Notas iniciais
Heeyy peoplees!!
Se estou feliz? Imagina!!
velho, 60 Reviews já, Oh God! Amo vcs.
Cara, eu iria responder só hj as reviews, mas não consegui me contar e respondi de noite, ontem. Li todos os comentarios e provavelmente devo ter respondido todos >
Bom, obrigaado.
* Não sei o que vocês irão achar deste capitulo, por que o foco dele, é a Elizabeth, mas leiam, se não, não irão entender o que contece no proximo*
xD Aproveitem

Depois de ficar sabendo o que tinha acontecido, sai pela a porta do camarim e fui andando para o boate, afinal, eu ainda trabalhava ali. Segui para o bar, ainda pensativa, sobre quem seria esse cara, o que mandava em Drew, eu teria que agradece-lo ainda.

– Leeah. – Escutei um pigarreio vindo de trás de mim e assim que me virei, vi Drew.

Ele estava forçando o sorriso no rosto e olhando para os lados, Ele está com medo... Medo! Nunca tive a grande oportunidade para presenciar Drew com medo. Aquilo fez minha noite melhor. Ele usava uma bermudona Preta e uma camisa cinza.

Cheguei um pouco mais para perto dele e ele deu um passo para trás. Sim, eu estranhei esse movimento repentino.

– Precisamos conversar. Não aqui. – ele passava os olhos ao redor no local, tinha alguma coisa ou alguém ali. – Vamos, você ainda tem que trabalhar hoje.

Ele saiu andando rumo a sua sala e eu o segui, assim de adentramos ele se sentou em sua cadeira, atrás da mesa. A porta estava aberta, normalmente ele trancava ou a fechava, mas não desta vez. Sentei-me e esperei que ele começasse a falar.

– Você me pôs em perigo, mocinha. – com a voz mais segura, ele falava.

– Eu, perigo, você?... Não, eu acho que não. – Debochei.

– Quieta! Eu não sei o que você aprontou ontem a noite ou o que você fez. – Ele deu uma pausa e encostou as costas na cadeira, suspirou e voltou a me encarar. – Eu ainda estou aqui e nenhum filho da Puta vai mandar em mim, está escutando? – ele se controlava para não gritar, e seu tom de voz baixo me assustava cada vez mais...

– Estou.

– Ótimo... Se comporte, pois eu ainda estou aqui. – seu tom ameaçador era visível.

Eu não sabia se ficava com medo ou se agia naturalmente, eu estava em duvida com as duas coisas. Afinal, tinha um cara por ai, que estava me “protegendo” certo?

Levantei-me da cadeira e segui de volta para o bar. Ele estava mais agitado, o barulho estava muito alto, comparado com ao silencio na sala de Drew. Bufei e fui fazer meu trabalho, afinal, eu ainda precisava de dinheiro para me sustentar.

A noite, fora igual a todas as outras, caras por aqui, caras por ali... Sexo com um, sexo com outro. Eu me sentia cada vez mais suja ali, naquele local. Apenas desejando que aquele inferno acabasse logo, que eu me formasse.

Ai eu sairia dali, mas bem, tudo dependida do maldito dinheiro. O mundo gira em torno do dinheiro, claro.

Um acontecimento em especial marcou aquela noite, bem, durante todo o serviço, eu senti alguém me observando. Talvez apenas outros rapazes me olhando, afinal, eu estava com pouca roupa e aquele local era lotado de pessoas taradas, sem nada para fazer. Fracassados iguais a mim.

Eu olhava em volta e nada me chamava atenção, parecia tudo normal, repetitivo, enjoativo... Como sempre.


Fui para casa com Elizabeth, que sempre me esperava depois do expediente. Fomos o caminho todo em silencio, Elizabeth parecia está preocupada com alguma coisa, mas eu não iria perguntar, não ali com aquele desconhecido dentro do carro.

Assim que adentramos nosso apartamento, joguei minha mochila em cima do sofá e a observei. Mas cautelosa do que o normal, seu corpo não tremia, chacoalhava. Logo que ameaçou a dar o primeiro passo para seguir para o seu quarto, a puxei pelo o braço, fazendo-a virar na minha direção.

– O que aconteceu?

Seus olhos iam rondando o apartamento todo, mas não chegavam a me encarar.

– Eliza, o que aconteceu? – puxei-a para sentar no sofá e falei mais firme. – Ande, fale.

– Não quero. – a voz saiu tremula, e no mesmo momento, ela apertou os olhos, como se lembrasse de algo ruim, de um pesadelo.

– Vamos, você sabe que eu sempre ajudo você.

– Foi horrível, Leeah...

– O que foi horrível? Fala logo, eu estou cansada.

– Então vá dormir.

– Não, eu quero ajudar você, porque eu sei que tem alguma coisa errada, e você é minha amiga.

Ela soltou um longo suspiro e se agarrou em meu braço.

– E-Ele, aquele... idiota, imbecil, traste... – ela forçou os olhos novamente, se lembrando de algo. – D-Drew.

Drew! A palavra chave! Ah não!! Ele abusou dela! Não, não, não!! Eu simplesmente não podia acreditar nisso, ele sempre pareceu nem saber que ela trabalhava ali, sempre a ignorava. Por que o idiota foi fazer isso com ela?

Então me senti culpada. Ele talvez tenha feito isso por minha culpa. Porque estava com raiva de minha, porque ele tinha sido ameaçado. Idiota! Eu não iria deixar assim, não mesmo. Nem que eu tivesse que ir atrás das forças armadas, do Exército, mas aquele filho de uma mãe, iria sofrer. Eu seria o motivo da dor dele.

