The Synister Side
6 Capítulo VI - Aoi ...
Notas iniciais
Não interessa. Bom esse capítulo tão especialântico (aê neologismo)é um que eu não li direito, por que para mim é bem doloroso então qualquer coisa mande um review corrigindo e pans.
Preparem-se o túnel está afinalando ...
xxx Hime-chan
Visitamos os jardins... A Biblioteca... O salão de bailes era tudo absolutamente encantador a arquitetura rococó misturada a elementos tecnológicos me encantava aquele lugar era surreal um paraíso tecno-medieval-ocidental no meio do Japão, quando passávamos por alguns vampiros eles nos cumprimentavam polidamente e não pareciam perceber, ou se importar de eu não ser uma deles.
– Uruha! Achei que não voltaria a te ver nunca mais! – Outro vampiro se aproximou, mas seu cumprimento não parecia nada feliz. Uruha me fez recuar um passo e se colocou a minha frente sua expressão corporal modificou-se se tornando tensa e perigosa, como eu tinha observado aquele vampiro queria brigar.
– Eu posso dar um jeito nisso! – Uruha disse e eu vi suas presas cintilando.
– Quanta agressividade! – O outro foi irônico e veio para o meu lado. – Então Sweetie qual é seu nome? – Ele perguntou pegando minha mão que estava dentro de uma luva para disfarçar a minha temperatura.
Engoli em seco e olhei para Uruha que confirmou com um movimento de cabeça que eu devia responder para não prolongar a chateação que o outro vampiro parecia causar.
– Yuzuki. – Eu disse hesitante talvez eu devesse ter mentido.
– Lindo nome... Yuzuki. Kotirakosso, douzo Yoroshiku. Watashi wa Ruka desu. –
– Kotirakosso, douzo Yoroshiku Ruka. – Eu respondi puxando a minha mão.
– Uruha não te ensinou bons modos não é? Eu ficaria aqui dizendo o quanto o Uruha é inferior, mas eu vou por aí morfiticar meu jantar. – Ele disse e saiu da sala de chá com um sorriso debochado que meu deu calafrios.
– NÃO FALE COM ELE SE EU, AOI OU HIZAKI NÃO ESTIVERMOS COM VOCÊ! – Uruha disse assim que não pudemos mais vê-lo.
– Existe um sentimento entre vocês dois não? – Insinuei rindo de mim como eu era engraçada... Não, não era nada.
– Eu quero que ele morra esquartejado e sofra muito e que seu corpo seja queimado com ele ainda vivo! – Ele disse tomando minha mão novamente e me levando para uma mesa onde Hizaki e Ruki tomavam chá com um outro vampiro loiro com umas roupas bem estranhas e uma faixa cobrindo seu nariz.
– Então esse é seu novo hobby Uruha? – O loiro da faixa disse quando chegamos a mais ou menos um metro deles.
– Também estou feliz em te ver Reita. Essa é minha Yuzuki. Ela também está encantada em te ver. – Uruha respondeu pegando duas cadeiras a mais para que também sentássemos a mesa. – Onde está o Aoi? –
–Aoi não está em casa. – Ruki disse tomando sua bebida e esta definitivamente não era chá. -
– Mas o Aoi... – Uruha começou uma frase, mas não teve tempo de terminar.
– O Aoi tem um temperamento que nós não podemos controlar. Ele disse que estava com fome e depois falava conosco. – Outro vampiro disse se aproximando sorrindo.
Eu nunca tinha visto um vampiro tão bonito e sorridente para mim todos eram apenas extremamente sexy e só, mas aquele era fofo eu queria apertá-lo colocar no colo, levar pra passear, casar ele com minha Barbie. Tá eu podia ser a Barbie que casa com ele. ahahahaha.
– Não tente melhorar o lado do Aoi Kai! Isso é uma irresponsabilidade! – Uruha disse bravo, porém o Ruki, Hizaki e o Loiro, acho que se chamava Reita não pareceram se importar.
– Hajimemashite Kai Yoroshiku Onegai Shimasu. – O moreno sorridente disse e beijou minha mão.
– Kotirakosso, douzo Yoroshiku Yuzuki. – Eu sorri encantada com o moreno que se aproximava.
– Acho que agora você conhece todos. – Uruha disse sorrindo encantador como sempre.
Aoi pov. On
Eu tinha acabado de chegar ao castelo depois de me alimentar, estava deitado na cama de barriga para cima encarando o teto sem esperanças.
