The World Against Us
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Obrigado pelas reviews >< haha
Durante o resto da noite, seu olhar repousava em mim, parecia está me vigiando... E por um breve tempo, me senti protegida. Quando percebi sua leve bipolaridade, assim que terminamos nossa foda, eu simplesmente me deixei levar. Minha cabeça estava me confundindo, e rápido tive o pensamento de que ele teria sentido algo por mim, ou simplesmente queria mais. Mesmo que nossa relação fosse apenas física, eu queria.
Ter aquela foda deliciosa e alucinante mais vezes, seria o gosto do paraíso para mim. O Sr. Olhos azuis, não saia de minha cabeça, seu corpo que parecia que fora desenhado por Deuses, e sua incrível habilidade quando o assunto era cama. Não fora um dos sexos mais demorados da minha vida, mas com certeza fora o melhor.
Como é possível eu ter sentindo, o que eu senti com ele, tão rápido. Ele parecia ser a minha salvação para me tirar daquele lugar horripilante, mas sempre que pensava nisso, me lembrava que ele iria se casar em alguns dias, e essa possibilidade simplesmente desaparecia. Por um lado eu queria usa-lo, mesmo sentindo-me suja por isso, mas quem ligava? Isso mesmo ninguém.
No final da noite, encostei-me no balcão e fique analisando todos os glamorosos ricaços que estavam ali presentes. A maioria, deveria ser casado, homens de família, Kraus parecia ser o mais jovem dali. Na mesa em que estava sentado, um rapaz de cabelos dourados estava chamando minha atenção, Kraus parecia conhece-lo muito bem, pois não parava de conversar com ele.
- Venha, quero mais! – Distraindo-me dos meus pensamentos escutei aquela voz rouca e grossa soar ao pé de meu ouvido. Assim que virei-me tive certeza de que o dono daquela voz era Kraus. – Uma ultima.
- Porque eu? Tem 14 garotas ai...
- Porque eu quero você! Vamos! — Ele me quer... OK. Puxando-me pelo braço, ele guiou-me novamente até o quarto, que antes usamos. Agora ele estava arrumado, parecia que nem estivemos ali antes.
Assim que escutei o barulho da tranca da porta do quarto, os olhos de Kraus começaram a queimar em malicia. Ele me queria...
- Tire sua lingerie, rápido!
Sem hesitar, tirei minhas roupas intimas sem tirar meus olhos dos dele. Os seus estavam observando cada movimento que minhas mãos faziam, ao retirar as poucas peças de roupas que tinha me cobrindo.
Deixei a calcinha deslizar por minhas pernas e dei um passo para o lado, assim que a mesma alcançou o chão. Neste momento, seus olhos se vidraram em mim e em um movimento rápido, senti minhas costas baterem no tecido da cama.
Ele estava em cima de mim, beijando cada parte de meu corpo, desejando-me. Seus olhos queimavam em prazer e desejavam-me.
Suas mãos estavam massageando mesmo mamilos já duros, de prazer. Minha cabeça estava jogada para trás e minha boca formava um pequeno “O”. Eu queria tirar sua roupa, e sentir seus músculos contra minha pele, senti-lo. Eu o queria dentro de mim.
Prendi minhas pernas em sua cintura, tentando manter o máximo de contato que eu tinha, com ele. Minhas mãos estavam puxando seus cabelos, desarrumando-os novamente. Na medida que ele brincava com meus seios, ele dava um chupão nos mesmos.
- Vamos melhorar isso. – Sua voz me reconfortava, e eu não podia negar, eu estava sentindo algo, ali, naquele momento, naquele quarto.
Suas mãos, largaram meus seios e rápido, abriram seu zíper da calça, antes que eu pudesse pensar em algo, senti um de seus dedos, massageando meu clitóris e fazendo a sensação de prazer apenas aumentar.
Empurrei sua cabeça contra meus seios e ele penetrou lentamente um de seus dedos em mim, aquele pequeno prazer estava me levanto a loucura. Fazendo os movimentos de vai e vem, eu gemi em seu ouvido.
- Eu acho que você já está pronta. – Essas palavras foram suficientes, ele segurou seu membro e se alinhou em mim, e devagar me penetrou. No mesmo momento, soltei um grito de prazer. Sua cabeça estava jogada para trás e seus olhos fechados e suas duas mãos seguravam meu corpo na cama, para que eu não me mexesse.
