The Third Way Of Love
13 Capítulo 13
Kyung- Mi
Eram 11:20 e já estávamos na empresa do Sr.Rogers, confesso que estava um pouco nervosa pois toda vez que vejo Marcos meu coração aceleram, mais decidi respirar fundo e não olhar pra ele quando ele estiver na sala de reunião, tinha algumas pessoas da empresa sentados já esperando o discurso que será feito e Alex se voluntário para discursar.
O Sr. Gonçalves estava sentado ao meu lado e estava a todo momento nervoso também e o máximo que ele queria é que a empresa aceitasse nossos trabalhos e nossa dignidade.
Por fim Alex se levanta e vai até ao meio para já começar o discurso, um homem bem vestido se aproxima de Alex e fala alguma coisa.
— Sr. Rogers deixou seu escritório. Ele está a caminho. Você começa apenas quando ele chegar. Você tem 15 minutos- o homem diz a Alex. — 5 minutos para uma apresentação, 10 minutos para perguntas e respostas. Entendeu? — o homem diz explicando.
— Sim, Senhor.
Caramba apenas 15 minutos é muito pouco para dizer o que Alex pretende falar, Alex olha pra gente e o Sr.Gonçalves diz que ele vai conseguir em seguida Alex olha pra mim e lança uma piscadela, olho sério pra ele por que ele encheu todo meu saco para que a gente está aqui e espero que ele da um belo discurso.
Vejo Marcos se aproximar da sala e em seguida entra, meu coração começa a palpitar e minhas mãos começam a soar frio, desvio meu olhar para ele e olho em qualquer canto, Marcos se aconchega em uma das cadeira e senta ao lado de um outro homem, olho para o Alex e vejo que ele não estava muito bem quando viu Marcos entrar na sala, Alex coloca a mão na barriga como se ele tivesse com dor, olho para ele e torço para que ele não cai duro ou sei lá o que.
Alex ficou tão nervoso que não se segurou e acaba soltando um pequeno peido, eu e meu chefe olha para ele e falamos baixo para que ele acalmasse mais foi em vão, Alex simplesmente sai correndo da sala num desespero muito grande provavelmente ele borrou a calça toda, coloco a mão no rosto tentando esconder essa vergonha mais a sorte que ninguém escutou as bufas que ele estava soltando na hora.
Alguns homens que estavam na sala não entendeu muito bem o que estava acontecendo de fato com o Alex e o por que dele sair correndo daquela forma até que escuto alguém dizer para começar.
— Por favor, comece imediatamente. — um dos homens diz.
Eu e o Sr.Gonçalves olhamos um para o outro sem entender o que vamos fazer.
— O que vamos fazer agora? — digo baixo.
— Você deve ir adiante. Vamos Logo.- Sr. Gonçalvez diz pra min e em seguida empurra a minha cadeira para que eu me levantasse, sem o que fazer me levanto com um pequeno caderno e caneta na mão e vou ao meio da grande sala de reuniões.
Vejo o olhar de Marcos em min mais não olho para ele, respiro fundo e me concentro no que vou dizer.
— O nosso escritório de advocacia JRTO, É provavelmente o menor entre todos os outros escritório de advocacia. Eu só quero dizer três coisas...Primeiro. Nós nunca iremos divulgar informações confidenciais dos nossos clientes. Sob quaisquer circunstâncias. Em segundo lugar, nós nunca perdemos qualquer caso no tribunal. Apesar de não ter pegado nenhum grande caso. O terceiro... — digo mais paro um minuto de dizer e olho diretamente para o Marcos que também está olhando diretamente para min, respiro fundo e continuo meu discurso.
— O terceiro... Nós... Sempre nos colocamos no lugar dos nossos clientes. E com todo o meu coração... "Ouvir"... Nós vamos te "ouvir"... A partir de uma perspectiva do cliente. Nós solenemente prometemos se comprometer com os nossos clientes... até o fim. Obrigada. — termino meu discurso pegando meu pequeno caderninho e volto ao meu lugar.
