The World Against Us
20 Capítulo 20
Notas iniciais
Peguei o pc hoje de tarde, sem a autorização dela rçrç. Ou seja, vai dar merda lol.
Bom o capitulo ta pequeno, pois como eu disse, fiquei sem tempo para escrever, e tambem, a criatividade me faltou, por isso que não está láá essas coisas esse capitulo.
Mas o proximo, vou tentar fazer de no minimo 2 mil palavras e tentar postar o mais rapido que conseguir.
-Não respondi as reviews.... novamente. Mas li todas okay? *--*-
*Desculpem os erros de digitação~le sono~ e aproveitem*
Fomos a maioria do caminho até a Poev em silêncio. Harry não falava nada por estar concentrado no caminho a sua frente e eu, bem, eu não tinha nada a falar. As ruas de Londres estavam normalmente movimentadas, alguns carros passando por aqui e outros por ali.
Olhei para Harry ao meu lado, que parecia distraído. Desde a primeira vez em que lhe vi, meus sentimentos por ele eram mais fortes. Harry era o tipo de homem quase completo, impossível seria alguém não se apaixonar por ele a partir do primeiro momento em que lhe visse, e foi isso exatamente o que aconteceu comigo.
Pergunto-me se Harry sentia algo a mais por mim, além de atração. Nunca consegui decifra-lo, ele era como um pequeno jogo de xadrez, era preciso estratégia para saber o que ele realmente sentia. Cada peça deveria ser mexida no tempo certo, eu não poderia simplesmente abusar de seus pensamentos, com a curiosidade de saber o que ele sentia por mim. E quando eu desse check, eu iria saber exatamente tudo sobre ele. Não que eu esteja abusando dele com essa comparação inútil. Mas era o que realmente parecia para mim.
Harry não era o tipo de cara, na qual deixava o que sentia a amostra, e as vezes isso fazia-me pensar que ele não sentia nada além de atração, o que me deixava triste, pois eu sentia algo mais. E eu realmente daria o mundo para saber se ele também se sentia assim. Ele acabou com seu casamento por minha culpa e eu ainda me sentia culpada em relação a isso. Apesar de que Beatrice não era uma das melhores esposas, idem Harry. Talvez não fosse para dar certo. Dizem que tudo acontecer por um motivo.
Senti uma das mãos de Harry sobre o jeans que eu vestia. Acabei perdendo-me de meus devaneios sobre ele. Olhei-o e percebi que ele estava me fitando e que já estávamos em frente a empresa, o que fez-me perguntar-me a quanto tempo eu fiquei desatenta com meus pensamentos.
– Você está bem? – A voz rouca de Harry soou pelo carro. Seus incríveis olhos azuis brilhantes estavam a me observar. – Leeah!
– Desculpe. – Falei rápido. – Eu estava apenas pensando.
– Pensando em que? – Disse deslizando sua mão ainda em minha coxa para meu joelho apertando-o em tempos em tempos.
– Harry. — Virei-me para ele. – O que você sente por mim? – Deixei as palavras saírem livres por minha boca ao perceber o quão idiota era a ideia de compara-lo a um mero jogo de Xadrez. Por nada nesse mundo, eu teria o direito de compara-lo a um objeto inanimado na qual era movido a estratégias. Como eu tivera sido estúpida. Agora era a hora da verdade.
– Leeah. – Ele riu baixo. – Por que está perdendo seu tempo pensando nisso? — O que ele queria dizer sobre aquilo? Que não gostava de mim? wow Tem como eu me sentir pior?
– Er... Harry... – Disse Baixo. – Então, você não gosta de mim da mesma intensidade na qual eu gosto de você...?
Ele virou-se para mim e Depois dessas minhas palavras, ele parecia pensar. Estaria em duvida? Talvez. Seus olhos passaram por todo meu rosto, mas logo pararam em meus lábios. Olhei-o receosa e em seguida senti seus lábios aos meus. Um beijo calmo de inicio, mas logo em seguida pegou um rumo totalmente diferente. Um de suas mãos foi para minha nuca, puxando-me em sua direção. Com dificuldade movi-me mais um pouco para perto de si, com seus lábios ainda colados aos meus.
Sua língua explorava cada canto de minha boca, travando uma pequena batalha com a minha língua. Seu beijo estava cheio de desejo, e naquele momento, ele me queria para si. Levei meus dois braços em encontro com seu pescoço e o puxei para mim. As mãos de Harry rapidamente desceram em direção a minha cintura.
Apertou-a de leve e com minha ajuda, pôs-me sobre seu colo, fazendo-me ficar de costas para o volante. Suas mãos deslizam para baixo de minha camisa, entrando em contato com minha pele, fazendo-me arrepiar. Senti-o sorrir entre o beijo. Com isso, entrelacei seus fios de cabelos em meus dedos e os puxei fraco.
