Notas iniciais
Demorei, reconheço, mas vocês sabem da faculdade e tudo e tal! Os capítulos demoraram esse tempo mais ou menos e espero que as pessoas que gostem da fic permaneçam aqui! — Vamos aos agradecimentos? Muito obrigado aos lindos... Giovana, NanaCat, PezHummel, Amanda, sanduichedeatum (uma fofa), Usacchi, Natan (Um fofo), Ângela e Misaki (querida). Obrigadão lindos do Sketcher! — Quer ser um lindo do Sketcher? É muito fácil, basta você mandar um review depois de ler esse capítulo! — Esse capítulo é todo do Natan Cruz, porque ele recomendou a fic.. E não foi só essa foram outras três minhas fics o que me deixou muito feliz... Obrigadão mesmo Nathan. É todo seu esse capítulo! — Sintam-se a vontade de comentar e recomendar!

Na segunda-feira, todas as malas de Guilherme já estavam prontas. O domingo foi um dia difícil, o castanho teve que passar todo o dia trancado no quarto com fome e sede, afinal o monstro chamado Nathan Mark não deixou o garoto sair de lá.

Na segunda, os dois iriam para a escola cancelar a matrícula do jovem e imediatamente para o aeroporto, onde Guilherme iria ter que se virar em Londres para achar o seu novo internato. O seu inglês não era muito formal, como o dos britânicos, mas ele sabia se comunicar e entendia bem o que os outros queriam dizer. Nathan estava tomando seu café e lia seu jornal. Guilherme se aproximou calado, sentou-se e logo se serviu. Seria mais saudável para seu corpo não falar nada. Afinal, a surra de sábado ainda estava recente e bastante marcada na pele branca do garoto. O telefone do apartamento tocou. O pai sério olhou para o garoto.

—Pediu ajuda a alguém? –Perguntou o todo poderoso Nathan.

—Não, senhor. –Respondeu cabisbaixo.

O homem foi atender ao telefone relutante.

—Alô... Fala Severino... Um pacote? Para mim? Ok... Não pode trazer até aqui? Está ocupado? Ok... Já vou buscar!

O maior desligou a ligação e voltou para a cozinha.

—Estou indo buscar algo! Termina depressa, não aguento mais ver essa tua cara marcada!

Guilherme estava bem surrado, o rosto todo avermelhado de socos e os dois olhos inchados, um mais inchado que o outro. Além dos cortes e hematomas pelo corpo, que eram escondidos pela camisa de mangas longas e a calça jeans. O adolescente aproveitou a saída de seu pai para correr para o telefone e ligar para o professor.

Nathan havia quebrado o seu aparelho telefônico e com certeza, Emanuel estava completamente preocupado com o que aquele homem era capaz de fazer com o filho. Guilherme ligou mais o telefone não foi atendido, não poderia perder tempo teria que dar um jeito de falar com alguém para a ajudar e logo pensou em seu tio Bernardo, não era muito sensato pedir ajuda a ele, mas era a única pessoa que tinha certo conhecimento sobre os sentimentos do menor.

—Alô tio! –No outro Bernardo estava sonolento.

—Isso lá é hora de irritar alguém, Gui! Droga, eu estava dormindo...

—Tio... É muito importante... Papai vai me mandar para Londres, ele descobriu que eu sou gay e está possesso.

—Meus pêsames, garoto!

—Você tem que me ajudar, Bernardo! Tem que avisar ao Emanuel... Se ele apenas sonhar que eu fui embora... Ele vai vir atrás do meu pai e isso vai dar rolo...

—Só posso ter pena de você e de seu namoradinho, eu não vou ficar contra o meu irmão, quem me dará a minha mesadinha?

—Você é muito egoísta... –E Guilherme se desesperou e chorou. –Vo-você... Nunca a-amou ninguém?

E de imediato o ator lembrou-se de seu advogado e de como cada dia mais os seus sentimentos cresciam em relação ao ruivo.

—Tudo bem!

