Notas iniciais
Oooi! :)
EU li as reviews, mas não respondi e blablabla.
Minha mãe comprou o livro Toda Sua anteontem (21/12) [ Para quem não sabe é um romance erótico da escritora Sylvia Day ] eu o li em um dia, não consegui dormir até acabar de lê-lo. Ai hoje de (22/12) ela comprou o outro, Profundamente Sua! Eu estou desesperada para o ler o ultimo livro, que nem lançou ainda.
Vou falar minha opinião rapidinho aqui, já que eu já li a Trilogia Crossfire da E L James tambem.
Toda Sua nem se compara com 50 Tons de cinza. O livro Toda Sua é menos voraz, tenho que falar, mas é por isso que foi o que me deixou com gosto de quero mais, preciso de mais.
.
O livro é algo que não é apenas sexo, sexo e mais sexo, igual ao 50 Tons. E algo que eu acho incrivelmente perfeito é que os dois, de ambas as partes, sofreram abusos quando eram menores.
Mas eu não poderia estar dizendo isso, porque eu acabei de falar praticamente o motivo do 2º livro [Profundamente Sua] ter sido escrito.
Okay, vou parar por aqui, pois se deixarem eu irei escrever uma carta dando minha opinião sobre ambas as Trilogias
[Mas se fosse para escolher, preferiria O romance erotico da Sylvia- Toda Sua- , pois é mais o meu tipo u.u]
Acabei de ler o Profundamente Sua, e ainda não dormi. Só iria conseguir dormir se soubesse como acabava o livro u.u Já são 7 horas e e estou aqui fazendo minha alto-critica aqui para vocês. kk' Desculpem
*Desculpem-me os erros de digitação e aproveitem*
Se você leu isso até o final, devo dizer que nesse momento eu estou "in love" por você haha :)
*Tem sexo*

Agora como eu explicaria para Thomas, que eu mal voltei a trabalhar e já preciso de alguns dias de folga? Adentrei o prédio e segui diretamente para minha sala, claro, sem conseguir passar despercebida. Fui parada no mínimo umas 6 vezes durante o percurso que fiz até minha sala. Sentei-me na cadeira e bufei ao ver papeis e mais papeis jogados em cima da mesa. Cada um com algo diferente escrito.

Na hora do almoço, sem delongas, segui para a sala de Thomas. Eu ainda não tivera falado com ele, e além do mais eu ainda teria que fala-lo sobre a futura viajem para São Francisco que eu iria fazer com Harry. Bati na porta de sua sala, e logo em seguida escutei sua voz pedindo para que eu enterrasse.

Seu olhar fora desviado da tela do computar e direcionados a mim. Assim que me viu, um sorriso grande se formou em seus lábios, deixando a amostra seus perfeitos dentes brancos.

– Oi. – Disse tímida. Ele se levantou e caminhou em minha direção. Parou na minha frente e elevou suas duas mãos para os respectivos lados de meu rosto.

– V-Você é real? – Disse tateando o máximo que podia de meu rosto. – Leeah, é você mesmo?

Não pude de deixar de cair na gargalhada sendo seguida por ele. Seu sorriso jovem não desaparecia de seu rosto por ocasião alguma e seu senso de humor também. Ele vestia uma calça preta social e uma camisa da cor azul bebê de mangas compridas enroladas até a altura de seus dois cotovelos. Dando a ele um ar mais jovial.

– Como você está? – Disse me abraçando. – Eu pensava que você só voltaria daqui a alguns dias, bem, foi o que Harry disse.

–Harry? – Espantei-me rapidamente, ele tivera falado com Harry?

– Sim, ele mesmo. – Falou voltando a sua mesa. – Por falar nele, acabei de receber uma ligação do próprio.

– E o que ele queria com você? – Falei conseguindo deixar transparecer a minha curiosidade.

