The Synister Side

7 Capítulo VII - El Gran Ball


Notas iniciais
Eu sei que eu demorei eu acabo de quebrar um hiatus quase eterno.Eu espero que vocês guardem seus tijolinhos depois disso ok. Nada de ameaças eu vou tentar ñão demorar, se eu não mudra o rumo da fic novamente.
sem mais delongas....
xxx hime-chan

[N//A: isso não é inglês nem espanhol é CATALÃO!]

Passava muito pouco das cinco e meia quando Hizaki terminou de me arrumar e se sentou na cama frente a mim e ficou em silencio( para esclarecimentos Uruha e Ruki convenceram a Jyou a deixar o Aoi ficar para o baile).

Não era um silêncio de uma artista que avalia sua obra-prima, era um silêncio de quem tem o que falar, mas não sabe como ou por onde começar.

- Está ansioso para o baile nee? – Perguntei iniciando uma conversa, eu estava curiosa novamente.

- Não exatamente pelo baile. – Ele responder com a voz embargada os olhos cintilaram estavam cheios d’água.

- Está com medo? –

- Faz algum tempo que não vejo meu mestre, eu não sei como ele reagira. –

- Você o ama? –

- Com a alma. E não é só a gratidão comum de pupilo para mestre, é algo mais forte. –

- Você contou isso a ele? –

- Gostaria de ter dito antes de tudo ruir. –

- Por que não disse? –

- Não vai sossegar enquanto não souber tudo sobre tudo não é Chérrie? – Ele disso com um sorriso não muito feliz.

- Nunca! – Eu acompanhei e ele se levantou e estendeu a mão.

- Não é uma história romântica. – Disse me levando para seu banheiro.

Confesso que estranhei trocar o conforto do quarto pelo banheiro, mas chegando lá Hizaki digitou um código numa estátua falsa e uma escada em espiral apareceu debaixo da banheira, era uma câmara secreta, acho que o que ele tinha para contar não era para ser descoberto por qualquer um. Hizaki trancou a câmara quando chegamos ao nosso destino.

Para ser sincera o lugar era uma graça as paredes de pedra, os móveis de madeira maciça tudo tão europeu.

Sentamo-nos uma chaise longue para duas pessoas, o acento era de um tecido marfim estampado e o encosto com capitonê marfim com as molduras em ouro.

- Eu ainda morava em Kyoto com o mestre. Eu vivia com ele, fazíamos quase tudo juntos Kamijo, Jasmine e eu.

- Quem é Jasmine? –

- Jasmine era o filho da irmã do Kamijo. Ele acompanhou sua linhagem sanguínea, nunca conseguiu se desligar totalmente da família. Jasmine era tudo para ele.

- Jasmine era homem? – Perguntei chocada.

- Jasmine era como eu Chérrie. –

- Claro homem vestido de mulher. Tá e daí? –

- E daí que éramos muito felizes nós três. Jasmine sabia do que eu sentia por Kamijo e me incentivava a contar, mas eu tinha medo da reação dele eu... Eu não era nada. – Hizaki parou uns segundos focalizou o nada respirou fundo aquilo parecia machucar bastante. – Um dia eu ouvi Jin... Um vampiro mais novo que era um fiel seguidor do Guardião Ai dizer que iria matar Jasmine. –

- O que você fez? –

- Não deu tempo de contar ao meu mestre. Eu devia ter contado para meu mestre eu não achei que Jin fosse cumprir, eu não sei... Jin era tão amigo do Jasmine por causa do que eu não fiz no dia seguinte Jasmine não acordou. Meu mestre ficou estraçalhado por dentro, então me perguntou se eu sabia de algo. Eu contei sobre o que ouvi então ele me amaldiçoou e disse que iria me matar. –

- Kami-Sama a culpa não foi sua. –

- Mas eu fui omisso eu devia ter dito mesmo que isso custasse a minha vida então Kirito não deixou que ele fizesse isso e me trouxe para cá desde então eu vivo aqui. –

- Hizaki isso é demasiado serio, alguém mais sabe disso o que aconteceu com esse Jin? –

- Eu não sei. Ele sumiu depois que eu contei ao meu mestre. –

- Você sabe por que ele matou o Jasmine?

- Por que ele queria atingir o mestre mandado pelo seu próprio mestre. Ai é muito sanguinário queria tirar os outros guardiões do poder e se intitular o imperador. Ele é demasiado ambicioso. E como Kamijo não aceitou fazer parte de seu exercito se amotinando contra os outros quatro Ai mandou que retirassem dele aquilo que ele achava importante. Isto é mataram o Jasmine. –

- Então por isso você vive aqui. Hizaki já se passou muito tempo disso não é? –

- Alguns séculos... Foi muito antes de você sonhar em nascer. –

- Você tem que dizer ao Kamijo que você o ama. –

- Ele não vai ouvir... – Hizaki disse e uma lágrima solitária escorreu pelo rosto perfeito dele.

