Notas iniciais
Voltei lindos do Sketcher!
Preparados para mais um capítulo?
-
Vamos aos agradecimentos? Obrigado...
Nayara, Rennan, Amanda, Reir, UchihaMarina, Kerolinny, Lucão, Linkbill, Usacchi, Machi e TogetherForever. Obrigados, lindos do Sketcher!
-
Quer ser um lindo do Sketcher? É muito fácil, basta você mandar um review depois de ler esse capítulo!
-
PRÓXIMO CAPÍTULO: 29 de janeiro!

\"\"

Era manhã, por volta de cinco e cinquenta. Alberto acordava sentindo seu corpo pesado. Levou uma das mãos aos olhos claros e depois a barba ruiva. Olhou pelo seu corpo e viu marcas avermelhadas que remetiam a toque de dedos. Sua pele branquíssima ficava avermelhada com o menor dos toques imagine então com a pegada forte do moreno alto e sedutor. Alberto se assustou, lembrou-se do que fez e se levantou apavorado. Sua mente estava um grande borrão, mas seu corpo, especificamente seu traseiro não estava machucado ou dolorido, apenas avermelhado. Sorriu aliviado, afinal não havia feito sexo com aquele ator medíocre, mas havia chegado quase lá.

Viu em sua cama a imagem do moreno, estava deitado, largado e muito sexy. Usava uma cueca preta que dava contrates com a pele bronzeada. Sua boca estava avermelhada, os toques devem ter durado uma noite inteira e ele ressonava tranquilo. Alberto pegou um travesseiro qualquer e jogou com a maior força que tinha bem no rosto do moreno.

–Ai! –Gritou o moreno sentando-se. –Que merda você tá fazendo. Isso lá é jeito de acordar alguém.

–Você me seduziu, eu vou te processar por abuso sexual.

–Cala a boca, você gostou. Você me mandou embora e depois agarrou meu pescoço...

–MENTIROSO! –Agarrou outro travesseiro e jogou com força, mas o moreno foi mais rápido e pegou o travesseiro no ar, antes de machucá-lo. O maior jogou o travesseiro para o chão e se levantou enfurecido. –O que... O que você vai fazer? –Perguntou assustado andando para trás devagar.

Bernardo agarrou o corpo magro e pequeno do advogado e suspendeu com força, para os dois olharem um dentro do olho do outro. A cena era excitante demais. O corpo pequeno suspenso pelos braços fortes e firmes do moreno. O menor vestindo uma camiseta que cobri quase o corpo todo, deixando as pernas lisas de fora, o maior apenas com uma cueca e claro, com a excitação visível, já que havia acabado de acordar.

–Olha nos meus olhos e diz que não gostou de ontem. –O menor engoliu em seco, tentou se livrar do maior, mas não consegui. Bernardo levou sua boca até os lábios do ruivo e beijou com força. O menor tinha como se desvincular daquele toque, mas algo em si disse que ele estava adorando e que aproveitasse o momento. –Eu sabia que você adorava isso. –Soltou o menor no chão e pegou a calça jogada em qualquer lugar pelo quarto. –Vamos nos divertir hoje...

–O quê? O que você tá pensando em fazer comigo?

–Calminha. –Pegou a camisa e vestiu. –Você vai adorar...

–Eu tenho que trabalhar, sabia? Não sou vadio feito você.

–Você é muito histérico, eu já disse que você vai gostar e pode muito bem não trabalhar por um dia, já tem tanto dinheiro...

–Não é pelo dinheiro, eu amo o que eu faço.

–E eu também faço pornô porque eu amo e não pelo dinheiro... –Ironizou o maior. –Me dá uma chance de te surpreender uma vez? –Pediu.

–Eu não vou me arrepender?

–Prometo que não.

–Ok! –Suspirou o menor.

Os dois fizeram toda a higiene necessária pela manhã. Separados a pedido de Alberto. E tomaram um café reforçado na casa do advogado. Embora ainda estivesse contrariado, Alberto estava curioso para saber onde o moreno o levaria. E logo chegou a hora do passeio, os dois desceram da cobertura para o estacionamento do prédio, e mesmo depois de milhares de reclamações de Alberto, foram na motocicleta do maior.