—Sério? –Perguntou o menino espantado e ainda choroso. A porta começou a ser aberta e o garoto se desesperou. –Vai à minha escola e tenta falar com ele...

E teve que desligar, pois logo seu pai apareceu na porta. Se é que realmente poderia chamar aquele homem de pai. O homem trazia uma grande caixa nas mãos e pelo visto não havia ouvido nada, felizmente.

[...]

Naquela mesma manhã. Carlos estava pensativo na sua salinha. O loiro lembrava-se das palavras do amigo. Emanuel sempre foi uma pessoa sincera, mas ele poderia estar equivocado quanto a isso, ou ele poderia estar completamente certo e Fernando estar mesmo com vergonha de assumir sua homossexualidade.

O secretário mexia em papéis, lia e relia, mas não conseguia se concentrar e fazer seu trabalho. O loiro batia o pé no chão consecutivamente, como se a cada batida um novo pensamento ruim sobre o moreno invadisse sua mente.

Durante o domingo, os dois também saíram, mas dessa vez tinha sido para o shopping. Isso tinha deixado o loiro um pouco feliz, pelo fato estarem em um lugar cheio de pessoas, mas a presença da filha do empresário dificultou um pouco de contato entre os dois.

E lá estava o loiro, mexendo em papéis e imaginando bobagens...

—Carlos? Carlos? –Perguntava o empresário já dentro da salinha do secretário. Estava, como sempre, com um terno de corte incrível e em pé. Vendo o loirinho pensar.

—Ah... Oi...

—Voando?

—Não, chefe... Estava só fazendo umas contas de cabeça. –Mentiu. –Algum problema?

—Eu que te pergunto... O que você estava fantasiando? –Perguntou sentando-se.

—Nada...

—Fala!

—Estava pensando... Deveríamos ter um jantar na minha casa, algo como se assumíssemos o relacionamento, o que acha? –Na verdade, o loiro não ligava para isso, afinal ele nem era assumido para a família, mas a dúvida estava mesmo na sua cabeça.

—É... Você não acha... Cedo demais? Sabe, eu estou gostando desse momento mais relaxado que estamos vivendo. Por enquanto ainda está bom esse namoro secreto de adolescente.

—Mas nós não somos mais adolescentes...

—Eu sei disso, mas nós sempre queremos continuar jovens e eu acho que como não estamos fazendo mal a ninguém, podemos ficar um pouco juntos, ainda escondidos.

—E quando começar a fazer mal a alguém?

—Quem?

—Eu! Eu não quero viver minha vida toda, escondido, Fernando. Meus sentimentos são algo que eu não quero que sejam reprimidos, óbvio, eu não vou sair por ai, gritando que estamos juntos, mas eu também não quero viver escondido.

—Eu super entendo os seus motivos e suas razões, mas eu ainda acho que é cedo...

O loiro fechou o cenho. Estava quase convencido de que realmente, tudo que o melhor amigo achou do empresário era verdade.

—Tudo bem. Um jantar, na sua casa, mas certifique-se de que ninguém da empresa saberá! Não quero correr o risco de ser acusado de abuso sexual ou processos trabalhistas!

E o loiro sorriu realizado. Tudo não passou de uma suposição do amigo.

—Ok! -Sorriu feliz.

[...]

Perto dali, em um prédio de um jornal famoso da cidade. O jovem Roberto Marcato conversava com um senhor negro. Um grande jornalista e advogado, que era um dos sócios principais do jornal. O tal homem era Mauro Mendonça, era negro de um tom bem singular, tinha o cabelo bem raspado e os olhos negros bastante expressivos e ouvia atentamente todas as palavras do jovem loirinho.

—... Tenho certeza de que ele é gay!

—Tendo com base um beijo que você roubou dele! Isso não prova nada, garoto. Entende uma coisa, para você ser jornalista. Você tem que ter uma informação bem comprovada e não só uma especulação. Quem acreditaria em você? Ninguém nem te conhece, moleque.

—Mas ele se assustou quando eu disse que poderia dizer nos jornais que ele era gay...

