The Wicked Games

2 Capítulo 2 — Oberyn — Remember Me For Centuries...


Notas iniciais
Oláaaaaaaaaaa colegas lordes de Westeros -n Bem vindos ao segundo capítulo wee q Ai gente vocês me deixam felizes com as fichas que mandaram ç.ç Principalmente a Pipper, lais m, Queen Targaryen e Hardie Fairban e quem mais mandou que eu esqueci q Ah falando nisso as personagens são ótimas

Some legends are told, some turn to dust or to gold, but you will remember me, remember me for centuries, and just one mistake, it's all it will take, we'll go down in history, remember me for centuries, hey, hey, hey, remember me for centuries. Mummified my teenage dreams, no, it's nothing wrong with me, the kids are all wrong, the story's all off, heavy metal broke my heart, come on, come on, and let me in, bruises on your thighs like my fingerprints, and this is for tonight, the darkness that you felt, I never meant for you to fix yourself — Centuries — Fall Out Boys — Clique! — "Uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar se quisermos que se mantenha afiada." — Tyrion Lannister

A caravana em que se encontrava a família real dornesa andava calmamente pela a trilha da estrada do rei, havia quase duas semanas. Rhaenna e Naerys encontravam se dormindo, para a sorte de Oberyn que estava quase desnudo, com Ellaria em seu colo, com o tronco descoberto, gemendo baixo para que não acordassem as jovens. Oberyn apertava seus seios com delicadeza, enquanto beijava seu pescoço, até que Ellaria começara a se arrumar e saiu do colo de Oberyn. A carruagem já estava bem perto de Porto Real, quando Rhaenna e Naerys, junto com Ellaria e Oberyn saíram da carruagem sem que fossem questionados por todos os guardas que protegiam as carruagens de roupas e pertences, selaram apenas dois cavalos: Rhaenna montaria no mesmo cavalo que seu pai e Naerys montaria com Ellaria . Começaram a andar calmamente, em rumo a Porto Real, enquanto as carruagens ficavam menores e invisíveis, a medida que adentravam a floresta. Não cavalgaram muito, até verem finalmente a cidade de Porto Real. Não era tão grandiosa quanto Dorne era, mas para Oberyn é o bastante. Andou calmamente em cima de seu cavalo, para um canto escondido da Fortaleza Vermelha, onde desceu e parou, depois de alguns minutos. Ajudou Rhaenna a descer, observando a filha.

— Você sabe o que fazer, Rhaenna. — Oberyn arqueou a sobrancelha, observando a filha que assentia.

— Claro que sei, pai. Você me criou bem, lembra? Vamos, Naerys. Não podemos ser vistas.

Rhaenna e Naerys se afastavam. Oberyn montou seu cavalo novamente e observou Ellaria com um sorriso viperino, que era seu costume. Oberyn e Ellaria correram o mais rápido que conseguiram para perto da comitiva. Ambos se colocaram não muito a frente, mas não tão nas últimas posições da comitiva. Oberyn já conseguia identificar sua comitiva de recepção. Lá estava. Tyrion Lannister, o Duende. Oberyn sorriu minimamente então voltou a expressão séria habitual. Oberyn não parecia muito a vontade com os Lannister. A última vez que os vira, fora no Saque de Porto Real, que não dera muito certo, e perdera também, sua irmã, Elia, com quem era ligado e amava, soltou um suspiro triste. Ele estava lá por Elia, e também por Rhaenna, sua menina. Ele não admitia a ninguém, mas tinha receio do dia do casamento de Rhaenna e a filha ser mal tratada pelo o marido. Ele o mataria se isso ocorresse. Ninguém maltratava sua Rhaenna. Assim que a comitiva chegou próxima o bastante de Tyrion, e ouviu apenas a voz do anão.

— Muito prazer senhores, recebemos a notícia de sua chegada e Lorde Joffrey, senhor protetor de Porto Real e Ponta Tempestade pediu-me para que viesse lhes dar as boas vindas em seu nome. O senhor meu pai, conselheiro de Joffrey, manda as mesmas saudações. — Oberyn se aproximava calmamente, esperando que Rhaenna já tivesse terminado. Ele via que Tyrion estava confuso. — Qual de vocês é o Rei Doran?

