The Third Way Of Love
5 Capítulo 5
KYING-MI
Não demorou muito para que a emergência chegasse ao meu apartamento, abro a porta para que os enfermeiros entrassem, digo em desespero que minha irmã estava no banheiro caída dentro da banheira, nisso os enfermeiros já com a maca entra dentro do banheiro, deixo eles fazerem seu trabalho enquanto eu estava assustada e paralisada com a cena que vi, fico encostada na parede ao lado da porta do banheiro e escuto algumas falas de um dos enfermeiros.
— Pegue ela com cuidado. — um deles diz provavelmente tentando tirar minha irmã com cuidado dentro da banheira.
Ainda fico paralisada e lágrimas começam a se manifestar ainda mais, se eu perder a única pessoa que sobrou da minha família o que faria se eu perdesse minha irmã, faço o meu melhor para que ela não se afundasse ainda mais nessa depressão mais as vezes penso que estou fracassando com minha irmã, trabalho muito para sustentar a gente e saber que ela não estava realmente bem me deixa pra baixo.
Vejo a maca saindo do banheiro com minha irmã deitada, coloco a mão na boca ao ver a cena é como se eu tivesse vendo um filme de terror ao ver ela toda cheia de sangue.
— Por favor diz que ela está bem. — digo aos soluços para um dos enfermeiros.
— Acredito que ela ficará bem mais temos que levar imediatamente para o hospital as pressas. — um do enfermeiros diz.
— Eu vou acompanhar vocês.- digo
Pego minhas chaves e abro a porta para que os enfermeiros passassem com minha irmã, em seguida fecho a porta e torcendo que minha irmã esteja com vida.
***
Já dentro do hospital um dos médicos diz pra mim ficar na espera e que qualquer coisa iria me informar sobre o estado de saúde de Jin.
Sento em um dos bancos que possui no corredor do hospital e coloco minhas duas mãos em meu rosto, respiro fundo e rezo a Deus para que minha irmã não vá embora cedo demais.
— Por favor Deus eu sei que ela está doente mentalmente mais por favor não a leve, é tudo que eu peço ao senhor.- digo e respiro fundo para que tudo dê certo.
Minutos se passam e minha preocupação vem a tona e não aguentando esperar mais até que uma das portas se abrem revelando um médico alto e bonito.
— Senhorita.- o médico diz a min.
Me levanto da cadeira e vou até ele pra saber o estado de saúde de Jin.
— Oi doutor então como ela está.- digo em um desespero.
— No caso de pacientes que sofrem de depressão como a sua irmã... Não a necessidade de se preocupar com o tratamento e cuidados hospitalares. — ele diz.
— Ela deve ser mantida longe de qualquer provocação psíquica. Mas o mais importante... Por favor, não se esqueça que tudo que estão ao seu redor... Pode fazer lá ter uma recaída novamente.- ele diz pra mim.
Compreendo tudo que o doutor diz e ele tem razão tenho que tirar minha irmã de coisas que possa fazer ela sentir esse tipo de coisa.
— Entendido. — digo balançando a cabeça como positivo.
— Bom se quiser ver ela estará disposta. — ele diz.
— Obrigado Doutor. — digo agradecendo.
O Doutor sai da minha frente e vai até um outro corredor, me aproximo da porta e em seguida abro adentrando ao quarto, vejo minha irmã deitada mais está com olhos abertos.
Me aproximo mais dela e toco seu rosto, ao algumas frutas e água ao lado dela e permito pergunta se ela estava com sede.
— Oii... Você está com sede. — digo.
Ela não me responde só me olha com aquele olhar triste e sem vida.
Me aproximo de uma garrafinha dágua e despejo a água em um copo, pego o copo e levo até a boca de Jin mais ela desvia virando o rosto para o outro lado, respiro fundo e deixo o copo de volta em cima de uma estante.
Vejo um celular dela que estava na estante também provavelmente estava em um dos bolsos da calça dela quando os médicos examinaram ela.
Pego o celular dela e começo a mexer deve ter alguma coisa que a fez a levar a esse pensamento doentio de se matar, pego o celular dela e vou até a caixa de mensagens e vejo que tinha várias mensagens enviadas dela para uma pessoa, abro uma das mensagens que ela enviou para essa tal pessoa e vejo que o nome era Marcos Rogers.
Bufo mais uma vez vendo as mensagens enviadas por ela para esse tal Marcos que não respondeu ela.
— Este " Marcos Rogers" quem é ele?- digo com o celular dela em mãos.
Ela não diz nada apenas fica com os olhos fechados como se não quisesse me ouvir.
— Você não quer me dizer? — digo esperando a resposta dela.
Mesmo assim ela se mantém quieta com o rosto virado para o lado.
— Vou ligar pra ele.- digo já tentando discar o tal número mais Jin se vira contra min e coloca suas mãos no celular me impedindo de fazer isso.
— Não. — ela diz baixo como se não tivesse forças para falar.
— Então me diga. Quem é ele... O que ele fez com você...- digo.
Ela coça um dos olhos e mesmo assim não obtive respostas dela, ela simplesmente se vira para um canto e não me olha mais.
Continuo vendo as mensagens enviadas dela para o tal Marcos até que ela resolve falar.
— Ele é do local do meu trabalho. — Jin diz baixa.
Ouço o que ela diz e me pergunto se eles teve algo dentro do local de trabalho.
— Vocês tinham alguma coisa dentro do seu trabalho? — digo mais ela não me responde.
— Jin preciso saber só me responde. — digo já exalta, mais mesmo assim ela não me responde.
Cansada de ver as mensagens que só ela que mandava deixo o celular em cima da estante e respiro fundo mais perguntas vem a tona. Quem é esse Marcos?
O que ele fez com a minha irmã para que ela chegasse a esse ponto?
Será que eles tevem algo a mais no trabalho?
Será que ele não respondeu mais minha irmã por que estava fugindo dela?
"Merda" são perguntas que não querem calar mais não vou ficar parada vou achar resposta e saber de uma vez por todas, mais pra isso preciso descansar coisa que estou precisando.
— Venho amanhã pra te buscar tudo bem. — digo fazendo carinho em sua cabeça.
Jin não diz nada e vejo que ela balançando sua cabeça como positivo, me aproximo dela e depósito um beijo em sua cabeça.
— Fique bem Jin. — digo e em seguida dou meus passos até a saída do quarto.
***
Já em casa vejo mais uma vez a bagunça que foi feita pela Jin e confesso que queria muito arrumar isso mais meu corpo está pedindo apelo, então tranco a porta e depois deixo a chave em cima da estante da sala, dou meus passo até meu quarto e confesso que apenas tiro meus sapatos de salto e deito na cama e em segundos fecho meus olhos e não consegui mais ver nada.
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