Harry separou nossos lábios e em seguida beijou meu pescoço. Joguei-o para o lado oposto do beijo de Harry, deixando minha pele livre para ele poder beijar. Os lábios macios de Harry tocavam toda a extremidade de meus pescoço e suas mãos já trabalhavam para abrir os botões de minha camisa. Fechei os olhos com força, apenas apreciando o momento. Eu o queria naquele exato momento, não importando aonde fosse, eu o queria. Eu o queria senti-lo.
Assim que todos os botões da camisa já estavam devidamente abertos, Harry delineou a curva de minha cintura com as mãos e deslizou seus dedos m direção ao meu sutiã. Senti os seus lábios levemente quentes em contato a pele de meus seios, fazendo-me delirar durante aquele momento. Harry tinha suas duas mãos bem abertas em minha costa, apertando-me e imprensando meus seus contra seus lábios.
Aquilo não poderia estar melhor, mas infelizmente sempre tem algo para atrapalhar. Escutei o toque do celular de Harry e logo algo tremendo abaixo de mim. Harry parou de me deixar e levou uma de suas mãos em encontro ao seu bolso da calça, retirando o aparelho celular.
– Alô! – Atendeu, ele. Deitei minha cabeça em seu ombro e pude descansar por um breve momento – Sim... Tudo bem, Quando?... Ok, estarei ai... Me ligue qualquer coisa. – E assim encerrou a ligação.
Levantei meu olhar para ele, e o seu já não estava o mesmo. Ele fitava o horizonte e parecia concentrado no que estava fazendo.
– Harry. – Sussurrei e o mesmo pareceu sair de um transe e em seguida olhou para mim. – Aconteceu algo?
– Tenho que ir para São Francisco – Disse, mas logo em seguida deu uma pequena pausa. – hoje no final da tarde. – Olhei-o preocupada. O que seria de tanta urgência assim?
– O que aconteceu? – Perguntei novamente, mas desta vez, mas firme. Senti suas mãos apertarem a pele de minha costa, causando uma rápida dor, fazendo-me encolher um pouco.
– Desculpe. – Disse Puxando-me para si e escondendo sua cabeça na curva de meu pescoço.
– Fale. – Falei firme.
– Meu pai está com câncer. – Disse apertando-me mais contra si. Se isso era possível. Rapidamente fiquei preocupada e senti-me mal por ele. Abracei Harry igualmente a ele.
– Calma. Você vai para São Francisco e cuide do seu pai. Não deixe nada acontecer com ele, tudo bem? – Falei em uma tentativa fula de acalma-lo. Na verdade, ele estava calmo, mas estava em choque.
– Você vai comigo. – Sua voz soou mais como uma ordem do que como uma pergunta.
– Harry... – Falei baixo. Eu tinha que resolver-me ainda. Eu ainda tinha minha vida para ajeitar. Tinha que conversar com Elizabeth, Thomas, a empresa, havia muita coisa que eu tinha que fazer.
– Você vai! – Ordenou mais uma vez. Claro que eu iria. Eu o amava, eu já mais me perdoaria se o deixasse na mão, quando mais precisava. Eu não teria coragem, e tudo o que eu queria naquele momento, era vê-lo bem novamente.
– Eu vou. – Disse beijando seu pescoço, sem segundas intenções.
Suas mãos foram para minha cintura e afastaram-me de seu corpo, quebrando nosso abraço. Ele me fitou por longos minutos, parecia pensar em algo e estava distante.
– Obrigado. – falou.
Sai de cima de suas pernas e voltei-me para o banco ao seu lado. Fechei botão por botão de minha camisa e passei as mãos em meus cabelos, arrumando-os novamente apesarem de que não estavam tão bagunçados assim. Senti Harry puxar uma de minhas mãos e em seguida entrelaçou-as.
– Calma. Eu vou com você, e nós vamos ficar com o seu pai. – Falei em uma tentativa de tranquiliza-lo o máximo que conseguiria, ele sorriu em minha direção e levou minha mão aos lábios, beijo os nós de meus dedos.
– O que eu seria sem você? – Disse, roçando os seus macios lábios em meus dedos.
– Seria tudo. – Falei por um lado triste.
Seria muito mais feliz, sem problemas para cuidar, sem mais um peso nas costas uma carga extra. Ainda estaria em um casamento, seu primeiro casamento com a mulher que amava. É, ele seria tudo. Talvez eu fosse apenas algo da hora, talvez fosse apenas aquilo e nada mais.
– Só que não. – Disse e eu não pude deixar soltar um sorriso.
Notas finais
Já são 7 da manhã e eu ainda to acordada. Fiquei escrevendo esse capitulo a madrugada toda. Não dormi, ou seja, por isso que não deve estar bom u.u
Bom, recomendem ou deixem Reviews.
~DEPENDENDO das reviews -tbm- eu vejo quando eu posto~
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