— A saúde de meu irmão exige que ele permaneça em Lançassolar. — Oberyn dizia cordialmente, mas a cortesia era levemente forçada, ele já conseguia fingir ser cortês e impedir que percebesse, afinal, era anos de prática. — Vossa Graça me mandou em seu lugar. — Ele finalizou calmamente.

— Joffrey ficará lisonjeado ao ter um guerreiro de altíssimo nível e valor e talentos quanto ao Príncipe Oberyn de Dorne. Vossa alteza, uma pergunta. Me disseram que sua filha, Rhaenna viria com sua criada, uma jovem de Volantis, afinal, onde está a bela Rhaenna?

— Rhaenna já chegou a Porto Real, algumas horas antes, está fazendo os preparativos necessários, claro, Duende. Não pense que você terá qualquer oportunidade, ou que seus familiares arranjarão casamento para minha Rhaenna. Tente e todos os Lannister o Baratheon irão morrer. — A delicadeza e sutileza nas palavras de Oberyn eram algo notórias.

Oberyn e Tyrion conversavam calmamente, enquanto a comitiva de Oberyn o seguia de perto. Ellaria estava desconfiada das ações daquele anão, não confiava em Tyrion Lannister, estava certa. Nada era tão simples com os Lannister, ou os Baratheon, principalmente com Tywin Lannister. Após a comitiva finalmente chegar a comitiva, Tyrion e Oberyn desceram da comitiva, onde uma mulher de cabelos negros a esperava. A mulher era esguia, sem dúvidas. Tinha um corpo esbelto, mas naquela rara ocasião, Tyrion a fizera não usar armaduras. A conseguiu apenas isso e afastar a espada? Não era algo que Tyrion fazia com frequência para a mulher em seus serviços.

— Príncipe Oberyn, senhorita Ellaria, senhores e senhoras. Esta bela jovem é Valyra Prior, uma mercenária de Bravos que me serve lealmente. Que me ajuda em vários aspectos. Sou grato pelos deuses por me mandarem Valyra. Talvez sem ela, teria sido morto bem antes. — Tyrion disse pensativo. — Bem, Valyra garantirá que chegarão em segurança. — Tyrion garantiu.

— Sejam bem vindos a Porto Real, senhores. — A mulher fez uma reverência. — Sigam me, os levarei para os aposentos. Lorde Tyrion tem assuntos pendentes com seu pai, coisa que ele esqueceu. — Valyra dizia as palavras com uma raiva não tão evidente, mas levemente notória.

Oberyn não discutiu. Deu de ombros e viu seu cavalo ser levado pelo o castelão, após descer junto com Ellaria. Oberyn e Ellaria andavam atrás da jovem bravosi, que lhes contava um pouco sobre o que acontecia em Porto Real. Porto Real não era mais a Capital de Westeros, o posto agora, pertencia a Dorne, já que era lá que o povo dornense vivia e lá onde Doran Martell poderia governar tranquilamente e sem necessidade de grandes locomoções. As histórias de Valyra não eram tão interessantes, mas passaram a ser, a partir do momento em que a bravosi revelara que em Porto Real, estava Rowena Stark. Oberyn não sabia muito sobre ela. Sabia apenas que era a irmã gêmea do jovem lobo, Robb Stark. Ela tinha sido enviada para Bravos, um ano antes pelo o irmão para tratar de alguns negócios com o Banco de Ferro, algo que levara muito tempo. Só sabiam apenas isso. Agora sabiam que Rowena Stark estava em Porto Real. Oberyn achou isso um tanto divertido. Gostaria de conhecer a garota Stark. Oberyn estava pensativo enquanto caminhava ao lado de Ellaria. Ele tinha uma leve preocupação com Rhaenna. A preocupação sumiu de sua mente, ouvindo novamente a voz de Valyra.

— Fiquem aqui. Tem alguém no quarto de vocês. — Valyra disse calmamente, enquanto entrava no quarto que seria ocupado pelos dorneses.