—Claro, qualquer um se assustaria. Continue tentando seduzir ele, se você conseguir algo mais sólido do que um beijo roubado, você volta aqui...

—Ainda vai me pagar? –O senhor negro riu alto com a insignificância do jovem modelo e estudante de jornalismo.

—Você não quer demais, não? Faz o serviço mal feito e ainda vem querendo dinheiro, qual é, garoto! Se enxerga!

—Mas a mensalidade da minha faculdade está atrasada. O senhor disse que ia me pagar direitinho e que eu poderia ficar despreocupado que eu não ia perder a faculdade... Que era um trabalhinho bobo...

—Ok, moleque. Passa na secretaria e pega sua grana, mas só volta aqui com informações importantes, se não conseguir nem aparece! –O garoto levantou da sala importante do jornalista. Era ampla e comum, cheia de prêmios e de certificados, mostrando quão importante era aquele homem. Tinha uma mesa e vários papéis.

—Foi um prazer, doutor Mendonça. –Levou a mão até o homem.

—Não posso dizer o mesmo, Macarto. Pode sair, por favor. -O jornalista ignorou o loirinho completamente e o jovem saiu da sala. –Então, quer dizer, que o ruivinho número um da turma é realmente viadinho. –Falava o jornalista para si próprio. –E quando eu pedi para ficar com ele, ele simplesmente me humilhou.

Na verdade, o doutor Mendonça e o jovem advogado já se conheciam. Mendonça e Alberto frequentaram a mesma universidade e foram durante meses companheiros de sala no curso de direito. O já jornalista tinha interesses no ruivinho que buscava ser um advogado, mas foi completamente humilhado e descartado pelo ruivo.

[...]

—Chegamos nesse inferno! –Reclamou Nathan. O empresário estava levando o filho para escola. Iriam cancelar a matrícula e depois o “pai” iria levá-lo ao aeroporto. –Você não vai sair da minha vista, se eu reparar que você olhou para algum garoto de uma forma diferente, acredite eu vou destruir a vida e a família do seu namoradinho.

—Tudo bem, pai! –Respondeu resignado o menor, como poderia encontrar Emanuel ali se agora, seu pai estava lhe vigiando?

Os dois saíram do carro importado do moreno e seguiram para dentro do grande prédio da escola onde o menor estudava.

—Vamos à diretoria! –Exigiu o pai. Nathan ia alguns passos à frente e o menor ia logo atrás.

Acabou de dar a hora do intervalo e com isso, centenas de alunos sendo liberados como lobos famintos e loucos por liberdade. Nathan acabou se espantando com a falta de educação dos alunos. Seria uma oportunidade perfeita de tentar a sorte e ver Emanuel, mas Guilherme teria coragem de arriscar tanto?

O castanho pensou por mais alguns segundos, estavam perto da escada e com certeza, Cavalieri estaria no andar de cima. Guilherme resolveu não pensar e sim fazer.

O garoto, teve um minuto de coragem e aproveitando toda a multidão que andava apressada pelo corredor da escola, empurrou o corpo do pai que acabou indo ao chão com o susto e correu desesperado para o andar de cima. E se Nathan tivesse visto e estivesse atrás dele agora mesmo? Guilherme não quis saber, arriscou e talvez desse sorte.

Sabia o horário de aulas do professor como a palma de sua mão e correu para a sala onde ele estava terminando de colocar os livros na mochila.

—Gui-Guilherme? –Perguntou o loiro vendo a figura abatida e machucada do menor. O garoto não aguentou e começou a chorar ali mesmo, com a porta entre aberta, o que causou ainda mais desespero ao professor. –Shi... –Falou agarrando o corpo menor e massageando os fios castanhos. -Está tudo bem...

—Não... Não está! –Falou choroso, o estudante segurou o braço do professor e levou ele até o final da ampla sala, seria mais seguro para eles conversarem mais escondidos. –Me-meu pai vai me mandar para a Inglaterra!

Emanuel desabou com a notícia. Seu pequeno garoto de cabelo castanho iria embora para outro país e um país tão distante.

