The Submissive
6 Treinar, treinar, treinar
Notas iniciais
~Beatriz~
Todos estavam decididos de que meus poderes como Nick explicara na noite anterior (após eu contar meu sonho),eram instáveis.
E que mesmo os outros sendo mortais tinham de treinar, como decidiram aliar-se a mim.A vida de todos agora corriam perigo. Todos aceitaram e escolheram cada qual sua arma, o único que eu precebia que não gostava ou não conseguia acreditar naquilo tudo era Caio, ele e a família eram ateus. Não acreditavam em Deus. Agora saber que eu sou a causadora ou a forma de parar uma guerra entre as forças do bem e do mal... Eu até o entendia.
Apostava que o nosso beijo agora tinha gosto de veneno em sua boca. Eu o estava obrigando a deixar tudo o que ele sempre acreditou de lado. Ele estava sentado a margem do rio que dividia em dois a clareira onde todos treinariam.
Nick estava com a sua melhor imitação de Sra. La Rue. Eramos sete. Cada qual lutaria demonstrando suas habilidades e Nick tentaria ensinar o que tinha aprendido sendo o general do exército de Lúcifer. Ele estava nós contando como havia ajudado uma mortal a se redimir para que ela não fosse para o Inferno. O mestre do mal não podia perdoar isso e ele foi subjulgado e exilado do Inferno. Deus o aceito por mesmo sendo um demônio ter bondade em seu coração, mas, Nick pisou na bola de novo, sendo condenado a ter somente a metade de seus poderes e ter de viver em meio aos mortais no mundo que Deus criou.
_ Bom. Pelo que a Aqua disse, todos lutam... Veremos se lutam com fervor quando o prêmio é sua encrusilhada. Vida ou morte. — o garoto dizia.
Caio ainda estava sentado com a espada que Nick lhe derá aos seus pés. Observando o vazio, podia-se notar que seu cérebro considerava a ideia de que tudo aquilo ainda fosse uma brincadeira de mal gosto. Mais não era.
_ Começaremos com a nossa Reúrem ... Beatriz. — ele hesitou -Alguém se candidata a ser a adversária da Srta. Ang?
_ Eu.
Caroline avançou a frente, girando a aliança entre os dedos.
Apesar de eu ter somente minha pequena adaga e Aqua ter um anel que se transformava desde a espadas a escudos. Eu me sentia confiante. Começara a treinar durante aquela madrugada a ouvir. E agora podia ouvir, quase que com facilidade, os planos de ambos os lados. Murmúrios sobre mim mesma.
Me dirigi a frente de Aqua. Demos as mãos e começamos.
Aqua se lançou correndo a toda velocidade em quanto girava seu anel no dedo que logo se transformou em uma espada. Ela atacou. Eu desviei o golpe com o cabo da adaga. Fazendo com que a lâmina quase a atingisse na barriga. Ela desviou, a espada se transformando em arco, desviei das flechas com mortais encorpados pra trás. O vento zuniu em minha orelha.
_ Bom... — Nick murmurou.
Igor ao seu lado com a mão ao cabo da espada. Dani empunhando um bracelete ( um presente especial , disse Nick ao da-la, supostamente o garoto estava realmente se interessando por Danielle. Para o desespero de Caroline), Julliana ajeitando sua aljava de flechas.
Investi contra Aqua, passando por cima de sua cabeça, fazendo seus cabelos se arrepiarem, peguei um flecha quebrando-a e lançei seus restos com um sopro em direção a Aqua. Aquilo a enfureceu realmente. Ela girou 180º e me deu um chute. Senti quando meu corpo se chocou contra o tronco da árvore mais próxima. Meu lado esquerdo latejava ,mas, eu não podia perder. Não em minha primeira luta. Me arrastei em direção a minha pequena arma. Aqua estava de costas já se vangloriando, levantei-me.
_ Aqua! — teria sido mais heroíco se minha voz não soasse como um gemido.
Ataquei novamente, ela desviou e partiu pra luta corpo a corpo, dei-lhe um soco e ela caiu, mas, logo se recuperou e partiu novamente em minha direção. Dei um rasteira, Aqua caiu no chão, coloquei o pé sobre sua barriga, ela o agarrou e me lançou novamente. Seu anel de transformou em uma adaga e avançamos uma contra a outra.