Oberyn arregalou os olhos desesperado. Ele sabia quem estava lá. Se a vadia de Bravos matar Rhaenna eu a matarei! A fúria fez com que o príncipe andasse rapidamente para o quarto, enquanto ouvia algumas coisas caindo e se quebrando. Que os deuses sejam bons e protejam minha Rhaenna, por favor. Oberyn não era religioso, mas por sua filha valia tudo. Seus pés não eram mais guiados por seu cérebro. mas pelo o instinto de proteção por sua menina. Viu um quarto com as cores dos Martell, uns travesseiros pelo o chão, uma cama grande, uma mesa e uma bela vista do mar. Mas também viu Rhaenna presa por uma mão em seu pescoço a sufocando. Oberyn ficou mais desesperado quando viu uma fileta de sangue saindo do braço de sua filha e a bravosi com sua espada em punhos.

— Pai! Por favor... — Rhaenna estava com medo pela a primeira vez na vida e temia por ela. As lágrimas da morena faziam Oberyn se desesperar mais.

— Solte a, sua garota louca! É a minha filha! Ela está aqui a meu pedido! — Oberyn gritou furioso com a bravosi.

Rhaenna estava sufocando. Beirava a ficar azul e seu medo era o que mais preocupava Oberyn. Aquela bravosi realmente teve a ousadia de machucar sua Rhaenna. Ele não deixaria aquilo barato, mas seria pior se Rhaenna estivesse morta. Viu Valyra soltar Rhaenna que caiu no chão, ofegante e com uma marca roxa em seu pescoço. As lágrimas ainda continuavam. Oberyn soltou a mão de Ellaria e correu para a filha, a abraçando.

— Você está bem, minha filha?

— Eu e-estou. — A respiração estava pesada. — Acho que vou ter que usar algo com gola alta ou que cubra o pescoço essa noite. — Ela sorriu. — Pai eu ficarei bem. Se acalme, por favor. — Ela ficou abraçada ao pai, que parecia com medo.

— Rhaenna você é sangue do meu sangue, não há como me acalmar com meu próprio sangue em perigo.

— Quando é Nymeria, Obara, Tyene ou Sarella não se preocupa. Ou mesmo Dorea, ou Loreza ou Elia. — Ela arqueou a sobrancelha.

— Nenhuma delas foi criada com o pretexto de ser uma dama ou tem o amor incondicional do rei de Westeros, Rhaenna. E também foi a quem mais afeiçoei. Sabe disso. — Ele suspirou fundo. — Vá para o seu quarto e peça para que Naerys lhe ajude com o banho. Temos trabalho.

— Sim meu pai. — Rhae engoliu todo o seu orgulho saindo, acompanhada com a bravosi que tentara lhe matar.

Enquanto Oberyn observava Rhaenna se afastar, viu Ellaria reaparecer. Ellaria se sentou a cama de Oberyn com um pouco de curiosidade. Afastou se o máximo da porta se deitando na cama ao lado de Ellaria. Tudo o que Oberyn precisava, era distrair sua mente da tentativa de morte da sua filha, ou quase. Dormiu por alguns minutos, até que acordou, cansado, mas ainda com sono. Viu Ellaria já vestida com trajes brancos. Não era uma cor comum em Dorne, mas realçava a beleza da mulher. Abriu um sorriso simples, vendo Ellaria se retirar e foi se banhar.

Quando Oberyn acabou seu banho, vestiu um longo casaco amarelado com detalhes dourados de sol e uma calça marrom, com botas da mesma cor. Colocou uma corrente prateada e arrumou o cabelo o melhor que conseguiu. Afinal, era uma festa importante para os Baratheon, era o café da manhã da véspera do casamento de Joffrey Baratheon. Oberyn tentava se lembrar do que falavam do garoto Baratheon, enquanto andava para os aposentos de Rhaenna, para que pudessem seguir para o café da manhã, já que Ellaria tinha ido com a sua guarda. Andou calmamente até se lembrar. Ah sim, o garoto Baratheon não passa de um poço de merda reunidos. Ainda bem que ele não é rei. O jovem dornês, apesar de não tão jovem, lembrava se de sua juventude. As aventuras com Elia e o dia de sua morte. Tentava apenas se lembrar do bom de Ellaria. Suspirou fundo e bateu na porta do quarto de Rhaenna, assim que chegou.

