Notas iniciais
Capítulo novinho para vocês, my lovers! Capítulo está com alguns acontecimentos legais, eu assumo! Espero que gostem!
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Vamos aos agradecimentos? Claro, obrigado!
Iaa, Kerolinny, Linkbill, Reir, TogetherForever, UchihaMarina, Noah, Rennan, Machi, Amanda e Usacchi. ONZE REVIEWS! É ISSO MESMO PRODUÇÃO? VALEU GENTE! LINDOS DO SKETCHER!
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Quer ser um lindo do Sketcher? É muito fácil, basta você mandar um review depois de ler esse capítulo!
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PRÓXIMO CAPÍTULO: 6 DE JANEIRO! (LEIAM AS NOTAS FINAIS!)

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–Hã? –Carlos se assustou com a pergunta da garota. –Menina, seu pai é meu chefe. Que viagem!

–Você gosta dele sim. –Riu a garota. –Quando você fala o nome Fernando, seus olhos brilham mais do que estrelas cadentes.

–Você deve estar viajando. Vamos voltar pra empresa? Vou falar com seu pai, sobre o nosso plano.

Os dois voltaram para a empresa e mesmo que Carlos tenha achado que enganou a garota, Maria Luiza era esperta e percebeu mesmo que o garoto gostava do pai, mas será mesmo que a nossa pequena garota vai ajudar a unir um dos nossos possíveis romances?

Os dois voltaram para o grande prédio da empresa, já estava quase no final do expediente de trabalho. Carlos entrou na sala do chefe, junto com a garota e Fernando estava revendo alguns papéis.

–Chegamos chefe!

–Se divertiram?

–Muito. –Falou a garota. –Papai, te trouxe um presente! –O homem olhou espantado para a garota e recebeu a caixa. Dentro dela estava uma gravata de uma loja cara e era azul marinho a cor favorita de Fernando.

–Obrigado, amor. Ela é linda, vou usar amanhã mesmo! –O homem se abaixou um pouco e deu um abraço apertado na filha.

–Carlos ajudou a escolher. –Disse a menina indo dar um abraço apertado no loiro. –Papai, sabia que o Carlos é muito inteligente e gosta de trabalhar aqui. E ele é muito lindo também.

–Nossa... O Carlos é tudo isso mesmo? –Perguntou o pai. –Eu já reparei, mas você pode ir à mesa do Carlos? Papai tem que falar algo importante com ele.

A garota saiu e deixou os dois adultos sozinhos.

–Que tipo de droga você deu a ela? –Perguntou o chefe rindo logo em seguida.

–Nenhuma, eu juro. –Ambos riram. Fernando sentou na cadeira do dono e o secretário em frente à mesa. –Patrão... Eu gostaria de conversar com o senhor sobre um assunto pessoal...

–Não gosto de falar sobre a minha vida pessoal, Carlos. –O menor engoliu em seco. –Mas como você é um ótimo funcionário e conseguiu conquistar minha filha, do que você quer falar?

–Sabe... Senhor. Eu percebi que a Maria Luiza é muito carente, principalmente do pai. E a mãe dela, mesmo que eu não conheça. Ela consegue fazer a garota acreditar em tudo que diz e ela fala muito mal de... Você... Pra garota.

–Entendo, mas agora me diga algo que eu não sei.

–Eu... Prometi a ela... Que... Que o senhor teria um dia com ela, sem se preocupar com trabalho ou com qualquer coisa do gênero. Seria um dia apenas dela. –O loiro abaixou o rosto temendo o pior. Fernando se levantou.

–Que ideia de gênio, garoto.

Fernando saiu de trás da mesa e foi até a cadeira onde Carlos estava sentado. O chefe pegou o loiro pelo braço o levantando e dando um abraço forte. Carlos sentiu-se a pessoa mais especial do mundo sendo abraçado pelo moreno. O cheiro forte do perfume amadeirado de Fernando, os braços seguravam o corpo do loiro com segurança e o secretário perdeu quase que a consciência total com aquele acontecimento. O maior soltou o loiro aos poucos que acabou por olhar na infinidade verde que eram os olhos do moreno. Os dois se encararam. Cara a cara. Face a face. Centímetros separando um contato mais íntimo. As mãos do loiro seguravam-se no peitoral do maior e as mãos do moreno circundavam a cintura do menor. A porta foi batida. O transe acabou e os dois se separaram como se nada estivesse acontecido.

