The big 8
46 Em dia de chuva, pode acontecer de tudo
Notas iniciais
Pov Rapunzel
Voltamos pra Universidade san e salvos. Nesses últimos dias estava morta de cansaço, sei lá...ser heroína e trabalho de mais, mas pelo menos salvamos as pessoas.
Eu e as meninas estávamos no quarto conversando, e ainda estava chovendo, então eu fiquei com a Elsa em sua cama e Merida e Anna na da Anna, então ficamos uma de frente para outra. Conversamos sobre tudo, Elsa estava nos contando oque aconteceu com ela durante o período encarcerada.
– Ai, eu disse que nunca, nunca seria parceira dele ou algo do tipo. A é e ainda dei um chute em seu estômago.
– Ual, você é louca — Fala Anna.
– Oque eu podia fazer? Era o único jeito. — Fala ela dando os ombros. — A é, também rolou uma coisa que vocês não podem contar a ninguém.
– Nem o Jack? — Fala Merida.
– Nem o Jack, prometam. — Cara o assunto deve ser sério.
– Prometo — Nós falamos.
– Ok, o Breu me beijou. — OQUE?
– Como é? — Ficamos encarando Elsa perplexas.
– Pois é, mas eu mordi a boca dele.
– Caramba que babado — Falo, mas realmente se o Jack souber ele vai matar o Breu, mas eu prometi não contar e eu não vou. — Elsa, você tem que contar pro Jack, tenta conversar com ele. — Eu disse que eu não podia.
– É eu vou tentar, mas agora não, ele precisa se concentra no jogo de Basquete e eu no Vôlei, falando em vôlei o jogo é depois de amanhã né?
– É, o pior que nem treinamos — Fala Merida.
– Pelo menos ja temos a coreografia. O treino podemos fazer isso amanhã, combinamos com as meninas depois. — Falo.
– Passa pelo Wats — Fala Anna. É pode ser.
Ficamos conversando, mas aí bate uma fome e resolvemos ir até a cantina. Fomos caminhando pelos corredores que permanecia vazio, a maioria devia está nos quartos. Chegamos na cantina e tinha algumas pessoas lá, o estranho era que eu não tinha visto aquela mulher. Então só pegamos a comida e comemos por lá mesmo.
Estávamos voltando mas aí, deu um relâmpago tão alto que a luz acabou, deixando tudo escuro. Parecendo filme de terror.
– Ahhhhhh — Gritamos e a moça da cantina apareceu.
– Calma meninas, a luz acabou, foi só isso. — Fala ela — Se bem que não é tão ruim ficar no escuro, não é mesmo? — Oque ela queria dizer com isso? — Deixa eu ligar a lanterna — Ela ligou e bateu em seu rosto, oque me assustou ainda mais.
– Preferia ficar no escuro — Fala Anna agarrada em Elsa.
– Olha essas carinhas, você tem cara de uma rosa — Ela acaricia o rosto de Merida — Você de uma Margarida — Fala pra Anna, repetindo o gesto — Você de um Lírio — Fala pra Elsa e chegou a minha vez — E você tem cara de uma flor do sol. Brilhante e única. — Ela fica me olhando de um jeito perturbador.
– Ham..é melhor nós voltarmos — Fala Merida ligando o celular, que faz claridade. — Tchau..é. .qual é teu nome?
– Gothel, mas podem me chamar de Mamãe. — Ficamos olhando pra ela, será que ela era pertubada?
– Ok..Tchau Gothel — Fala Elsa e saímos andando rápido. Mas quando olhamos pra frente ela apareceu.
– Pra que a pressa? Está tão bom nossa conversa. — Ela se aproxima da gente e a gente afastando. — Fique comigo, venha pra maezinha. A mamãe...sabe mais. — Ela começou a cantar, mas eu cortei.
– Não, olha é melhor nós quatro imos, então tchau — Falo e voltamos o nosso caminho, mas aí ela pega e puxa meu pé. — Ahhhh.
– Vem cá minha flor — As meninas ficam me puxando e nós. Oque acham que aconteceu?
1 — Ficamos paradas olhando a mulher.
2 — Saímos correndo gritando feito loucas bêbadas.
3 — Chutei a cara dela e saímos correndo tropeçando uma nas outras.
Quem disse 1...errou feio, fizemos o 2 e o 3.
Cai umas três vezes, tropecando na pantufa de Anna, então Gothel tentou me pegar, mas aí pego a pantufa de Anna e jogo nela.
– Haha, acertei — Alo comemorando. Então esbarramos em um idiota. — Ai qual é?
– Olha por onde anda — Fala Hans, tinha que ser. — Por que estão correndo? Por acaso os corredores virou pista de corrida?
– Se não é pra correr, então por que tem nome de Corredor? — Fala Merida se levantando.