Sim aquela humana tagarela me fazia falta, um tipo de sentimento que eu sinceramente acreditei não ter mais. Eu não precisava me afastar dela como estava fazendo, podíamos ser amigos, mas eu tinha certeza que eu não ficaria satisfeito em vê-la tão pouco. Acho que agora entendo por que Uruha não conseguiu matá-la.
Engraçado geralmente são os vampiros os possuidores do poder de seduzir hipnoticamente, agora era eu o hipnotizado. Eu devia estar na sala de chá com os meus amigos, mas eu não estava preparado para manter indiferença eu era fraco.
– Ainda se escondendo Aoi... – Ouvi a voz arrastada de Tora ele estava sentado na minha poltrona analisando meus movimentos.
– O que você faz aqui? –
– No momento nada acabo de chegar... Quanta distração sua não perceber isso. –
– Cuide da sua vida Tora. – Eu disse me sentando para encará-lo melhor.
– Minha vida é cuidar da sua... Não mandei nascer sangue puro! E nem muito menos mandei ser o protegido da Jyou-sama. – Tora disse tentando fingir indiferença, mas não funcionou eu pude notar a pontinha de ciúmes dele ao dizer isso.
– Se eu morrer não vão mais precisar de você. –
– Pelo contrário... Eles me usariam para caçar seu assassino e vingar sua morte. Depois eu poderia ter umas férias. Merecidas claro! –
– Não creio que você veio aqui para me dizer o quanto de dinheiro e sangue você ganha as minhas custas. – Eu disse impaciente De fato eu gostaria de ficar remoer aqueles pensamentos até me sentir bem comigo mesmo.
– Correto! – Tora se levantou caminhando até minha carteira de cigarros e indo para a janela. – O baile isca será amanhã. Jyou não quer que você esteja por perto. – Ele disse serio.
– Sem chances! Eu não vou fugir covardemente apenas por que eu nunca fui... Comum. –
– Não é uma opção. É uma ordem... Ela te quer longe e mandou que fossemos ás vinte e duas em ponto de hoje. Já que vamos para longe precisamos de tempo. – Tora disse abrindo a porta que levava ao meu closet.
– Eu não vou! – Eu disse e Tora olhou para mim com aquela expressão de desprezo pela minha opinião. – Eu vou falar com ela! – Eu disse pegando uma blusa mais formal.
– Vá, mas não vai mudar nada! – Ele disse, mas eu preferi manter meu otimismo.
Sai em direção aos aposentos dela enquanto Tora se ocupava em guardar minhas roupas em uma mala.
Como sempre os vampiros de guarda me deixaram passar ela não tinha restrições contra mim.
– Jyou-sama! – Eu disse abrindo a porta, furioso. Ela estava de costas se vestindo, mas não ficou lá muito constrangida com sua nudez, me lançou um olhar despreocupado, ela já sabia o que eu tinha ido fazer ali.
– Imagino que você tenha vindo por causa do seu afastamento... – Ela disse colocando a sua roupa em estilo militar. – Não vou voltar atrás. – Ela me disse fazendo um gesto para que eu fechasse a porta.
– Jyou você não pode fazer isso comigo você sabe o quanto eu posso ser útil para nos salvar. –
– E sei o quanto pode ser útil para nossa derrota... – Ela disse se aproximando. – Meu vampirinho você não vai ficar aqui para ver se vai ajudar ou não. Vá com o Tora é um lugar seguro. –
– Jyou... –
– Todos os Guardiões estão de acordo. – Ela disse me empurrando para saída onde Tora me esperava com um sorriso debochado. – Você vai voltar logo e vai ser mais útil se estiver longe. – Ela disse pressionando levemente meus ombros.
– Não conte com isso! – Eu disse entre os dentes. Eu estava furioso eu não era uma criança para que me tratassem como uma. Eu era vampiro desde que vim ao mundo e eles deviam dar algum valor a isso não só quando tudo estava em paz, mas em um momento de guerra.
Iniciei meu caminho de volta quando senti Tora cumprindo suas ordens.
– SE VOCÊ CONTINUAR ME SEGUINDO SEREI OBRIGADO A ARRANCAR SUAS PERNAS! – Eu disse sem olhar para trás mesmo assim notei que ele tinha parado. Claro que ele continuaria a me seguir de outra forma ele era mestre nisso quase nunca o víamos ele vivia nas sombras, mas me daria um tempo para encontrar meus amigos.