- Vai sim! Se vocês faziam tudo juntos ele sente sua falta assim como você. Quero te ajudar a ser feliz. – Eu sorri me achando o próprio cupido.

- Não quero te desencorajar nee, mas acho que ele não te levaria a serio e muito menos se daria ao trabalho de me ouvir. – Ele riu zombeteiro.

- Não me subestime! – Eu disse firme. – O vampirão vai me ouvir. Eu sei ser irritante. – Gargalhei malvada.

- Ah isso você sabe mesmo. Vamos seu príncipe já deve estar te procurando. – Ele disse abrindo novamente a câmara.

Como Hizaki havia previsto Uruha estava me esperando no quarto encostado no caixilho da porta impaciente, podia até ser impressão minha, mas quando ele me viu sua expressão facial se iluminou ele parecia feliz de me ver.

- Você está linda! – Ele sussurrou no meu ouvido assim que eu deixei Hizaki para trás.

- Arigatou! E digo o mesmo para você. Isso é tão injusto você é vampiro. –

- Boba, vamos estamos atrasados para o baile. Você vem? – Uruha se dirigiu a Hizaki que estava com uma expressão distante.

- Encontro você lá. – Hizaki sorriu minimamente, e deu um tchauzinho e sai com Uruha.

- O que você fez com ele? Parece uma alma sem penas. –

- Ainda não fiz nada. –

- Yuzuki? –

- Não se preocupe eu não farei nada que ele não fizesse se fosse o contrario. –

- Yuzuki que mistério é esse? – Ele parou e ficou me encarando. – Tá se sentindo a vampiresa né? –

- Culpa sua devo lembrar. – Eu ri e continuei andando em um segundo ele estava do meu lado.

- Vou querer detalhes antes de você viajar com o Aoi. –

- O que quiser nee. –

- O que eu quiser?Qualquer coisa? –

- Toda e qualquer coisa! – Afirmei.

O salão de bailes ficava no primeiro subsolo. Eu sabia (olhei os botões do elevador) que tinham mais cinco. O que era espantoso já que morávamos numa ilha. Mais uma pergunta para minha lista, acho que ficaria debaixo de: Pra que Vampiros comem comida humana? ; Então vampiros tomam banho?Com que freqüência? ; Como são feitos os casamentos? ; E por ultimo, mas não menos importante Como fazem filhos? HAHAHAHAH cheia dos interesses.

A decoração era um capítulo a parte que eu deixarei para comentar com Hizaki mais tarde.

Vampiros e vampiresas muito elegantes dançavam ao som de uma música que eu gostava muito e pelo meu qi musical era de uma banda Inglesa chamada ‘Muse’. Era espantoso ver aqueles velhos com carinha de jovens dançando quase que em estilo medieval ‘Uprising’. Mas confesso que tinha tudo a ver.

Uruha queria que eu conhecesse tudo e eram tantas coisas que fiquei tão encantada com tudo ele e eu avançávamos para a parte mais alta do salão, onde os cinco guardiões estavam eles conversavam e riam sentados em cadeiras luxuosas que me lembravam tronos.

- O loiro da ponta direita que está todo vestido no mais pomposo estilo imperial é o Kamijo ele foi transformado pelo Gackt o moreno de cabelos longos, vestindo armadura por cima de uma túnica azul Royal bordada sentado do lado esquerdo do Kirito. Kirito que está sentado no meio é o mais o poderoso ninguém sabe direito como ele surgiu, mas é um dos primeiros e é o único desses primeiros que está vivo. Ele é muito bondoso quando quer, mas no geral não respire perto dele. – Uruha disse e logo me fez viajar.

Kirito seria facilmente confundido com um musico assim como Reita. Ele era tão lindo e tão familiar... Talvez fosse mesmo um músico. Ele estava usando um conjunto vermelho uma calça e uma camisa com uma única manga, os botões da parte de direita e esquerda se fechavam com uma cordinha dourada, o braço forte á mostra revelava tatuagens o que o deixava ainda mais desejável seus cabelos negros jogados intencionalmente para denotar despreocupação com o visual ornavam perfeitamente com a maquiagem estranha que lhe desenhava o rosto. Agora eu sabia por que era poderoso.

