Notas iniciais
Bem, este capitulo é bem direto, não detalha muito as coisas, movimentos essas coisas...
está ai, se gostarem deixem reviews por favor.
*Já tem sexo ;)*
Desculpem os erros de digitação. :)
Aproveitem.

As vezes me pergunto se esta vida que estou levando irá ser para sempre, se irei encontrar o famoso “Príncipe Encantado”. Já estou cansando de ficar na mesma, e nada da vida me recompensar, quero dizer, Quem é que gosta de ficar trabalhando numa boate durante a madrugada toda, se esfregando em homens que nunca viu? Não recebo muito, mas com o dinheiro que ganho trabalhando aqui, já consigo pagar minha faculdade de Fotografia e minhas próprias contas.

Meu expediente é das 10hs até as 3:30 da manhã de sexta a Domingo. Nunca fui de conversar muito com as outras garotas, elas parecem gostar disto aqui, parecem não se importar e isso me incomoda. Elizabeth é minha única amiga, divido o apartamento com ela, assim fica mais fácil de pagar as economias e ela também trabalha aqui, mas invés de dançarina ela é garçonete.

Naquela noite a boate iria fechar, algum ricaço multimilionário tivera pagado para fazer despedida de solteiro. Eu estava no camarim que dividia com o resto das 15 garotas, todas ali com poucas roupas, maquiagens extravagantes e saltos de agulha, e eu estava praticamente do mesmo jeito, a diferença era que eu usava pouca maquiagem, apenas o necessário.

- Meninas! – escutei Drew, nosso chefe falar, ele estava na porta do camarim. Se não estava enganada, eu fora uma das poucas ali que não tivera transado com ele ainda, e com toda a certeza, continuaria sendo. – Já está na hora, façam um excelente trabalho assim ganhamos mais, não os decepcionem. Podem ir.

Ao longo que passávamos por ele, cada uma das meninas ganhavam um forte tapa nas nádegas, e nenhuma reclamava, é incrível como o poder torna as pessoas superiores em um passe de mágica. Assim que passei ao lado de Drew senti a sua forte mão em minha bunda, aah, Doeu e muito.

- Você será a próxima, anjinho. – Sua voz nojenta tomou conta de meus pensamentos, eu sabia exatamente ao que ele estava se dirigindo, mas não seria agora que eu iria ceder para ele. – Escutou? Responda! – Senti ele puxar meu braço com brutalidade e fui obrigada a virar-me para ele, que cara nojento!

- Sim.

- Fale mais auto! Eu não escutei!

- Sim Drew! – Falei entre dentes, se ele não fosse meu chefe, minha mão já estaria em seu rosto e logo ele estaria formigando, como minha bunda está agora!

Ele me largou e eu apressei os passos para alcançar as garotas. Todas estavam me esperando atrás da pista de dança, olhando-me com raiva. Revirei os olhos para elas e sinalizei que já estava pronta.

As luzes se apagaram e nos colocamos em posição em cima do palco. Ao longo da pista tinham 15 ferros, para cada uma fazer poli dance. Assim que as luzes florescentes ligaram eu juntamente com as meninas começamos a fazer a coreografia. Tentando não ter contato visual com nenhum dos rapazes ali, fiz cada movimento no poste sem nenhum erro.

Aquilo era humilhação para mim, mas eu já estava acostumada com isso. Tendo mais de 6 meses que trabalho nesta boate de merda, com um patrão que só quer comer as empregadas. Para mim, aquilo era a visão do inferno, multiplicado por cinco.

Assim que terminamos, todas descemos do palco e nos dissipamos. Segui para o bar atrás de Elizabeth. Apoiei-me no balcão e abaixei a cabeça.

- Leeah? – escutei a voz de Felipe, o barmen da boate. – Quer alguma coisa?

- Não, valeu. Sabe me dizer se a Elizabeth está ai? – Eu gritava perto de seu ouvido para ele conseguir me ouvir. A musica do local estava alta e a casa estava cheia. Ele balançou a cabeça negativamente.

- Vodka?

- Por favor!

