Notas iniciais
[ÚLTIMOS CAPÍTULOS] — Oi gente, demorei mais postei... (Os próximos capítulos não tem qualquer previsão, porque a universidade voltou e eu estou correndo contra o tempo, não sei se lembram, mas a universidade que eu estudo estava de greve e eu estava com mais tempo, agora ela voltou e eu estou sofrendo e chorando, quase) — Um beijão aos "insistentes" lindos que ainda comentam essa fic. Brigadão lindos do Sketcher. Guilherme, Braiam e Noririn! — Comentem e recomendem!

—Caralho, você viu como aquela mulher é foda? –Roberto falava empolgado enquanto Carlos prestava atenção.

Carlos estava na sua sala e Roberto havia ido lá pegar um papel importante para o jurídico, mas acabou parando alguns minutos para falar um pouco sobre o último episodio de “How to Get Away With Murder” uma série que os dois assistiam.

—Eu não entendo as sacadas que ela faz... –Falou Carlos sentado em sua mesa, enquanto seu celular vibrava ao seu lado e ele nem percebia. –Gosto do caso paralelo que tem. Além dela ficar resolvendo casos importantes, a vida deles tá se tornando um próprio caso, né?

—Verdade... Porra, aquilo me deixa chocado cada episódio... Cada vez mais tem mais coisas envolvendo aquilo e cada episódio mais e mais, ainda vai explodir a verdade na nossa cara. E o que você fez depois do episódio?

—Conversei com uns amigos... –Falou sorrindo, ao lembrar da conversa que teve com Fernando.

No episódio da série em questão, era possível ver uma foto íntima enviada de um personagem para outra personagem. E aquilo atiçou a mente de Carlos que acabou tirando uma foto íntima sua e enviando a Fernando, que não entendeu a princípio, mas gostou muito.

—Ei... Carlos? –Chamou Roberto.

—Ahh... Oi!

—Tá perdido no mundo da lua?

—Não. –Riu sozinho. –Tava pensando.

—Eu também...

—Hã? Não entendi!

—Você quer sair comigo? –Roberto perguntou olhando nos olhos de Carlos que ficou assustado a priori. –Ahh, qual é? Você é super lindo e super simpático... A gente pode tomar umas cervejas uma noite ai... Como amigos, se você não se importar!

—É... Como amigos, talvez...

—Porque?

Eu... Meio que tenho namorado!

—Atrapalho? –A voz de Fernando foi ouvida. Roberto se endireitou e ficou assustado, se fosse demitido ia atrapalhar tudo, e ele não falava de descobrir o caso de Fernando e Carlos.

Na verdade, Roberto Macarto nem pensava mais nisso, depois que começou a conversar e manter algum contato com Carlos, o aspirante a modelo, acabou se surpreendendo com a beleza e o jeito de Carlos, que acabou apenas querendo se aproximar do secretário.

—Não, senhor! –Já Carlos levantou-se na hora e acabou assustado com a presença de Fernando e mais ainda, se ele tivesse ouvido a conversa dele com Roberto. –Roberto já estava de saída.

—Isso! –Confirmou se encaminhando para a saída. –Só vim buscar uns documentos importantes, tchau Carlos!

—Tchau! –Sorriu e o loiro saiu.

—Documentos importantes... –Comentou Fernando. –Porque não me respondeu? Te mandei mensagens!

—Ahh... –Carlos sentou pegando o telefone e abrindo aplicativo e realmente tinha umas duas mensagens de Fernando. –Eu tava conversando com o Roberto, nem vi o telefone vibrando...

—Esse Roberto, parece bem interessado...

—Como assim?

Fernando bateu com as duas mãos na mesa de Carlos, o que fez o menor arregalar os olhos. O moreno estava sério, mas Fernando sempre estava sério. Só que dessa vez não era só seriedade, era um sentimento de possessividade que tomava conta do moreno. É como dizem, olha o que o amor faz...

—Esse cara, flertando contigo... Na minha cara!

—Fê!

—Sem essa, Carlos! –Fernando deixou os papéis na mesa. –Isso é pro relatório que você vai ter que enviar para aquela empresa de micropeças do novo modelo que estamos fazendo. Bom trabalho! –Falou já se retirando, sem ouvir muito do menor.

[...]

