The Vampire Diaries: The Originals
9 The Ball
Notas iniciais
Boa leitura !
Cena 1
FLASHBACK (NEW ORLEANS, 1913)
A noite já estava caindo na agitada Nova Orleans e Alice ainda se perguntava porque diabos Klaus gostava tanto de dar bailes. Era uma obsessão, não havia outra resposta. Ela suspirou fundo e terminou de colocar seu brinco. Ela fitou a vela que já estava pela metade e iluminava seu reflexo no espelho. Alice as vezes lembrava de sua humanidade, agora tão distante, porém foi tirada de seus devaneios com duas batidas na porta.
– Pode entrar. – ela indagou enquanto se virava apenas para ver a silhueta de Elijah na porta. – Está pronta irmã? – ele perguntou em seu característico tom calmo. – Sim, Elijah. – ela se limitou a dizer enquanto se levantava do banquinho da penteadeira. – Se me permite dizer, Alice, você está deslumbrante. – ele sorriu e ela retribuiu enquanto dava uma última olhada no espelho. – Obrigada. – ela agradeceu antes de sair do quarto e fechar a porta. Alice deu o braço a Elijah e os dois rumaram em direção ao grande salão onde o baile acontecia. Eles andaram lado a lado procurando por um rosto conhecido até que o olhar de Alice encontrou o de Kol. Ela assentiu para Elijah que a libertou para que ela pudesse caminhar até o jovem vampiro. – Você está maravilhosa. – ele indagou sorrindo enquanto beijava a mão de Alice. – Você também não está tão mal. – ela brincou e os dois sorriram. – Alice? – ela se virou e avistou Klaus que a chamava. – Se me dá licença, eu já volto. – ela se afastou um pouco, mas Kol segurou a mão da moça. – Guarde uma dança pra mim, está bem? – ele sorriu de uma forma quase doce, ela arriscou pensar. – É claro. – ela assentiu sorrindo e ele a libertou de seu toque. Alice caminhou rapidamente até Klaus e ele beijou a mão da irmã quando ela se aproximou. – Alice, querida, quero te apresentar um amigo. – Klaus parecia animado e Alice voltou seu olhar para um rapaz moreno e forte que sorria. – Alice, este é Marcel. – ele beijou a mão da moça sem parar de olhá-la nem por um segundo. – É um grande prazer conhecê-la, senhorita Mikaelson. – ela apenas assentiu. – Perdoe-me se estou sendo abusado, no entanto preciso dizer. A senhorita é ainda mais bonita do que me foi dito. – ele sorriu abertamente e Alice corou. – Por Deus, me chame de Alice. – ela tentou disfarçar a vergonha. – E obrigada pelo elogio. – ela assentiu em agradecimento e ele também assentiu sorrindo. Kol, que observava a cena de longe, resolveu se aproximar. – Desculpem-me se atrapalho. Alice, meu anjo, me daria o prazer desta dança? – ele estendeu a mão para Alice que sorriu. Alice apenas pegou na mão de Kol e pediu licença. Marcel não parou de observá-la nem por um segundo enquanto a jovem era conduzida ao centro do salão por Kol. – Quem era ele? – foi a primeira pergunta que o jovem Mikaelson fez quando começaram a dançar. – Um amigo de Niklaus. – ela se limitou a dizer. – Não gosto do jeito que ele olha para você, e nem do jeito que fala com você. – ele falou rudemente. – Você estava me vigiando? – ela perguntou enquanto sorria vitoriosa. – Estava apenas tomando conta de você. – ele se desviou do assunto e ela segurou seu rosto com as mãos. – Não importa como ele me olha ou como ele fala comigo. – ele podia sentir a respiração doce e frágil dela em seu rosto. – Eu amo você. – ela sorriu antes de repousar sua cabeça no peito dele.