Meus quadris começaram acompanhar seu ritmo, sentindo prazer, eu estava indo a loucura. Ele torturava-me com os movimentos lentos, eu queria sentir mais, eu precisava sentir mais. Passei minhas mãos em sua cintura e empurrei-as rapidamente para baixo, dando um estocada dolorosa em mim, mas ao mesmo tempo prazerosa.
- Mais rápido? – sua voz saiu como um suspiro, quase inaudível.
- Sim, por favor. – Gemi as palavras para fora de minha boca.
Nos segundos seguintes, os movimentos aceleraram-se, uma estocada atrás da outra, uma mais forte que a outra, mais prazerosa. Ah, eu estava no Paraíso, com aquele homem, o homem proibido. Eu precisava daquilo, todo dia, para o resto de minha vida.
- Goze! – Suas palavras foram uma ordem e eu como uma serva fiel, as obedeci sem mas. Meus homônimos foram à loucura e então explodi gozando, com ele ainda dentro de mim. Dando sua ultima estocada, e mais forte, escutei-o gritar meu nome, fazendo-me sentir um pouco, mas um pouco importante, senti o liquido escorrer dentro de mim, e eu o tinha levado a loucura novamente.
Naquele momento eu estava no paraíso, se estava. Seu corpo caiu por cima de mim, e seus cabelos estavam grudados em seu rosto, nós dois estávamos suados, cansados.
Era aquilo que eu queria, era o que eu precisava. Nossas respirações estavam descompassadas, meu coração estava acelerado, eu estava em êxtase. Sem pensar por um momento, aproveitando-o, olhei para seu rosto, ele me encarava, estava cansado.
Não pensei e apenas levei meus lábios ao encontro dos seus. No momento em que fiz, senti-me suja, mais do que já era, mas quem liga?
Coloquei minhas mãos em sua cabeça, e por um minuto pensei que ele não iria corresponder, e eu passaria por um papel de otária. Mesmo que fosse apenas por diversão, momentâneo, eu precisava sentir seus lábios aos meus, antes dele ir embora.
Minha língua pediu passagem e seus lábios concederam, vasculhei cada centímetro de sua boca, querendo lembrar aquilo. Nossas línguas estavam em perfeitas sintonias, e por um minuto achei que ele estava se entregando a mim.
Suas mãos afagavam meus cabelos, e seus dedos massageavam meu rosto. Ele interrompeu o beijo brutalmente e se levantou rapidamente.
Ah não, ele estava com raiva, não estava? Fechei meus olhos e assim que os abri, Kraus me encarava com seus doces e profundos olhos azuis, que agora demonstrava que estava confuso. Ele nunca mais iria querer me ver, olhar para mim, ou coisa do tipo...
- Isso não é certo. – Sua voz invadiu o quarto, que até então estava em um perfeito silencio. – Eu vou me casar! – gritando, ele deixou as ultimas palavras saírem de sua garganta.
- Eu sei... – falei baixo, com medo. Ele realmente estava zangado e tudo por causa de um beijo.
- Não, você não sabe! – Ele ajeitou sua roupa, passando a mão pelos cabelos ajeitando-o e voltou a me olhar, ainda com raiva e furioso. – Nunca mais, chegue perto de mim, entendeu?
Ah não, eu não podia perde-lo, eu nem o tinha ainda. Eu estava com ódio de mim mesma, eu não deveria ter feito aquilo, não mesmo. Apesar de que, o beijo fora uma coisa mínima, comparado ao sexo, certo?
- Entendeu? – Ele gritou comigo novamente, não gosto quando gritem comigo. Me sinto impotente, invisível, me sinto um nada!
- Entendi – sussurrei, encolhendo-me nos lençóis que tinham ali em cima da cama.
Assim feito, ele destrancou a porta rápido e ao passar por ela, a bateu com brutalidade.
Como era possível eu perde-lo sendo que eu nem o tinha ainda? Eu apenas estraguei tudo. E a minha doce ilusão de poder tê-lo em algum momento futuro, foi embora instantaneamente. Que merda eu fiz?
Ele poderia ser minha salvação, pela primeira vez eu tivera sentindo um pouco do que é ter vida, do que é ter prazer de verdade. Eu precisava dele, e agora eu nunca, nunca mais teria. Eu não iria ter coragem de encara-lo novamente, eu não poderia chegar mais perto dele... Não... Não é isso que eu queria.
Notas finais
Se quiserem recomendar slá haha >
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