Aoi Pov. Off
– Aoi está chegando e não está nada contente. – Reita disse sem desviar o olhar de sua xícara. Eu estava na mesa com eles há mais de meia hora e tudo o que ele tinha dito desde o momento em que Kai chegou era isso. Ele era definitivamente um vampiro calado e misterioso. Principalmente por esconder o nariz. Será que ele tem marquinha que nem as moças que vão a praias?
Yuzuki você viaja demais... – Pensei e ri de mim mesma. Os outros olharam para mim, mas desprezaram. Será que concluíram que eu sou doida?
Eu até continuaria viajando na maionese, mas fui impedida quando ouvi as portas se batendo contra as paredes em estilo rococó, o lustre começou a tiritar devido à força descomunal que as portas foram abertas. Olhei imediatamente para a porta era ele o moreno. Aoi vinha rápido com passos firmes e furiosos fazendo o, sobretudo com motivos vitorianos bordados em fios de ouro planando no ar, enquanto avançava, seus olhos geralmente negros estavam em tons de preto, dourado e vermelho sangue. Eu deveria ter ficado com medo, mas não foi bem isso que eu senti ao vê-lo.
– Aquela... Argh! A Jyou quer que eu me esconda durante o baile e a guerra. – Ele disse socando a mesa. (Acho que todos sabiam que ele ia fazer isso por que estávamos todos, inclusive eu sugestão do Uruha claro, segurando suas xícaras e copos no ar.)
– Ela quer te proteger... – Kai disse oferecendo a cadeira que ele tinha trazido para que Aoi se sentasse.
– Não quero me sentar quero que parem de me tratar como um incapaz! –
– Você sabe muito bem que esse não é o motivo do seu afastamento. – Reita disse olhando para o moreno que estava andando de um lado para o outro neste momento.
– O que não melhora muito as coisas. – Ele disse irritado.
– É melhor você se acalmar e ir para onde estão te mandando. – Ruki disse e no mesmo instante sua expressão mudou pareceu ficar alerta. – Tem alguém aqui. – Ele disse e eu notei que os olhos de quase todos menos os meus e do Aoi ficarem brancos.
– Aoi saia daqui ele leve a Yuzuki. – Uruha disse se levantando me e jogando para cima do moreno que ainda conservava os tons dourados e avermelhados dos no olhos.
– Eu não vou ir embora e deixar a diversão para vocês! – Aoi disse estarrecido.
– Vá salve a Yuzuki vá! – Uruha repetiu apressado e ele finalmente olhou para mim. O brilho sinistro de sempre apareceu de relance em seus olhos me senti totalmente imóvel eu nunca tinha os visto tão de perto e tão... Hipnotizantes.
– Está certo! – Ele disse e me puxando pela mão saímos correndo da sala.
Aoi corria rápido demais era difícil acompanha a agilidade e a força dele ainda mais estando com um vestido tão grande e pesado mesmo dispensando as armações de sempre. Aoi olhava para trás constantemente certificando-se que eles quem quer que fossem não nos alcançariam.
– Aoi eu não posso correr tanto assim. – Eu disse quase me soltando dele.
– Fale baixo! – Ele disse olhando para trás, mas não para mim. – E você não tem escolha. – Ele disse tentando me forçar a correr mais rápido.
Eu não podia continuar eu era muito sedentária e não dava pra competir com a agilidade do vampiro, eu deixei minha mão suada escorregar da luva e fiquei parada com as mãos nos joelhos. Eu com minha audição pouco apurada já os podia ouvir em segundo teríamos contato visual com as criaturas.
– Merda, merda, merda! – Aoi disse voltando para me pegar. Eles estavam perto demais, Aoi veio até mim e me jogou contra a parede que não tinha nenhuma iluminação de um recuo entre dois quartos e se imprensou em mim, não havia uma só parte de Aoi que não estivesse grudada numa parte minha. – Fique calada! – Ele disse tentando manter a respiração regular.
Os vampiros passaram reto, mas Aoi continuou parado tentando impedi-los de nos ver escondidos nas trevas.
– Aoi sua lanterna está me cutucando. – Eu disse tentando me livrar da pressão que seu tórax exercia sobre meu corpo.
– Eu não uso lanterna Yuzuki. – Aoi disse e notei que sua voz estava embargada.