Emanuel continuava pensando em como agir. Resolver problema era algo que ele sabia, mas aquilo era mais que um problema, era um problemão! Bernardo continuava incomunicável, talvez a polícia ainda estivesse com suas buscas e Emanuel achou que talvez apenas Amélia fosse sua solução. Guilherme estava deitado no sofá, mudando de canais, quando Emanuel apareceu todo arrumado e bem perfumado.

—Vai procurar emprego?

—Não, nós vamos sair? –Guilherme olhou pra ele sem entender. –Veste uma camisa e coloca essa touca, pra ninguém ter o risco de te reconhecer.

—Manu, não! Não vamos fazer loucura!

—É importante! –Emanoel pegou o menor e o levantou. –Vamos conhecer sua mãe!

Guilherme primeiro ficou em silêncio. Reencontrar sua mãe... Talvez fosse a coisa que ele sempre quis e nunca teve a oportunidade de realizar. O garoto de cabelos castanhos foi até o quarto e vestiu uma camisa larga o suficiente para esconder seu corpo e voltou com os cabelos presos em um coque, já que os fios estavam um pouco grande demais e os cobriu com a touca que Emanuel tinha lhe oferecido.

Os dois logo chegaram naquela região da cidade, Emanuel estacionou a moto e ligou a trava de segurança. Enquanto Guilherme tocou a campainha da casa. Logo um garoto veio atender e Guilherme ficou espantado em como eram parecidos. Gustavo tinha o mesmo cabelo, só que estava menor, os olhos castanhos eram iguais e sorriso muito parecido, apesar de Gustavo ter uns dentes mais tortos e amarelados.

—Vocês são?

—Dona Amélia está ai? –Foi Emanuel quem falou.

—Tá... Podem entrar! –Informou o garoto dando passagem para Emanuel e Guilheme.

Emanuel e Guilherme entraram pelo pequeno portão e logo chegaram à sala da casa. Guilherme, embora conhecesse aquela situação, nunca tinha visto aquilo com tanta verdade. Os móveis eram velhos e alguns pareciam quebrados. A TV não era a TV enorme que ele tinha em casa, todas as variáveis mostravam que sua mãe vivia uma realidade bem diferente que a dele.

—Mamãe?

Logo a cadeira rodas começou a sair da cozinha e se encaminhou para a sala e os olhos da mulher foram direto para a figura de touca da sala. Guilherme logo tirou a touca e bagunçou o cabelo. Os olhos da mulher logo se encheram de lágrimas e Guilherme se aproximou.

—Gui? –Perguntou levantando uma mão e tocando no rosto do garoto, que só conseguia olhar para a mulher e não falar nada. –Filhinho, você está tão crescido!

As primeiras memórias de Guilherme sobre sua mãe começaram a aparecer depois dele ter visto ela depois de tantos anos. O garoto lembrou-se da mãe junto a ele na sua antiga cama, mexendo nos cabelos castanhos.

—Mas... Ele me disse que você tinha ido pra outro país!

—Eu fugi!

—E é por isso que viemos aqui, Dona Amélia!

Gustavo já não estava mais na sala, aquela situação deixava Amélia desconfortável, embora Guilherme fosse seu filho, ele lhe aproximava de novo da pior pessoa que já conheceu.

—Como fugiu?

—Longa história! –Comentou o professor loiro. –A senhora tem que nos ajudar como esconder o Guilherme... Nathan colocou a polícia no meio.

—E o que o senhor acha que eu posso fazer? Nathan vai destruir minha vida novamente... Eu não posso arriscar de novo, na primeira vez eu fiquei assim! E agora, eu tenho outro filho que também precisa de mim.

—Mas Dona Amélia...

—Senhor, eu não posso esconder Guilherme aqui, se é o que sugere! Seria o primeiro lugar que Nathan poderia vir e isso daria problemas demais, mas do que você espera! –A mulher continuou massageando o rosto de Guilherme, que só conseguia olhar pra ela. –Filho, você tem que me perdoar... Mas eu não posso ajudar você com essa situação... O seu pai é poderoso demais, ele pode destruir qualquer um, imagina alguém como eu, que vivo numa situação como essa!

—O que isso significa? –Falou o homem negro que entrou porta adentro e encarou a esposa e os dois visitantes inesperados. –O moleque viadinho, voltou então?

—Ernesto... Querido!

—O que esses dois estão fazendo aqui? Esse garoto nem deve pisar aqui, você sabe disso, Amélia. Sabe o quanto de perigo corremos de aproximar do filho daquele demônio.

