The Wicked Games
3 Capítulo 3 — A Place In This World
Notas iniciais

Um covarde pode ser tão bravo como qualquer homem quando não há nada a temer. E todos cumprimos o nosso dever quando ele não tem preço. Como parece fácil então seguir o caminho da honra. Mas, cedo ou tarde, na vida de todos os homens chega um dia em que não é fácil, um dia em que ele tem de escolher — A Guerra dos Tronos — Maybe i'm just a girl on a mission, but i'm ready to fly — Taylor Swift — Clique Aqui!
Essos. Um dos pouquíssimos reinos além do Mar Estreito que se tinha uma vasta liberdade religiosa, de expressão. Onde se localizava as maiores cidades: Lys, Meereen, Braavos, Volantis, Qarth, Vaes Dothraki, entre outras. Todos prosperavam, incluindo os nobres Targaryen que foram exilados de Westeros após a falha rebelião de Robert Baratheon, que acabou ironicamente, coroando os Martell. Lá em Braavos, onde os Targaryen governavam Essos se localizava o maior banco de Westeros e Essos: O Banco de Ferro. E lá também, vivia uma doce bravosi que não tinha muito a ver com os Jogos de Poder de Westeros e Essos, evitava ao máximo entrar nele, Adela Pieve. Uma jovem de família rica que provavelmente, seria rainha de Essos, assim que o Rei Louco morresse, e seu noivo Aegon fosse coroado, e Adela se casasse. A ideia não era das melhores, mas quem era Adela para discutir? Ela andava por Braavos com seu vestido rosa claro com passos calmos, enquanto esvoaçava por suas costas. Até que ouviu um chicote estalando. Correu como conseguiu para perto do barulho do chicote, até ver. Um homem batia no outro com um chicote, ela suspirou fundo.
— O que ele fez? — Perguntou de uma maneira solene, mas fria.
— Minha senhora, aqui não é lugar para uma dama...
— Meu senhor, eu serei sua futura rainha, por favor. Responda me, ou eu terei muito prazer como meu primeiro ato, ordenar sua morte. — Se eu me casar... Adela sorria com graça. — Ah! E por favor, enquanto eu estiver aqui, não use o chicote.
O homem correu afastando se o mais rápido que conseguiu de Adela. A bravosi aproximou se com calma, do escravo, e o tirou do pelourinho a onde estava. Os passos eram ligeiros. A bravosi aproximou se do chão e ajudou se levantar do chão. Ele a encarou com medo, observando a bravosi.
— Por favor, senhora. Não me castigue. — Ele afastou da jovem e se encolheu. Falava no idioma comum com Adela.
— Acalme se senhor. Não vou lhe machucar. Apenas quero saber. O que fez?
— E-eu estava com a filha de meu senhor. E-eu a deflorei.
— Você a ama?
— Sim, senhora. Eu a amo. — Ele confessou.
— Aguarde minha carta. Dê este dinheiro a seu senhor, avise para ele preparar as papeladas de compras. Eu farei uma viagem em breve e depois tratarei do papel de compra de escravo. — Ela piscou sorridente, se afastando do escravo, após lhe dar o dinheiro.
Enquanto Adela afastava se do escravo, ela andava com passos tranquilos, até que notou ser seguida. Quando finalmente parou de andar, se virou. Apoiada na parede, mais próxima de onde Adela estava, lá estava Alyssanne Targaryen que a encarava com certo escárnio.
— Mais um escravo, Adela? Você não cansa?
— O que você quer, Aly?
— Está na hora, Adela. Vamos salvar minha 'querida parente oculta'.