—Não pode ser... –Falou desolado agarrando o menor com mais força. –Eu vou matar o seu pai. –E como um bom homem, o professor ameaçou uma saída e ter de enfrentar o pai do menino, mas Guilherme era esperto, sabia que se o professor fosse discutir com o seu pai, toda a vida e carreira do jovem professor iria por água a baixo.

O garoto segurou o antebraço do homem e virou ele com toda a força que ainda restava em seu pequeno corpo machucado. Antes que pudesse protestar o aluno beijou os doces e finos lábios do amado. Um beijo forte e sentimental, o maior exemplo de beijo de despedida que dois apaixonados poderiam dar. Emanuel segurou o corpo pequeno com suas mãos hábeis e uma pequena lágrima tremeu ao sair dos olhos claros do professor loiro, quem sabe quando poderia voltar a ver o seu aluno preferido?

O beijo foi separado e os dois se olharam, um com os olhos inchados e vermelhos devido a surra, já o outro com a mesma aparência devido as recentes lágrimas.

—Eu te amo, baixinho... –Sorriu o apaixonado professor.

—Eu prometo voltar... Eu prometo voltar só para você... Eu vou ficar de maior logo, faltam só dois meses...

—Como?

—Eu sou inteligente, acredite eu darei um jeito... Eu vou voltar e vou ser seu para sempre...

—Co-como você consegue ser tão forte assim? –Perguntou o professor abalado.

—Já chorei tanto que minhas lágrimas secaram... Eu te amo, meu amor. É melhor eu ir...

—Não! –Emanuel segurou a cintura fininha do amado e agarrou o corpo com toda sua força. Guilherme quis permanecer naquele abraço o resto dos seus dias, mas seu pai não era bobo. Logo poderia abrir a porta e descobrir o seu namorado e acabar com a vida dele.

—Meu tio vai vir aqui e vai te explicar tudo, ou pelo menos o que ele sabe...

—Não vai. Vamos fugir?

—Meu pai está nesse prédio. Ele é bem mais inteligente do que você acha. Me deixa ir, antes que se meta em problemas.

—Volta o mais rápido que você puder... Eu não vou aguentar viver sem você...

—Prometo que vou tentar...

E antes que o menor continuasse seu pensamento, o professor agarrou seus fios castanhos e beijou os lábios do menor. Se o beijo anterior foi cheio de paixão e com sentimento de despedida, esse nem se falava. Os dois se beijavam com força, com muito amor e já com completa saudade um da boca do outro, mesmo sendo garoto, Guilherme sabia que estava brincando com a sorte e logo se desvinculou dos toques perfeitos do seu professor e saiu para a diretoria.

[...]

—Ah... Alberto, você acha que um pai pode forçar um filho a ir para outro país? –Bernardo estava deitado sobre a sua cama, olhando para o teto, apenas de cueca conversando com o advogado por telefone.

—Forçar um filho? Óbvio que não. Ninguém pode forçar nada a ninguém, mas esse tipo de caso é muito delicado, porque perguntou?

—Nada demais, lindo... –Falou o maior e o menor riu abobado e corou. –Qual a graça?

—Ainda me sinto meio estranho quando você me chama de lindo... Ainda me bate um constrangimento...

—Estou te imaginando agora todo vermelhinho como os seus cabelos... Deve estar lindo!

—Ai que idiota! Vou ter que desligar, tenho que trabalhar...

—Qual é! Você está gostando de falar comigo, deixa de drama...

—Mas...

—Vamos fazer sexo por telefone?

—O quê?

—Vamos... Será divertido!

—Bernardo...

—Sabe onde eu estou com a mão agora? –Falou o maior colocando a mão dentro da cueca e sentindo sua masculinidade acordar. –Ah... Diz ruivinho, aonde você acha?

—Bê... Não! —Na verdade, o ruivo estava amando toda aquela situação, imaginar Bernardo deitado segurando o membro era de morrer.

—Quando você disse, Bê, eu senti ele pulsar...

—Sério? —Mais gemeu do que falou.

—Muito sério... Fala de novo...