Os dois saíram da cidade e continuaram indo por uma estrada esquisita para um lugar esquisito na cabeça do menor. Mesmo não gostando e assustado ele continuava se segurando firme na cintura do maior. Depois de minutos de estrada, os dois chegaram numa cabana esquecida pelo mundo e pelo tempo, a demonstração de fora era de uma simples cabana, pobre e desleixada.

–Chegamos! –Falou o maior, o menor desceu e encarou o pequeno casebre.

–Sério? Você me trouxe pra uma casa como essa? O que você acha que eu sou? Um estúpido, que fica encantado com um casebre?

–Você pode me dar uma chance? Eu não tenho os seus milhões na conta.

–Ok, o que tem de tão incrível aqui? –As mãos grossas e másculas taparam os olhos verdes do ruivo. –Hã? O que você está fazendo?

–Calma!

O maior levou o menor ainda com os olhos tapados, mesmo com as reclamações e histerias do ruivo, o barulho de água fazia-se presente nos ouvidos dos dois e indicavam que eles estavam se aproximando de um lugar delicioso.

–Posso olha agora?

–Tem calma, você é muito nervoso.

–Ahh, que saco!

–Olha agora! –O maior tirou as mãos de frente da vista do advogado e ele se impressionou com a visão que teve.

O lugar era perfeito. Tinha uma árvore grande e uma pedra grande e bonita, logo mais a frente, tinha uma pequena queda d’água, um pouco pequena para ser uma cachoeira e um lago muito brilhante com uma vegetação linda.

–Que lugar... Lindo.

–Gostou? É meu cantinho...

–É... Incrível!

–E que tal... –O ator agarrou a cintura do menor e girou o corpo dele. Os dois ficaram frente a frente. –Se nós dois namorássemos um pouco aqui? Eu adoro tomar banho sem roupa.

–Não... Claro que não, eu não vou entrar ai. –Sentou-se embaixo da sombra da árvore, próximo a pedra e colocando os óculos escuros. –Se você quiser, pode ir... Eu vou ficar aqui.

–Não sabe o que tá perdendo... –O maior tirou a camisa e o jeans e o ruivo nem percebeu. –Ei olha aqui. –O ruivo olhou e o maior tirou toda a roupa de vez, mostrando toda a masculinidade e virilidade. –Você não vai mesmo?

O menor não tirava os olhos do abdômen incrivelmente definido e digamos, do belo mastro que estava ali.

–N-Não... Ob-Obrigado! -Falou nervoso.

–Cê que sabe. –O maior correu para o lago e mergulhou. O ruivo tentou se concentrar na natureza ou no ambiente, mas aquele corpo quente, mesmo estando submerso no lago, era possível sentir a presença do maior ali.

E logo ele emergiu, os cabelos negros molhados, a água escorrendo pela face e pelo peitoral largo, o abdômen com os gomos perfeitamente malhados, o mastro... Bem, não dava para ver já que ele ainda estava dentro do lago.

–Você não vem mesmo?

–Não.

–Eu sempre sonhei fazer amor dentro de um lago, pena que nunca consegui...

–E aquele seu filme? Prazeres na Água, você não transa dentro de um lago?

–Você disse certo, transar... Eu já transei, mas fazer amor ainda não. Peraí, você andou olhando minha filmografia?

–Ah... –O ruivo se envergonhou, ele tinha mesmo visto alguns filmes que aquele moreno tinha feito e como ele conseguiu fazer o ruivo se interessar por outro homem. –Eu gosto de saber sobre a vida dos meus clientes... É melhor assim. –Mentiu.

–Ahh, claro... Vamos pra dentro? Estou com fome.

O moreno saiu da água, mostrando tudo àquilo que Deus lhe deu. Vestiu a cueca e a calça e colocou a camisa sobre os ombros. Os dois seguiram para a casa, já estava tarde, talvez fossem umas três da tarde. Os dois entraram no casebre que era bem organizado.

