The True Lives Of The Fabulous Killjoys
23 You're here with me, Dr. Death Defying
Notas iniciais
Mil vezes desculpa, minha imaginação NÃO COOPEROU pra essa fic! Mas eu ainda estou dentro do prazo, portanto, nada de reclamar!
(Em compensação, eu já tenho milhões de capítulos prontos pra minha outra. Eu mereço...)
E o fato de eu ter ganhado o Rock Band do Green Day não ajudou em porra nenhuma, é.
Cacete, desculpa mesmo, não tive tempo pra nada nem ontem nem hoje. Nem ler fic eu tenho lido direito, ando perdendo trezentos capítulos e tals... Desculpa.
Nem sei pra que insisto em postar fic. Eu sou horrível nisso, cara. Às vezes, tenho vontade de excluir todas.
Hm, parei de desabafar em plenas notas iniciais.
Enjoy!
–Sumiu?! Como assim sumiu?!
–Sumiu, não sabe o que significa o verbo “sumir”?! – retrucou Danger Bomb, visivelmente alterada com a reação da colega. Mas Danger Bomb não ameaçava Poison.
–Seus idiotas, por que não a mantiveram na Base?!
–Nós tentamos, ok?! Uns cinco minutos atrás, ela estava aqui!
–Argh, vocês da Base são uns inúteis, não conseguem fazer nada sozinhos?! Eu tenho que ficar aí vigiando tudo o que vocês fazem?!
Danger abaixou a cabeça e nada disse. Ela sabia que não podia discutir com Poison Heart, ninguém podia.
Ninguém a não ser Fun Ghoul.
–Poison, não acha que pegou meio pesado? – perguntou Fun, ao ver a chefe desligar o comunicador.
–Não. – retrucou ela, friamente. Fun arqueou as sobrancelhas e ficou no caminho de Poison, impedindo-a de passar.
–Pegou sim. Já parou pra pensar que a mesma coisa poderia ter acontecido com você?! Já parou pra pensar que ela poderia ter sido capturada mesmo com a sua presença na Base?! Já parou pra pensar que, talvez, só talvez, você não seja o centro do universo?! – disse Fun, ficando um pouco vermelho de raiva. Poison estreitou os olhos e, com um movimento rápido, apontou a própria arma para a garganta de Fun.
–Não abusa da sorte, garoto. – rosnou ela – Não se esqueça que eu ainda sou a chefe por aqui e você é um simples Killjoy.
–Os Killjoys também podem mudar o mundo. – retrucou ele, no mesmo tom de Poison. A menina bufou e não respondeu, simplesmente se afastou, mas não antes de deixar uma ameaça no ar:
–Toma cuidado com as suas palavras, sim? Fico muito feliz que você não tenha mais medo de mim, mas isso não te dá liberdade o suficiente pra isso. Eu sei o que estou fazendo.
–Não é o que parece. – resmungou o baixinho.
–O quê?
–Nada.
Poison arqueou as sobrancelhas, mas nada disse, apenas se afastou lentamente.
Ótimo, pensou ela, além de eu estar no meio do deserto com quatro Killjoys que não ajudam em nada,Sunshine sumiu e eu sou considerada uma fora da lei. Será que isso pode piorar mais ainda?!
Poison decidiu afastar esses pensamentos, afinal, ela sabia que, se pensasse assim, algo pior iria acontecer.
O grupinho continuou andando por várias e várias milhas, já suando bastante. O clima entre Fun e Poison estava tenso. Até Kobra, Jet e Party notaram, mas não sabiam o porquê desse clima, até que o ruivo se aproximou delicadamente do colega e o perguntou o que havia acontecido.
–Nada. – replicou o outro. Party arqueou as sobrancelhas.
–Nada? Tem certeza? Não parece. Você e Poison parecem tão distantes um do outro...
–Não é nada, ok? Só uma pequena briga.
–Pequena? Acho que nenhuma briga com a Poison é chamada de pequena! – Fun riu baixinho pela primeira vez em horas. Party sorriu – Por favor, Funny. Só quero saber o que te fez ficar tão mal.
–É só que... Ela é tão mandona... – Fun fechou a cara – E não admite nunca que está errada! É irritante! – bufou ele.
Party suspirou e passou o braço nas costas de Fun.