–Pode entrar. –Fernando ajeitou a gravata que estava fora do lugar e Carlos sentou-se na cadeira já que não sentia suas pernas.

–Com licença, senhor Fernando. –Era Késia, uma das gerentes mais responsáveis da empresa. –Eu trouxe alguns contratos e serviços prestados durante o mês, que o senhor pediu para rever. Atrapalho?

–Claro que não. –“Atrapalha sim!” Pensou o loiro. –Chefe, eu já vou indo. –O loiro saiu da sala, respirou fundo e mexeu nos fios claros. Indo em direção a sua sala. Maria Luiza estava sentada na cadeira mexendo no aparelho de celular.

–Voltou, mas já?

–Garota! Eu trabalho sabia?

–Sei. Mas então falou com o papai?

–Sim, ele não me prometeu nada, mas adorou a ideia. Acho que ele quer fazer uma surpresa, então se prepare para fingir surpresa! –Os dois riram.

O dia acabou logo e todos acabaram indo logo para casa. Carlos estava mais uma vez adiantando o trabalho para o dia seguinte. Ele lia papéis, revia documentos, mexia no computador e aquilo estava deixando ele maluco.

–Ainda aqui? –Fernando entrou na sala do empregado e viu que ele lia alguns papéis e como era lindo folheando as folhas.

–Ahh... Estou adiantando o trabalho de amanhã...

–Pra quê? Amanhã você não vai trabalhar. –Carlos parou a ideia de ser demitido estava lhe aterrorizando agora. Será que ele estava fazendo seu trabalho tão mal? Será que o quase-beijo dessa tarde fez isso? –Nossa, pra quê essa cara de susto?

–Ué, eu não vou trabalhar amanhã? Vai me demitir? –Fernando riu.

–E porque eu faria isso?

–Estou me fazendo essa pergunta agora!

–Ahh, não seja bobo Carlos. Amanhã vamos ao cinema e depois ao parque.

–Nós dois?

–E a Maria Luiza, vocês dois se deram bem e como eu não quero estragar o primeiro contato com ela, será ótimo você ir conosco.

–Você que manda, chefe.

–Quero que vá por você e não porque seu chefe quer que vá. Quero que o Carlos vá com o Fernando e não que o secretário vá com o chefe. –Os dois já estavam perto demais.

–Ok. Carlos vai. –Os dois riram.

–Já que o senhor não vai trabalhar amanhã. Posso te levar pra casa?

–Imagina. Vou de ônibus.

–Faço questão.

–Ok.

Os dois foram embora juntos até o humilde bairro onde Carlos morava com os pais e as irmãs. Conversaram sobre coisas banais durante todo o caminho, mas mesmo assim o singelo clima de romance apareceu e deixou tudo bem agradável.

[...]

Bernardo estava impaciente, perder o melhor advogado em direito internacional de Minas, um dos melhores do Brasil era algo que ele não planejou quando estava brincando com o ruivo. Se ele perdesse todos os milhões que a empresa devia iria perder toda a mordomia em que vivia e só a mesada que Nathan dava não seria o bastante. E trabalhar em algo que não fosse aquilo estava fora de cogitação. O moreno vestiu sua melhor roupa. Colocou um jeans que marcava aquilo que ele tinha de melhor, o belo dote que Deus lhe deu. Uma camisa que marcava os braços fortes e justa que dava para ver os gomos de seu abdômen. Pegou todos os papéis de contratos com a empresa e com o próprio advogado e foi até a casa do menor.

Por causa de todas as excentricidades do ruivo, saber onde ele morava era fácil. O maior e mais caro edifício residencial de Belo Horizonte era onde o ruivo vivia. O apartamento detinha dois andares e era um dos mais caros de todo o Brasil. A vista era incrível. Podia-se ver todo o bairro da grande varanda de vidro que o ruivo possuía e era exatamente lá onde ele estava quando sua campainha foi tocada.