END FLASHBACK
Cena 2:
Alice acordava lentamente naquela manhã. Ela podia sentir os primeiros raios de sol batendo em seu rosto. Alice se virou na cama e percebeu o olhar de Kol. Ele estava a observando sorrindo como se pudesse fazer aquilo para sempre. Kol e Alice não eram um casal, nunca foram, talvez uma vez ou outra eles tenham se comportado como um casal, mas, depois de tantos anos e tantas brigas eles perceberam que amar não era seguro, não para um vampiro. Ela o amava, era a única certeza que ela tinha na vida, e, embora ele nunca tivesse dito com todas as letras, ela sabia que ele também a amava. Ela sorriu e o beijou docemente, Kol a puxou mais para perto antes de aprofundar o beijo.
No andar de baixo da casa, Klaus pintava um quadro qualquer para se distrair. Ele não conseguia tirar Caroline nem seu doce beijo da cabeça, era uma lembrança que ele carregaria para toda sua eternidade caso não pudesse passar ao lado dela. Ele balançou a cabeça tentando não prestar atenção em Alice e Kol que se agarravam no andar de cima. Klaus então ouviu um barulho e sentiu a presença de alguém ali, no entanto, quando se virou, não havia ninguém, apenas um envelope em cima da mesa. Ele foi rapidamente em todos os cantos da casa, mas não havia ninguém. Quando voltou a sala foi surpreendido pelo irmão.
– Viu um fantasma Nik? – Kol perguntou debochado e Klaus o ignorou. – Eu te perguntaria se você notou algo estranho na casa, porém, como sei o que você estava fazendo, já sei a resposta. – ele sorriu irônico e Kol soltou uma risada nasalada. – Me espionando irmão? – Klaus o ignorou mais uma vez e rolou os olhos. – E por que eu notaria algo estranho na casa? – o jovem Mikaelson perguntou enquanto se jogava em uma poltrona. – Esse envelope surgiu em cima da mesa como num passe de mágica. – ele mostrou o envelope branco a Kol. – Talvez tenha sido Elijah ou Rebekah. – ele disse sem muito interesse. – Não. Elijah está no quarto e Rebekah saiu com o caçador zumbi. – os dois se fitaram e ouviram alguém se aproximar. – Bom dia Nik. – Alice indagou sorrindo. – Bom dia. – ele se limitou a dizer. – Sobre o que conversavam? Aconteceu alguma coisa? – ela notou o clima estranho e fitou Kol. – Estávamos conversando sobre o envelope fantasma do Nik. – ele deu um sorriso de canto enquanto Alice se sentava ao lado dele. Klaus o fitou com uma expressão assassina, odiava que zombassem dele. – Que envelope? – ela perguntou enquanto Kol apontava o envelope branco em cima da mesa. Em poucos segundos ela pegou o envelope e voltou para seu lugar ao lado de Kol. – Família Mikaelson. Vocês estão convidados para o grande baile desta noite. Venham celebrar a paz em Nova Orleans. Marcel. – ela leu rapidamente e todos se encararam assustados com o último nome. – Então vocês também receberam o convite? – todos se viraram para o mesmo lugar onde Hayley os observava. – Ninguém te ensinou a bater na porta? – Klaus perguntou com desdém e Hayley rolou os olhos. – Quer dizer que ele também te convidou? – Alice a fitou e Hayley apenas assentiu. – O que esse bastardo está tramando agora? – Klaus questionou mais para si mesmo do que para os outros. – Acho que só poderemos descobrir se formos ao tal baile. – Alice disse e todos concordaram. – Eu estou impressionado. – Kol voltou seu olhar para Hayley. – Você nunca ouviu falar de camisinha Nik? – ele fitou Klaus rindo debochadamente. O híbrido o olhou com a cara mais assassina que conseguiu e Kol se virou para Alice. – Parece que teremos uma festa hoje a noite querida. – os dois sorriram e Klaus também.
Cena 3:
Rebekah recebeu a ligação de Klaus avisando sobre os planos de Marcel. Ela estava confusa, queria saber onde aquilo tudo iria dar, mas, no momento, estava mais preocupada em estar sozinha com Vaughn, o caçador que ela matou algum tempo atrás.