— Rhaenna, você está pronta para conhecer seu 'noivo'?

— Pronta? Nunca estou, pai. Estou pronta para ir, mas para conhecer o Targaryen que acha que vai ser meu dono? Nunca. — A jovem dizia entredentes. — Ele vai se casar com uma dornense, você me ensinou que nós dornenses não nos deixamos domar fácil.

— Ele vai ter um trabalho fodido. — Oberyn suspirou pesadamente, sendo derrotado por sua filha. —Afinal, está linda. Ainda bem que o vestido esconde a marca que aquela bravosi fez. Se seu tio estivesse aqui...

— A bravosi tinha sido morta na hora. Pai, veja bem. — Ela soltou um suspiro. — Eu sei que quer matar a maldita bravosi, mas pense. Acha que será bom causar problemas com Tyrion Lannister ou até mesmo Tywin Lannister por uma coisa a toa? Eu não morri, sinta se feliz por isso e esqueça isso. — Rhaenna dizia solene, enquanto enganchava o braço de seu pai.

Uma coisa que a Víbora Vermelha odiava, era quando sua filha tinha razão. Beijou o topo da cabeça da menina e andou para o salão com passos leves e uma vez ou outra ajudando a filha com o vestido, ou seja, ameaçando quem pisasse no vestido da filha. Não que Rhaenna fosse vaidosa, mas tinha que ter uma boa aparência para conhecer o homem com quem passaria o resto da vida, não acham?

Rhaenna tinha uma capa em punhos, para caso precisasse ou quisesse fazer uma fuga drástica do evento, junto a seu pai para que fizessem algo mais interessante que ficarem ouvindo sobre a política maldita de Westeros. Ambos ouviam muito em Dorne, e nessas viagens, eles gostavam de descanso. Observavam as várias pessoas e representantes das casas ao longo do corredor, até verem uma mulher loira, voluptuosa.

— Afinal, filha vadia de Oberyn Martell. — A mulher sorria com escárnio.

— Do que você me chamou, vadia Lannister? — Rhaenna prensou a loira contra a parede, após se soltar de seu pai. Levou as mãos as pernas, de onde sentiu a bainha da espada, a retirando e a colocando contra o pescoço da Lannister.

— Querida, não negue a verdade.

— Ao menos pelo que eu sei, meus filhos não são todos bastardos. Afinal, eu não tenho nenhum mesmo. Que desprazer lhe ver, Cersei. Você não tinha de estar fodendo seu irmão? — O sorriso viperino característico de Oberyn aparecera em Rhaenna.

— Você está em minha casa, peste. — Cersei dera um tapa forte no rosto de Rhaenna. — Tem sorte que valorizo as leis de hospedagem e não a mato.

— Além do mais se me matasse conseguiria problemas com vossa graça. Se me permite... — Rhae abriu seu sorriso mais falso.

Guardou a espada na bainha do vestido e se ajeitou melhor, aproximando se do pai. Oberyn lhe lançou um olhar repressivo, como se não aprovasse a atitude de Rhaenna que apenas abaixou os ombros e seguiu o pai. Os passos foram um pouco mais rápidos até que viram a mesa com o café da manhã pronto. Oberyn deu de ombros, tirando um saco do bolso do casaco que usava, observando Joffrey Baratheon e Margaery Tyrell. Margaery era atraente sem dúvidas, morena, corpo formado, rosto delicado, mas para ele, a jovem Tyrell não chegava aos pés de sua Rhaenna ou alguma de suas filhas e Ellaria. Aproximou se do garoto Baratheon com sua filha o seguindo. Fez um sinal para Ellaria se aproximar e estendeu o saco ao garoto Baratheon.

— Lorde Joffrey, em nome da família e da Casa Martell, lhe dou nosso presente de casamento, um frasco com um dos venenos mais potentes em Dorne e seu antídotos para caso de cometer erros. — Oberyn dizia de uma forma polida. Empurrou levemente as costas de Rhaenna para que ela se aproximasse de Joffrey. — Esta moça, é minha bela filha, Rhaenna Martell, um de meus orgulhos.