Não sei se foi um discurso bom mais eu dei o meu melhor, olhando para o Marcos vi que ele me ouvia atentamente prestando atenção em tudo o que eu falava e isso era bom, espero que ele pense e de uma chance a nossa empresa de advocacia.
***
Já ao lado de fora ficamos eu, o senhor Gonçalves e Alex que por sinal está muito bem, queria arrebentar a cara dele por ser um bunda mole naquela hora e me deixar discursando mais até que dei meu melhor e espero no fundo do coração a resposta do Sr.Rogers
Estávamos na praça onde pessoas estavam a todo momento passeando com suas famílias, crianças correndo pra lá e pra cá e assim vai.
Alex estava com um cigarro em mãos e falando consigo mesmo do por que fracassou naquele momento.
— Quem sou eu? — Alex diz fechando os olhos. — Por que eu vivo neste mundo?- ele diz desanimado.
Eu permaneço quieta apenas vendo a paisagem daquela linda e adorável Praça. Vejo o Sr. Gonçalves se levantar com um celular em mãos atendendo alguém, vejo que ele parece está muito feliz e não acreditar no que essa pessoa do telefone está a dizer para ele.
— Muito obrigado. — sr. Gonçalves diz sorridente e emocionado sem tirar os olhos da grande empresa dos Rogers. Ele desliga o celular e grita que conseguimos, fico parada vendo o Sr. Gonçalves e Alex se abraçarem de alegria, ele se aproxima de min e me agradece.
— Graças a Deus. Nós te adoramos. — Alex diz aproximando de min e me abraçando.
Retribuo o abraço mais continuo seria e revirou os olhos, volto a sentar no banco da praça ouvindo eles comemorando.
— Vamos dar uma festa para Kyung-Mi. Vamos fazer uma festa! — Sr. Gonçalves diz animado.
A não por favor já basta eu ter dado aquele discurso, olhando para aquele Marcos e ainda querem dar uma festa, era só o que me faltavam.
***
Já na festa eu simplesmente não tive nenhuma reação, Sr. Gonçalves e Alex me arrastaram para uma boate mais perto da cidade e confesso que não queria está aqui, fecho meus olhos pois esse barulho de música alta estava me incomodando.
Toda a firma estava aqui e vendo eles se divertindo era uma perda de tempo e dinheiro por fazerem essa festa que nem estou para divertir.
— Todo mundo, apenas vamos nos divertir. É tudo por minha conta. — Alex diz gritando e dançando ao mesmo tempo.
Alex possui uma garrafa grande de uísque, o Sr. Gonçalves o mesmo mais ele exagerou tanto que ele já estava bêbado.
— Apresento a nossa heroína! — Sr. Gonçalves diz e em seguida pega a minha maoy e me puxa para algum canto da boate, as meninas que também trabalham na firma também me acompanha alegremente.
— Eu anúncio que o escritório de advocacia JRTO... Oficialmente abriu uma novo capítulo, uma nova era! — Sr. Gonçalves diz no microfone alto me fazendo ficar surda com esse barulho.
Kyung-Mi nos levará aos dias de glória!- ele diz Vitórioso e agradeço.
A festa continua e não estava aguentando mais a festa então sem mais nem menos pego minha bolsa e direciono até a saída da boate, já que todos estavam comemorando e bebados não iriam perceber eu saindo, saio da boate e já do lado de fora avisto um táxi então vou até esse táxi e adentro ao carro, digo ao motorista o destino que queria ir e não demorou muito para que o carro começasse a dar a partida.
A corrida não foi muito longa então quando chegou ao apartamento onde morava, pago o motorista e em seguida saio do carro, antes mesmo de entrar ao apartamento sou chamada por alguém e olho para trás.