Adela bufou, concordando com um aceno de cabeça. Com passos calmos, seguia Alyssanne para o barco que levaria a ambas para Pedra do Dragão, onde a garota Targaryen era escondida. Adela e Aly conversavam sobre algumas coisas, principalmente Westeros, os noivados, as alianças e Rhaenna. Rhaenna Martell era a melhor amiga de infância de Aly, tinha apenas um ano a menos que ela e os irmãos. A saia de Alyssanne esvoaçava por trás de si, junto com sua capa. Após chegarem ao porto de Braavos, Alyss puxou a mão de Adela a levando mais rápido para o barco. A viagem não seria tão curta, porém não tão longa. Tinham duas mudas de roupa. A viagem parecia que não ia ter nada anormal, apenas entraram no barco, onde ambas saudaram Aion e foram para a cabine, onde dormiram.
— x —
Alguns dias de viagem se passaram e o barco dos Targaryen atracara em um porto escondido na Pedra do Dragão. Adela estava com um vestido rosa e uma foice, já Alyssanne com uma saia e uma blusa e um machado, e Aion com uma espada. A cidade não tinha tantas pessoas e o cheiro não era do mais agradável. O trio andava um pouco mais apressado, até finalmente verem um septo abandonado com duas mulheres paradas.
— Suas responsabilidades são as guardas, seu Aion. — Alyssanne disse sem pensar duas vezes. — Anda logo, filho da puta.
— Alyssanne, já te disseram o quanto você é uma vaca? Aposto que não. Minha mãe é a mesma que a sua, se eu sou um filho da puta, você também é. — Aion sorriu vitorioso se afastando da irmã deixando uma Adela risonha.
Alyssanne e Adela observavam o loiro aproximar se das guardas e tentar conversar com elas sobre algo. Tentou entrar no septo mas não conseguiu por ser impedido pela a ruiva 1. Sorriu inocentemente, enquanto conversava com a ruiva 2. Então se aproximou de Alyss e Adela.
— Sabe o que fazer, Alyssanne.
— Cadê a faca e o doce que me prometeu antes de embarcar?
— Eu já disse sua puta gulosa. Quando chegarmos eu te dou. Já mandei Aegon, não o pai, o irmão providenciar. — Ele revirou os olhos. — Vai logo.
Alyss revirou os olhos e vestiu a capa, correndo como conseguiu, sem ser vista, até que uma espada zunia pela a jugular da ruiva 1, e Aly a deixou cair no chão. Aly correu para a mata onde Aion e Adela esperavam. E arqueou a sobrancelha.
— Adela, a foice. — A Targaryen disse solene.
Adela não questionou. Deu a foice que carregava a Alyssanne que mirou com a foice em sua frente, esperando a ruiva 2 ficar em posição. Respirou fundo e jogou a foice que rodopiou, até cortar a cabeça da ruiva com perfeição e ficar presa na porta do septo, onde ouviram um grito. Aion revirou os olhos, enquanto Adela o seguia com passos calmos, para dentro do Septo. Enquanto andavam até o septo, os corpos que estavam decapitados e com sangue saindo pela as gargantas, Adela se segurava para não vomitar. Ela suspirou e seguiu os gêmeos finalmente para o septo. Ao entrarem no Septo, viram um lugar simples, limpo e sem muita sujeira, apenas uma garota loira assustada, com um simples vestido linho de branco sem muitos enfeites.
— Anda logo pirralha, saí daí. Temos muito mar para aguentar para sair daqui. — Alyssanne dizia sem muita paciência.
— Alyssanne! — Aion a repreendeu. — Eu sou Aion Targaryen, essa é Alyssanne. Somos seus irmãos e viemos te tirar daqui.
— E como posso saber que papai não mandou vocês?
— Pelo o simples fato de que vai ter que confiar em nós, se quiser apodrecer nesse Septo, o problema é seu. — Aion dizia já um tanto entediado e dirigindo se para as portas do Septo.
— Espera! Eu... Eu quero ir embora. Só quero pegar meus pertences.