–Bem, o que você quer comer?

–O que você pode me oferecer?

–Bem, aqui tem arroz, macarrão, tem uns doces, salada...

–Só tem comida de gente pobre?

–Ahh, você sempre conseguindo problemas... Vem cá! –Pegou o menor pelo braço e sentou ele sobre a mesa, fazendo os dois se olharem. –Você é sempre assim?

–Sempre!

–Me beija?

–Até parece...

–Me beija?

–Nem morto...

–Me beija?

–Desiste...

–Me beija logo?

–Insistente.

–Me beija?

–Tá!

O moreno sorriu e atacou a boca pequena e rosada do menor.

[...]

Naquela mesma manhã, três pessoas saiam sorridentes de uma sala de cinema de um grande shopping de Belo Horizonte. Fernando saía sorridente do cinema, usando um paletó como sempre, mas estava com a gravata azul marinho que a sua filha que havia lhe dado. A garota estava ali presente também. Usando uma meia-calça preta e uma saia da mesma cor, um salto um pouco alto e uma camiseta vermelha. Os cabelos soltos. E o único loiro presente ali estava sorridente e feliz. Usava uma roupa social como o moreno maior, mas um pouco mais desleixado.

–Papai, agente pode lanchar? Que tal irmos a Praça de Alimentação?

–Claro, vamos comer, Carlos?

–Sim.

Os três seguiram para a praça de alimentação, quando o loiro se surpreender com quem estava saindo de uma loja de roupas.

–Manu? –O loiro maior virou assustado e por um segundo pensou ouvir seu apelido carinhoso, que apenas Carlos dizia.

–Carlito?

O menor agarrou o maior e os dois compartilharam de um abraço e de sorriso incríveis. Maria Luiza sorria com a cara de ciúmes disfarçado que o pai fazia e por um segundo ela olhou o adolescente que estava com aquele loiro desconhecido. Era um garoto de cabelo castanho, estava com alguns machucados no rosto, mas não deixava de ser lindo. A garota continuou fitando o menino.

–Nossa que surpresa, você não devia estar na escola?

–E você na empresa?

–Estou dando uma volta pelo Shopping, ah deixa te apresentar. Esse é o meu chefe, Fernando Malfitano e a filha dele Maria Luiza Malfitano.

–Prazer, Emanuel Cavalieri. –O professor estendeu uma mão para o empresário que mesmo contrariado apertou a mão do loiro, sem esboçar nenhum sorriso.

–E quem é esse garotinho com você? –Perguntou o secretário.

–Ah, esse é o Guilherme, um aluno da escola.

–Oi Guilherme...

–Oi. –Respondeu seco.

–Bem, já vamos indo... Tchau Carlito, vamos Guilherme.

–Tchau, Manu. –Falou sorridente e os grupos foram se afastando.

–Carlito? –Falou o maior, como quem não quer nada.

–É um apelido de infância, eu e o Emanuel nos conhecemos há muito tempo.

–O senhor bem que podia chamar ele assim, papai. –Falou a menina. E o loiro corou.

–Não trato meus empregados com apelidos, querida. –Para a decepção de Carlos, aquelas palavras doíam, mas do que ele esperava.

Foram para a Praça de Alimentação, e Carlos permanecia distancia, não poderia ficar se envolvendo com seu chefe, primeiro ele era seu chefe, segundo ele tinha uma filha e terceiro e mais doloroso. Ele é hetero! Maria Luiza percebeu a briga interior travada por Carlos, afinal o loiro sempre era sociável e falante e desde a hora que se sentaram a mesa, ele calou-se.

–Está gostando, Carlos?

–Hã? De que?

–Do nosso dia divertido...

–Ah, claro. Está sendo perfeito...

–Encontrou até um amiguinho... –Disparou o moreno enciumado.

–Papai... Isso não se diz... A não ser que...

–A não ser o que garota?

–Que esteja com ciúmes do Carlito... –Esnobou a menina e Carlos se assustou, mas claro era coisa da cabeça dele que o maior iria dizer que era verdade.

