The Vampire Diaries: The Originals
10 Secrets & Lies
Notas iniciais
Heey, muito obrigada por favoritarem e comentarem, vocês são demais!
Boa leitura!
Boa leitura!
Cena 1:
Kol não conseguiu dormir naquela noite. Sempre que fechava os olhos a imagem da sua garota beijando aquele rato vinha a sua cabeça. Ele não era ciumento, mas, se Alice o amasse tanto quanto dizia, deveria ter contado a verdade a ele, seja ela qual fosse. Ele precisava parar de pensar naquilo. Quando o dia começou a nascer Kol se levantou rapidamente da cama. Estava num quarto de hóspedes da imensa mansão de seu Klaus. De repente dormir sozinho virou a pior coisa do mundo. Ele bufou e passou as mãos no cabelo. Kol saiu do quarto e foi até o quarto que, até o dia anterior, ele dividia com Alice. Ele abriu a porta com cuidado e a encarou deitada na cama. Kol ficou alguns segundos apenas a observando. Ela dormia como um anjo, na verdade, fingia dormir. Alice ouviu quando Kol pegou uma roupa dentro do armário, se trocou e saiu do quarto rapidamente. Kol seguiu pelo corredor e desceu as escadas em poucos segundos. Ele rumou até a porta. Precisava arrumar uma distração qualquer.– Kol? – ele ouviu Klaus o chamar e foi em direção ao irmão que estava na sala sentado numa poltrona. Ele apenas se sentou no degrau e fitou o irmão. – Não conseguiu dormir? – Kol ignorou aquela pergunta e fitou a janela. – Preciso de você e da Rebekah hoje. – ele voltou a encarar Klaus. Os dois ouviram um barulho. Kol se levantou ao perceber que era Rebekah. – Nik, me dê um ótimo motivo para me trazer até aqui há essa hora manhã. – ela o fitou. – Tinha coisas mais importantes para fazer Bekah? – Kol piscou maroto e ela o empurrou parando na frente de Klaus que sorria. – Como eu estava dizendo a Kol antes de você chegar. – ele gesticulou apontando para o mais novo que, nesse momento, se jogava no sofá. – Preciso da ajuda de vocês dois hoje. – ele fitou os dois repetidas vezes. – Para o que? – Rebekah perguntou sem muito interesse. – Quero que vigiem Hayley hoje. Ela anda arrumando muitas brigas com Marcel. – ele abanou as mãos e os dois irmãos o encararam. – Você está me pedindo que seja babá da lobisomem? – Rebekah aumentou o tom de voz e Kol soltou uma risada. – Bem a sua cara Rebekah. – ele zombou e ela lhe lançou um olhar assassino. – Vai procurar sua namorada Kol. – ela foi rude e o sorriso dele quase sumiu, mas Kol tinha uma imagem a zelar, então simplesmente piscou para a irmã que rolou os olhos. – Nik, por favor, ela sabe se cuidar sozinha. – Não, Rebekah, ela não sabe. Se algo acontecer a Hayley tudo estará perdido. – ele disse entre dentes. – Por que Hayley é tão importante? – todos se viraram e fitaram Caroline assustados. Um silêncio torturante tomou conta do local e Klaus fez menção de falar, mas não sabia como explicar aquilo. – Você não contou a ela? – Rebekah sussurrou e ele desviou o olhar. – Não contou o que? – Caroline cruzou os braços e encarou Klaus. – O que você escondeu de mim Klaus? – os dois se fitaram intensamente. Cena 2: Alice já estava acordada há bastante tempo, para dizer a verdade ela mal tinha dormido naquela noite. Algo estava tirando seu