– Ele abusou de mim... Eu não queria, ele me forçou. – ela começou a chorar, ou talvez, a produzir uma cachoeira, estou na duvida.

– Eu sei disso, ele é um filho de uma P...

– Não! – ela me repreendeu. – Não xingue.

– De uma mãe. Eu vou atrás dele Eliza, vou até o fim do mundo, mas eu irei matar aquele desgraçado.

– Quero dormir, quero esquecer isso.

– Então vamos. Amanhã você não vai trabalhar, não vai encontrar aquele cafajeste.

– ok..

***

– Como você me deixa assim? – sua voz estava abafada, ele sentia prazer e desta vez, eu estava no comando.

Não respondi. Ajeitei-me sentando na sua cintura, assim que senti seu membro roçar em minha pele, fui para a lua e voltei.

– Fique quieto. – ordenei.

Seus cabelos estavam bagunçados, grudados no rosto, seu cheiro era delicioso, e eu me perdia, apreciando-o. Seu rosto estava jogado para trás e sua boca formava um pequeno “O”

– Ande logo com isso!

Passei minhas mãos em toda sua barriga, sentindo cada musculo ali presente. Ele era meu!

Rasguei o pacote do preservativo e deixei ali do lado. Virei-me de costas para ele, de forma que eu ficasse sentada em cima de sua barriga e ele olhasse apenas minhas costas.

– Coloque logo essa droga de preservativo e sente em cima de mim, Leeah!

Ah eu estava me divertindo com aquilo, ele era meu naquele momento. Segurei seu Pênis com minhas duas mãos e o apertei de leve, apenas para senti-lo. Escutei um gemido baixo vindo de trás de mim.

Devagar, comecei a masturba-lo, fazendo os movimentos de vai e vem. Sua cintura começava a pegar o ritmo de minha mão e rápido, acelerei os movimentos. Quando ele estava preste a gozar, eu parei de imediato, fazendo-o gritar, mas não de prazer e sim de raiva.

Sorri para mim mesma e em seguida coloquei o preservativo. Em um movimento rápido, virei-me, voltando a ficar de frente para ele e o penetrei em mim. Fechei os olhos, quando senti a rápida dor daquele movimento.

Quando abri meus olhos novamente, ele me encarava com raiva, mas ao mesmo tempo parecia está se divertindo. Pousando suas duas mãos em minha cintura, ele começou com os movimento de sobe e desce.

Senti-lo dentro de mim era a melhor sensação do mundo. Eu o controlava. Eu controlava seus orgasmos, fazendo-me sentir poderosa.

Auxiliei-o com os movimentos e comecei a remexer-me em cima dele, seu quadril me acompanhava em cada movimento. Coloquei minhas mãos em cima de sue ombro e o encarei. Ele estava com os olhos fechados, sentindo todo aquele prazer que eu o dava.

Assim que seus olhos abriram e viram os meus o encarando, começamos a nos movimentar mais rápido. Suas entocadas eram brutas, fazendo-me gemer de dor e ao mesmo tempo de prazer.

Na sua ultima entocada, explodi em orgasmos e cai brutalmente por cima dele. Logo em seguida ela atingiu seu ápice e todo o seu corpo estremeceu, igual ao meu.

Eu tinha dado prazer aquele homem, e iria ser assim. Por um longo tempo se dependesse de mim.

Nossas respirações estavam descompassadas e meu coração estava a mim. Meus cabelos grudavam em meu rosto, com o suor, e eu estava fraca. Ele saiu de baixo de mim rápido, fazendo seu membro sair de dentro de mim. Gemi de dor com o movimento brutal, e vi um sorriso se formar no canto de seus lábios. Ele tinha feito isso de proposito.

Ele retirou a camisinha, deu um nó e deixou de lado. Voltando a me encarar ele me puxou junto a si, e eu me senti protegida.

– Você é maravilhosa. – Ele sussurrou para mim.

– Tenho que dizer o mesmo sobre você. – Ri, ele riu junto. Sua risada era calma, divertida e gostosa de se ouvir...

– Você, — ele me puxou para junto de si mais ainda. – É minha.

– Sua... – Sussurrei, como se experimentasse aquela palavra.

– É, minha.

– Ok, sua.

Acordei suada, olhando ao redor. Eu estava no meu quarto e já era manhã, a luz do dia iluminava meu pequeno quarto, assim que olhei para o meu lado da cama, tive a certeza que aquilo tinha sido apenas mais um sonho, e não um sonho qualquer, fora mais um sonho, e com ele.


Notas finais
Curtiram??
Como o Harry não apareceu e não rolou sexo, teve uma pequena previa ai UAHEUHAEHU,
BEM, Uma noticia ae. Minhas provas começaram hoje, tenho que estudar pq esse é o bimestre da salvação, então, eu irei postar novamente Quinta ou quarta:)
espero que tenham gostado.
Reviews?? (teria como conseguirmos chegar as 80 reviews? ou mais?)
RECOMENDAÇÕES talvez??? *-*
Mudei o personagem do Harry >
*Harry*
Rosto : http://weheartit.com/entry/42575345/via/SimplyBlaire & http://weheartit.com/entry/41426128/via/pallomaalencar_ (o gostoso do Matt :D ) (OLHOS AZUIS HAHA XD)
Corpo : http://weheartit.com/entry/42574295/via/GotLostInLOVE (gostoso hehe)
Estilo : http://weheartit.com/entry/41284813/via/anacalderaro & http://weheartit.com/entry/42330423/via/pallomaalencar_