_ Chega! — a voz de Nick era carregada de rancor — Não quero que destruam totalmente à minha clareira.
O encaramos, meu corpo queria avançar ainda. Adrenalina eu acho. Mas me concentrei em parar, aquilo já estava bom...Por enquanto.
_ Nada mal, Bia — disse Aqua. Colocando seu anel que havia voltado ao formato normal, a de uma aliança de prata no polegar.
_ Você também não é das piores prima. — respondi
_ Da próxima você não vai se safar — ela deu ênfase as palavras, como se aquilo fosse me assustar.
_ Haha. Isso veremos — respondi com ironia.
Nick se aproximou de nós duas, apertando-nos a mão.
_ Bom trabalho, garotas.
_ Humpf — Aqua respondeu e saiu pisando duro. Entrando no chalé, com um estrondoso BLAAAM da porta
_O que é que eu... — ele começou
_ Esqueçe. — cortei e fui para perto de Igor.
_ Certo. — ele elevou a voz para que todos o ouvissem — Vamos as próximas... Danielle e Julliana.
_ Isso vai ser bom — eu murmurei para o garoto.
_ Quando não é eu que estou apanhando. Por mim, tudo bem. — o garoto respondeu.
Como tudo o que a Dani faz, ela deixou que Julliana a ataca-se, flechas voando em sua direção. Ela apenas tocou no bracelete e murmurou algo. Em seguidas em suas mãos se encontrava uma espada de lâmina dupla, a lâmina produziu um brilho inquietante. As flechas continuavam a vir, e Dani não se mexia. A tensão já se instalava.
Quando as flechas se encontravam a 5 centímetros de seu rosto ela ergueu facilmente a espada e com um cortante silvo desviou as flechas para a direção de Juh, que se safou por pouco pulando em direção a um galho de uma das árvores. Ela soltou-se e se lançou na direção de Danielle. Dani pulou em arco por sobre a cabeça da amiga. E em seguida exibiu um pequeno e delicado fio de cabelo encaracolado cor de chocolate. Julliana virou-se pra trás, muito devagar e recebeu um chute. Batendo contra as árvores.
Todos esperamos ela se levantar enquanto Danielle ia em direção a seu arco e o chutava pra longe. Julliana não se levantava. Dani passou as pernas por cima da amiga inconsciente e sentou-se em sua barriga. A luta havia acabado.
Nick caminhou em direção a Julliana, e a colocou nos ombros. Dani sentou-se numa pedra. Quando teve certeza de que com a batida Julliana não havia machucado nada. Caminhou em direção a Danielle novamente.
_ Você é maravilhosa- o garoto falou — Eu nunca vi...algo... alguém... — ele suspirou — Isso foi realmente incrível.
Dani olhou pra ele com seus olhos azuis, em seguida levantou-se espanando o pó da calça de couro e ajustando a regata vermelha que deixava seus peitos bem marcados. Nick não conseguiu disfarçar uma olhadinha. A garota sorriu.
_ Aprenda Nicholas: Eu nasci maravilhosa — ela piscou pra ele. Logo em seguida saiu na direção do irmão. Nick a olhando partir, pulando as pedras do rio.
_ Chãm — eu disse — Quer um babador?
_ O que? — ele falou — Eu não...Não estou... Srta.Ang.. — ele estava tentando dizer que não ,mas, não parava de corar. Seu rosto estava igual a um pimentão.
_ Beatriz — eu disse — Me chama de Beatriz. E sim você necessariamente precisa de um babador.
Ele rosnou de frustação.
_Cara! Até eu saquei. Esses olharzinhos. Dar a arma mais poderosa a ela. Hum. — Igor fez sua melhor cara de pervertido.
_ Aff. Me deixem em paz, sim? — Nick pediu.
_ Eu acho melhor você tomar uma iniciativa. Pois a outros em que ela se interessa- soltei e logo me afastei.
_ Hein? — perguntou Nick,mas, eu já estava longe.
_ Hein? — repetiu Igor.
_ Mulheres — disseram os dois com nojo.
Entrei dentro do chalé bem a tempo de ouvir a conversa de Aqua com alguém. Me escondi atrás da porta.