Aion sorriu vitorioso, guiando a irmã para fora do septo, com passos calmos, enquanto Adela apenas observava a loira. Afinal essa maluca quem é? Uma septã? As perguntas que Adela fazia a si mesma lhe interessavam. Por que se arriscar por uma desconhecida? Lembrou se do que ouviu no Septo. Irmã de Alyssanne e de Aion, então também era irmã de Aegon, só sabia de Daenerys e Rhiannion. Afinal, quem era a maluca? Alyssanne levava agora, a loira para o barco com Adela, no momento que a morena perguntou onde estava o rapaz, apontou para a loira. Não entendeu muito bem. Entrou no barco e se sentou em um banco no cais e esperou. Após alguns minutos de espera, as mulheres viam um loiro ferido no braço com um saco grande entrar no barco. Adela foi correndo para o príncipe enquanto Alyssanne pegava o saco do irmão e o levava para a cabine. A jovem de vestido branco não falava ou fazia nada. Assim que Adela terminou de cuidar de Aion, a loira resgatada aparecera.
— Você não gosta de mim. — A loira apontou Adela. — Tem razão. Não me conhece, não sabe quem sou. Bailee Targaryen, aliás.
— Veja senhorita Targaryen. O problema não é gostar de você, desculpe se fui mal interpretada. — Adela abriu seu habitual sorriso doce. — Eu não a conheço, não sei quem é, ao menos. Eu preciso mesmo é lhe conhecer. Eu só estava levemente desconfiada. Se lhe pareci rude, peço perdão. — Sorriu serena, para a loira. — Sou Adela Pive, aliás.
— Do que isso me importa? — Ela arqueou a sobrancelha.
Maldita Targaryen... Ela respirou fundo se afastando de Bailee, que estava rezando, enquanto Adela andava e observava Aion. Foi para um quarto da cabine, abriu o vestido que usava, o retirando e alisou seu próprio corpo, indo até o banheiro, depois de pegar um vestido de linho branco em seus pertences, que tinha detalhes em flores e nas costas rendas de Myr. Entrou na banheira, começando a lavar seu corpo, uma vez ou outra, pegava sais de banho que estavam em uma mesa próxima. Deixou seu corpo desnudo relaxar sobre a água e fechou os olhos. A água lhe ajudava a pensar em vários aspectos de sua vida. O momento filosófico de Adela foi interrompido por um certo loiro que entrava no banheiro.
— Nossa, Adela. Tem certeza que não quer o Targaryen errado? — Aion estava parado na soleira da porta.
— Aion seu tarado de merda! — Adela repreendeu com raiva. — Mesmo que eu lhe quisesse, nunca poderia te ter. Acha que seus pais desistiram dos Martell por mim? Se toca. — Ela revirou os olhos, enquanto se levantava da banheira.
Aion visualizava uma Adela nua, mas a visão era melhor. A bravosi era curvilínea, tinha seios não tão fartos quanto os de Alyssanne, mas ainda assim. Tinha uma pele branca, mas que não chegava a ser pálida e agora, os cabelos escuros, mas nem tanto, e ondulados, lhe cobria os seios. Ela apontou para o vestido branco que estava lá estendido, para que o Targaryen o pegasse. Ele o fez e abriu o vestido, dando para Adela, o vestido era simples. Com mangas longas em uma abertura não muito grande perto das mãos. Tinha um detalhe de rendas perto do pescoço. Ela se afastou de Aion com passos calmos enquanto subia para o cais.
Enquanto andava, via um corvo sobrevoando a área em que o barco estava navegando. O pássaro pousou no ombro de Adela, que tirou de sua pata, um pedaço pequeno de pergaminho. O abriu e leu rapidamente. Encarou Alyssanne com tristeza e dor.
Aly eu sinto muito... — E deu o pergaminho para a Targaryen que o leu e começou a chorar.