— Milorde. — Rhaenna se apresentou e fez uma reverência. — É uma honra lhe conhecer. — Rhaenna disse de maneira polida e sofisticada.

— Claro, claro. A filha bastarda de Oberyn Martell com uma Dayne que vai se casar com um inútil qualquer filho do Rei Louco.

— Perdão, Milorde. Você insultou mesmo nosso pai? E a mim? — Todos os olhares do salão se dirigiram para o loiro que vestia um gibão preto embaixo de uma malha vermelha, com calças pretas e botas pretas.

— E-Eu peço perdão, milorde. — Joffrey se encolheu. — Lorde Aion, lady Alyssanne. Bem vindos a Po-Porto Real.

A loira postou se ao lado de Rhaenna enquanto andava, e Oberyn observava apenas. Ambas se abraçaram e sorriram. Os gêmeos Targaryen... Por sorte quem tem pretensão ao trono é Alyssanne e não Aion. Oberyn estava satisfeito por sua menina não se casar com um futuro rei. Observava atentamente Aion Targaryen se aproximar de sua irmã, a abraçando por sua cintura. Sabiam todos ali que os Targaryen tinha o costume de casar sangue com sangue, porém Oberyn teve sua atenção desviada para outra pessoa que adentrou o salão.

— Lady Rowena Stark, muito prazer em lhe rever. Fui a Winterfell quando tinha sete anos, creio.

— Ah sim, me lembro de você, príncipe Oberyn. É um prazer lhe rever. — A jovem morena disse com sua educação polida. — Onde está Rhaenna? Faz um tempo que não a vejo.

— Com os gêmeos Targaryern milady. Podemos jantar mais tarde para conversarmos a negócios, minha senhora?

— Sim, claro Lorde Oberyn. Com a sua licença.

Rowena saía graciosamente com passos calmo em direção a Rhaenna e a loira Targaryen. Oberyn observava apenas as moças, enquanto bebia uma taça de vinho que pegara em uma mesa qualquer, enquanto pensava também em como estaria a cidade, fora da Fortaleza Vermelha.

— Milorde? — Oberyn observava agora, quem lhe chamava. A bravosi. — Sinto muito por sua filha, Rhaenna, principalmente. Não foi minha intenção o ofender. — A jovem disse automaticamente.

— Diga me, senhora. Você já deflorou? Já se casou? Já teve filhos? Não diga para mim que não foi sua intenção me ofender. Você fere minha filha, sangue do meu sangue. É ofensivo. Mesmo que acidentalmente. Então, não. Não aceito suas desculpas, e diga a Tyrion Lannister que se ele quiser que eu lhe perdoe, ele deverá fazer melhor e diga a ele, que os Lannister não são os únicos que pagam suas dívidas. — O Martell dizia friamente encarando os olhos da jovem bravosi. — Com sua licença, milady.

Oberyn Martell saía de perto da Bravosi levemente irritado, mas tentava esconder a irritação ao máximo. Aquele dia, era importante para Dorne, o dia do primeiro contato de sua filha com o noivo e ele a protegeria de qualquer um, postou se ao lado de uma pilastra, com Ellaria abraçada em sua cintura, apenas observando aquela festa. No dia seguinte, Joffrey Baratheon se casaria e no próximo dia partiria para Dorne, caso não houvesse imprevistos, e Oberyn rezava silenciosamente para que não houvessem imprevistos.

(x)

2 coisas que não caberá nas notas. Pessoa que criou Lilith Martell precisamos conversar e as coisas das regiões era pra ser opcional mas a trouxa colocou obrigatório /morre. Se quiserem que faça parte da história me avisem ~o~

Notas finais
Duas personagens já foram apresentadas, mas trabalhei um pouco mais mesmo, a Valyra. Que é a Elizabeth Olsen, a Rowena vou trabalhar melhor em outro capítulo -v- Música da Rowena: Elastic Heart - Sia e sim o noivo da Rhae é o Francis de Reign porque Reign é minha paixão eterna /morre Ah, a pessoa que mandou a Lilith precisamos conversar mp me q