—O filho desse demônio é filho dela também! –Foi Emanuel que falou e o ex-modelo se aproximou do professor.

—Infelizmente! Eu quero esse pedaço de merda fora daqui, Amélia! –Dessa vez era Emanuel quem chegava mais perto.

—Manu! Vamos embora... –Guilherme interveio, querendo separar os dois homens. –A gente acha outra saída, é até melhor.

—Isso! Vão embora! –O homem falou de novo e Emanuel preferiu ser sensato e sair.

—Filho... Desculpe! –Amélia disse ao ver o filho saindo.

—Tudo bem... Mamãe... –Guilherme saiu atrás de Emanuel e logo os dois foram embora.

[...]

Bernardo permanecia nervoso, Alberto sempre ia ser seu amor e ódio, aquele ruivo demoníaco sempre soube como lhe tirar do sério. O ator, mais uma vez estava tomando um ar, a última cena tinha ficado mecânica demais, o que acaba por lhe deixar decepcionado. Estava se dando mal no trabalho, mais uma vez, por causa de Alberto.

Saiu do estúdio com raiva, sem se despedir do chefe e se encaminhou direto pra sua moto, com sua habitual jaqueta e óculos. O moreno precisava acertar algumas coisas e aquilo tinha que ser o mais rápido possível.

Bernardo dirigia até que calmo, o que era surpreendente devido o seu nível de ansiedade, o ator saia da zona menos residencial e foi se encaminhando para um dos bairros mais centrais da cidade. Antes que se se pense que o moreno iria procurar o amante ruivo, Bernardo iria, na verdade, atrás de Mauro Mendonça. O moreno já estacionava na frente do edifício da revista e jornal do empresário.

O ator entrou sem qualquer problema e logo subiu ao andar indicado a recepcionista, pessoas como Bernardo que todos os empregados de Mendonça sabiam que poderiam estar trazendo notícias ou revelações bombásticas, nunca eram barradas. Bernardo sabia que um encontro com Mendonça ou seria algo mais adequado para resolver seus problemas com Alberto, ou acabaria de vez com todas as chances dos dois.

—Ora. –Mendonça falou arrumando os papéis sobre a grande mesa e sorriu ao ver Bernardo. -Bernardo Guimarães.

—Você não sabe a vontade que eu tô de te bater.

—Não vamos ser agressivos, Bernardo. –Comentou sorridente e logo levantando-se. –O que quer tratar comigo? Se veio aqui... Ou veio entregar alguma notícia bombástica, ou veio... Falar sobre o seu amorzinho...

—Você é muito repugnante, não? –Comentou e diferente de Mauro que se levantou, Bernardo sentou-se no sofá enorme ali perto. –Achando que a vida de todo mundo é uma marionete e que você é o Deus dos fantoches...

—Você é hilariante... –Riu. –Eu descobri que dois dos maiores ricaços da cidade são gays e estão se envolvendo com duas pessoas que eles conheceram no âmbito de trabalho e eu só quero que o mundo saiba...

—Que postura nobre! -Foi irônico.

—Qual é, Bernardo... –O homem negro se encaminhou até próximo do ator e sentou-se ao seu lado. –Você, sabe como é essa história de viver dentro de um armário, todo mundo sabe... Isso é terrível para nós... Nós, homens gays, temos que nos ajudar e empurrarmos uns aos outros dos próprios armários, não acha?

—Não, não acho...

—Que mentalidade pequena, senhor Guimarães... Quanto mais homens gays bem sucedidos, mais chances teremos de nos dar bem na vida, não que eu precise de um ricaço me bancando, longe disso. – Bernardo se irritou e apertou o colarinho da camisa do homem ao seu lado e logo levantou, puxando o corpo de Mendonça junto.

—Você me tira a paciência, filho da mãe.

—Lembrei que você... É rico... Suficiente pra não precisar mais disso... Não é? –Falou o negro sem ar e Bernardo acabou o soltando em um empurrão o que o levou ao chão.

—Eu sei que você tá chantageando o Alberto e sei que ele tá sendo frio e escroto, porque tá com medo do que você pode fazer com ele, mas é bom você também ter medo do que eu posso fazer com você... Eu posso não conseguir sujar sua imagem ou destruir sua empresa, mas eu posso facilmente acabar com os teus dias de jornalista meia boca bem facilmente... E sem sujar minhas mãos com isso! É bom se sentir avisado!