— Senhorita Kwon. — o homem elegante me chama mais vejo que era um pouco velho algo do tipo.
— Sim Sou eu. — digo e o homem se aproxima de min.
— Desculpe interromper a senhorita... Mais o Sr. Rogers exige sua presença imediatamente. — ele diz me pegando de surpresa.
Bom eu não sei o que o Marcos que mais estou pronta para ouvi- ló caso for sobre meu discurso de hoje.
Aceito o convite e ele me direciona até ao carro que parece que ele é o motorista que trabalha para o Marcos, me aconchego ao banco do carro, e não demorou muito para que o carro desce a partida.
O motorista para em um bar popular da cidade, ele me diz que o Marcos está lá dentro e quer que entro, balanço a cabeça como positivo e saio do carro, fecho com cuidado a porta do carro e levo meus passos até a entrada do bar, ao entrar no bar vejo que não a ninguém mais sim apenas uma pessoa, Marcos ele estava lá sentado em uma mesa com um copo de uísque na mão, parecia um pouco pra baixo, ou talvez ele tenha bebido de mais e esteja bêbado, me aproximo dele e aí me ver lança um sorriso lindo que faz meu coração palpitar.
— Eu sei que é tarde. Desculpe incomoda- lá assim. — Marcos diz.
Dou uma risadinha e sento ao seu lado, ficamos um bom tempinho calados e acabo quebrando esse gelo.
— Na verdade, eu estava bem consciente da nossa empresa não ser totalmente competente. Então... Obrigado. Sr. Rogers. — digo olhando pra ele.
Vejo ele lançar um sorriso mais uma vez esperando sua resposta.
— Eu gosto de você, Kyung-Mi. — ele diz me pegando de surpresa, como assim ele gosta de min. Mais espero ele dizer mais.
— Então eu quero fazer alguma coisa por você. Eu não sei como expressar meus sentimentos... Então, honestamente, eu digo isso para você assim... — ele diz olhando para min esperando minha resposta.
Olho para um copo que possuía água e tomo um pouco em seguida coloco o capo outra vez na mesa.
— Se eu não aceitar os seus sentimentos.... Como ficaria a nossa relação de trabalho? — digo olhando fixamente para ele num sorriso leve.
— Talvez você aceite meus sentimentos... — ele diz mais sorri como sempre sorri para min. — Eu estou apenas brincando. — ele diz e em seguida toma um gole de seu uísque.
— Sr. Rogers. Eu realmente aprecio que você goste de mim. Mas eu provavelmente não poderia considerar sem me certificar que você realmente gosta de mim... Então eu não sou diferente da minha irmã ingênua. — digo olhando para ele.
—Eu... — ele diz mais acabo interrompendo.
— Nem todas as garotas acreditam em história de Cinderela. Além disso, eu também tinha uma madrasta. Então eu não posso desempenhar esse papel. — digo respirando fundo e me levanto do balcão pronta para sair de lá.
— Nós não assinamos um contrato. então você pode cancelar tudo isso quando quiser. — digo e vejo ele olhando pra min com um olhar pra baixo.
— Já é tarde da noite. Eu tenho que ir para casa. — digo pegando minha bolsa e saio em direção a saída do Bar.
Minha cabeça estava girando e tentando absorver tudo o que Marcos disse a mim, ele gosta de mim, mais não posso assim me entregar de bandeja para ele, não estou aqui a relacionamentos e sim a trabalho se for para trabalhar com ele nossa relação só seria apenas como colegas de trabalho e nada demais.
Já do lado de fora da boate vejo o motorista o mesmo que me trouxe ao lado do carro, finjo que não o vi e ando querendo chegar o mais rápido possível de casa mais o motorista me chama me fazendo virar para trás.
— Senhorita Kwon o Sr. Rogers me permitiu levar de volta para o seu apartamento. — ele diz como um robô.
Fico parada e sem pensar duas vezes eu aceito a carona dele só queria chegar em casa e nada mais.