Ele se retirou para preparar a bebida e eu voltei a posição que estava. Poucos minutos depois senti um tapa em minha bunda. Na mesma área em que Drew bateu. Virei-me com raiva, imaginando que seria ele, mas forcei um sorriso ao perceber que era um dos ricaços.

- Está disponível? – Sua voz maliciosa ecoou em minha cabeça. É claro que eu estava disponível, mas não muito afim de fazer o que ele tinha em mente. Balancei a cabeça positivamente e sinalizei que esperasse.

Assim que me virei de volta para o bar, Felipe segurava o copo com Vodka nas mãos, virei-o rápido na boca, sentindo minha garganta arder pegando fogo, automaticamente fiz uma carreta e Felipe riu se retirando dali.

O ricaço guiou-me para uma das salas reservadas e trancou a porta. Sentei-me na cama que ali tinha e o analisei pela primeira vez naquela noite. Usava uma calça jeans azul escura, uma camisa branca um pouco colada, deixando seus músculos à mostra. Ele tinha olhos azuis claros, os cabelos rebeldes e era muito bonito. Não tinha mais do que 25 anos, o que me surpreendeu.

Ele puxou-me da cama e se sentou no lugar em que eu estava e me analisou. Tirou sua camisa e arremessou-a longe. Chutou os sapatos para o outro lado e em seguida segurou em minha cintura, passando a mão na minha estrutura.

Assim que seus lábios tocaram minha barriga, automaticamente arrepiei-me, seus lábios eram macios e delicados, fazendo uma trilha de mordidas e chupões por meu corpo, ele parou logo a baixo de meu umbigo.

- Tire-a. – ordenou e rápido livrei-me de minha calcinha. Seus olhos, ardendo em fogo e malicia, percorreram meu corpo, e pareciam comer-me por inteira.

Voltou a colocar as mãos em minha cintura e puxou-me para si, fazendo-nos cair na cama. Meu corpo entrou em contato com o seu e só então pude sentir cada musculo se contraindo, diante a queda, eu já conseguia sentir seu membro ereto de baixo de mim.

Ficando por cima de mim, ele pois minhas duas mãos a cima de minha cabeça e prendeu-as com as mãos. Em um movimento rápido tirou sua calça juntamente com sua cueca e arremessou-as para longe dali, deixando a amostra seu membro, arregalei os olhos ao vê-lo, ele não iria transar comigo, iria me estuprar! Mas quem liga?

- Gostou do meu brinquedinho? – sua voz saiu rouca e grossa, deixei-me levar por uns míseros minutos e logo voltei a mim. Balancei a cabeça positivamente e ele sorriu satisfeito. – Todas gostam. – completou sentando-se por cima de mim.

O que ele quisera dizer com aquilo? Por Deus, que ele não seja o cara que irá se casar daqui a alguns dias, pois pena é o que sinto de sua esposa neste exato momento.

Ele iniciou uma trilha de beijos e mordidas em minha barriga, subindo até o sutiã, onde parou e sorriu maliciosamente em minha direção.

- Não iremos precisar disto, não é mesmo? – sem esperar resposta, ele puxa meu lindo Sutiã preto, quebrando o feixe atrás. Rápido, uma de suas mãos começou a apertar meu peito esquerdo e sua boca o direito, mordendo meus mamilos, fortemente.

Por um momento, perdi-me ali. Soltei breves gemidos baixo, aproveitando aquela sensação, que eu já mais tivera provado. Normalmente, os caras com quem eu transava, só pensam em si satisfazer, apesar de que era exatamente isso que deveria acontecer.

- Está gostando não é? – Ele parou de acariciar os meus seios e se levantou, sentando na beira da cama. – Venha, também quero brincar.

Recuperei-me rápido de meus pensamentos e pus-me de joelhos na sua frente e sem esperar muito, sua mão foi para trás de minha cabeça, empurrando-me contra seu membro.

Sem pensar, deslizei meus lábios em seu pênis e fiz o movimento de vai e vem, com a ajuda da mão do Sr. Ricaço. Acelerando o movimento, escutei-o soltar um gemido abafando, sinal que ele estava gostando daquilo. Comecei a chupar cada vez mais forte, colocando até onde dava em minha boca e fiquei deliciando-o durante alguns minutos.