– Nervosa? – ele perguntou tirando-a de seus devaneios. – Se enxergue, caçador. – ela cuspiu as palavras e ele riu. – Parece que você tem um baile pra ir hoje. – ele disse no tom mais irônico que conseguiu e Rebekah se culpou por ter falado tão alto no telefone. – Imagino que vá levar seu amigo humano com você. – Calar a boca é difícil pra você? – ela zombou e ele soltou uma risada nasalada. – Você deveria ser mais legal comigo, afinal você me matou. – Eu não matei você, idiota! – ela exclamou. – Não, mas me deixou morrer de fome e sede numa ilha o que é quase a mesma coisa. – ele deu uma piscada marota pra ela e Rebekah desviou seu olhar do dele, mas uma pergunta ainda rondava sua mente. – Como você e Alice se conheceram? – ela o fitou. – Agora quer conversar comigo? – Vaughn sorriu sem diversão. – Alice e eu nos conhecemos em Nova Orleans há alguns anos, ela me ajudou bastante com meu destino sobrenatural e em troca eu contei a ela tudo que ela queria saber sobre Silas. – ele disse um pouco nostálgico. – Ela foi uma grande amiga. – nesse momento Rebekah o viu não como um caçador, mas como um ser humano. Seus pensamentos foram interrompidos pela chegada de alguém. – Sophie Deveraux, eu presumo. – Vaughn sorriu para a bruxa. – E você deve ser o caçador? – ele assentiu que sim. – Vamos então, não temos muito tempo. – ela os indicou o caminho e Rebekah respirou fundo antes de entrar naquele mausoléu mais uma vez.
Cena 4:
– No que está pensando Niklaus? – Elijah perguntou enquanto observava o irmão fitando o vazio. – Lembranças, Elijah, lembranças. – ele sorriu. – De volta a 1913? – Elijah sorriu. – Sim, irmão. Parece que foi tudo tão recente. – os dois ficaram em silêncio por alguns instantes apenas relembrando. – É uma pena que as circunstâncias sejam tão diferentes desta vez. – Elijah suspirou, ele parecia nostálgico, então preferiu mudar de assunto. – Já tem uma companhia para esta noite? – ele perguntou e Klaus sorriu. – Na verdade eu espero que ela aceite meu convite. E você? – Acompanharei Hayley. – os dois se fitaram sorrindo. Elijah era tão protetor. – E Alice? – Adivinhe. – os dois riram animados. – Espero que nosso irmão mais novo não arranque a cabeça do anfitrião no meio do baile. – os dois se fitaram. – Seria um belo espetáculo. – Klaus soltou uma risada divertida e subiu as escadas rapidamente. Seu destino era seu quarto, mas ele preferiu ir até o de Alice e agradeceu por Kol não estar lá. Ela saiu do banheiro enrolada em uma toalha e se assustou ao ver Klaus sentado em sua cama. – Não sabe bater? – ela arqueou uma sobrancelha e ele sorriu de canto. – Eu e Elijah estávamos conversando. – E o que isso tem a ver comigo? – Eu estava pensando como seria divertido se Kol arrancasse a cabeça de Marcel no meio do baile. – E por que ele faria isso? – ela perguntou sem um pingo de interesse. – Talvez ele desse mais uma de suas crises de ciúme quando descobrisse que você é a garota do Marcel. – ele sorriu malignamente e Alice o fitou com os olhos em chamas. – Ele só vai descobrir se alguém contar, não é? – Ou não, minha querida, bailes são surpreendentes. Vai saber quais os motivos de Marcel dar este. – Klaus fingiu preocupação e Alice o fitou mais assassina ainda. Alice se sentou na cama um pouco confusa sob o olhar atento de Klaus. Ela precisava de uma solução, e rápido.