–Você só pode estar louca... –E antes que o maior continuasse, o secretário levantou. –Pra onde você vai?

–No banheiro... Podem continuar. –E saiu sem mais explicações.

–Já volto filha, fica aqui. –Falou o pai e saiu atrás do secretário. Carlos chegou e Fernando parou na porta. Esperou algum tempo e entrou. –Aconteceu alguma coisa, Carlos? –Falou sério como sempre, o loiro estava com as mãos na água e levava ao rosto com velocidade.

–Acho que não estou bem, talvez deva ser melhor ir para casa...

–Absolutamente, estamos tendo um dia tão divertido... Está sendo perfeito.

–Claro, encontrei até um amiguinho... –Desdenhou o menor.

–Ahh, então é isso?

–E se for... –Carlos não estava se reconhecendo, ele estava peitando o seu chefe.

–Desculpe, eu reconheço que exagerei, mas seu amigo não me pareceu uma companhia do seu nível, desculpe a sinceridade. –Se aproximou o maior.

–Do meu nível? Emanuel sempre foi mais rico e muito mais bem educado do que eu.

–Mesmo assim, viu como ele estava vestido?

–E o que isso prova?

–Que ele não é alguém para você.

–E quem é?

–Eu!

O maior agarrou o pescoço do secretário e loiro e colou os lábios com os deles. O menor agarrou-se a pia que estava em suas costas e segurou firme, não queria ter que agarrar aquele corpo, pois poderia perder os seus sentidos. Já o moreno passeava com as mãos pelas costas do secretário, sem cortar aquele maravilhoso beijo. Os dois acabaram se separando e ambos ofegantes e em busca de ar. A temperatura do banheiro subiu e os dois ofegavam com força.

–Bem... Espero que isso fique entre nós. –Revelou o maior. –Não quero que Maria Luiza saiba disso...

–Claro.

E os dois voltaram para a Praça de Alimentação.

[...]

Emanuel e Guilherme iam para o estacionamento num silêncio descomunal, o loiro havia percebido que o castanho era falante, mas desde quando encontrou seu amigo de infância no shopping o garoto havia se calado. O loiro percebeu que ele estava chateado ou enciumado e aquele joguinho de menino mimado não estava caindo nele.

–Entra... –O menor entrou e passou o cinto de segurança, jogando as três sacolas de roupas e duas caixas de sapato no banco de trás. Por sorte, Nathan não havia bloqueado a conta de Guilherme e claro, que o pai iria saber onde o filho sacou o dinheiro, mas Guilherme foi mais esperto e sacou tudo de uma vez e no shopping. Com a grana compraram algumas roupas e dois sapatos, nada como as que Guilherme usava, mas eram agradáveis. –Quanto silêncio.

–Não estou com vontade de conversar hoje...

–Nós conversamos quase que a manhã inteira e bem... Você só se calou depois que eu encontrei meu amigo.

–O Carlito? Nossa, que apelido carinhoso. –O carro se movimentou e começou a andar pelas ruas. –Quem dá um apelido carinhoso desses para um amigo?

–Eu, ele me chama de Manu e eu o chamo de Carlito. O que nisso tem de mal? E aliás, você não tem nada que se meter na minha vida, você que está passando uns dias em minha casa e não ao contrário...

–Desculpa, por eu estar apenas... –Pensou em dizer enciumado. –Esquece.

O maior quis contestar, mas resolveu ficar calado. O restante do caminho foi de silêncio. O loiro chegou ao seu apartamento e logo sentou-se no sofá e ligou a TV. Guilherme havia entrado e ido direto para o quarto.

O castanho havia dormido no quarto de Emanuel e o professor dormiu no sofá de sua casa, minutos foram se passando e nada do menor aparecer. Emanuel levantou-se e foi até o quarto e viu o castanho sentado sobre a cama dobrando as novas roupas e colocando dentro de uma velha mochila do loiro.

–Hoje eu vou dormir aqui... O que você está fazendo?