O moreno então saiu de lá, talvez o aviso fosse algo bom para Mendonça recuar, ou o pior, o fizesse apenas atacar com mais vontade.

[...]

Nathan dirigia pelas ruas de Belo Horizonte, um tanto quanto rápido demais. Talvez o empresário já tivesse levado até alguma multa, mas pouco importava. Nathan olhava para os lados, para todos os que andavam pelas calçadas, ele só conseguia pensar que possivelmente Guilherme estivesse andando pelas ruas, será que Guilherme estava tão próximo dele assim?

No primeiro semáforo fechado que o pai do garoto havia encontrado pelo caminho. Nathan parou o carro e olhou para o lado. Um garoto de cabelo escuro passava na rua, de jeans e mexendo no celular. Nathan desceu do carro apressado, batendo a porta com força e se aproximando do garoto que estava de costas pra si. Ao se aproximar e puxar o garoto pelo braço.

—Uou! –O garoto exclamou alto. –Que foi, senhor?

—Não... –Comentou atordoado. O garoto não era Guilherme. –Não, desculpe! Te confundi com o meu filho...

—Eu hein? Maluco! –Reclamou o adolescente puxando o braço e virou continuando seu caminho.

O semáforo já estava aberto e a maioria dos carros buzinava como loucos para que o empresário se apressasse. Já na parte menos abastada da cidade. Guilherme caminhava por uma rua, com sua touca cobrindo o cabelo e óculos escuros.

O garoto seguia lembrando-se da incrível semelhança com o irmão e era incrível o fato de eles terem pais diferentes, em verdade, bem diferentes. Guilherme seguiu a caminhada até ficar em frente a um salão de beleza e uma ideia passou por sua cabeça.

Talvez mudar o cabelo seria uma boa saída para não ser facilmente reconhecido. O salão era organizado, tudo parecia bem limpo. Poucas pessoas estavam ali e Guilherme entrou e foi logo conversando com uma moça que estava por ali.

—É... Boa tarde...

—Oi. –A mulher era alta, carregava uns produtos de cabelo e usava um rabo de cavalo. –O que você quer, garoto?

—Um corte de cabelo, tem que marcar hora algo assim? –Guilherme tirou a touca da cabeça, já que já estava dentro do salão.

—Não, querido. –A mulher colocou os produtos sobre um balcão e logo encaminhou Guilherme para uma das cadeiras lavatórios. –Vamos lavar esse cabelo primeiro e depois você me fala o quer, pode ser?

—Sim, tudo bem!

O processo de lavagem foi rápido. Guilherme utilizou aquele tempo de descanso apenas para pensar nas semelhanças com o irmão. Chegava a ser um pouco assustador. As mãos da mulher, que logo depois se apresentou para Guilherme como Vitória, eram bem macias e a massagem estava o relaxando bastante.

—Pronto, Guilherme. –Avisou enxugando as mãos. –Sente-se naquela cadeira! –Apontou para uma cadeira macia que ficava virada para um espelho que tinha uma pequena bancada com alguns produtos de cabelo, tesouras e máquinas de cortar. –O que vamos fazer?

—Ah... Eu estava pensando. –Guilherme mostrou um corte que viu numa revista que estava por ali, enquanto recebia a lavagem. –Nesse aqui!

—Nossa, diferente não é... Incluindo a cor?

—Sim.

Era um corte mais atual, mais curto na lateral e mais longo em cima e o cabelo do modelo da foto era bem loiro, mas não parecia natural, o que facilitaria para Guilherme alcançar aquela cor.

—Pois vamos lá, senhor! –Falou feliz mexendo num armário perto, procurando as tinturas e materiais.

Guilherme continuava relaxando na cadeira e seu aparelho celular tocou, mas o garoto preferiu ignorar, pois já sabia quem era.

[...]

Em Londres, Max continuava tentando ligar para Guilherme. O loiro havia saído da escola interna, embora a escola tivesse conseguido abafar o caso para boa parte da população. Como Max era colega de Guilherme e sabia diretamente do caso, a sua família inteira soube e os pais do pequeno garoto, optaram por tirá-lo da escola e colocá-lo para ser educado em casa.

O loiro estava deitado em sua cama e insistia em ligar para Guilherme. O garoto do cabelo castanho havia atendido apenas a primeira vez e ao descobrir que na ligação era Max, desligou na mesma hora e não deixou o loiro explicar o como todo o plano dele foi descoberto, o que era algo fácil de acontecer.