–Não se preocupe, Funny. Com o tempo, ela vai melhorar.
–Espero. – respondeu ele amargamente.
Mais à frente, Poison andava com passos rápidos, pouco se lixando para todos atrás dela. Kobra apertou o passo até ladear a chefe.
–O que aconteceu com você e Fun? – indagou ele.
–Nada. – respondeu ela rispidamente.
–Por que não?
–Porque não.
Kobra suspirou.
–Vamos, Poison. Você estava me devendo uma por eu ter salvado suas vidas, por que não paga essa dívida me contando o que aconteceu entre vocês dois?
Poison Heart suspirou e contou da discussão que teve um pouco mais cedo com Fun Ghoul. Kobra ouviu tudo atentamente e assentiu ao fim do relato, parecendo um pouco pensativo, até que abriu a boca e disse palavras que surpreenderam Poison:
–Eu acho que você está certa...
–Como? – ela franziu a testa.
–Você só estava irritada por tudo o que aconteceu, porque, vamos combinar que as coisas não andam indo muito bem... – ele deu de ombros – Você tem toda a razão do mundo em ficar estressada com isso tudo.
Poison não pôde deixar de ficar surpresa com o que Kobra Kid havia dito. Ela nunca havia notado como ele era...
... Compreensivo.
–Er... Obrigada, eu acho.
–De nada. – Kobra voltou a andar ao lado dos colegas, se sentindo extremamente envergonhado, mas feliz consigo mesmo por ter tido algum tipo de avanço com Poison Heart que, recentemente, havia revelado ser sua pequena “paixão platônica”.
No meio desses pensamentos, surge Party Poison.
–Cara, estou com um problemão.
–Que foi, Party?
–Eu... Eu acho que estou me apaixonando pelo Fun.
Kobra quase deu de cara com o chão ao ouvir isso.
–O QUE?!?!
–Shh, pelo amor de deus! – implorou Party – É, eu acho que estou apaixonado por ele.
–Mas... Mas por quê?
–Amor não tem que ter um porquê.
–Verdade. – disse Kobra, dando de ombros – Só achei que, talvez, você soubesse. Enfim, por que acha que está se apaixonando por ele?
–Toda vez que falo com ele, tropeço nas minhas próprias palavras... E... Pode parecer meio estranho, mas eu sinto vontade de protegê-lo de todo mundo, principalmente da Poison, que parece ser mais ameaçadora.
Kobra assentiu. Ele o entendia muito bem.
Bem até demais, talvez.
–Já pensou em falar pra ele?
–Tá doido, Kobra?! Imagina o que ele ia achar, caso eu me aproximasse dele assim e dizer que estou apaixonado por ele?!
–Talvez ele aceite numa boa, sabe, Party? Você tem que deixar de ser medroso assim, cara. Já parou pra pensar que, talvez, ele sinta o mesmo por você?
–É, talvez... – Party corou.
–Chegamos. – disse Poison, com sua voz fria de sempre.
Logo à frente, erguia-se uma pequena casinha. Era estranha por dois motivos: primeiro porque ficava no meio do nada. Segundo porque era toda pichada, cheia de desenhos estranhos e, aparentemente, sem significados.
Poison entrou na casa como se já a conhecesse faz tempo. Guiou os quatro Killjoys até uma sala relativamente ampla e bagunçada, com um equipamento de gravação particularmente potente e com um homem sentado na cadeira. Não era possível ver o rosto do homem, pois ele estava de costas e conversava com o mesmo homem de capacete que havia trombado com Poison Heart um tempo antes. O de capacete pareceu se animar subitamente e acenar para os cinco recém-chegados. Foi só aí que o homem sentado na cadeira se virou e os Killjoys puderam ver, mais uma vez, o rosto de Dr. Death Defying.
Notas finais
O próximo é mais interessante, juro.
Só um detalhe: quando eu fui postar um capítulo de uma fic minha uns dias atrás, pela primeira vez na vida, o Nyah! resolveu me sacanear e ferrar a formatação da porra do texto. Felizmente, eu notei isso poucos minutos depois. Se isso aconteceu aqui, sorry, sorry.
Enfim, tenho mil coisas pra fazer (inclusive ouvir o Shenanigans que eu comprei).
Beijo.
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