- Aquele ali de preto dos pés a cabeça, cabelo armado e umas mechas azul Royal, com desenhos na testa e abaixo dos olhos sentado na ponta esquerda é o Mana-Sama. Ele não fala muito, e têm uns probleminhas pessoais com Gackt eu até hoje não sei o motivo. E por último, mas não menos importante a única mulher guardiã. O nome dela é Jyou ela é a pessoa que Kirito mais confia por isso senta ao seu lado direito, ela tem um carinho especial pelo Aoi. As pessoas mais próximas dela são todas vampiresas mordidas por ela. No total são quatro, Naoto, Mally, Omi e Miko. -

Jyou era extremamente bonita seus cabelos curtos estava coloridos em um tom vermelho quase inalcançável para as reles mortais destacando completamente entre os loiros e morenos ali em cima. Suas roupas chamavam tanta atenção quanto, diferente de mim e outras vampiresas que estavam utilizando o estilo vitoriano ela estava trajando um tubinho preto com alças finíssimas removíveis com o bordado em micro paetês cores rosa e preto evidenciavam suas formas de dar inveja a humanas que comem hambúrguer com fritas. E por fim um colar preto e algumas pedrinhas de outra cor que me fizeram babar. Ok está decidido essa é minha diva musa inspiradora quando eu crescer serei como ela! HAHAHAH

- Kami são tão poderosos. – Eu disse maravilhada.

- Aoi estava certo você está encantada demais e se esquece de quem somos. –

- Quem sabe eu não tenha deixado de ser humana para ser uma de vocês. – Respondi puxando-o para a pista de dança.

- Quer dançar agora? – Perguntou risonho.

- Não mais tarde. Claro que agora! – Respondi puxando-o para onde todos os outros dançavam uma musica celta que eu nunca ouvi na vida, mas era fácil de imitar os passos.

Algum tempo foi desperdiçando na pista de dança, mas eu preferi me separar de Uruha quando vi Hizaki se aproximando de seu mestre. Eu corri para perto dos degraus que separavam a área de recreação dos guardiões. Hizaki parou antes de subir eu cheguei perto e fiquei olhando de Hizaki para Kamijo e de Kamijo para Hizaki.

Quando o guardião alvo em questão notou Hizaki ali parado o encarando, ele olhou com desprezo e virou o rosto, foi como cravar um punhal no lado direito do peito de Hizaki, eu segurei sua mão denotando que eu estaria ao seu lado.

- Hizaki, você tem que enfrentar isso se quiser ser feliz. – Eu disse chamando-o para realidade.

- Domo Arigatou. – Dito isso Hizaki subiu e foi até Kamijo, depois de alguma conversa e resistência os dois saíram discretamente por uma porta atrás das cadeiras.

Eu estava eufórica, como se eu tivesse realizado algo grande sendo que eu não fiz porra nenhuma alem de tagarelar como sempre.

- O que você tem a ver com Kamijo e Hizaki? – Uruha perguntou me abraçando por trás.

- Para falar a verdade nada. – Virei envolvendo o pescoço dele com meus braços. – Eu só tagarelei um pouco. –

- Novidade... – Ele disse de volta o sorriso maroto. – Sabe minha tagarela a gente podia se ausentar um pouquinho da festa para... –

- Concordo. – Eu disse sorrindo o suficiente para meus olhos sumirem.

-xx-

Chegamos ao corredor mal iluminado do andar em que eu morava com Uruha aos beijos, era impressionante o que uma festa pode fazer.

Não lembro bem o motivo, que me fez correr boba pelo corredor largo, Uruha corria atrás usando o mínimo possível de força e agilidade aquilo era brincadeira não uma caçada. Quando eu cansei de correr vale lembrar que isso é bem pouco me encostei a uma parede e esperei que ele chegasse.

- Você cansa muito fácil Bentou. – Ele aproveitou que eu já estava encostada na parede para me prensar contra ela enquanto ele tomava o resto de fôlego que restava com um daqueles beijos quentes que acendiam tochas dentro das pessoas.

A língua de Kouyou lutava com a minha em busca de espaço, busca de aprofundar e tornar verdadeiro aquilo que sentíamos um pelo outro, não sei bem o que mudou em mim naquele momento, mas eu queria aquele homem, eu precisava daquele homem.

Procurei a barra de sua camisa e enfim tomei coragem para retirá-la e jogar no chão.

O loiro me olhou perguntando se era o que eu queria em resposta eu chupei o lóbulo de sua orelha o puxando de volta para mim.

- Hentai! – Ele disse me fazendo entrelaçar as pernas em seu quadril, ele se preocupou em pegar a blusa do chão e me levar para seu quarto. Chegando ao ambiente iluminado apenas pela luz falha da lua crescente. Uruha me deitou na cama ficando por cima de mim e beijando meu pescoço, por minha vez perdi minha mão em seus cabelos. Rapidamente Uruha constatou que aquele vestido que eu usava tinha perdido sua função e o arrancou e atirou bem longe.

Lá estava eu usando um lingerie ousado, escolha do Hizaki é claro, eu nunca tinha colocado cinta-liga antes e agora eu via o vampiro ficar doidinho para arrancá-la.