– É em relação a você. – Disse dando uma rápida pausa e logo voltando a se pronunciar. – Disse que era para eu pegar leve com você, pois não era nem para você estar aqui. Ele comentou algo sobre a iniciativa de ter vindo hoje fora sua. – Assenti sorrindo. – Ele falou mais algumas coisas que não são importantes, como, me ameaçou de destruir minha carreira se eu não pegasse leve com você, e blábláblá. – Falou balançando as mãos no ar como se não desse importância com o que tivera acabado de falar.

– Destruir sua carreira? – Falei rápido, sem calma e extremamente zangada. – Ele não pode falar isso, ou pode?

– Estamos falando de Harry Noan, Leeah. – Sorriu debochado. – Me fale algo que ele não consegue por aqui pela Inglaterra.

Não acredito que Harry tivera feito aquilo, ou melhor falado, ameaçado. Ele não tinha esse direito. Não fazia nem 4 horas que eu tivera falado com ele. As vezes suas atitudes são algo que realmente eu odeio. Ele não poderia ameaçar meu chefe. A vontade de Ligar agora para ele e falar tudo o que tivera em mente, era o que não me faltava.

– T-Thomas. – Gritei comigo internamente, por ter gaguejado. – Me desculpe, eu sei que Harry não tem esse direito. Me desculpe, não sei o que deu nele hoje. Espero que você não me... – Fui interrompida por ele.

– Despedir? – Ele arregalou os olhos em minha direção. – Claro que não, Leeah. Você é uma das melhores fotografas da empresa, mesmo estando aqui a pouco tempo. Eu não seria capaz de fazer isso com você por causa do namorado idiota que você tem. – Ele disse sentando em sua mesa.

– Obrigado. – Suspirei em alivio, sem me importar como ele tivera se dirigido a Harry.

– E a propósito. – Disse levantando seu olhar para mim. – Ele falou que vocês dois irão viajar para São Francisco. Falei a ele que você pode ficar fora no máximo uma semana. Afinal, você ainda trabalha aqui, e eu sou seu chefe.

– Tudo bem. – Falei calma e ainda com raiva de Harry por ter se intrometido onde não tinha o direito. – Obrigado. – Segui para o seu lado e o abracei, agradecida. – Não vai almoçar? – Disse antes de me retirar de seu escritório, e com apenas um aceno de cabeça, ele negou.



Voltei para minha sala a uma hora em ponto. Eu teria que resolver pelo menos metade de todos aqueles papeis em cima de minha mesa. Olhei folha por folha e cada uma marcava, pedia ou insistia uma sessão de fotos. Agradeci-me mentalmente por meu trabalho ser algo que me dá gosto de fazer, caso contrario minha paciência já teria fugido.

Olhei para o relógio e vi que marcavam 4 horas. Espantei-me um pouco ao ver que as horas passaram e sem eu ter percebido. Eu já tivera arrumado mais da metade dos papeis e feito diversas ligações marcando os Photoshoots.

Levantei-me de minha cadeira e segui até a porta de meu pequeno, mas ao mesmo tempo, espaçoso escritório e assim que abri a porta, o vi ali parado com a mão na maçaneta, indicando que iria entrar. Seus olhos passaram da porta de vidro embaçada para meu rosto. Seus cabelos estavam levemente bagunçados.

Sua famosa calça preta lisa, tendo sua camisa social branca por dentro e as mangas esgarçadas até o antebraço. Ele usava um colete cinza, dando-o um ar um tanto quanto formal. Vi seu paletó sobre sua mão o tornando um tanto sexy, o modo de como estava. Ele parecia ter acabado de sair de sua empresa e por algum motivo estava ali.

Sai de sua frente, para que pudesse entrar e assim feito, fechei a porta a minha frente. Virei-me para ele e o mesmo se encontrava em pé de frente para mim, analisando cada movimento no qual eu fazia.

– Aconteceu alguma coisa? – Perguntei-o e o mesmo negou com a cabeça. Soltou seu paletó em cima de uma das cadeiras ali vazias e se aproximou de mim calmamente.

– O nosso voo irá sair em menos de duas horas. Já está pronta?