Os cabelos avermelhados molhados denunciavam que ele havia saído do banho a pouco. Usava uma camisa comum listrada em azul celeste e branco e um moletom clássico. Alberto bebia uma leve dose de vodca, aquilo acalmava os nervos dele. Principalmente depois de um dia como esses. A sala do apartamento era perfeita. Sofás ficavam de maneira proposital para dar um ar de bagunça organizada, o carpete cobria todo o andar de baixo. Objetos raros e itens de colecionador davam um ar pessoal para a sala e a TV de oitenta polegadas se confundia com as paredes brancas com uns desenhos propositais para dinamizar o ambiente.

O ruivo colocou o copo sobre a mesa da cozinha e foi abrir à porta e logo tentou fechá-la mais o pé do maior ocupou aquele lugar.

–Tira a droga do seu pé daí, ou eu vou esmagar ele, sem dó nem piedade! –O ruivo empurrava a porta com força.

–Pode empurrar, se eu perder meu pé, vou te processar por agressão violenta e tentativa de homicídio.

–Ahh, quem acreditaria em você? Eu tenho influências sabia?

–Eu também! Ou você acha que eu nunca transei com um juiz antes? –O ruivo abria a porta para bater com força no pé do maior, só que com a agilidade aflorada Bernardo aproveitou que o menor abriu a porta e invadiu o belo apartamento.

–Saí daqui! Seu sujo! –Gritou o ruivo.

–Vamos conversar. Como dois homens. –O maior pegou o ruivo pelo braço e jogou em cima de um sofá azul que tinha naquela sala.

–Não vou voltar para seu caso.

–Eu li o seu contrato.

–E?

–E ele tem uma cláusula bem interessante, aqui diz que se você desistir do caso terá que me dar setenta mil reais.

–Isso não é nada, perto de tudo que eu tenho e essa causa é só formalidade. Eu não tinha costume de desistir dos casos até um cara maluco tentar me assediar.

–Olha, eu sei que eu exagerei e me desculpa, mas você tem que me ajudar, sem você eu vou perder.

–Então irá perder. –O ruivo levantou e foi até um criado-mudo que ficava perto de um sofá perto de uma parede. –Quer seu cheque de setenta mil reais agora?

–Já que você não está ajudando, eu vou fazer da pior maneira. –O moreno levantou e foi até o ruivo. O menor se assustou com a aproximação. –Tá vendo esse olho roxo? Foi um soco seu. Eu posso fazer um exame de corpo de delito, processar você e mesmo que você ganhe eu posso vazar essa informação na imprensa e você vai ficar mal falado em todo o Brasil, eu conheço grandes jornalistas!

–Você é muito doente!

–Temos um acordo?

–Feito.

–E como vamos selar nosso acordo?

–Não ouse...

O maior interrompeu a fala do ruivo com um beijo lascivo e agressivo. A língua do maior adentrou na boca do menor e vasculhou todo aquele lugar com muita destreza. O ruivo acabou por se derreter nos braços de Bernardo e deixar o maior beijar sua boca, afinal ele estava gostando.

Bernardo levou uma das mãos a cintura do ruivo e apertou ali com força, o ruivo deu um gemido leve, mesmo sem descolar os lábios. Bernardo aproveitou e levou a sua mão sapeca até a nádega direita do ruivo e apertou lá. O menor acordou do transe e empurrou Bernardo.

–Tá... Vai embora. –Ordenou o menor um pouco ofegante. Bernardo ameaçou dizer alguma, mas já era muita coisa para um dia só. O moreno virou e foi em direção a porta. –Bernardo... Volta aqui. Esqueceu seus papéis!

O moreno foi até o sofá e pegou toda a papelada. Alberto percebeu o volume presente na calça do moreno e aquilo era verdadeiramente uma tentação. O menor se aproximou dele e jogou os papéis fora.

–Que se foda! –Disse o ruivo agarrando pescoço do maior e colando os lábios deles em um beijo lascivo. Bernardo agarrou as pernas do ruivo e suspendeu o corpo dele, fazendo as pernas dele enroscarem-se naquele corpo de Deus.