Cena 5:
O baile já estava cheio, mas Marcel não estava interessado em todas aquelas pessoas. A única pessoa que lhe interessava ainda não havia chegado. Ele repetia para si mesmo que Alice estava apenas atrasada e que ela chegaria em breve. Ele caminhou pelo enorme salão, cumprimentando todos com um sorriso simpático no rosto, e então avistou Klaus. Ele estava acompanhado de Rebekah e seu acompanhante, o jovem humano, seu irmão Elijah estava com a lobisomem e Marcel se sentiu satisfeito por isso. Klaus o viu e levantou sua taça parabenizando-o. Marcel fez o mesmo sorrindo para o “amigo”. Foi nesse momento que todos os olhos se voltaram para a entrada da imensa mansão. Ela estava tão linda que nem parecia de verdade. Alice vestia um longo vestido preto tomara que caia que se ajustava perfeitamente ao seu corpo. Todos os olhares estavam voltados para ela. Marcel deu um passo em sua direção, mas foi parado pelo que acabara de ver. Kol, o irmão mais novo de Klaus, parou ao lado de Alice e ela sorriu para ele. Ela segurou no braço dele e os dois caminharam em direção a Klaus. Marcel fechou as mãos em punho e sumiu no meio das pessoas. Klaus sorriu ao observar a reação de Marcel, assim como Hayley que se sentiu vingada naquele momento. Mas Alice estava preocupada, então resolveu ir falar com Marcel e tentar amenizar as coisas, não queria que seu plano fosse por água abaixo.
– Eu já volto. – ela sussurrou para Kol, mas, como um dejá vu, ele segurou a mão da moça impedindo-a de se afastar. – Guarde uma dança para mim. – ele piscou enquanto sorria e Alice sentiu facas cortando seu coração em mil pedaços. Ela estava mentindo para o amor de sua vida. – É claro. – ela tentou sorrir o mais convincente possível e ele a libertou, só parando de observá-la quando ela sumiu de sua vista. – Onde ela foi? – Rebekah perguntou enquanto parava ao lado do irmão. – Deve ter ido falar com o bastardo e fingir que é amiga dele. – Kol bebeu o resto de seu champanhe e Rebekah soltou uma risada fraca. Ela sabia da verdade, mas não seria ela que contaria a ele. – O que? – ele a fitou e Rebekah apenas se afastou. Klaus observou Alice procurar por Marcel em todo o salão até encontrá-lo. Ele sorriu sem diversão pensando que aquela noite seria um tanto quanto conturbada. – Onde está sua acompanhante Niklaus? – Elijah perguntou e Klaus se virou para ele. – Deve estar chegando a qualquer minuto, eu espero. – ele tentou parecer calmo então Elijah sorriu. – Receio que ela tenha acabado de chegar. – Klaus se virou e a viu. Logo seus olhares se encontraram e ela deu o sorriso mais lindo do mundo. Caroline estava parada na porta, estava ainda mais bonita se isso fosse possível. Klaus sorriu, um pouco surpreso, para ela.