_ Ela está treinando.
Ouve uma breve pausa.
_ Sim. Ela é formidável.
Houve uma resposta do outro lado da linha.
_ Eu estou vijiando-a. Sim, meu senhor. Não a deixarei atrapalhar seus planos.
Nessa hora, eu espirrei. Ouve um breve CLAACK. Uma ligação interrompida.
_ Ah. Prima... e você — disse Aqua ao me ver.
_ Eu vim te chamar pra segunda rodada.
_ A quanto tempo você está ai? — Aqua perguntou.
_ Há muito tempo.
_ Sério? — sua voz começava a soar preocupada.
_ Brincadeira — menti. — Cheguei agora.
Graças a Deus que eu mentia muito bem e que nem Aqua conseguia descobrir quando eu estava falando a verdade.
_ Pois bem... Vamos voltar? — ela perguntou.
Chegamos bem a tempo de Nick anunciar:
_ Agora... Srta. Rodrigues e Sr. Scott.
Igor olhou para Dani que sorriu com desdém.
_ Isso vai ser ótimo — a garota murmurou, indo para o meio da clareira.
_ Ai mamãe — Igor choramingou.
_ Prontos? — Nick perguntou
_ Eu nasci pronta — Dani respondeu, olhando pro irmão — Certo, maninho?
Caio ainda estava quieto, inclinou a cabeça em direção a voz da irmã. Seus lábios se mexeram,mas, som algum saiu.
_ Começem! — Nick gritou.
Igor correu em direção a Danielle, espadas se chocaram. Igor conseguiu empurrar a adversária por alguns instante para o lado. Dani se virou e saltou pra trás, em tempo da espada do garoto fazer um movimento de cima pra baixo cortando o ar. Dani deu mortais até a direção de Igor, agarrando-lhe pelo pescoço com as pernas e o jogando bruscamente no chão.
Sua espada tiniu ao ser jogada contra uma pedra. Dani correu para pega-la,mas, Igor foi mais rápido, batendo com a parte chata da lâmina na barriga de Dani. A garota caiu se retorcendo de dor. Ele colocou o pé sobre a barriga da menina que o agarrou e o jogou longe. Dani ainda tentou tocar em seu bracelete que não estava mais ali. Igor levantou-se surpreendendo a todos. Em sua mão estava o artefato mágico de Dani, na outra a espada.
Irada, Danielle se lançou contra ele caindo em cima de seu peito. Sua espada e bracelete jogados contra a correnteza. Eles estavam igual quando eu cai sobre Caio em minha casa. A quase uma eternidade atrás. Suas bocas a 5 centímetros uma da outra. Os peitos de Dani estavam abaixo dos de Igor agora, o garoto prendia os braços da menina com a mão e as pernas dela com as suas próprias. O cabelo de Dani estava espalhado sobre a relva macia. Igor se aproximou. Sua calça esticada para que suas pernas em arco prendenssem a da garota. Seu amiguinho desprotegido. Então algo aconteceu...
Algo que ninguém jamais esperou...
Danielle libertou os braços dos de Igor segurou a cabeça do garoto, seus dedos aninhando-se em seu moicano rebelde e o... Beijou...
Eu não acreditava no que os meus olhos estavam vendo...
Danielle Rodrigues estava realmente beijando Igor Scott... Dani o jogou para o lado e ficou encima dele, ainda o beijando , os dois rolaram na grama. Igor se colocou em cima dela de novo beijando-a. Eles continuaram a rolar revezando quem ficava em cima. Dani ainda com os dedos no cabelo de Igor. Foi tudo muito rápido e de repente o garoto estava esticado segurando as calças, sua respiração entrecortada. Um chute em seu amigo.
_ Nunca. mais. entendeu? NUNCA MAIS! — Dani se levantou o olhando com raiva.
_ O que eu fiz? — Igor perguntou, se levantando atordoado, segurando as partes.
_ Você me agarrou! — Danielle acusou.
_ Eu...O QUE? Ta maluca garota? — ele segurou Danielle pelo pulso
_ Eu? Maluca?
_ Sim! Você que me agarra e...
Outro chute. Mais gemidos.
_ Você poderia parar de bater ali? — Igor encarava Danielle — Eu ainda quero fazer um filho, um dia!
