The Third Way Of Love
6 Capítulo 6
Kyung- Mi
São exatamente 9:20 e Minha irmã já está em casa tinha buscado ela a minutos atrás e parece que está bem melhor.
— Você parece que está melhor hoje Jin. — Digo com um sorriso de canto.
Jin da um leve sorriso pra min.
— É eu tô. — Ela diz tomando seu café
—Posso confiar em você? Tenho que ir trabalhar infelizmente não não posso faltar do trabalho mais quero que fique bem aqui. — digo.
— Tudo bem eu tô legal pode ficar despreocupada. — ela diz.
— Ótimo. — digo levantando da cadeira. — então vou indo ok. — digo.
— Tá. — ela balança a cabeça.
Dou um xau para Jin e pego minhas coisas, pego minha chave e levo meus passos até a saída do apartamento.
Já do lado de fora vou andando até meu trabalho, não era muito longe então não era necessário ir de qualquer transporte.
Vou caminhando na grande cidade, fico atenta a qualquer tipo de coisa, pessoas anda do de um lado e para o outro, outros abrindo seus estabelecimentos, uns brigando no trânsito.
Vejo uma briga e deparo que ouve um acidente provavelmente estão discutindo pra ver quam tem razão no trânsito.
Apenas ignoro toda aquela confusão e continuo com meu percurso até que não demorou muito para avista meu local de trabalho.
A advogava dos Miller não é grande mais sim bem pequena mais quem trabalha lá não se arrepende principalmente quem escolhe ir também pra lá.
Adentro ao local e vou logo direto Pará o elevador, adentro ao elevador e aperto o botão até chegar no 10 andar, o elevador apita dizendo que já está no andar e ao entrar vá vejo as pessoas a todo vapor trabalhando, uns correndo pra lá e pra cá, outros arrumando pastas e assim vai.
Vou indo a minha sala até que avisto Alex parado em minha frente como se me esperasse a chegar.
— Querida... Como foi o seu dia dos namorados? — ele me pergunta sorridente.
— BOM! mas poderia ser melhor. — digo divertida.
Alex pega minha bolsa e o entrego em suas mãos. Vou indo em minha sala mais ele está atrás de min e escuto outras pessoas dizendo "bom dia" pra min, faço o mesmo e digo.
— Você sabe de uma coisa? O seu marido... Desculpe, seu ex marido... Muito atencioso da sua parte.- ele diz
— Bom digamos que estou livre dele. — digo abrindo a porta da minha sala e ele entra junto.
— Ele te deu liberdade no dia dos namorados. — ele diz.
— Digamos que sim. — digo rindo e já indo sentar em minha mesa.
Ele senta em minha frente e algo passa na minha cabeça.
— Preciso fazer algumas perguntas para você tudo bem. — digo me encomodando na poltrona.
— Tudo bem pode fazer. — ele diz atento ao que vou dizer.
— Preciso saber de algumas informações sobre alguém que talvez conheça, chamado Marcos Rogers.
Alex fica um pouco surpreso quando cito o nome de Marcos.
— Ouo como é possível!, Você gosta dele também?- diz surpreso.
— Sim, eu estou muito interessada. — digo.
—O que há de tão especial sobre ele? Ele é apenas um pouco alto, ganha qualquer tipo de mulheres, um pouco rico... Na verdade muito rico... Ele é o presidente da empresa da família Rogers — ele diz palavra por palavra.
— Então ele esbanja riquezas? — digo olhando fixamente para o Alex.
—Sim, ele nasceu em berço de ouro. — diz brincando.
— Sua idade? — pergunto.
— 29 anos. — ele responde.
—Estado Civil? — pergunto.
— Não é casado. — responde.
—Namorando?. — pergunto coloca do algumas mexas de cabelo pra trás.
—Solteiro. — ele responde.
—Personalidade? — pergunto.
—Um destruidor! — ele responde mais com uma voz de raiva.
Fico parada e começo a pensar o que seja mais que esse tal Marcos esconde, um grande e misterioso homem rico que deve paralisar muitas mulheres mais não estou interessada nele e sim achar a onde é a empresa e conversar com ele.
— Preciso que me mande o endereço da empresa onde ele trabalha. — digo.
— Tudo bem. — ele diz pegando um bloco de anotações em minha masa e uma caneta e começ a anotar.
— Aqui não tem erro de errar o local. — ele diz entregando um pedaço de papel.
—Ouça, você tem que me escutar, caras como ele sempre falam coisas extravagantes,até mesmo seduzir as mulheres, Ele nunca é honesto. Ele vai sair com você no momento que você se apaixonar por ele. Você tem que ter cuidado! Não deixe ele te enganar.
— Obrigado... Tenho que ir mais tarde conversamos. — digo levantando da poltrona e saindo da minha sala e guardando tudo que o Alex me disse, não vou cair nos encantos de Marcos Rogers
***
Estou em frente do grande prédio que o endereço indica, era realmente enorme e esbanja poder nisso, possuía uma grande faixada com o nome da empresa, ansiosa para conversar com esse tal Marcos vou logo adentrando ao local e "UAU" tudo aqui é tão lindo.
Vou anda do em passos largos até ir em um elevador, aperto o botão, mais escuto alguém me chamar, não liguem pra isso e a porta do elevador é fechado torcendo que vou no andar correto.
Chagando no andar de cima vejo uma grande recepção em mi há frente, levo meus passos até a recepção e vejo que uma mulher olha em minha direção.
— Com licença queria falar com Marcos Rogers. — digo educada.
— Desculpe, o Sr. Rogers não está disponível hoje.
—Eu vou levar apenas cinco minutos. — digo um pouco decepcionada.
