The World Against Us
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Achei o ultimo capitulo muito... Sem graça...
Esse ta melhor AUEUAEUHAEH muuito >
Aproveitem.
O Harry aparece :>
***
Assim que anoiteceu, arrumei-me rápido e avisei para Eliza que já estava indo para a boate, ela assentiu preocupada, já sabendo que eu não a deixaria ir junto, então, nem hesitou.
Ela estava com medo do que pudesse acontecer ali, bem, eu estava com uma raiva enorme do Drew. Ele podia ter fodido, abusado, de todas as meninas ali, menos de Elizabeth.
Assim que cheguei, um pouco atrasada, segui andando rápido pelos corredores da boate. Já estava movimentado, as meninas andavam de uma lado para o outro rebolando. Os caras as seguiam com o olhar e pareciam come-las vivas.
Segui para o Camarim e troquei-me, subi em cima do salto e vesti minha pouca roupa.vParei em frente a porta da sala do Drew. Confronta-lo em sua sala, onde ninguém pode nos ouvir e nos ver, não seria uma boa ideia... Ele poderia avançar em cima de mim, fazer algo forçado, e não era isso que eu queria.
Bati na porta e em seguida ele gritou para que eu entrasse. Assim que dei um passo para dentro daquela sala, seu olhar foi de cima abaixo em meu corpo.
– Drew... – falei lentamente.
Ele não iria sair dali, ao menos que tivesse um móvito sério, apesar de eu não querer, era aquilo que eu iria fazer.
– Parker. – disse surpreso. – Posso ajudar você, anjinho?
– Pode vir aqui por favor, quero mostrar uma coisa. – sorri sem mostrar os dentes e sai rebolando dali. Como esperado, ele me seguiu. Fui andando até um pouco antes do bar, e parei ali. Algumas meninas ficavam rondando por ali, além dos barman.
– Filho de uma puta! – falei baixo, deixando um pouco do ódio extravasar.
– O que você falou? – Sua voz havia engrossado e ele parecia agora, mais sério, mas não me deixei assustar.
– Seu filho da puta. – desta vez, gritei. – Porque você fez aquilo com a Elizabeth, como ousou? – Chutei sua canela. Suas pernas amoleceram e quase que ele ia ao chão. – Responde! – chutei-o novamente.
Ele agarrou minha perna e empurrou-me para trás. A sua mão desocupada tocou meu queixo, apertando-o.
– Cala a boca! Eu faço o que eu quiser, ela é minha empregada! – Falou baixo. Algumas pessoas olharam para nós, mas não estranharam. Claro, ele segurava um de minhas pernas na altura de sua cintura, imprensando-me na parede, claro que eles não imaginariam que aquilo seria uma discussão.
– Me solta! – Gritei. Levei uma de minhas mãos em seu rosto e ele gemeu de dor. Esquivei-me dele e com o joelho, bati em sua parte intima. – Você vai se foder na minha mão Drew. Você vai perder tudo isso. – falei apontando em volta, ele estava com a mão por cima da calça, acariciando a parte que ainda a pouco eu tivera batido. – Vai perder suas prostitutas e vai apodrecer no mundo. – Chutei sua canela mais um vez, fazendo-o cair de joelhos no chão.
O ódio era visível em seu rosto. Ele queria me machucar, bater, me arrebentar... Mas não estava em condições. Empurrei-o com o pé, o fazendo cair de costas no chão.
– Nunca, Nunca mais chegue perto de Elizabeth ou de mim, Entendeu? – Meus dentes estavam semicerrados, e se não tivesse ninguém ali por perto, ele já estaria sangrando no chão, se não morto.
Dei meia volta e sai dali, deixando-o jogado no chão, gemendo de dor. Fui em direção ao camarim para pegar minhas coisas, por que depois do que eu tivera feito, nunca mais eu voltaria naquele local.