Dani avançou novamente.
_ Acho que temos uma vencedora. — Nick disparou, tentando encerrar a briga.
_ Você acha? — Dani perguntou enquanto limpava o baton vermelho borrado e retirava algumas folhas de seu cabelo. — Eu tenho certeza.
E saiu correndo em direção ao chalé batendo a porta atrás de si.
_ Maluca! — Igor gritou e saiu correndo na outra direção à da floresta.
Todo mundo continuava embevecido com o que acabará de acontecer, Nick não conseguia controlar sua raiva por aquela cena. Estavamos todos tentando arrumar o estrago, Juh e Aqua tinham ido atrás de Igor na floresta. Eu e Nick ajudava-mos a restaurar a clareira. Eu estava tão concentrada que nem notei quando Caio se levantou, a espada embainhada amarrada ao seu cinto.
_ Hey! bigodinho? Tudo bem cara? — perguntei em um tom descontraindo.
Ele não respondeu simplesmente pegou impulso e pulou sobre a correnteza mais fina do rio.
_ E... Acho que não.... — olhei pra baixo.
_ Eu vou lá — disse Nick, colocando as mãos em meus ombros.
_ O que? — perguntei confusa.
_ Fique ai. E converse com Igor.
_ E você? — perguntei.
_ Eu vou conversar com os irmãos.
Eu não sabia, porque Nick queria conversar com Caio e Dani. Ele mal os dirigirá cinco palavras na última noite. Havistei quando ele se embrenhou pela trilha que Caio seguirá.
~POV. Nick~
_Eu não posso acreditar nisso. Anjos? Demônios? Eles não existem...Deus não existe... — Caio murmurava tentando convencer a si mesmo
_ Só se você não acreditar... — Falei. — Posso me sentar?
_ Claro.- O garoto respondeu.
Me sentei a sombra do arvoredo. Permanecendo em silêncio por muito tempo.
_ Isso... — Caio começou.
_Sim — entrecortei — É tudo verdade.
_ Mas...
_ Bom... ela existe...eu existo... e você... e tamos todos aqui e... — Fui cortado.
_ Eu não posso... eu nem mesmo... — O garoto tentou se justificar.
_ Até onde pode-se chegar por um amor? — Perguntei, o mesmo trecho já dito para um anjo uma vez, um anjo chamado Ezequiel. — Já vi pessoas jurarem atravessar o fogo do Inferno e trazer do Céu uma estrela, mas você... Poderá fazer algo assim por quem ama? Justo você?
Ele me encarou, mais silencio.
_ Eu... — começou Caio.
Quando o garoto virou em minha direção para me encarar novamente eu não estava mais ali.
Corri o caminho contrario daquela trilha, indo pro chalé. Havistei Danielle no caminho de volta, parecia melhor do que alguns minutos atrás. Encarei-a se embrenhando por entre os galhos d'árvore.
Danielle me lançou um olhar de ternura como se disse-se: " Obrigado por tentar ajudar, garoto. " e logo depois endureceu como se ameça-se " Bom mesmo, senão te chutaria no lugar que doí mais! ". Não pode deixar de sorrir, ao ver a garota piscar, ainda havia folhas em seu cabelo castanho. Ela correu se embrenhando na trilha.
Avistei Beatriz na sala do chalé, todos haviam entrado, depois que acharam Igor, parece que tudo estava resolvido. Entramos também para lanchar e tomar banho. Aqua estava na cozinha preparando sanduíches. Igor ofereceu ajuda e ela aceitou. Logo depois, estávamos todos conversando e rindo, sobre a época do colégio, eu nunca havia frequentado essa prisão mortal, mas, as histórias que os outros contavam eram bastante divertidas
Dani e Caio entraram algumas horas depois. Dani subiu as escadas e eu podia notar que ela havia chorado. Queria consola-la. Meu deus, o que há comigo?
_ Nicholas? — ela chamou lá de cima.
_ Sim? — Respondi, ao lado de Beatriz.
_ Por aqui tem alguma cachoeira? Ou cascata, pra irmos nos resfrecar?
_ Tem sim... Mas porque? — perguntei.
_ Aparentemente... Sua água acabou — Ela respondeu.