***
Já no meu apartamento vou diretamente ao banheiro, tiro minha roupa e vou até o chuveiro para tomar um banho e esquecer o que houve durante hoje, fico 10 minutos no chuveiro e quando vejo que já estava bom, desligo o chuveiro, pego uma toalha e saio do banheiro indo diretamente ao meu quarto, fecho a porta do quarto e me enxugo cada parte do meu corpo, quando termino de enxugar meu corpo pego uma camiseta branca que estava em cima da cama e coloco, vou até a gaveta pego uma calcinha e coloco em seguida, pego também um short branco e coloco em meu corpo, saio do meu quarto e vou até o banheiro para escovar meus dentes, pego minha escova de dente e a pasta e coloco na escova, molho e em seguida começo a escovar os dentes em seguida levo um susto pois minha irmã estava atrás de min.
Vejo Jin- Kyong com os cabelos todo bagunçado, seu olhar ainda é de desanimação como se fosse aqueles filmes de terror quando uma melhor descabelada está atrás de você.
— O que foi? — digo com um copo de água na mão e em seguida gargarejo e jogo a água fora.
— Eu fui chamada no departamento de RH ontem, Eles disseram que iriam me transferir para o departamento de finanças da Rogers Corporativo. — Jin- diz um pouco baixa como sempre.
— Qual a função? — digo querendo saber.
— Chefe... — ela diz olhando pra min.
— Você foi promovida! Seu salário vai subir também? — digo contente.
— Sim... — diz baixa com olhar triste.
Me aproximo dela e fico feliz que o Marcos me ouviu.
— Você não quer aproveitar está oportunidade- digo.
— Eu não sei... Irmã. Por que eles estão fazendo isso? — Jin diz.
— Eles quem? — digo enxugando minha boca com uma toalha.
Jin permanece parada e não diz nada ela abaixa a cabeça como se não gostasse da ideia de ser promovida a outro departamento.
— Jin- Kyong, você é apenas uma empregada... E ele é seu chefe. Você tem que se lembrar disso. — me aproximo dela e toco em suas mãos.
— Ele tem uma vida e um mundo próprio, e você também. Pare de ficar imaginando coisas... Ele nunca te amaria de verdade. — digo isso e saio do banheiro.
— Por que você estava junto com o Sr. Rogers? — Jin diz me pegando de surpresa, fico de boca aberta.
— Quando? — Digo me aproximando dela.
— No alto do edifício, na tentativa de suicídio... — Jin diz.
Revirou meus olhos pronta para explicar para Jin que não era o que ela estava pensando.
— O trabalhador no telhado era meu cliente. E recentemente, minha empresa tornou- se consultora do grupo Rogers Corporativo. Assim, Sempre... A partir de agora, eu provavelmente vou muitas vezes, cooperar com o Sr. Rogers. Tente entender? — explico.
Jin não diz nada e sai da minha frente ela vai até seu quarto e bate na porta fazendo eu pular com o susto da porta. Vou até a porta do quarto dela e a chamo.
— Jin-Kyong? — chamo ela mais ela não me responde.
— Jin-Kyong... Não se esqueça de seu encontro amanhã de manhã. — digo e vou em direção até meu quarto.
— Eu não vou... — Jin diz.
— Você deve ir! — digo um pouco alto para que ela me escute.
Bufo e em seguida vou até meu quarto e fecho a porta do meu quarto, vou até minha cama e deito, só queria que minha irmã entendesse e que não a leve a pensar em coisas erradas de que eu esteja com o Sr. Rogers ou até mesmo ficando com ele, muito pelo contrário estou lá agora pois estou trabalhando com ele e nada demais, bufo mais uma vez e as palavras dele sobre gostar de min invade mais uma vez minha mente, só espero que ele tenha falado isso por esta bêbado ou algo do tipo e espero que ele esqueça o que ele disse.
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