The Zephyr
22 Término
Término
Quando a última lágrima do rosto desceu...
Eu percebi o caminho através da água.
Escondendo uma face de adeus,
Enquanto a esperança por mim passava.
Um devaneio entre tantas ilusões...
Era uma vez em um conto de fadas,
Que nós éramos um ideal romântico,
E nossas falas sempre tão fáticas.
O fardo da desilusão,
Nos tornou posterior ao “felizes para sempre”.
Cada pequeno erro que eu cometi,
Arrastando-a pelas correntes
Da água que caía de minha face,
Quando a última lágrima do rosto desceu...
Tantas eram as odes proclamadas entre você e eu...
Mas poucas criaram alardes.
Você cresceu num véu de mentira,
E eu te despi com minhas meias verdades.
O toque sutil na pele nua,
O recuo displicente e impensado.
Como posso tê-la pra mim,
Se quando choras não procura meus braços?
Entendi o eterno sabor,
Da boca de enamorados.
Complete o coração com o ardor,
De dois jovens mal amados.
Juras de paixão e amor eram tão clássicas...
Quanto os diversos “eu te amo” que desenhamos
Em árvores nas áreas devastadas.
Pode mentir sobre o que sentiu,
Ao elaborarmos mil e um planos.
Pode até mentir que partiu,
Para não revelar nossos “segredos por baixo dos panos”.
O tempo ficara tão monótono,
Repetitivo e constante.
Eu reclamava por seu amor,
E você me perdia em meio a tantos amantes.
Só esqueça que um dia eu fui algo importante
Pra você.
Eu prefiro esquecer sua face,
Enquanto minha última memória é de você indo embora.
Admiro as suaves curvas e suas provocantes costas com covas.
Eu vejo-a ir embora, contudo, seu rosto é incógnita.
Porém, quando a última lágrima retornou à minha memória...
Recordei sua face tristonha e chorosa.
~Gabriel.
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