- Ero-Yuzuki. Tentando me desvirtuar. – Ele fingiu estar ofendido.

Eu gargalhei e procurei pelo cós de sua calça, ele ao invés de ajudar afastou o quadril de mim e tratou de arrancar as minhas meias, lentamente.

- Está se divertindo não está? – Perguntei, mas não esperando uma resposta literal.

Uruha riu infantil, era a perfeita junção de um pervertido com uma criança que o deixava fofo e acabava com minha sanidade mental. Depois de prolongar ao máximo a retirada das meias o homem retirou as próprias calças e deitou por cima de mim novamente. Procurou a melhor forma de retirar o sutiã e beijou o vale entre meus seios, me arrepiei intensamente ao toque gelado de seus lábios na minha pele quente, não sei bem o que ele sentiu, mas a reação colateral foi visível sob sua roupa intima. Kouyou distribuía beijos em toda a extensão do meu corpo fazendo-o arquear conforme a proximidade do meu sexo. Eu já estava ansiosa e frustrada eu o queria e queria logo. Ele beijou minha intimidade por cima da calcinha me fazendo soltar um gemido fino que eu havia reprimido há muito tempo, só assim se deu por satisfeito e retirou as últimas peças intimas dos nossos corpos.

- Está pronta? – Perguntou carinhoso.

- Hai. – Eu respondi certa ansiando pelo momento em que ele finalmente seria meu e eu dele. Uruha abriu minhas pernas e se encaixou entre elas eu uma fração de milésimos eu pude senti-lo em mim. Depois de alguns segundos ele começou a se movimentar primeiro devagar e foi ajustando a velocidade à medida que eu ia correspondendo aos estímulos, não levou muito tempo para que eu estivesse pedindo para ele por mais força no que fazia eu já estava quase delirando de prazer quando ele se desfez dentro de mim e tombou para o lado arfando violentamente. Mesmo assim eu insisti em tomar-lhe um beijo que ele não negou.

- Como foi a sua primeira vez KOI? – Ele perguntou acariciando meu rosto enquanto estávamos deitados em conchinha.

- Quero mais! – Eu disse rindo.

- HENTAI! – Ele disse, mas não se fez de rogado em recomeçar.

-xx-

Algum tempo depois, Uruha disse que era hora de voltarmos ao baile, tomamos um banho rápido nos arrumamos o máximo possível e voltamos para o salão de festas.

As coisas pareciam mais animadas ainda. Jyou estava dançando com Gackt e Kamijo e Hizaki conversavam de canto até trocavam sorrisos e olhares cúmplices nem pareciam que há horas antes estavam brigados. O que me surpreendeu no ambiente quando eu voltei foi apenas o que não estava lá quando... Cabelos negros, olhos negros, unhas negras, fraque grafite que fazia par com a calça com um bordado que eu não sei como descrever guarneciam a blusa branca que se estendia rendada até pouco abaixo do quadril do moreno estava semi-aberta até pouco acima do umbigo, os colares ornavam seu pescoço. Ele estava lindíssimo e sabia disso.

- Desgraçado, Filho da outra! – Eu disse entre os dentes. Eu não devia ter dito, mas eu não consegui só pensar.

- O que Yuzuki? – Uruha perguntou não sei se por que não ouviu ou para confirmar.

- Nada demais. – Eu disse rindo angelicalmente.

- Aí estão vocês. Ele disse na nossa frente. –

- Chegou atrasado à festa Aoi. – Uruha disse e eu notei que os outros três se aproximavam.

- Ou talvez vocês tenham a abandonado cedo demais. – Foi à vez do loiro com a faixinha no nariz dizer.

Eu quis a roupa dele na hora que obtive contado visual. Não era exatamente um traje de gala, mas era lindo. Uma blusa meio op arte debaixo de um casaco curto com duas fivelas que o fechavam eu achava aquele loiro cheio de estilo.

- Um pouco dos dois eu diria. – Kai disse rindo depois.

- Estavam vigiando minha vida então? – Uruha perguntou fingindo estar ofendido.

- Iie. Estávamos monitorando a Yuzuki. – Ruki disse, mas eu não pude ver o que ele vestia. A luz estava muito falha e era tudo preto.

- Já chegou à hora de levá-la? – Uruha perguntou mesmo sabendo a resposta.

- Ainda não, vamos deixar vocês curtirem mais um pouco. E viajam amanhã à noite. – Kai reforçou.

- Claro. – Uruha me abraçou sorrindo e eu correspondi tomando –lhe os lábios eu estava perdidamente apaixonada pelo loiro e não tinha mais volta.

Notas finais
E aí... que tal uma review?
aopskaposkoaksopaksopaksoakspoaskaposkopaks