sono. E ela sabia bem o que era. E a única coisa na qual ela conseguia pensar era que ela deveria consertar aquilo. Ela não podia perder a única pessoa por quem ela se apaixonou. Ele era seu, tanto quanto ela era dele, e nada poderia mudar aquilo. Ela sentou na cama e virou o rosto para a mesinha de cabeceira. Uma foto. Uma foto que Jeremy havia tirado quando ela e Kol estavam em Denver junto com ele. Quando tudo parecia fácil. Quando, pela única vez em toda sua vida, ela se sentiu normal. Ela desviou o olhar e foi até o banheiro. Abriu a torneira da pia e jogou a água gelada em seu rosto para afastar todos aqueles pensamentos. Ela encarou sua imagem no espelho. Não parecia ela mesma. Ela não se sentia ela mesma. Balançou a cabeça e respirou fundo antes de fechar a torneira e rumar novamente para seu quarto. Ela parou na porta do banheiro ao ouvir um barulho. Alice foi lentamente até a porta do banheiro e observou o quarto. Continuava vazio, mas ela sentia uma presença ali. Ela caminhou até a cama de forma apreensiva e então parou. Havia alguém ali. Ela se virou e deu de cara com Vaughn. Ela se assustou e ele sorriu. – Eu poderia ter te matado se quisesse. – ele murmurou e ela se afastou. Vaughn percebeu que Alice não estava bem. – Você está bem? – ele perguntou quando ela se sentou na cama e fitou as próprias mãos. – Na verdade, não. – ela sussurrou e ele se sentou ao lado dele. – Foi por causa do que aconteceu no baile ontem? – ela o fitou, se perguntando como ele sabia daquilo, mas isso não era importante. Nada era importante naquele momento. Então Alice simplesmente apoiou sua cabeça no ombro do caçador. – Eu quero consertar as coisas Vaughn, mas eu não sei como. – ele se afastou e os dois se fitaram. – Você vai achar um jeito, Alice. É isso que você faz. Você conserta as coisas. – ele piscou e Alice forçou um sorriso. Ela se jogou na cama novamente e ele se levantou. Vaughn caminhou lentamente até o outro lado da cama e se deitou ao lado dela. Alice virou seu rosto para encarar o dele. – Eu não sei se consigo consertar as coisas desta vez. – ela sussurrou e ele passou a mão no cabelo dela. – É claro que consegue. – ela deitou a cabeça no peito dele. Vaughn se apoiou na cabeceira da cama e continuou acariciando os cabelos de Alice. – Quer saber de uma coisa? Antes de conhecer você eu era um caçador de vampiros sem um pingo de vida no coração. Eu cacei vampiros a minha vida toda, é isso que eu faço. Eu não tinha amigos. – ele soltou uma risada sem diversão. – Então me apareceu uma vampira. E me consertou. O ser que eu mais abomino na face da Terra se tornou a minha única e melhor amiga. A única pessoa por quem eu lutaria. – ele a sentiu sorrir e a puxou para que se sentasse. Alice se sentou de frente para ele. – Você conseguiu me consertar Alice. Você sempre consegue consertar tudo. – ele acariciou a bochecha dela e Alice o abraçou fortemente. Vaughn e Alice tinham um importante laço. Ela era uma vampira e ele um caçador. A natureza dos dois era se odiar. Porém, eles eram amigos. – Se você contar para alguém o que eu disse agora eu negarei até a morte. – ele disse assim que eles se afastaram. Os dois sorriram.
