The Story Never Ends.

13 No Running From Me.


Notas iniciais
*Não Corra De Mim. Hello Guys! Está próximo de German e Angie ficarem juntos, e é só isso que posso dizer! Os próximos capítulos estão cheios de surpresas, então, não pulem! Música: Quiero Volver - TINI. Boa Leitura ♥

Y aunque yo no quiera alejarme, sólo tú me sabes encender.

Mahé — Seychelles.

Violetta Castillo.

Acordei sentindo-me incomodada com alguns fortes raios solares em meu rosto, tínhamos esquecido de fechar o cortinado e por isso a luz invadia todo o ambiente. Deveria ser umas sete da manhã e isso era muito cedo para uma pessoa que madrugou conversando aleatoriamente, olhei para a cama ao lado da minha e sorri ao ver Leon dormindo de um jeito muito bonitinho e me senti estranha ao perceber que meu estômago revirava com as famosas “borboletas”.

Decidi ignorar e me levantei lentamente até ele, observando minuciosamente cada traço forte de seu rosto. A conversa que tivemos ontem fluía naturalmente e conversamos sobre tudo, exceto o amor; sabíamos que aquele seria um assunto incômodo e difícil de falar. Mas com certeza depois do beijo de ontem a tarde, eu ainda queria conversar, sobre nós.

— Violetta? — Leon me indagou com uma cara sonolenta e confusa, fazendo com que eu tomasse um leve susto por ter sido pega no flagra e por está tão próximo dele.

Me afastei rapidamente fazendo ele rir abafado.

— Bom dia Leon. – Murmurei me levantando, desviei o olhar e sentindo minhas bochechas corarem. – Acho melhor nós começarmos a nos arrumar para ir tomar café, o que acha? — Perguntei tentando desviar o rumo das coisas e ele concordou com a cabeça, levantando-se da cama.

— Pode ir primeiro. — Disse me observando e eu sorri em agradecimento, pegando minha toalha e me dirigindo até o banheiro.

Tomei um banho calmo deixando que a água gelada levasse cada pensamento impuro meu, após o banho, procurei minha roupa no banheiro e percebi que a esqueci no quarto. O quarto onde Leon estava, o que eu faria agora? Se o chamasse ele iria me ver, e se eu fosse lá buscar minha roupa ele também iria me ver. Bufei irritada com a minha falta de sorte, peguei minha toalha me enrolando nela ao máximo e fui até a porta abrindo uma fresta para observar Leon deitado na cama enquanto mexia em seu telefone.

— Leon? — O chamei baixinho.

— Quê? — Ele perguntou olhando em minha direção e segurando o riso.

— Eu preciso ir aí, então fecha os olhos! — Pedi calmamente e ele olhou-me confuso.

— Ué? Por que?

— Só fecha os olhos! — Pedi novamente um tanto irritada e ele bufou fechando os olhos rendido.

Saí do banheiro rapidamente e peguei a roupa que eu já tinha separado e voltei num lampejo para banheiro ouvindo um risinho vindo de Leon, que certamente havia aberto os olhos e visto meu desespero para voltar para o banheiro. Me vesti com um vestido curto azul bebê soltinho, um cinto fino dourado de laço na frente e calcei uma sapatilha branca listrada, saí do banheiro indo até o quarto para terminar de me arrumar.

Leon levantou-se com sua roupa e toalha, indo até o banheiro, arrumei meu cabelo nos cachos e fiz uma maquiagem leve para logo em seguida passar perfume. Já pronta, peguei meu telefone e decidi mandar uma mensagem para minha tia avisando que estaríamos esperando ela e meu pai para ir tomar café lá no Coffee do hotel.

Leon não demorou a sair do banheiro já pronto, estava lindo e me lançou um sorriso que me deixava de pernas bambas – mas ele não precisava saber o efeito que tinha sobre mim.

— Vamos? — Perguntou ainda com seu sorriso de lado.

— Vamos! — Respondi e nós saímos do quarto.

Antes que fossemos para o Coffee, decidi ir no quarto do meu pai e da Angie para ver se eles já estavam acordados, pedi para Leon me esperar e abri a porta lentamente que pelo visto, eles haviam esquecido de trancar. Entrei devagar para não fazer nenhum barulho e vi a cena mais fofa que eu poderia ver hoje, papai dormindo abraçado com Angie e ambos parecem está tão calmos e tão bem ali, que eu nem ousei acordá-los.

