The Third Way Of Love
12 Capítulo 12
Marcos Rogers
Estava no escritório da casa do meu pai, estava sentado no sofá com um copo cheio de uísque e ouvindo meu pai dizer sobre o casamento, não estava muito afim desse assunto muito menos me casar, depois que conheci Kyung- Mi nunca mais fui o mesmo de um cara que curtia e tinha mulheres diferentes a cada noite, hoje eu passo todas as noites pensando na Kyung- Mi aquela perdição de mulher.
— Está me ouvindo Marcos? — Meu pai diz me tira dos meus pensamentos nada normais com Kyung- Mi.
— Sim... Estou ouvindo pai. — digo tomando um gole do meu uísque.
— Ótimo então quando a filha dos Ashworth chegarem vamos decidir sobre as datas do casamento. — meu pai diz colocando um pouco de uísque em seu copo.
— Tá. — digo e esfrego meu rosto como se tivesse cansado dessa conversa.
— Tô sabendo do que aconteceu nesses dias, parece que tinha um corrupto na empresa Sharifi Firm. — digo trocando de assunto.
— Sim parece que ele foi preso... Não quero que nada seja prejudicado por conta de um corrupto naquela empresa, precisamos contratar um novo órgão consultivo. — meu pai diz.
Aceno com a cabeça concordando, depois do escândalo que aconteceu naquela empresa eu e meu pai resolvemos decidir deles não queremos um corrupto entre nós isso pode prejudicar nosso império.
— Eu vou dar um jeito. — digo me levantando do sofá e tomo tudo de uma vez meu uísque.
Vou em direção a porta mais sou interrompido pelo meu pai.
— Garoto... Você é a única pessoa que confio então faça o que tem que fazer. — meu pai diz.
— Tudo bem pai, pode deixar. — digo balançando a cabeça como positivo e em seguida abro a porta e saio do escritório do meu pai.
Ando nos corredores da grande casa que meus pais possuíam, desço lentamente nas escadas de madeira, ao chegar na grande sala vejo minha mãe no telefone conversando com alguém, me aproximo e sento no sofá esperando que ela termine sua ligação.
Minha mãe é uma rainha e confesso que sem ela nessa casa nunca será o mesmo, é ela que decide tudo aqui nessa casa e jamais vou decepcionar ela.
Coloco minha cabeça pra trás e fecho meus olhos como se eu tivesse exausto. Escuto os passos da minha mãe vindo até em minha direção, vejo ela sentar do meu lado e coloca um de suas mãos até meus cabelos e começa acariciar.
— Tudo bem meu filho. — ela diz com uma voz doce.
— Está sim mãe. — digo abrindo meus olhos e olho para ela.
Ela estava linda com um vestido vermelho sangue que caia muito bem nela, seus cabelos negros eram fabulosos tinha poucos cabelos brancos mais isso não tira o fato dela ser linda, seu rosto era perfeito e tinha poucas rugas, sem contar que possuía um pequeno sorriso que me agradava.
— Bom... Estava conversando um a Milena a mãe de Pamela, ela disse que não seria um encômodo busca a Pamela no aeroporto.- minha mãe diz.
Era só o que me faltava. Penso comigo mesmo.
— Eu tenho que trabalhar daqui a pouco mamãe, não pode ser outra pessoa pra busca- lá?. — digo me levantando do sofá.
— Ah filho por favor, infelizmente não a ninguém que possa busca- lá então só resta você, por favor filho. — ela diz se levantando do sofá e vem até a min e coloca suas duas mãos em meu rosto.
Merda eu nunca digo não a minha mãe então bufo e digo que vou busca aquela garota.
— Obrigado filho, você sabe que amo tanto. — ela diz levando seus lábios até meu rosto e deposita um beijo.
— Eu nunca digo não a senhora mamãe. — digo lançando um sorriso de lado.
Me despeço da minha mãe e em seguida levo meus passos até a saída da grande mansão dos meus pais. Já do lado de fora levo meus passos largos até a saída e vejo meu motorista Cesar na minha espera.
— Sr.Rogers. — meu motorista diz.
Balanço minha cabeça e em seguida adentro ao carro. Meu motorista adentra ao carro também e começa a ligar o carro.
— Me leve para o aeroporto imediatamente Cesar. — digo ao motorista que balança a cabeça como positivo.
O carro começa a dar partida, sigo toda a trajetória em silêncio até ouvir meu celular vibrar no meu bolso da calça, pego meu celular e vejo no visor do celular um e-mail da empresa, abro a caixa de e-mail e vejo uma mensagem que haverá uma reunião às 11:40 sobre uma empresa de advocacia que está interessado em ser nosso órgão, quando vejo o nome da empresa fico surpreso era a empresa onde Kyung- Mi trabalha, dou um sorriso de canto e mando uma mensagem que estarei lá.