– Pronta? – Olhei-o confusa. Eu passei o dia trancada nesse escritório tentando organizar minha vida, não, não acho que eu esteja pronta. – Harry, eu passei o dia trabalhando. Estou é cansada, se é isso que você quer saber.

– Você irá querer passar na sua casa para arrumar alguma coisa?

– Claro. – Falei como se fosse obvio. Surpreendi-me ao perceber que estava sendo um tanto quanto grossa com ele, e ele já tivera percebido isso bem antes de mim. Talvez eu estivesse descontando a raiva que estava dele agora a pouco.

– Porque está arrogante? – Disse calmo e sem se alterar.

– Porque você telefonou para Thomas? Sendo que eu poderia muito bem falar com ele sobre a viajem sem comentário ameaçadores adicionais? – Semicerrei os olhos na sua direção e sua postura continuou a mesma, o que só estava me fazendo ficar mais impaciente e com mais raiva.

– Você não respondeu minha pergunta.

– E nem você a minha, Harry. – Falei indiferente. – Porque ameaçou a Thomas? É um tanto quanto desnecessário, não acha?

Ele negou com a cabeça, antes de falar que não. Encarei-o incrédulo. Como não? Aos pouco ele foi se aproximando e ao longo do trajeto, fui dando passos para trás.

– Pare. – Falei como se fosse adiantar algo. Senti a parede entrar em contato com minhas costas. – O que você quer? – Perguntei já impaciente.

– Nesse momento? – Perguntou retoricamente e eu fiquei calada, esperando por sua resposta. – Você.

Assustei-me com a resposta. Harry não estava igual desde a ultima vez que falei com ele, que fora dentro do carro. Ele estava mais agressivo, agressivo bom. Ele colocou suas mãos na parede atrás de mim ao lado de meu rosto, prendo-me a sua frente. Sua respiração já estava pesada e eu já podia senti-la contra o meu rosto.

Senti seu perfume adentrar minhas narinas, fazendo-me viajar ao apreciar seu delicioso cheiro. Seus olhos se fecharam, mas rapidamente se abriram. Harry encostou seu corpo no meu, empresando-me contra ele e a parede. Pisquei sucessivamente na tentativa de tentar me concentrar e não me perder no momento.

– Harry... – Praticamente gemi seu nome, mas não era para parecer isso. Queixei-me mentalmente por não aguentar a seus encantos. Assim que iria completar minha frase, senti a língua de Harry sobre meus lábios, deslizando por ambos. Minha boca já estava entreaberta, para auxiliar-me na respiração e meus olhos já se fechavam para apreciar o momento.

Levei minhas mãos para seu peitoral, coberto por seu colete cor grafite, separando um pouco nossos corpos. Em seguida, senti os lábios de Harry juntamente aos meus. Sua língua adentrou minha boca e com movimentos calculados começou a se movimentar grosseiramente.

Deslizei minhas mãos sobre seu corpo até alcanças os seus fios de cabelos e foi ali que parei. Prendi meus dedos em seus cabelos e os puxei delicadamente. Harry voltou a colar meu corpo no seu e em seguida, levou suas duas mãos para ambas minhas coxas, apertando-as e assim que teve chance, tirando-me do chão.

Enrolei minhas pernas na sua cintura, sem partir o beijo. Harry desgrudou-me da parede e andou para trás a procura do pequeno sofá da sala e assim que o encontrou, caiu de costas mas não se importou com a dor que sentiu. Sorri entre o beijo ao sentir o baque de seu corpo ao meu.

Separei nossos lábios e sentei em sua cintura, o que fez-me incomodar ao sentir o volume em sua calça. Sorri sapeca na sua direção e dei uma rápida rebolada, causando atrito com seu membro. Seus olhos se fecharam e ele semicerrou os dentes ao soltar um baixo gemido.

– O que você quer, Harry? – Falei seria. Os seus olhos se abriram novamente e encontraram os meus. Azul com castanho.

– Você. – Falou levantando as costas do sofá, fazendo-me deslizar para as suas pernas, e sentou-se. – Agora. – Seus lábios procuraram com urgência os meus e assim que os achou, começou a me beijar novamente.