- Não quero gozar na sua boca, pare! – sua voz saiu abafada, como um baixo gemido. Então meu primeiro pensamento foi provoca-lo. Continuei com os movimentos de vai e vem cada vez mais rápidos, sugando-o. – Pare!

E em seguia senti o liquido quente descer em minha garganta. Devagar tirei seu membro de minha boca e empurrei-o na cama. Ele parecia um pouco cansado, sorri diante aquela situação, pois me senti no controle pela primeira vez em minha vida.

Pus-me rápido em cima dele e encaixei seu Pênis dentro de mim, sem dar a ele um momento para pensar ou até falar. Eu estava em êxtase por causa da Vodka. Comecei a subir e descer com ele dentro de mim.

Senti suas mãos em minha cintura, ajudando-me a fazer os movimentos. Sua cabeça estava jogada para trás e sua boca entreaberta, demonstrando prazer. Pus minhas mãos em seu tórax para me apoia e continuei o movimento.

Minutos depois, explodi e gozei, caindo por cima dele e em seguia senti o mesmo liquido quente que tivera engolido antes, escorrer dentro de mim. Nossas respirações estão abafadas e descompassadas, devagar, levantei minha cintura para retirar seu membro de dentro de mim e me jogei para o lado.

Este com certeza, fora uma das melhores fodas de toda a minha vida. Senti-me no comando pela primeira vez e levei este homem, que por acaso nem nome sei, a loucura.

- Qual o seu nome? – Sua voz quase não saia de sua garganta. Seu peito nu, subia e descia freneticamente de acordo com sua respiração.

- Leeah, prazer. – estendi uma de minhas mãos para cumprimenta-lo. Ele riu, uma risada divertida e incomparável. – E o seu?

- Kraus. – Nos minutos seguintes, o único barulho na sala, são nossas respirações, já um pouco mais calmas do que antes. – Parabéns.

- Pelo o que?

- Você conseguiu me levar a loucura. E conseguiu me controlar.

Fiquem em silencio, não sabia o que responder. Ele afirmou minha tese de ter controlado ele, agora sim eu estava completa. Aquele homem é maravilhoso, é tudo o que eu precisava. Doce ilusão. Em alguns minutos iriam bater na porta perguntando o porque da demora, e logo a madrugada iria acabar e ele iria embora. Fiquei um pouco desapontada com esse pensamento e tratei de expeli-lo de minha cabeça.

- O que foi? – sua voz soou preocupada, como se ele realmente estivesse se preocupando comigo, uma vadia de um puteiro, que dá para todo mundo, pois é isso que a mantem viva.

- Nada. – olhei-o e peguei-o no flagra observando-me, um lindo sorriso invadiu o seu rosto, deixando a amostra suas covinhas, que antes eu não tivera percebido. – É você quem vai casar? – a pergunta saiu automática de minha boca, arregalei meus olhos ao perceber o que eu tivera acabado de perguntar a ele.

Dando de ombros, ele assente que sim e em seguida se levanta da cama, deixando-me deitada sozinha. Pegando suas roupas espalhadas pelo chão do quarto, ele rapidamente se veste.

- Está protegida? – Sua voz saiu grossa e daquela vez um tanto arrogante.

- Estou. – Não queria que ele fosse embora, pois pela primeira vez na minha vida durante uma foda, eu tivera me sentido completa.

- Até mais. – Um adeus definitivo, destrancando a porta ele saiu glamourosamente, com uma aparência de que nada tivesse acontecido.

Agora eu tinha que voltar a realidade, esquecer aquilo, pois só iria me atrapalhar. Levantei-me da cama e segui até o canto do quarto, para pegar minha calcinha que estava jogada por ali, vesti-me e passando as mãos de leve no cabelo sai do quarto, rumo ao camarim para pegar um novo sutiã para mim. Pois a noite não tivera acabado, ainda. Muito ao contrario, apenas tivera começado.

Notas finais
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