Cena 3:Caroline estava no jardim tentando entender tudo que estava acontecendo. De repente ela sentia uma necessidade além do normal de estar ao lado de Klaus, no entanto, Klaus havia escondido dela que Hayley estava grávida de um filho dele, e ela nem ao menos sabia que isso era possível. Ela suspirou fundo e passou as mãos no cabelo. Caroline ouviu alguém se aproximar, ela se virou e viu Klaus que a encarava. Ela se virou novamente e ele se aproximou. Klaus parou ao lado dela e respirou fundo antes de falar. – Caroline podemos conversar? – ela apenas deu de ombros e ele fitou os próprios pés. – Eu ia te contar, só estava esperando uma oportunidade. – ele quase sussurrou, mas ela ouviu. Caroline virou o rosto e os olhares dos dois se encontraram. – Eu não quero que se afaste de mim. – ele tentou tocá-la, mas ela se afastou. – Como você espera que eu me sinta? – ela cruzou os braços. – Na verdade, nem eu mesma sei como eu me sinto. – ela se virou novamente e ele tocou a mão dela. – Eu prometo contar tudo que você quiser, tudo sobre Hayley, o bebê, Marcel e todas as outras coisas. – ela se virou para ele e os dois se fitaram intensamente. A ponta de seus narizes quase se tocavam. – Só, por favor, não se afaste de mim. Não agora. – ele sussurrou e ela afastou seu rosto do dele para aninhá-lo no peito do híbrido. – Eu não sei o que fazer, Klaus. – ela murmurou e ele a envolveu em um abraço. – Vamos descobrir o que fazer. – Klaus apoiou seu queixo na cabeça de Caroline e sorriu. – Juntos. Cena 4: – Já disse que não preciso de babá. – Hayley indagou enquanto Rebekah se afastava e Kol se sentava ao lado dela no bar. – Não é o que meu irmão pensa. – ele arqueou as sobrancelhas e Hayley rolou os olhos. – Por que não vai procurar sua namorada Kol? – ela murmurou com desdém enquanto passava o dedo indicador pela borda de seu copo. Kol apenas bufou. – Porque ela é a garota do Marcel, não minha. – Hayley soltou uma risadinha maldosa e Kol a fitou confuso. – Qual a graça? – Você está com ciúmes. – ela se virou para ele e Kol rolou os olhos. – Pare de dizer idiotices, loba. – ele segurou o copo com as duas mãos e soltou uma risada nervosa. – É claro que está com ciúmes! Eu vi sua expressão quando a viu com Marcel no baile. – ela afirmou sorrindo e ele bufou. – Ter ciúmes significa que eu estou apaixonado por ela... – a jovem deu um sorriso malicioso e Kol entendeu onde ela queria chegar. – O que, obviamente, não é verdade. – ele disse com certeza e Hayley soltou uma risadinha. – Você a ama Kol, morreria por ela, admita isso. – ela indagou antes de beber o resto de bebida de seu copo. – Amar requer emoções, e eu não preciso de emoções. Sei bem o que sinto, não preciso admitir nada. – ele cuspiu as palavras e Hayley suspirou fundo. – Você que sabe. – ela pediu outra bebida e finalizou o assunto. Kol então ficou sozinho com seus próprios pensamentos e, por mais que ele odiasse admitir, talvez Hayley estivesse certa. “Não, ela não está certa, não pode estar!” Ele pensou antes de terminar seu uísque e pedir outro a bartender. Cena 5:Depois de sua conversa com Vaughn pela manhã, Alice decidiu resolver as coisas de uma vez por todas. Ela foi até a casa de Marcel para dar um basta em tudo aquilo. Ele não poderia fazer nada contra ela, ele não era forte o suficiente para isso e Alice tinha total confiança em sua força. Ela entrou sem nem bater e o procurou por toda a casa. Marcel estava na sala falando ao telefone com alguém. – Continue vigiando os três e me mantenha informado. – ela apurou a audição para ouvir o outro lado da linha. – E sobre a Deveraux? Devemos capturá-la? – ela entendeu que estavam falando de Sophie. – Ainda não Thierry, eu tenho planos melhores para ela. – ele sorriu malignamente. – Ok chefe. – ele desligou o telefone e então Alice entrou na sala. Ele se virou ao sentir o doce e inebriante perfume dela. – Não te esperava aqui. – ele sorriu abertamente e ela deu alguns passos a frente. – Eu preciso conversar com você. – ele gesticulou para que ela se sentasse e Alice o fez. Marcel sentou no sofá de frente para ela. – Sou todo ouvidos. – ele cruzou as mãos sobre a perna e Alice procurou as palavras certas. – Olha, Marcel, você sabe que Kol está de volta. – ela fitava os próprios dedos. – E, bem, você também sabe que eu sempre fui apaixonada por ele. – ela finalmente o encarou. Marcel