Ele deitou-se por cima de mim sem dificuldades nenhuma e levou uma de suas mãos para dentro de minha calça, desabotoando com agilidade o botão.

– Aqui. – Completou.

Senti seus dedos tocarem minha pele, logo depois de ter aberto o botão de minha calça. Levantei um pouco minha cintura e em seguida senti meus jeans sendo puxados brutalmente para baixo. Harry estava... diferente. Estava mais atirado, o que me fez lembrar da primeira vez em que transamos. Seu tom de dominação e ferocidade voltaram para si e aquilo só fazia-me apaixonar mais por ele.

Os dedos de Harry logo tocaram meu clitóris e em seguida começaram a massageá-lo. Fechei meus olhos e deixei o gemido sair abafado por entre o beijo. A mão de Harry estava em um local estratégico e bem posicionado, tento toda minha área intima no alcance de sua mão.

– Vou fazer você gozar com apenas esses movimentos. – Sussurrou ao pé de meu ouvido. Senti um arrepio passar por meu corpo aquele momento, fazendo-me deseja-lo. Seus dentes cravaram o lóbulo de minha orelha, mordendo com força, fazendo-me gemer.

Harry massageava meu clitóris com rapidez e raiva. Minha cintura já acompanhava seu movimento, imprensando seu dedo mais ainda contra meu órgão de prazer. Fechei os olhos e soltei um alto gemido assim que senti que estava preste a chegar em meu ápice e gozar. Os lábios de Harry procuraram os meus e com um ultimo aperto, cheguei ao clímax gemendo com a boca de Harry colada a minha.

– Mal toquei em você. – Sussurrou, roçando seus lábios aos meus. Minhas pernas estavam fracas e eu estava exausta apesar de não ter feito absolutamente nada.

Senti um dos dedos de Harry escorregar para dentro de mim, senti meu corpo se contorcer. Harry deslizou com facilidade seu dedo por mim, colocando e tirando o dedo. Apertei sua costa com as unhas tentando impedir que um gemido saísse por minha boca.

– Vou fazer você gozar de novo. – Sua voz saiu extremamente rouca e sedutor e pude ouvir promessas nas suas palavras. Claro que ele iria fazer-me gozar novamente. Tudo que era relacionado a ele, me fazia delirar e deseja-lo cada vez mais para mim.

Harry apertou meu clitóris com brutalidade e colocou mais dois dedos para “brincar” comigo. Por impulso, minha cintura começou a se movimentar com sincronia aos dedos de Harry. Com os movimento lentos e extremamente gostosos.

Puxei o corpo de Harry contra o meu e o apertei ao sentir que gozaria novamente. Meu útero se revirava e já explodiria em orgasmos múltiplos, mas Harry parou seus movimentos sem nenhuma explicação, deixando-me na vontade.

Olhei para ele indignada e ele sorriu em minha direção. Eu já estava suada e eufórica e agora agoniada a espera de mais um orgasmo.

– Não posso brincar? – Um sorriso sapeca se estampou no seu rosto e eu apenas fechei os olhos.

Senti Harry se mexer em cima de mim e em seguida o seu membro roçar contra minha intimidade, já ereto. Senti minha respiração se descompassar e abri meus olhos para contempla-lo. Harry roçou a cabeça de seu pau contra a entrada de minha buceta, deixando por desejar.

Olhei-o já agoniada querendo meu segundo e ultimo orgasmo, mas se dependênce dele, ele passaria a tarde brincando comigo. Levei uma de minhas mãos no seu pau e o alinhei contra minha entrada. Levei a outra mão até sua bunda e a empurrei para baixo, fazendo Harry gemer ao entrar em mim.

Rodei meus olhos ao sentir a enorme sensação de prazer de sentir Harry dentro de mim, preenchendo-me. A sensação que eu nunca mais tivera sentindo. Comecei-me a movimentar-me debaixo dele para movimentos mais rápidos e assim aconteceu. Harry apoiou-se com os antebraços um de cada lado ao meu lado no sofá e com uma perna no chão para ter mais equilíbrio.