—Me desculpe, eu não posso ajudar. Eu sinto muito... — uma loira diz
Não digo nada apenas saio da recepção e ando em alguns canto, vejo uma grande porta em minha frente presumindo que ele esteja lá então faço uma loucura, vou até a grande porta Grande, vejo as mesmas mulheres da recepção me alertarem de não entrar.
—Não! Você não pode entrar! — uma delas diz indo até em minha direção.
Não ouço ela e vou logo abrindo a porta adentrando a uma grande sala que possuía na empresa. Vejo três homens conversando entre eles e vou logo indo a onde eles se encontra.
— Onde está o Sr. Rogers? — pergunto seria fazendo os tres homens olhares pra min.
As recepcionistas vem atrás de min tentando me tirar da sala.
— Desculpe Sr. Rogers. Senhorita, por favor, espere lá fora. — uma delas me fala.
— Eu vou quando terminar. — digo impedindo delas não me tocarem.
Vejo um homem alto se levantar de sua poltrona e ao ver fico paralisada, ele era alto e bonito, tinha um penteado moderno pra trás e seu olhar contra min parecia ser um olhar de surpresa como se a gente se conhecia.
Ele olha para as recepcionistas e diz que está tudo bem.
— Tudo bem podem voltar. — ele diz ordenando.
Ele se aproxima um pouco de mim mais não totalmente muito perto, seus olhares penetrantes ainda me fitam.
—Você é... Marcos Rogers, presidente da empresa? — digo olhando pra ele.
— Sim sou eu. — diz calmo.
—Preciso conversar com você tem algum tempo?. — digo.
— Sim claro, desculpe pessoal mais preciso conversar com a moça. — ele diz para os outros dois caras que estavam conversando minutos atrás, eles entende e se retira da sala deixando só eu e Marcos a sós.
—Sente- se por favor. — diz educado.
—Obrigado. — digo e em seguida me sento em uma das poltronas.
—Bom não quero tomar seu tempo então vou logo nos assuntos...Bom ontem encontrei minha irmã quase sem vida no meu banheiro do apartamento, e acabei descobrindo que ela trabalha aqui na sua empresa.-digo calmamente.
— Poderia me informar o nome de sua irmã. — ele diz não tirando seus olhos de min.
— Jin — Kyong. — digo.
Ele presta atenção a cada palavra que digo.
— Sim ela trabalha como recepcionista... O que houve com ela. — diz.
— Ela te tou um suicídio ontem, e descobri que ela andou mandando mensagens para você. — digo.
—Suicídio. — ele diz incrédulo é aceno com a cabeça como sim.
—Você se relacionou com ela? — digo querendo a resposta dele.
— Não é possível. — ele diz balançando a cabeça como não.
Ainda olho pra ele esperando mais de suas respostas.
—Sou responsável por tudo que te digo agora... Eu não fiz ou disse qualquer coisa para engana-la. E, infelizmente... Acabei de conhecê-la.
Balanço minha cabeça processando cada fala dele.
—Mas muitas vezes ela enviou mensagens para você. — digo.
— Verdade? — ele diz erguendo uma das sobrancelhas.
Balanço minha cabeça como positivo, ele fica quieto e respira fundo, vejo que ele leva suas mãos até o bolso do baleto preto que usava e ele retira um celular e simplesmente entrega seu celular em minhas mãos, ele se levanta da cadeira e anda de um lado e para o outro enquanto eu vejo seu celular que estava desbloqueado.
— A chamada de voz é uma questão simples, e-mail é uma mensagem complexa. Eu nunca entro em contatos através de mensagens de texto. Eu esvazio a caixa de correio regularmente.
Começo a mexer no celular dele e realmente não a nenhuma mensagem de texto, vou até onde a e-mails é vejo que é apenas relacionado a trabalho mais não vejo nenhuma mensagem dele para minha irmã.
Marcos para de andar e senta em sua mesa, percebo que ele começa a brincar com uma das ca etas que possuía na grande mesa.
— É o meu hábito, para conhecer os meus colegas.
Aínda reviro o celular dele mais não a nada então bufo e me levanto indo até ele para entregar seu celular.
— Eu sinto muito... Eu acho que seria melhor fazê-la desistir desse trabalho. E corrigir esse problema completamente. Lamento tê-lo incomodado — digo me preparando para sair mais sou interrompida por ele.
— A renúncia não pode ser aceita. — ele diz um pouco alto mais não grosseiro.
Paro no caminho e reviro meus olhos para fita-lo.
—Por que? — digo cruzando meus braços a cima do meu peito.
— Temos regras. — ele sai de sua mesa e vem até a min.
— Todos os funcionários do nosso departamento financeiro assinaram um acordo especial. Eles não podem se demitir... — ele diz já em minha frente.
— Não há nenhum tipo de trabalho que você não possa rejeitar. — digo tentando entender qual é desse cara.
— A demissão vai machucá-la. É melhor ela não ir tão longe. — ele diz calmo.
Respiro fundo sem paciência tentando não estrangular ele ali mesmo.
— E mais uma coisa. Por favor, acredite em min. Eu vou terminar isso. — ele diz
—Como é que você vai fazer?- digo.
Ele pensa um pouco tentando pensar de como vai resolver esse problema.
— Vejamos...Eu vou manter isso em segredo. Então, eu vou falar com ela pessoalmente.
Fico um pouco desanimada lembrando no que o médico diz pra min, me aproximo um pouco mais dele.
— Não vá pertubá-la. Você nunca deve vê-la. Se você fizer qualquer coisa que vá ferir ela. Você não vai poder fugir deste problema. — digo firme para ele.
Ele me olha fixamente processando tudo o que eu falei, me viro e simplesmente saio da sala mais antes de sair da sala simplesmente chuto a porta com raiva das palavras dele, como ele pode fazer isso não demitir minha irmã por conta de uma bosta de contrato.
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