a fitava em silêncio, apenas prestava atenção no que ela dizia. – Eu o amo, não posso continuar com isso. – ela apontou para si e depois para Marcel. – Está “terminando” comigo Alice? – ele fez aspas com os dedos enquanto sorria debochadamente. – Nunca tivemos nada exatamente Marcel. – E todas as coisas que eu fiz por você? Você estava apenas me usando? – ele se levantou e fechou as mãos em punhos. Alice o fitou, estava pronta para atacar também. – Não seja infantil! – ela esbravejou e ele avançou nela. Suas mãos estavam apoiadas no braço da poltrona e impediam Alice de se mexer. – Se afaste agora ou... – Ou o que? – ele a interrompeu. – Ou eu arranco o seu coração. – ele sorriu de forma sarcástica. – Ousada, minha querida. – ele piscou. – Sou uma original, sou mais velha e isso significa mais forte. Mataria você sem nem ao menos me cansar. – ela aproximou seu rosto do dele e o ameaçou. – Isso ainda não acabou. – ele murmurou antes de se afastar. Em alguns instantes Alice já havia desaparecido. Cena 6: Klaus e Caroline haviam acabado de entrar no bar. A noite já estava caindo e o lugar já estava cheio. Ele foi falar com Kol enquanto Caroline se dirigia até Rebekah. As duas se fitaram e ficaram em silêncio. – Você veio até aqui para convencer Matt a voltar com você? – Rebekah praticamente sussurrou e Caroline apenas deu um leve sorriso. – Não, Rebekah. – ela sentou em um cadeira e Rebekah e fitou por cima do ombro. – Então por que veio? – as duas se fitaram intensamente antes de Caroline formular uma resposta convincente. – Seu irmão me convidou para ser acompanhante dele no baile de ontem a noite. – ela forçou um sorriso, mas Rebekah não acreditou. – O convite incluía dormir com ele? – Caroline arregalou os olhos com uma expressão surpresa. – Eu não dormi com ele. – Mas admita que quer. – Caroline soltou um suspiro derrotado e Rebekah sorriu. – Você o ama. – ela afirmou e Caroline desviou o olhar. – Rebekah, eu... – Não tem problema se não quiser falar comigo, afinal, não somos amigas e nunca vamos ser. – ela deu de ombros. – Mas eu sei que sente algo pelo Nik. E, não se preocupe, seu segredo está bem guardado comigo. Eu não farei nada contra vocês. – ela piscou e voltou a observar o bar em silêncio. Caroline levou algum tempo para processar a informação, então seu olhar encontrou o de Klaus. Ele sorriu e ela retribuiu. – Vocês casais são um verdadeiro enjoo. – Kol bufou e Klaus se virou para ele. – Cale essa boca moleque. – ele bebeu um gole de sua bebida e Kol rolou os olhos. – Como foi o dia com Hayley? – Klaus zombou e Kol o fitou enfezado. – Basicamente resumido nela falando que eu estou com ciúmes de Alice porque a amo. – ele bufou e bebeu seu uísque. Klaus o fitou com um sorriso malicioso nos lábios. – E essa não é a mais pura verdade? – ele riu e Kol preferiu ignorá-lo. Ao invés de prestar atenção nas baboseiras que o irmão dizia ele fitava Hayley que agora estava prestes a sair do bar. – Acho que sua loba está fugindo. – ele apontou para Hayley e Klaus suspirou fundo. – Tenho que tomar conta da Caroline. – ele fitou Kol que respirou fundo. – Vai atrás dela. – Kol deixou seu copo em cima do balcão e seguiu Hayley. Hayley saiu do bar sem os “guarda costas” como ela gostava de chamá-los. Ela sabia se cuidar sozinha, sempre soube, não seria agora que um bando de vampiros iria intimidá-la. Hayley apertou o casaco contra o corpo quando um vento gelado passou por ela fazendo-a arrepiar. Ela começou a caminhar rapidamente, a rua parecia deserta para aquela hora. Hayley sentia como se estivesse sendo seguida, então apertou o passo mais ainda. Ela ouviu um barulho e se virou. Ninguém. Quando se virou novamente deu de cara com um dos vampiros seguidores de Marcel. Ela não lembrava seu nome, mas achava que era Thierry. Ela tentou correr, mas ele a segurou pelo pescoço enquanto a pressionava contra a parede. Hayley tentava puxar o ar o máximo que conseguia, mas Thierry era mais forte e ela não via mais motivos para lutar. Então, de repente, ele se afastou dela, como se alguém o tivesse tirado ele dali. Ela sentiu o ar voltar aos seus pulmões e olhei em volta. Kol apareceu na frente dela. Sua mão direita estava suja de sangue e então ele jogou algo no chão que ela reconheceu como sendo o coração do vampiro que a atacara. Kol a fitou, com uma sobrancelha arqueada e ela suspirou fundo.