– Haha, que engraçado — Fala ele se arrumando — Mas me falam, porque estavam correndo?
– Por causa da Gothel — Fala Anna.
– A Bruxa florista?
– Você conhece ela? — Fala Elsa.
– Não me admira — Fala Merida e cutuco ela.
– Quem não conhece? Olha eu vou indo pro meu quarto. Elsa quer me acompanhar? — Fala ele com um tom galanteador.
– Hahahaha, claro eu vou sim. No dia do São Nunca. — Fala ela e Anna dá uma gargalhada.
– Vai embora seu jumento — Fala Merida correndo atrás dele, mas ele sai e ela volta.
– Meri você deixou a gente no escuro. — Falo.
– Foi mal, agora vamos antes que a Bruxa velha aparece. — Saímos correndo e fomos até o nosso quarto, trancamos a porta, colocamos a cômoda na porta, e trancamos todas as janelas. E fomos dormir todas juntas.
Amanheceu e nos arrumamos. Depois saímos do quarto com cuidado, pisando leve.
– Shh — Fala Merida, e voltamos a caminhar nas pontas dos pés.
– Meninas? — Fala alguém. E viramos prontas pra dar uma voadora.
– Ahhhh.
– Ahh, oque deu em vocês? — Fala Kristoff.
– Nada, só foi a moça da cantina que nos assustou ontem, quando acabou a energia. — Falo E Flyn chega perto de mim.
– Ela forçou a vocês comerem planta? — Fala Jack do lado da Elsa.
– Não, só chamou a gente de flores. — Fala Anna.
– Hahaha, Meri virou meu brotinho é? — Fala o Hic beijando a cabeça de Merida.
– Hahaha, que ilario, só que não. Vamos logo para a — Antes de Merida falar engolimos em ceco. — Cantina. — Eu não quero ver aquela mulher. Mas ou era a morte? Ou morrer de fome? Perai..vou morrer de qual quer jeito. Ahhhhh.
– Vocês querem que pagamos seus lanches? — Fala Flyn e eu beijo seu rosto.
– Tu es mi herói — Falo e vou com as meninas saltitando pelo jardim. — Ai que feliz, não vou ver a Gothel, Não vou ver a Gothel.
– Olá meninas — FALA A BRUXA.
– Ahhhhhhhh — Corremos pro jardim e ficamos com as meninas do vôlei, só por segurança.
Depois do treino e da coreografia ja ensaiada, ficamos passeando pelo jardim, ainda estava nublado então estava aquele frio gostoso. Estávamos olhando o treino de futebol americano dos garotos da arquibancada. Então resolvemos ficar na árvore, encostada. Merida ouvia música junto comigo e a Elsa lia um livro, enquanto Anna estava deitada com a cabeça apoiada no colo dela, dormindo.
Os meninos voltam e com eles trazem a chuva. Ficamos de baixo da árvore.
– Que chuva boa — Fala Jack molhando o rosto.
– E a lama também — Kristoff escorrega e cai, nos sujando.
– hahaha — Anna começa a rir e ele taca nela lama que pega em Elsa.
– SEU ANIMAL — Elsa deixa o livro guardado em sua bolsa e faz uma bola de lama, mas aí Jack vem por trás e joga nela que joga nele. Flyn taca em mim e Anna ajuda. Isso gerou uma guerra de lama. Então passamos o resto da tarde brincando na chuva.
Pov Breu
Eu marquei um encontro com a menina que se juntará a mim, pois é eu voltei para o mundo real, estava encostado em uma árvore, usando uma blusa de capuz preta.
Eu estava de frente a uma universidade, e logo ela apareceu.
– Olá, sócio. — Fala ela.
– Olá, eai tá pronta? — Falo.
– Estou. Mas sabe o trato, se me prenderem por tentativa de assassinato você me paga.
– Ok, eu sei o acordo. Pode ficar tranquila, você vai ter seu...Kristoff.
– Valeu, a Anna deve ser que nem a Elsa. As duas roubam os namorados das outras.
– Que eu saiba, o Jack que ficou com a Elsa e ela aceitou, eu sei muito bem dessa história — E como eu sei. — O da Anna, foi a mesma coisa, mas aí você não brigou por ele. Só ficou sendo a "amiga "deles, em vez de dá o bote.
– Eu sei, mas isso vai mudar, com a Anna fora, eu vou fazer o Kristoff se apaixonar por mim.
– Isso mesmo. E eu vou ter uma pequena vingança, com a Elsa sofrendo com a irmã, vai ser mole atacar ela. — Sorrio vencedor.
– Desculpa, mas você não se apresentou.
– Sou Breu e você é?
– Bianca.
– É muito bom, fazer negócios com você Bianca minha nova aliada.
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