–Pode dormir aqui, não vou mais ficar nenhum dia perto de você. Estou arrumando minhas coisas, vou embora para casa do meu tio...

–Mas... Seu pai vai atrás de você e vai te levar pra casa...

–E o que você tem haver com isso?

–Eu não vou deixar um monstro feito ele te bater de novo, Guilherme...

–Eu vou mesmo assim... –Se pôs de pé e foi até a porta, onde Emanuel ainda estava estático.

–Com minha mochila, não.

–Eu trago de volta!

–Já disse, com minha mochila não. –O maior pegou a mochila do ombro do aluno e jogou sobre a cama. –Desfaz suas coisas e dá um jeito, mas com minha mochila você não vai a lugar algum. –O castanho se emburrou e o loiro saiu, pegou a chave disfarçadamente e trancou o quarto. Na verdade, Emanuel não fez aquilo por maldade, mas ele não queria se desprender do garoto. Guilherme ouviu o maior trancando a porta e foi com rapidez bater para ele abrir.

Horas se passaram e Emanuel havia percebido que o menor havia parado de gritar e bater a porta. Foi a passos lentos até o quarto e abriu a porta devagar. Guilherme estava dormindo sobre a cama do maior, estava esparramado e ressonava lentamente. Emanuel admirou a cena, Guilherme deitado apenas de bermuda jeans e com os cabelos caídos sobre o travesseiro. Poucas marcas avermelhadas pelas laterais do corpo mostravam ainda as marcas da surra e a barriga lisinha e quase sem nenhuma formação muscular.

Emanuel subiu sobre o corpo do menor, para visualizar melhor o rosto, aquele contato era perigoso, o professor estava apenas com uma bermuda de tecido leve que havia vestido quando chegou do shopping, encarou o rosto pacato do garotinho e aqueles lábios eram convidativos. O nariz fininho e o professor não aguentou, desceu o rosto e colou os lábios aos do menor. A principio ele invadiu a boca do pequeno sem qualquer alarde ou reclamação do menor. Logo, sentiu as mãos do garoto irem entrar em contato com seus fios aloirados e a língua do menor participar do beijo.

Emanuel passou as mãos devagar pelas costas do menor e suspendeu seu corpo, sentou-se na cama e o menor ficou colado ao seu corpo, com as pernas levemente enlaçadas em sua cintura. Sua cabeça deu um estalo e lembrou-se do que estava fazendo. Separou o beijo, para a revolta do menor.

Guilherme atacou o pescoço do maior e desferiu beijos e leves mordidas por ali, Emanuel suspirava de prazer, mas sabia que não podia.

–Não... Gui-Guilherme... P-Para!

–Não, você me quer.

–É errado.

–É mais do que certo.

–Não posso...

–Eu quero dar pra você. –E aquilo foi o fim, Emanuel jogou o corpo do menor na cama e subiu sobre ele atacando seus lábios.

–E eu quero te comer!



Notas finais
Gostaram do meu Emanuel? Nossa, dá até um calor ver ele! Uau!
-
Gostaram do passeio do Bernardo e do Alberto? Como foi saber que Alberto andou vendo os filmes do Bernardo? E Bernardo consegue levar Alberto pra cama no próximo capítulo?
-
Como foi a parte do shopping? Gostaram do encontro Manu Carlito? E o ciúme do Fernando ficou muito aparente? Será que Maria Luiza vai se interessar por Guilherme? Gostaram do beijo? E será que rola algo a mais no próximo capítulo?
-
Guilherme com ciúmes do Manu, curtiram? E Emanuel ter trancado o castanho? E o beijo? E será que eles vão mesmo transar?
-
O próximo capítulo se chamará... SEXO! E bem, não sei ainda se serão dos três casais, mas acho que não... Vamos ver, depende de vocês... Se me alegrarem bastante com seus reviews eu faço dos três!
-
Estou com um projeto novo, quem quiser dá uma olhada! Leiam a sinopse e se gostarem leiam o resto ok? Beijokas do Sketcher!
Aqui vai o link: http://fanfiction.com.br/historia/311452/Lies_All_Lies/