Coloco novamente o celular no bolso da calça e espero até chegar ao aeroporto.
A corrida foi rápida e já estou no aeroporto, meu motorista abre a porta do carro pra min e agradeço, digo para que ele me espere que volto rápido ele entende e levo meus passos até a entrada do aeroporto.
Já dentro do aeroporto vou até onde as pessoas desembarca e espero a Pamela desembarcar.
20 minutos se passam e vejo Pamela desembarcar, vejo ela com duas malas em mãos e parece que ela olhava de um lado e para o outro para tentar achar alguém, quando ela me vê sai correndo que nem uma louca em minha direção, ao chegar perto de min ela larga suas malas e vem me abraçar, retribuo o abraço e parecia que ela não queria me soltar tão cedo.
— Oh meu Deus! — Pamela diz alegre.
Ficamos nos olhando e vejo que aquela menina chata que conhecia quando era pequeno estava bem grande, brinco medindo a altura dela e vejo ela sorrir divertida.
— Você está tão grande agora! — digo brincando.
— Você não esqueceu a nossa promessa, certo? — ela diz erguendo as sombrancelha
Que promessa digo comigo mesmo.
— Qual é a promessa? — digo pensativo.
— Você prometeu, se eu ficar alta assim...Você vai se casar comigo.- ela diz sorrindo.
Olho pra ela e falo pra min mesmo que garota idiota sério mesmo que ela acreditou naquelas palavras de um garotinho de 8 anos. Começo a gargalhar e viro as costas pra ela saindo daquele lugar, vejo que ela pega suas malas jogadas no chão e vem correndo até em minha direção, ela fica do meu lado e entrelaça seus braços até os meus e andamos até a saída do aeroporto.
"Sai de min" penso comigo mesmo.
Já do lado de fora aproximamos até chegar ao meu carro, meu motorista pega as malas da Pamela e colocam no porta malas do carro, adentro ao carro e vejo ela fazer o mesmo sem desgrudar de min, "que garota chata" penso comigo mesmo. O motorista adentra ao carro, liga e da a partida, digo para que ele nos leva até a casa dos pais de Pamela.
Pamela fica falando a corrida toda e as únicas palavras que dava eram sim ou não ou talvez. Não estava querendo papo naquele momento, estava tão ansioso para ver a kyung- Mi hoje que nem a Pamela que está uma gostosa não me afeta.
A corrida era rápido e quando chegamos a casa dos pais dela, o carro para e desço do carro mais vejo que ela não saio e fica com um biquinho de não querer sair do carro. Ah qual é mulher eu preciso trabalhar.
— Saia? — digo com uma voz normal.
Meu motorista olha pra min achando graça das reações de Pamela.
— Você esteve no exterior por muito tempo, mas por que você ainda continua como uma criança pequena?- digo mais mesmo assim essa garota não sai do meu carro.
"Inferno" penso comigo mesmo.
— Eu não quero ir para casa. Eu quero ir com você.- Pamela diz com uma voz triste.
— É isso que eu disse. Saia do carro, então podemos ir juntos. — digo e falo baixo para meu motorista entrar ao carro.
—Vamos lá — digo puxando levemente o braço dela para que ela saia do carro.
Quando ela sai do carro e vejo que ela vai até em direção a governanta vejo elas se abraçarem, adentro rapidamente ao carro e fecho a porta, em seguida o carro da a partida e dou um xauzinho para ela, que a mesma tenta sair correndo para alcançar o carro mais ela não consegue, Graças a Deus me livrei desta pestinha digo comigo mesmo.
Falo para meu motorista seguir a corrida até a minha empresa e ele atende. Pego meu celular outra vez e vejo que falta 20 minutos para a reunião e minha ansiedade para ver Kyung-Mi outra vez me deixa um pouco nervoso.
***
Já dentro da empresa vou até a sala enorme de reuniões e vejo algumas pessoas já sentadas e pela minha surpresa Kyung- Mi estava lá sentada no canto direito da sala, ela não me viu chegar mais ver a sua beleza e carisma era uma coisa muito boa.
Me sento ao meio onde um dos representantes da JRTO advocacia está na minha frente pronto para o discurso. Mais vejo que o homem a minha frente parece nervoso e não conseguir falar, e de se esperar ele sai correndo como se tivesse com medo de falar, seguro meus risos pois a única coisa que queria é que eles demonstra- se que posso confiar neles e na sua empresa. Em seguida vejo Kyung- Mi tomando a posse do outro homem que iria falar, vejo que seus olhos estão direcionados a min e gosto dessa conexão que temos de nossos olhares se encontrar e isso me deixa alegre. Ela parecia nervosa para falar mais diferente do outro que saiu correndo, ela permaneceu lá e respirou fundo para falar.
Fale com o autor