Meus queridos irmãos e Adela, sinto informar a vocês desse jeito, principalmente Aly. Nosso pai, Aegon, ou Rei Louco, faleceu. Minha coroação será após a volta de Aly e Adela com a garota, Bailee para Essos, Aion com papai morto, isso não te livra do casamento com a Martell, não comemore como sei que vai. Essas, eram as palavras exatas no pergaminho. Aion não falava nada enquanto lia o pergaminho. Apenas entrou na cabine e se dirigiu a seu quarto e lá se isolou, Alyssanne fez o mesmo e Adela podia jurar, mas viu a Targaryen extra, Bailee abrir um pequeno sorriso sádico, como se estivesse satisfeita. Adela se assustou, aquela viagem seria longa.
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— Afinal, onde estamos? Nós não iríamos para casa? — Bailee estava irritada.
— Você vai a onde nós te levarmos, ou eu juro pelos Sete Deuses que te tranco naquele maldito Septo, sua garota irritante. — Lilith Martell, filha bastarda de Eyre Martell que os Targaryen acharam em Harrenhall saía do barco com a Targaryen que revirou os olhos.
Poucos sabiam quem era Eyre Martell. Era um dos príncipes dornenses. Irmão de Doran e Oberyn, que encontra se desaparecido desde que fontes confiáveis de Lançassolar dizem ser dois anos de sua menina completar 16. Dizem que a menina chorou horrores e odeia quando usam o nome do pai em vão ou lhe dizem que pode estar morto. Oberyn e as Serpentes de Areia a acolheram. Fazia o que podia para ser feliz com o tio e suas primas, mas para Lilie não bastava. Doran dera uma permissão para que a sobrinha ficasse algum tempo em Braavos. Lá, Lilie ajudada por Meistres recém saídos da Cidadela, ajudavam a menina a sobreviver, tanto que ela conseguira forjar 4 correntes de Meistre, com a ajuda dos homens e isso não a satisfazia.
Quando Aion e os empregados do barco finalmente terminaram de amarrar o barco no porto de Porto Real, eles começara, a andar com passos calmos pela a cidade. Pelo o que os Targaryen sabiam, exceto Bailee, é que aquela manhã era a véspera de um casamento. Depois de andarem, finalmente chegaram a Fortaleza Vermelha, com os empregados ao enlace. Assim que entraram, Alyss ordenou aos criados que guardassem suas coisas. Bailee não mais os acompanhava, por ter ido a um Septo com Lilith. Agora, só restava Alyssanne e Aion, já que Adela tinha ido dormir. Até que chegaram próximo o bastante do local, onde Aion ouviu.
— Claro, claro. A filha bastarda de Oberyn Martell com uma Dayne que vai se casar com um inútil qualquer filho do Rei Louco.
— Perdão, Milorde. Você insultou mesmo nosso pai? E a mim? — Todos os olhares do salão se dirigiram para o Targaryen que tinha uma expressão debochada e tediosa, enquanto adentrava o salão.
— E-Eu peço perdão, milorde. — Joffrey se encolheu. — Lorde Aion, lady Alyssanne. Bem vindos a Po-Porto Real. — Joffrey encolheu se com medo, indo conversar com qualquer outra pessoa.
Aion não se sentiu confortável, observando a garota morena com quem Alyssanne conversava. Talvez aquela morena fosse a sua Rhaenna. Ele não admitiu, mas a desejou assim que a viu. Enquanto a morena fazia Alyssanne rir, ele a abraçou pela a cintura, vendo mais uma jovem chegar. Alyssanne cerrou os olhos.
— Me solte, agora, Aion.
— Não estou afim. — Ele deu de ombros.
— Então, eu deveria sentir ciúmes de sua irmã? — A morena dizia numa voz debochada. — A esse ponto se não adivinhou quem sou, nossa, você é lerdo.
Aion observava a morena. Ela tinha olhos violetas, mas que pendiam para um preto, dependendo da luz. Naquele momento, ele os via quase preto. Aquilo a fez a querer mais. Fechou os olhos, tentando não imaginar aquela jovem sendo sua. Se suas percepções estivessem corretas...