Peguei minha mochila e comecei a jogar as coisas dentro o mais rápido possível, eu apenas queria sair dali, e mudar tudo de uma vez logo. Tirei o maldito salto e coloquei um tênis, troquei de roupa, colocando minha calça jeans azul e minha camisa preta. Escutei a porta da sala abrir e antes que eu pudesse me virar, senti meu corpo contra o chão.
Me contorci de dor ao sentir o impacto do chão de cimento em minhas costas. Senti alguém segurar minhas mãos acima de minha cabeça e prende-las com algum tecido. Assim que olhei que estava em cima de mim, vi Drew. Seus olhos estavam cheios de ódio, e eu não fazia ideia do que ele iria fazer.
Comecei a me mexer de baixo dele, mas era em vão. Ele amarrou o tecido que estava em meus pulsos no pé do sofá que estava atrás de mim. Ele abriu minha camisa de botões e com força apertou meus seios, ainda protegidos pelo bojo.
– Não!! – Gritei automaticamente. – Para! Para, para.
– Você é gostosa, sabia? – sua voz estava despreocupada e cheia de malicia. Ele começou a beijar meu pescoço, fazendo uma trilha até meus seios, onde arrancou meu sutiã com brutalidade. Eu a este ponto já estava prestes a chorar.
Ele parou o que estava fazendo e se levantou. Seguiu ate a porta e trancou-a. Não!! Antes de se sentar em cima de mim novamente, ele tirou sua bermuda e sua cueca, ficando nu em minha frente. Fechei meus olhos no mesmo momento, não querendo vê-lo.
Ele voltou a se sentar em mim, desta vez abrindo o botão de minha calça e abaixando-a sem pressa. Ele estava adorando aquilo, vendo-me naquela posição, sem poder fazer nada.
– Para Drew! – Gritei. – Sai de perto de mim. – Enquanto ia falando, eu me contorcia em baixo dele.
– Cala a boca, ou eu terei que calar para você?
Em seguida senti seus lábios contra os meus, beijando-me forçadamente. Ele apertou minhas bochechas fazendo-me abrir meus lábios e enfiou sua língua nojenta em minha boca. Sua saliva estava em contato com a minha e tudo que eu queria agora era mata-lo. Mordi sua língua quando tive oportunidade e ele parou instantaneamente o beijo.
– Vagabunda! – ele falou com raiva. Pegou sua camisa que estava jogada ali perto e colocou em minha boca, amarrando-a ali. Senti o gosto de seu perfume em minha boca e no mesmo momento fiz menção de nojo. – Vamos para o que interessa.
Ele abaixou minha lingerie e sem falar nada, me penetrou dando uma entocada grosseira. Gritei com dor ao sentir aquilo dentro de mim. Meu grito saia abafado quase inaudível e tudo que eu queria, era que aquilo acabasse.
Ele ficava fazendo os movimentos de vai e vem, e naquele ponto, já era impossível tentar sair dali.
– Irei fazer você gozar! – ele falou aos sussurros. – Vamos!
Vi a maçaneta da porta se mexer e nesse momento, enxerguei esperança onde talvez não tivesse. Drew estava concentrado no que estava fazendo, botando mais força em cada entocada. Eu arregalei os olhos ao ouvir uma porrada na porta. Drew parou o que estava fazendo e olhou para a porta.
– Vamos acabar isso rápido, anjinho! – Ele acelerou o movimento e eu gemi de dor com sua brutalidade.
Escutei uma porrada na porta novamente, e desta vez mais forte, Drew não se importou, ele só queria que eu gozasse, para ele. Em seguida, a porta do Camarim arrebentou e caiu com força no chão, com uma ultima batida. Drew se levantou rápido, saindo de dentro de mim com grosseria, gemi de dor, mas não me importei. Eu estava salva.
Antes que desse tempo de se virar para ver quem havia entrado, Drew teve seu corpo arremessado no chão.
– Eu avisei você. – Ah, aquela voz.
Notas finais
Recomendações???? xD
xx
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