KAMI-SAMA como eu pude ser tão ingênua. Não era uma lanterna o que eu estava sentindo era... Era ele mesmo o que mora entre as pernas dele.
– Aoi será que dava para você... –
– Cale a boca Yuzuki vai delatar-nos! – Ele sussurrou no meu ouvido fazendo o meu sangue congelar dentro do corpo, meu coração falhou uma batida quando ele encontrou a testa na parede ofegando no meu ouvido.
Eu comecei a me mexer eu precisava me desencostar dele, entretanto quanto mais eu me movia para me livrar, mas o atrito o excitava, Aoi desceu as mãos para os meus quadris tentando me impedir de mexer não que tenha funcionado. Além disso, ele esforçava-se sem sucesso em impedir que eu o ouvisse gemer, tenho plena consciência de que isso estava o matando, mas... Não dava pra permanecer daquele modo. Péssimo dia para pedir ao Hizaki para não por a armação.
– Yuzuki pare já com isso! – Ele disse fechando as mãos em punho e tentando não perder o controle.
– Mas Aoi assim fica difícil a gente... –
– Cale essa boca Yuzuki! — Ele disse tapando minha boca com sua mão. Usei a minha mão para me livrar da dele, se ele estivesse em seu “estado normal”, eu não conseguiria, mas Aoi estava muito ‘perturbado’ para usar a força.
– Aoi não me sinto a vontade com o seu... Com ele tão próximo... – Aoi não me deixou terminar. Não sei bem se foi para me calar ou se para afogar seus desejos físicos... Sei apenas que seus lábios carnudos e gelados tocaram os meus, eu não consegui resistir e me entreguei aquele beijo. Era como se o tempo tivesse parado e tudo tivesse sumido havia apenas eu e o moreno no meio das trevas, não havia nenhuma célula do meu corpo que não quisesse mais um pouco daquele moreno, meu corpo desejava mais do que eu podia imaginar... A mão livre de Aoi passou a caminhar pela minha perna debaixo do vestido, sua mão macia com dedos longos subia numa velocidade rápida e torturante eu não conseguia fazer nada a não ser implorar secretamente que não parasse.
Quando Aoi subiu sua mão até minha intimidade ele pressionou a sua contra a minha e nós gememos juntos nesse instante eu me lembrei que eu era virgem, de onde estávamos e me lembrei do Uruha. Eu não iria traí-lo eu podia fazer isso com ele.
– Aoi não! – Eu disse o mais firme que eu consegui ainda assim saiu fraco com se eu estivesse implorando. Ele pareceu entender sem que eu precisasse falar mais nada. Afastou-se rapidamente e ficou de costas para mim fazendo o máximo de esforço para se recompor.
– Vamos! – Ele pegou minha mão e corremos para o quarto em que eu vivia com Uruha.
Eu estava há muito pouco tempo com o Uruha, mas eu sentia como se o conhecesse há vida toda como se nossas almas estivessem interligadas, eu diria que o amava, mas Aoi... Ele era minha criptonita existia algo que sempre me jogava direto em seus braços.
– Gomen nasai Yuzuki eu não devia ter feito nada daquilo. – Aoi disse na janela pegando um cigarro.
– Tudo bem. – Eu disse tentando deixar esse assunto pra lá.
– Não está, mas vai ficar. Se eu puder te pedir algo... Não conte isso ao Uruha. –
– Não vou contar. – Eu disse segura. Mesmo que ele não pedisse isso eu não contaria não teria coragem para tal coisa.
– Onde eles estão? – Aoi perguntou retoricamente e eu também achei que passou bastante tempo e não vivos e nem tivemos noticias.
Não tivemos tempo de pensar por muito mais tempo, assim que ele apagou o cigarro no cinzeiro Uruha abriu a porta e por ela entraram todos que estavam na sala de chás.
– Foi o Ruka! – Uruha disse furioso.
– Eu sabia! Aquele desgraçado não descansa. – Aoi concordou com o maior e caminhou para perto dos outros. – O que você vai fazer? Ele só vai parar quando puder tomar todo o sangue dela. -
– Eu não vou matá-la e nem deixá-la ir se é o que vocês iriam sugerir. – Uruha disse olhando para os outros quase desesperado.