[...]

Emanuel chegou em casa depois de levar o aluno para o seu apartamento. O professor estava exausto. Emanuel morava sozinho desde que havia se formado em matemática e seu pai estava desestimulado com a decisão do filho de seguir a profissão de ensinar. O apartamento era pequeno, tinha um quarto apenas, uma cozinha e uma salinha com uma TV e um sofá. O professor se jogou sobre o estofado e descansou por poucos segundos. Ao olhar ao redor viu a bagunça que estava naquele lugar e mesmo relutando resolveu levantar e ir arrumar seu pequeno cafofo.

Guilherme estava preparando um sanduíche para comer e embora já fosse hora de jantar não iria comer janta, iria apenas lanchar e depois dormir. Nathan estava entrando depois do trabalho. Carregando uma mala desconhecida e o material de trabalho.

–O que você está comendo? –Nathan perguntou vendo o garoto sentado à mesa comendo.

–Estou comendo um sanduíche, não achei que o senhor chegaria tão cedo.

–Sanduíche? E o jantar? Não vai jantar?

–Claro. –O castanho sabia que o pai não gostava de que ele não comesse qualquer das refeições.

–Duvido. –O pai foi guardar todo o material de trabalho no quarto e quando voltou viu o filho mexendo em uma das malas que ele havia trazido. –Porque você está mexendo nas minhas coisas?

–Ahh... Eu tava... Tava... –O garoto não teve tempo de responder a mão pesada do pai lhe deu uma tapa forte foi lhe dado na face. O homem agarrou o braço do menino e o jogou na parede da sala da casa.

–QUANTAS VEZES EU VOU TE DIZER QUE VOCÊ NÃO PODE MEXER NAS MINHAS COISAS, SEU MOLEQUE!

–Desculpa.

–Desculpa é uma porra! –O pai tirou o cinto rápido e virou o corpo do garoto de bruços sobre o sofá. –Agora você vai aprender algo nessa sua vida medíocre.

O homem agarrou a camisa do castanho e puxou a rasgando com muita agressividade. O homem levantou a mão com força e a desceu forte, fazendo o couro do cinto cortar o ar e estalar entrando em contato com a carne branca. Um grito cortante era ouvido. Aquele grito era combustível para a força do homem. Nathan continuou levantando a mão e descendo com toda a agressividade sobre aquelas costas brancas. Depois de minutos sangrentos o homem cansou e foi até a cozinha tomar água.

O garoto com as costas doendo e ensanguentadas, levantou e foi em direção à porta. Ao sair do apartamento ele tentou se dirigir para o elevador.

–GUILHERME!

Ouvir seu pai gritar seu nome, fez o garoto tremer de medo e correr, mesmo fraco para o elevador.

–Filho, espera... O papai não vai te machucar. Desculpa, o papai estava nervoso. Desculpa?

–PARA O INFERNO SEU VELHO FILHO DA PUTA! –Gritou apertando o botão. A face do homem retornou o ódio e ele correu até a porta do elevador que fechou.

O elevador desceu devagar e o menino se assustou imaginando o pai descer e lhe pegar no térreo. O garoto estava em trapos, a camisa completamente rasgada, as costas desciam gotas de sangue e ardiam muito. Seus passos se desesperaram. O elevador abriu e ele foi direto para saída do prédio. O porteiro lhe olhou assustado, mas continuou fazendo seu trabalho.

O garoto já havia dobrado a rua e já estava mais calmo. Ele sacou o aparelho telefone que estava quase descarregando, discou o telefone da única professora que gostava dele e ligou para ela.

–Paloma, sou eu... Guilherme... Pode me ajudar?... Eu... Eu quero saber o endereço do professor Emanuel de matemática... Sei... Sei onde fica. Ok, obrigado.

O castanho seguiu o caminho mesmo muito cansado e fraco. O caminho até a casa do professor era um pouco longe do bairro nobre onde o garoto morava, mas ele não tinha para onde ir. Otávio era o melhor amigo de Guilherme e seria o primeiro lugar onde Nathan procuraria por ele.