—Droga! –Reclamou ao ouvir mais uma vez que a ligação não havia obtido resposta.

O chá de silêncio que estava tomando de Guilherme era ridículo, Max queria saber como o garoto estava, se tudo estava bem, se ele não estava passando por problemas, o que deveria estar acontecendo, devido às circunstâncias que Guilherme foi embora.

—Vou tentar de novo!

[...]

Depois do expediente fatídico, Fernando resolveu levar Carlos até seu apartamento onde os dois poderiam conversar com mais calma. O caminho silêncio era bastante incomum para o casal. Geralmente Carlos sempre falava de algum assunto e Fernando lhe respondia, embora atento ao trânsito, mas naquele momento, a expressão do empresário não era convidativa nem para um “boa noite”.

O caminho foi até calmo e rápido. Fernando e Carlos desceram do carro e ambos se encaminharam até o elevador e ao chegar ao andar indicado. Naquela noite, parecia que o papo ia ser o mais tenso possível. Carlos nunca era silencioso e Fernando, embora sério, nunca transmitia um semblante tão chateado.

Logo o andar onde morava Fernando foi alcançado e Carlos esperou o mais alto sair primeiro, os dois caminharam rapidamente pelo corredor e o empresário abriu a porta, Carlos entrou e sem cerimonio sentou-se no sofá.

—Maria Luiza não está aqui? –Perguntou o loiro.

—Não... –Fernando passou pelo empregado e foi até a cozinha. –Hoje, ela foi dormir na casa da mãe.

—Vai ser assim? A nossa conversa? Com você na cozinha me evitando e eu aqui sentado no sofá?

—Tem alguma ideia melhor?

—Vem aqui e fala comigo direito? –Carlos falou olhando para a sala de jantar, esperando Fernando aparecer e o moreno apareceu e se encaminhou até ele, também se pondo sentado no sofá.

—Pronto... O que tem pra mim?

—É sério, que você vai criar esse caso todo por causa de um funcionário da empresa?

—Um funcionário que está ti dando muito mais atenção do que ao próprio trabalho dele, não concorda... Talvez ele devesse ser demitido, não acha? Ele não é o assistente pessoal de Carlos!

—Por Deus, Fernando! –Carlos levantou, mas não caminhou, apenas seguiu olhando indignado para Fernando. –Você não demitiria alguém apenas porque acha que a pessoa está me dando um pouco de atenção...

—Está sendo mais que um pouco!

—Olha... –Carlos voltou a sentar. –Eu sei que você está chateado, eu entendo... –O loiro levou a mão até a bochecha do maior e os dois se olharam. –Façamos assim, eu prometo me afastar do garoto, desde que você prometa que vai manter o emprego dele, é óbvio que ele precisa desse trabalho, amor... É importante pra ele...

Fernando suspirou e confirmou que sim com a cabeça, o que nenhum dos dois sabiam, era que tudo estava sendo espiado por Andreia Castilho.

Notas finais
Então... Curtiram? Sei que o capítulo é curtinho, mas foi que saiu e também os próximos tem bem mais coisa! Roberto tá cada vez mais querendo ganhar o Carlos e isso tá começando a irritar o Fernando, será que ele vai fazer cenas de ciúmes públicas, hein? Bernardo e Mendonça... Como será que os dois vão se dar daqui pra frente hein? Mendonça ameaçando o Alberto e Bernardo ameaçando o Mendonça... Boa coisa não vai dar... Guilherme conheceu a mamãe e um irmão, o que deixou bem intrigado... Alguém suspeita que Amélia guarde um segredo? Hãn? E o nosso garotinho optou por uma mudança, será que isso vai afastar a policia e o Nathan? Falando em Nathan, parece que perseguir o Gui está virando uma obsessão hein? Alguém tem alguma aposta? Será que ele vai achar o filho ou não? Max também tá tentando se aproximar de Gui, mas parece que o garoto tá incomunicável... POr fim, tivemos uma briguinha calminha de Fernando e Carlos... Será que teremos rachaduras no paraíso? Andreia filmou tudo... O que será que acontecerá com o nosso casal mais querido? Palpites... — Comentem e recomendem. — ADICIONEM O GRUPO DO FACEBOOK https://www.facebook.com/groups/225119220990657/?fref=ts