– E é claro que nós estamos nos preocupando á toa não é Uruha? Nós ficamos lá na sala de chá lutando com o Ruka e a corja infecta dele por que é divertido. Por que eu não tinha nada mais interessante para fazer do que lutar contra minha própria espécie por causa de uma humana infiltrada. – Reita disse fuzilado o maior com seu olhar negro sinistro eu realmente não tinha reparado nele antes, Reita seria facilmente confundido com o Rock Star, seu jeito era misterioso eu teria medo dele mesmo se não soubesse que vampiros não existem, mesmo que tudo o que eu estava vivendo não passasse de um sonho eu teria sempre medo, mas ele não parecia ser assim o tempo todo. Por mais que seu jeito denotasse sua sede de sangue no fundo eu sabia que ele era legal e tinha jeito de ser engraçado jeito de ter uma aura muito feliz e infantil por baixo de todo aquele mistério o que me deixou muito encantada por ele talvez se eu tivesse tempo iria gostar de conhecê-lo melhor, mas não em uma guerra.
– Reita eu... Não consigo ficar longe dela. – Uruha disse me fazendo ficar feliz e ao mesmo tempo preocupada.
– Reita eu quero ir. – Eu disse tomando a iniciativa. Todos olharam para mim esperando que eu me contradissesse ou sei lá apenas esperaram para ver o que eu faria depois. – Quero ir embora daqui. – Eu continuei hesitante, eu não queria deixar Uruha, mas era necessário.
– Yuzuki você não sabe o que está dizendo. – Uruha se sentou ao meu lado pegando minha mão, mas eu me levantei e me juntei aos vampiros amigos dele.
– Uruha eu não posso ficar aqui atrapalhando tudo enquanto vocês têm que proteger a própria vida. Se quiser eu posso ficar esconda em algum lugar te esperando, mas não quero e não posso ficar aqui. – Eu disse por ultimo e ele pareceu entender onde todos nós queríamos chegar.
– Não estou dizendo que vou, mas se eu concordar com isso para onde vamos levá-la? –
– Qualquer lugar a oceanos de distância seria seguro. – Ruki disse com a aparência seria, mas eu sabia que ele ria por dentro.
– Ruki vá se ferrar eu nunca vou mandá-la para tão longe de mim e de tudo que ela conhece. -
– Por que não a leva com você Aoi? – Hizaki perguntou a ele caminhando até a cadeira. [N//A: a senhora precisava se sentar OHOHOHOH]
– Er... Eu. – Aoi não esperava por aquilo e nem eu.
– O Aoi? Para onde a levaria? — Uruha ficou intrigado.
– O Aoi está sendo mandado pela Jyou para um esconderijo por que ela suspeita que Ai e Mikaru possam querer o sangue dele somado ao dos outros dois sangues puro para reavivar o exército deles. –
– Está decidido ela irá com você. – Uruha ordenou. Eu vi Aoi suspirar pesado não era o que ele esperava estar novamente amarrado a mim. E nem eu.
Quando eu estava com aquele moreno eu sentia que não seria eternamente fiel ao Uruha como eu desejava. O que me unia ao outro vampiro era muito mais forte do que eu. Era como uma maldição!Algo que sempre me arremessava pra perto dele mesmo que estivéssemos tentando manter a distância como imantação. Eu percebi que ele sentia o mesmo. ele era leal ao amigo, e não podia simplesmente chegar ao Uruha e dizer: ‘ Pois é cara eu me sinto mortalmente atraído pela sua humana. ’
– Como preferirem... – Aoi disse após uma respiração funda e pesada.
– Eu queria ver o baile, que dia nós vamos Aoi? – Perguntei toda intima. Parecia que eu ia tirar férias e não fugir de uma ameaça de morte.
– Ás vinte e duas horas de hoje. – Ele disse distante, parecia pensar em algo que eu não conseguiria compreender, eu acho que nunca poderei conhecer a fundo aquele moreno.
– Aah... Acho que não vou ao baile... – Lamentei. – Então já que falta pouco vou juntar minhas coisas. — Eu disse me afastando dos outros e colocando algumas coisas dentro da minha bolsa que o Hizaki condenou.
Ninguém falou mais nada, não sei o que aquele silêncio significava, mas todos estavam longe pareciam pensar em como resolver todos aqueles problemas, eu não queria causar tudo aquilo, eu nem podia entender os motivos da guerra que estava ameaçando e agora eu estava pondo aqueles cinco no olho do furação... Não podia deixar de me sentir culpada...
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