— Se você quiser ficar com ciúmes, o que eu tenho a ver? — Ele deu de ombros. — E sim, eu sei quem é, Rhaenna Martell.
— Que bom que sabe, vossa alteza. Não ache que vai me domar tão fácil. Você estará se casando com uma dornesa, não com uma das putas dessa região de Westeros e digo com certeza que quando as dornesas dão mais trabalho. Pergunte a meu pai. Se me permite... Vamos meninas, temos bordéis para invadir. — A dornesa sorriu maliciosa, colocando a capa que carregava.
Aion a olhava atônito. Quem era aquela dornesa para falar de tal modo com ele? Revirou os olhos, procurando aquele que lhe interessava. Viu Oberyn Martell, após uma conversa com uma mulher morena. Uma loira saía do estrado da família real e se aproximou de Oberyn. Aion fez o mesmo. Próximo o bastante, fez um som com a garganta para anunciar sua presença.
— Uma excelente noite, senhores. — Aion dizia polidamente. Observou a loira. — Sou Aion Targaryen, minha senhora.
— Muito prazer, Katherine Lannister. A bastarda de lorde Tywin. — A loira sorriu. — Lorde Oberyn, Aion será seu cunhado, não? — Aion pegou uma taça de vinho em uma mesa, vazia a enchendo.
— Sim, lady Katherine, a não ser que o nobre Aion aqui faça besteiras em relação a minha Rhaenna. Aí ele será morto por mim — Oberyn voltou de seus devaneios, observando o Targaryen friamente. — Com a sua licença, Lady Katherine, preciso conversar algumas coisas com o Targaryen. — Oberyn acenou com a cabeça para Aion um canto qualquer enquanto fazia uma reverência para Katherine e se afastou.
Enquanto Aion e Oberyn se afastavam, o Targaryen pensava. O que será que Oberyn Martell, a Víbora Vermelha de Dorne quer comigo? Esse vinho de Dorne vai me deixar bêbado... Aion ria consigo mesmo, enquanto andava, seguindo Oberyn Martell de longe para não atrair a fúria do dornês. Aion suspirou fundo, controlando a respiração. Assim que ficou próximo ao homem novamente, pendeu a cabeça para o lado curioso.
— Então, o que você quer, lorde Oberyn?
— Vou ser direto. Não estou querendo enrolar e eu preciso de uma boa foda hoje e quanto mais eu demoro, mais a vontade aumenta e Ellaria reclamaria comigo depois. — Oberyn disse sem rodeios. — Eu não gosto de você, não gosto dessa ideia de minha Rhaenna se casar com um maldito Targaryen para uma aliança. Por mim, Rhaenna não casaria nunca. Se eu morresse agora, meu irmão cuidaria dela. Se eu e Doran morrêssemos, os primos cuidariam dela, assim como Ellaria. Mas eu não confio a vida de minha filha a você. Ouse magoar minha filha, a fazer chorar pelo o que seja e eu juro pelos Deuses novos e antigos que você não vai me querer ver furioso, garoto. — O dornês fez uma pausa. — Afinal, eu sou uma víbora e Rhaenna é uma serpente. Sabemos eliminar nossos alvos sem deixar rastros. Tenha uma boa tarde, Targaryen. — Oberyn se afastava calmamente.
— Eu só tenho duas perguntas. O que é essa história de sua filha invadir bordéis? E até qual ponto você é capaz pela a felicidade de sua filha?
— Eu sou capaz de fazer qualquer coisa para que qualquer uma de minhas nove filhas sejam felizes e sou capaz de matar por elas. — Oberyn dizia com frieza. — Pergunte a ela, afinal, você vai casar com ela. Precisa conhecer Rhaenna, não acha? — Oberyn deu seu sorriso viperino ao Targaryen e se afastou.
Aion estava pensativo e cansado. Apenas subiu para seu quarto, pensando nas palavras de uma certa Víbora Vermelha.
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