Seu membro adentrava e saia brutalmente minha vagina a procura de mais e mais. Comecei a acompanha-lo nos movimentos. Harry mantinha seus olhos vidrados aos meus para não perder contado. Sua boca entreaberta deixando-me por desejar.

Comecei a pressionar-me mais ainda contra seu membro e Harry a fazer entocadas brutais. Deixei meus gemidos saírem soltos, não me importando com as pessoas ali perto. Uma penetrada, duas penetradas, três penetradas... Na quarta, cheguei ao meu orgasmo gritando abafado de prazer.

Senti o membro de Harry pulsar dentro de mim e ele também já gozaria. Fechei meus olhos para sentir a sensação de seu esperma sendo jorrado para dentro de mim, mas não foi exatamente isso que aconteceu.

Harry saiu de mim rapidamente e quando consegui abrir meus olhos, senti seu membro em minha boca. Levantou minha cabeça e começou a manusear-me para lhe chupar. Olhei-o e vi que sorria e estava quase explodindo de prazer ao senti minha língua deslizar pelo seu membro ferozmente. Cansada e com a respiração ainda descompassada, chupei-o e masturbei-o o máximo que pude até sentir seu liquido sendo atirado contra minha goela. Engoli com certa dificuldade o liquido pegajoso e chupei-o até a ultima gota que consegui.

Harry iria cair sobre mim, mas não o fez. Apertei meus lábios envolta de seu membro mostrando gosto e o vi sorrir cansado. Ele se jogou deitado ao meu lado no sofá, mostrando exaustão. Sua mão rodeou minha cintura e puxou-me mais para mim. Senti sua respiração pesada ao meus ouvido e logo em seguida seus lábios no topo de minha cabeça.

– Você é perfeita, meu anjo. – Falou antes que o silencio tomasse conta daquele ambiente, senti suas mãos alisarem meu cabelo em forma de afeto, o que fez-me sentir especial.

Eu estava me sentindo cansada e já até tivera esquecido da nossa viajem para São Francisco. Senti-me mais perto de Harry naquele momento, após o sexo brutal que tivéramos acabado de ter em meu escritório. Lembrei-me que a porta esta aberta e que a porta era de vidro embaçado. Imaginei qual seria a cara de alguma pessoa que entrasse naquela sala naquele momento e não pude de deixar um baixo e rápido riso sair por meus lábios. Eu estava exausta de mais para rir mais do que aquilo.

– Do que você está rindo? – Harry se pronunciou tirando-me de meus devaneios.

– Você sabe que esta porta está destrancada não sabe? – Falei levantando meu rosto para encontrar seus olhos.

Ele me observava cautelosamente, analisando-me. Sorri em sua direção e o mesmo sorriu em resposta para mim. Senti seus lábios sobre o meu, depositando um demorado e delicado beijo romântico.

– Eu mataria o desgraçado que a visse desse jeito. – Falou ao separar nossos lábios. – Apenas eu tenho o direito de vê-la nessas condições. – Disse fingindo raiva, mas não conseguiu. Sorri com sua resposta, pois senti-me protegida com tão poucas palavras.

– Harry... – Sussurrei seu nome e tive o total de sua atenção voltada para mim. – Nós não podemos perder o voo. – Falei lembrando-me desse grande detalhe.

– Não vamos, anjo. Aquele avião só irá sair de solo quando eu autorizar. – Disse, fazendo-me já imaginar que não iriamos em um avião comercial e sim no seu particular.


Notas finais
Desculpem-me pelas ENORMES notas iniciais! kkk
O que acharam?
Não sei quando irei postar, vejamos.... quando eu chegar aos 500 comentários eu posto novamente. Acho que não vai demorar já que tenho mais de 120 leitores e faltam meus de 50 comentários para os 500, então por favor... Deixem reviews!
[QUANTOS ANOS VOCÊS ACHAM QUE EU TENHO?] respondam nas reviews pfvr ahah
Até a proxima meus anjos.