A paisagem começava a mudar, os altos prédios começavam a sumir e as casas populares começavam a aparecer. Depois de cerca de quarenta minutos de caminhada lenta e gradual. O aluno chegou a um edifício residencial pequeno. Subiu até o andar onde se encontrava o apartamento do loiro e tocou a campainha.

Emanuel estava terminando de limpar a cozinha. Caminhou até a porta e viu a figura desarrumada e ensanguentado.

–Guilherme?

–Emanu... Eu preciso... –O garoto caiu sobre o corpo do loiro forte e o professor suspendeu o corpo do pequeno. E levou ele até sua cama. O professor viu as costas marcadas com cortes finos e resquícios de sangue. Ele virou o corpo do menor e passou remédio nas costas do garoto.

Depois de algumas horas o garoto acordou desconhecendo o lugar, olhou para o lado e viu o professor sentado numa poltrona naquele quarto e dormia tranquilamente. O menor foi até o encontro do professor que ressonava tranquilo. Os olhos claros do castanho analisaram a figura do homem ali presente. Guilherme sentou no colo dele devagar agarrando aquele pescoço e deslizando seus lábios pelos lábios do professor. O professor sentiu aquele toque e o instinto de possuir aquela boca lhe atacou. O maior agarrou a cintura do aluno e atacou aqueles lábios com ferocidade. Guilherme se surpreendeu com o toque e deixou a língua invadir sua boca. O beijo foi ficando calmo e o professor abriu os olhos vendo a figura que estava ali na frente. Emanuel se assustou e colocou a figura ali em pé.

–Quê? Fiz alguma coisa errada?

–Claro que fez! Eu não posso fazer isso, sou seu professor! Eu posso ser preso se eu fizer alguma coisa desse tipo com você!

–Mas seu pai vai!

–Ele não sabe que eu tô aqui!

–O quê? Você é maluco garoto? Além de acusado de pedofilia, eu vou ser acusado de sequestro. Vai pra casa!

–Ele me agrediu, eu não vou morar mais com aquele monstro!

–Vai morar com quem? Comigo?

–É!

–Não mesmo! Vai embora, Guilherme! –O garoto abaixou o rosto e foi embora, o professor analisou de novo aquelas costas machucadas e entendeu que foi mais uma agressão do pai. –Guilherme. –O castanho olhou. –Fica, mas só por essa noite! –O garoto sorriu e deitou na cama do maior.

O professor pegou um travesseiro e um coberto e foi para o sofá. Dormir no mesmo lugar que aquele garoto era muito perigoso para sua sanidade.



EXPLICAÇÕES! O capítulo vai demorar por um motivo, FESTAS DE FIM DE

ANO! Sketcher vai viajar e não vai poder escrever já que eu não vou entrar muito no computador da minha tia, vou passar o natal e fim de ano lá. Entendam e não abandonem o meu projeto, por favor! Ele ainda vai render muita coisa!

FELIZ NATAL E FELIZ ANO NOVO PARA TODOS! SKETCHER ADORA VOCÊS!


Notas finais
Gostaram? Espero que sim!
Qual o casal, vocês mais gostam?
Carnando (Carlos e Fernando)
Guinuel (Guilherme e Emanuel)
Alnardo (Alberto e Bernardo)
Tem alguma opção outra opção?
Gostaram do meu Guilherme? AI AI Calor!
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Gente, eu quero pedir a vocês que me ajudem a ganhar essa enquete! É sobre a melhor fic yaoi/lemon de 2012! Estou com a fic "O Patinho Feio" Obrigado desde já a quem votar!Amaria ganhar o seu voto! Aqui está o site: http://tvsmtv.blogspot.com.br/p/melhores-fics-de-2012.html
VOTEM,POR FAVOR!
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Esse capítulo é especialmente dedicado à KEROLINNY! Obrigado pela recomendação, você fez o meu dia ficar mais lindo e muito muito muito obrigado mesmo! Esse capítulo é todo seu! Se você está com inveja e quer um capítulo, recomenda a fic! KKKKKK Brinkadeira do Sketcher!
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Comentam e façam um autor feliz!