviou sua atenção para a maior perante a si, que lhe causava medo, pela outra ter mais que o dobro de sua altura.
- M-madson? — Ela sorri sem graça, tentando disfarçar o nervosismo. — Foi acidental, e não foi nada grave. — Ela virou-se para Melanie. — Certo?
Melanie arregalou os olhos, apenas assentindo, mexendo a cabeça. — S-sim.
- Não importa, se continuar machucando alunos com seus brinquedinhos, terei que toma-los. — Indagou Madson, de forma seca. Isso fez Melanie lembrar de sua mãe, de certa forma, mas sentiu-se ridícula, por ter reparado tal semelhança em ambas.
Aniza estava com um olhar triste, caído.
- Tudo bem... — Respondeu-a Aniza, cabisbaixa.
- Tenho afazeres maiores, portanto, não façam nada que prejudiquem a si, inclusive você, Aniza. Não é de hoje que meus olhos estão fixos no que você apronta.
Madson distanciou-se das duas ali, sem deixar a postura confiante. Aniza reparou nas malas de Melanie, e claramente, deduziu que ela chegara a pouco tempo.
- Ei. — Aniza apontou para tais malas. — Quer ajuda para levar isso para seu dormitório?
Melanie voltou a realidade, olhando a mesma ali.
- Você aguenta?
- Não. — Ela deu um sorriso abobado.
- Então, como pretende me ajudar?
- Teleportando-as para seu dormitório. Of course.
Melanie se surpreendeu pelo fato de Aniza falar um pouco de uma das línguas que ela conhece, mas hesitou em perguntar.
- Ah. Entendo. — Respondeu-a coçando a nuca. — Seria ótimo, se me teleportasse para lá também.
- Sim, sim!
- O dormitório é 759, na ala 7.
- Esse? Tudo bem, vamos lá. — Aniza simplesmente tocou as malas, e eles se auto-teleportaram para o dormitório qual Melanie havia citado.
- Eu não vou poder ir contigo. Mas talvez mais tarde, eu vá te visitar. — Ela sorri.
- Mas, como irá me teleportar?
- Como fiz igual as malas, assim! — Ela encosta apenas um dedo em Melanie, e acena. — Até outra hora!
- Até outra hor- Ela não conseguiu falar, simplesmente, quando terminou, já estava dentro ao seu quarto, e suas malas espalhadas pelo dormitório. Ali havia duas camas, o qual era um sinal que ela não ficaria ali sozinha. Ela simplesmente, cansada, deitou-se na primeira cama que viu, e fechou os olhos.
Por que tinha receio sobre seu colega de quarto?
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