—Bê...

—Ah...

—Chega! Bernardo eu estou no trabalho, tenho que focar...

—Vai vir aqui mais tarde, faz tempo que não fazemos amor...

—Vou pensar, beijo e tchau...

—Mas... –E o ruivinho já tinha desligado trazendo assim à ira do mais novo.

[...]

Depois de uma chata reunião com a diretora da escola, Guilherme e Nathan voltaram para o carro. O homem já havia ido até o banheiro junto com o garoto e dado alguns socos nele, afinal não tinha como não descontar seu ódio naquele moleque. Guilherme estava muito machucado e chegou a cuspir sangue por alguns instantes. O garoto e pai logo voltaram para o carro e o mais velho acelerou indo ao aeroporto.

Nathan já havia instruído que ele deveria pegar um taxi no aeroporto e ir para o “Traditional Boarding School of London” lá procuraria algum monitor e diria seu nome, como já sabiam da ida repentina do garoto, seria facilmente instruído aos seus afazeres. Guilherme ouvia tudo calado e por dentro, sentia-se morrer a cada metro que se aproximava do aeroporto. Seu voo sairia por volta de meio dia, mas como é sempre recomendável chegar cedo ao aeroporto, eles estariam lá talvez duas horas antes.

Já na escola, Emanuel não conseguia dar aula no segundo período e para melhor justificar essa falha, ele passou um terrível trabalho do livro para os alunos fazerem e ele conseguir pensar e se acalmar, o que estava difícil. Guilherme iria embora para muito longe e o jovem professor iria ficar novamente solitário... Carlos estava um pouco chateado com ele e isso fazia com que sua vida estivesse de ponta cabeça.

Depois de algumas horas, Guilherme foi para a fila de embarque e iria pegar o avião para um lugar completamente desconhecido, com pessoas desconhecidas e o máximo que conseguia era saber aquele idioma e nem era uma formação completa. O garoto passou pelo corredor principal com lágrimas nos olhos, estava deixando sua vida em Belo Horizonte e estava a deixando na mão de um homem, na mão do seu eterno professor de matemática, namorado e amante. Ele sabia que seria complicadíssimo voltar para o Brasil e voltar para a felicidade com o seu amor, mas ele tinha que enganar Emanuel, afinal o loiro de cabeça quente seria o bastante para que Nathan destruísse a vida dele.

Um homem alto e moreno entrava na escola, na sua mão estava um pequeno papel, ele caminhou calmamente pelos corredores e sabia exatamente para que sala deveria ir, o porteiro havia lhe ensinado perfeitamente.

O moreno continuou seu percurso até a porta da sala que desejava e a abriu olhando para o entristecido professor que fingia ler o livro.

—Com licença, senhor... –O homem olhou para o moreno e logo levantou dando uma desculpa para os alunos e saindo.

—Porque ele foi embora?

—Nathan descobriu tudo e claro, não quer que o filho sofra da mesma doença que o irmão e mandou o garoto para uma escola interna em Londres. Eu já suspeitaria que assim que ele descobrisse, fizesse algo assim.

—Mas... Quando ele vai voltar? –O desespero era aparente na expressão do professor.

—Eu não tenho ideia, mas assim que ele voltar espero que ele seja feliz com você e com uma pessoa que ele merece conhecer...

—Quem? De quem você está falando?

—Tome... –O moreno entregou o pequeno papel ao professor que leu o endereço ali escrito sem entender o motivo. –Esse é o endereço da Amélia...

—Amélia?

—A mãe do Guilherme.

Notas finais
Tadinho do Gui vai mesmo para Londres. Quem tá com pena comenta aqui! — Emanuel e Gui foi fofa a cena? Espero que sim... Nathan é um monstro sim ou com certeza? Um colega de faculdade de Alberto é o contratante do modelo-espião... E agora? Bernardo querendo transar com o Alberto por telefone, foi sexy ou hilário? Jantar romântico e caseiro? Nossa é muito amor de Carnando, viu? Endereço da mãe do Gui? O que o nosso professo vai fazer?