Cena 6:
– Sabe o que eu ainda não entendi? – Caroline indagou enquanto dançava com Klaus. Ele apenas a fitou. – O que Hayley está fazendo aqui. – ela sorriu de forma irônica. – Eu prometo explicar tudo amor, mas não aqui e não agora. – ele praticamente sussurrou e ela assentiu. – Fiquei surpresa quando recebi seu convite. – Não deveria, sabe que você é a única pessoa que eu gostaria que fosse minha acompanhante. – ela desviou o olhar, estava envergonhada e ele soltou uma risada. – Eu que fiquei surpreso quando te vi entrando por aquela porta. – Não deveria, sabe que eu adoro festas. – ela disse em um tom divertido e os dois riram. – Eu não gostaria de estar aqui com mais ninguém. – ele sussurrou e Caroline sentiu sua respiração bater em seu rosto. Ela apenas sorriu. – Um minuto da atenção de vocês por favor. – a música parou e todos se voltaram para um Marcel sorridente parado no meio do salão. – Boa noite meus amigos. Primeiramente eu gostaria de agradecer a presença de todos vocês esta noite. – ele sorriu. – Prometo não falar muito. – todos no salão riram. – Como vocês sabem, eu dediquei toda a minha vida a esta cidade, isso acabou me tornando um homem solitário no campo amoroso. No entanto, isso mudou quando uma pessoa especial voltou a minha vida recentemente. – todos os originais se fitaram, eles sabiam bem onde aquilo tudo levaria. Kol escutava cada palavra de Marcel com atenção. – Senhoras e senhores, quero que conheçam a pessoa que mudou minha vida. Minha rainha, Alice Mikaelson. – todos aplaudiram uma Alice que forçava um sorriso no meio do salão. O olhar dela cruzou com o de Kol, que era duro. Ela sentiu uma lágrima descer por seu rosto e o viu sair dali apressadamente. Alice cumprimentou algumas pessoas e então tentou se afastar para procurar Kol. Ela caminhou até o jardim, mas foi inútil, ele não estava lá. Quando se virou ela foi surpreendida por Marcel. – Aí está você. – ele envolveu a cintura da moça com os braços fortes. – Por que saiu do salão? – ele a fitou. – Eu só precisava respirar ar puro. – mentiu. Marcel sorriu. – Eu entendo, querida. – ele aproximou seu rosto do dela e a beijou. Kol observou tudo de longe. Sua vontade era de arrancar o coração de Marcel, mas não o fez. Quando Alice se afastou de Marcel e olhou para onde Kol estava, ele já não estava mais lá.
Cena Final:
Rebekah e Matt entraram no apartamento que eles dividiam. Já passava das duas da manhã. Como ela previu a noite havia sido longa e cansativa. Os dois se trocaram e Matt rumou para o sofá.
– Matt? – ela o chamou e Matt se virou. – Não precisa dormir no sofá esta noite. – ela praticamente sussurrou, mas ele a ouviu. Matt sorriu e Rebekah se aproximou dele. Ela aproximou seu rosto do dele lentamente e o beijou. Ele se afastou, sabia onde ela queria chegar. – Rebekah, eu não... – ela colocou o dedo indicador nos lábios dele impedindo-o de falar. – Não fala nada. – ela sorriu e voltou a beijá-lo. Matt então se deixou levar pelo momento, ele queria aquilo tanto quanto ela. Os dois caminharam até a cama sem cortar o beijo nem por um segundo. Rebekah caiu na cama e Matt caiu por cima dela. Os dois sorriram, felizes por estarem juntos, e se beijaram novamente.
Alice caminhava pelo jardim de sua casa com raiva de si mesma. Ela deveria ter contado a verdade a Kol. E agora ele estava por aí, provavelmente fazendo uma besteira. Ela cruzou os braços e observou o céu por alguns instantes. Ela sentiu algumas lágrimas se formarem em seus olhos então respirou fundo e se virou para voltar para casa. Ela foi surpreendida pela pessoa que tanto procurava.
– Kol? – ela limpou as lágrimas. Ele continuou em silêncio. – Eu estava preocupada. – Alice tentou tocá-lo, mas ele se afastou. Isso quebrou mais ainda o coração dela. – Você não pareceu preocupada quando estava beijando aquele rato. – ele foi duro com as palavras. – Kol, eu posso explicar... – Não quero suas explicações. – Por favor. – ela se aproximou e segurou as mãos dele, não fazia mais força para segurar as lágrimas. – Eu não sabia que ele faria aquilo, eu ia te contar, eu juro que ia. – ele não a olhava nos olhos. – Você sabe que eu te amo Kol. – ela encostou a testa na dele. – Eu guardei aquela dança pra você. – eles se fitaram e por um momento ela podia jurar que ele a havia perdoado, mas ela estava errada. – Não esta noite, Alice. – e, como num passe de mágica, ela estava sozinha novamente.
Notas finais
Música do Capt.: http://www.youtube.com/watch?v=rtOvBOTyX00
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