Cena Final: Alice tentava pela milésima vez telefonar para Kol. Era inútil, ele não iria atendê-la. Ela desligou o celular e o colocou no bolso enquanto suspirava fundo. Ela estava em uma cabana na floresta. Vaughn a levara até ali. – Ainda tentando telefonar? – ele indagou quando a viu claramente abalada. – Já desisti, ele não me atende. – ela bufou e ele acendeu a última vela. – Pra que todas essas velas? – ela apontou para todas as velas da cabana. – Você está vendo alguma lâmpada por aqui? – ele disse em tom de deboche e Alice rolou os olhos. – O que viemos fazer aqui exatamente? – ela cruzou os braços e Vaughn a encarou. – Ontem Sophie me contou que Marcel controlava a magia na cidade. – Sim, ele me disse que alguém controla a magia por ele. – Exatamente. – ele passou as mãos pela parede e Alice entendeu que ele estivesse procurando qualquer cofre ou algo do tipo. – Sophie tentou fazer contato com as bruxas do outro lado e elas disseram que esse feitiço é muito específico. Para toda a magia da cidade ser rastreada quem a rastreia deve estar exatamente no centro da cidade. – ele a fitou e Alice compreendeu. – Que, obviamente, é aqui. – ela sorriu de lado e ele piscou antes de voltar a procurar qualquer pista. Alice então escutou algo estranho. – Vaughn, tem alguém se aproximando. – eles se encararam. Vaughn assentiu e Alice saiu rapidamente da cabana para procurar o intruso. – Ei, venha me pegar, seja quem for. – ela zombou e ouviu passos atrás de si. Alice se virou e se surpreendeu. – Kol? – ela arqueou uma sobrancelha. – Vi suas trezentas mensagens no meu telefone e vim ver o que era. – ele disse com desdém. Ela tentou se aproximar, mas ele deu um passo atrás. – Pode me dizer o que está fazendo aqui no meio do nada? – ele cruzou os braços e ela se encolheu com o tom frio que ele usou. Kol nunca falou assim com ela antes. – Vaughn tem uma pista sobre as bruxas e eu vim ajudá-lo. – ela disse rapidamente e Kol apenas concordou. – Kol, nós temos que conversar. – ele a fitou. – Não podemos ficar assim para sempre. Para nós dois, para sempre é tempo demais. – a voz dela estava triste e isso mexeu um pouco com ele. – Você mentiu para mim, Alice. – ele murmurou e ela tentou se aproximar mais uma vez. Dessa vez não foi impedida. – Eu não queria que isso acontecesse. Eu só estava ajudando Klaus. – ela segurou as mãos dele. – Mas tudo isso acabou. – os dois se fitaram intensamente. – Os dois pombinhos podem deixar o romance pra depois e vir aqui ver uma coisa? – a voz de Vaughn foi ouvida e os dois se viraram para ele. Kol e Alice caminharam lado a lado em silêncio com Vaughn os guiando. – Vejam só. – ele abaixou e mostrou um buraco no chão que lembrava uma entrada de porão. – Quem vai descer primeiro? – ele encarou os dois vampiros que se entreolharam.
Notas finais
Gostaram? Odiaram? Comentem e me ajudem a melhorar!
Músicas do Capt.:
1 -> http://www.youtube.com/watch?v=DqV9j6jrvlE
2 -> http://www.youtube.com/watch?v=_2GGxhfYaj8
Músicas do Capt.:
1 -> http://www.youtube.com/watch?v=DqV9j6jrvlE
2 -> http://www.youtube.com/watch?v=_2GGxhfYaj8
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