The Zephyr
16 Iris
Iris
Tornei a me encantar pelas coisas pequenas...
Ainda não compreendo como eu posso entender todo conhecimento,
Por trás de lembranças e pensamentos.
Cada palavra marcada traz consigo uma memória,
Cantando alguma música que em algum passado fez sentido.
Seja com o tom da emoção,
Ou com o sussurro do aflito.
Lembro-me de divagar em coisas simples como teu sorriso;
Ainda sucinto em expressar tantos sentimentos.
Talvez devêssemos ter tomado ciência do tempo,
E em quanto tempo o tempo se tornaria tempo de mais pra seguir.
Gosto de todas as vezes que te fiz sorrir.
Por mais que ser engraçado não fosse parte do meu ser,
Mas há de ser cada vez que tentei me lançar em ser.
Todavia, pude sequer fazer com que você
Admirasse os pequenos esforços que faziam
De mim um comediante novato?
Lembro-me de conversarmos sobre fatos,
Embora eles pouco fossem senão fardos.
Ainda não entendi por que todas as vezes,
Eu nos fazia tão terrenos e mortais.
Quando imaginar e fantasiar sobre lugares
Nos fazia ser mais.
Mais eu, mais você...
Devo dizer que até em suas palavras chorosas eu
Eu amava você.
Como se elas procurassem em mim uma caverna oculta,
Tão longe e distante dessa terra suja
Que nos rodeia.
Sempre pensei que seus belos cabelos,
Ficariam ainda mais belos em cor cereja.
Não sei se você fez-se digna de ser sereia,
Mas com certeza é meu corvo em seus trajes negros.
Você amava ser chamada assim...
Minha querida mulher corvo.
Acho que eu subestimei um pouco do que você significava,
E deixei vazias palavras leva-la.
Todas elas sem sentido,
Sem significado.
Recheadas como nossas conversas de fatos
Que não eram fardos.
Ao menos, posso dizer que sou grato ao que você fora...
Se eu te salvei naquela noite,
Talvez você também tenha me salvado.
Sou crescido, de fato, mas pouco o tenho usado...
Continuo adolescente apegado
Aos meus amores do passado.
~Gabriel.
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