Todos começaram a gritar: AHHHHHHHHHH!! de frustação,mas, Dani os interrompeu.
_ Pode levar a gente na cidade Aqua? — ela pediu.
_ Dani, eu não posso é... — Aqua começou.
_ Eu sei, eu sei. Perigoso. Anjos e blá blá blá, fronteira mágica. Parece até que estamos no Acampamento meio-sangue, né Bia?
Beatriz deu uma gargalhada nervosa.
_ Mas Nick não poderá roubar roupas pra nós todos pra sempre. Precisamos dos nossos closets. — A garota deu um ar, patricinha as palavras.
_ Claro — Aqua respondeu. Logo depois tinha-mos dois grupos. Eu, Aqua e Dani iriamos pegar as roupas nas respectivas casas, Igor e Juh iriam estocar mantimentos.
_ Prontos? — perguntou Aqua. Todos acenaram com a cabeça.
_ Que a festa começe!! — gritou Julliana.
_ Bom... — Beatriz nós encarou, ela iria ficar em casa com Caio, bem, eu já desconfiava no que ia dar. — Até mais galera.
_ E vê se vocês se comportam crianças... — Dani murmurou com ironia. Abraçando a amiga e o irmão.
_ Até mais, maninha. — Caio disse, foi a primeira vez que eu o ouvi falar naquele dia.Sem ser seus lamentos tristes na trilha.
_ Para, bigodinho... Não se lembra que somos gêmeos? Então eu nunca serei a sua irmãnzinha. — A morena retrucou ao meu lado.
_ É. Sim... Vantagens de nascer primeiro mana. — Caio respondeu. Dani deu seu melhor sorriso de " convencido! Você me paga!" Caio respondeu apenas com um meio sorriso que dizia " Pode vim, irmã ".
Sorrimos e fomos cumprir nossas missões.
~ Beatriz ~
Assim que eles se foram. Eu fiquei sozinha com Caio naquele Chalé. Não havia o que fazer. Sentei num dos sofás e peguei o notebook de Nick. Digitei no Google " Meredith School High". Nossa escola já começara a preparar o baile de boas vindas pra daqui a dois mês... Dia 29 de Setembro.
_ Olha — disse mostrando a pesquisa a Caio — Eu queria poder ir ao baile.
Ele se sentou ao meu lado. Logo depois puxou minha cabeça para que eu a coloca-se em seu colo.
_ Eu prometo a você que iremos Bia — ele falou.
_ Juntos? — perguntei
_ Juntos. — Ele prometeu.
Eu levantei minha cabeça e me apoiei nós cotovelos, dei-lhe um rápido estalinho e em seguida me levantei, agachando-me e levantando a bunda, senti os olhos de Caio grudarem na direção da minha esfera do Dragão ( como Dani gostava de chamar),mas, não tava nem ai. Tirei minha adaga de seu lugar... Eu havia ganhado um cinto com uma embanhadura de Aqua,mas, preferia por na bota.Andei em direção a bigodinho, sentei com as pernas envolvendo sua cintura, meu peito nos seus, ele me aninhou mais próximo a seu corpo. Eu avancei o limite... Como ele fez quando ia me beijar...
Ele inclinou levemente os lábios fazendo um biquinho fofo. Quase não resisti... Ele se assustou por um segundo quando a lâmina fria tocou sua garanta. Depois sorriu desdenhoso. Um meio sorriso tão branco quanto eu imaginava os dentes de Apolo. Aquilo quase me fez pirar.
_ O que é isso Biazinha? — disse com sua melhor voz de inocente, Caio me jogou pro lado, eu me ajoelhei no estofamento ainda empunhando a adaga.
_ Quero treinar — respondi.
_ Não vou treinar — ele disse calmamente.
_ Medo? — perguntei.
_HAHA. De você? — ele falou desdenhoso.
_ Sim... — eu respondi. — Então...Medo?
Ele me puxou pra mais perto de si e me beijou, começando suave como cetim e vorazmente se transformando em um beijo feroz, faminto.Suas mãos passaram de cima a baixo em minha cocha, apertando-a até chegar a bunda. Quando terminou eu ainda estava gorge. Ele apenas levantou, endireitou as roupas, limpou o baton da boca e sorriu.
_ Vamos lutar.
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