Peguei meu telefone para tirar uma foto, só que o flash estava ligado fazendo um barulho alto, eu quis me esconder para não ser pega ali, Angie se mexeu um pouquinho dando sinais de que acordaria logo e eu resolvi saí logo dali fechando a porta com cuidado.

— Estão acordados? — Leon me indagou e eu sorri mostrando a foto para ele que riu.

— Dormindo ainda. Vamos tomar café? Estou faminta! — Murmurei e ele riu alto pegando na minha mão e entrelaçando nossos dedos, o olhei discretamente sentindo meu coração palpitar forte de felicidade mas decidi ignorar essas emoções, enquanto íamos até a praça de alimentação.

Assim que chegamos no Coffee tinha bastante gente se servindo, então Leon foi rápido em escolher uma mesa de quatro lugares pra gente, me sentei e ele suspirou.

— Vou buscar nosso café. Você quer algo de específico? — Indagou e eu sorri pensando em como ele era maravilhoso.

— Me surpreenda. – Murmurei sem tirar o sorriso e ele riu, indo até a bancada de café da manhã para buscar nosso café.

Leon não demorou a voltar, me entregando um prato com panquecas, pão de queijo e suco de laranja. O agradeci vendo-o sentar ao meu lado, começamos a comer em silêncio.

Percebi o olhar dele para mim, e me sentir corar fortemente.

— O que houve? — Indaguei um tanto desconfortável.

— Você está suja com molho de panqueca, perto da sua boca. – Ele disse e eu me senti ainda mais envergonhada. Tentei limpar e o olhei para saber se já havia saído. — Bem aqui, Vilu. — Murmurou passando seu polegar no canto da minha boca, seu toque foi suficiente para me fazer estremecer.

— Obrigada. – O agradeci timidamente.

Leon ainda tinha mão perto da minha boca, mas ele não demorou a subi-la para minha bochecha fazendo uma leve carícia, fechei meus olhos aproveitando seu toque. Ele se aproximou lentamente e eu senti nossas respirações em um só ritmo, nossos olhares estavam em uma conexão que me fazia querer dizer tudo o que eu sentia, seu rosto se aproximou um pouco mais sendo suficiente para os nossos lábios se encostaram num selinho carinhosamente demorado, nos afastamos e eu sorri sem mostrar os dentes.

— Tá tudo bem, Vilu? — Leon me olhava confuso.

— Está sim, eu vou lá no hall ligar pra Angie. Com licença. — Pedi e sem dar nenhum tempo dele contestar, eu me levantei saindo dali rapidamente.

Precisava espairecer um pouco e ligar para minha tia depois.

Não sei porque eu me deixo levar pelo momento e fico agindo feito uma boba. Por que eu saí? Eu queria isso também, mas às vezes sinto que é errado e às vezes eu só quero dizer tudo que eu sinto para ficarmos juntos novamente.

Afinal, o que nos impede de ter algo novamente?

German Castillo.

Ao abrir os olhos me deparei com uma figura loira dormindo preguiçosamente encolhida em mim, era uma sensação extremamente deliciosa ter Angie nos meus braços, estávamos como que de conchinha na cama com os pés juntos. Fiquei ali a admirando por um bom tempo, faria isso por toda minha vida se ela permitisse, aspirava seu cheiro delicioso de morango que não sabia exatamente se era deu suas madeixas ou corpo.

Com muito cuidado para não acordá-la, passei a ponta dos meus dedos pela extensão de seu braço alvo o afagando, parecia está tão tranquila ali que nem ousei tentar acordá-la. Em mim não existiam mais nenhuma dúvida do que eu queria, só o amor que sentia por ela.

Angie se remexeu em meus braços virando-se para mim, aos poucos ela foi abrindo os olhos verdes lentamente para que se acostumassem com a claridade que invadia o quarto já que esqueci de fechar as cortinas ontem, ao me ver abriu um pequeno sorriso lindo. Daria tudo só para vê-la sorrindo assim todos os meus dias.

— Bom dia, dorminhoca.

Brinquei tocando na pontinha de seu nariz, carinhosamente. Ela riu abafado, me fitando. Não existia melhor sensação ao acordar do lado de quem você ama, era algo que não tinha preço.

— Bom dia, German. — Me cumprimentou com a voz arrastada pelo sono. – Dormiu bem?

— Muito bem. — Respondi com um sorriso malicioso. – E você como dormiu?

Angie pareceu pensar um pouco.

— Sonhei que alguém me abraçava a noite toda, o que é estranho porque essa cama é tão grande.

Brincou piscando, sem tirar o riso de sua voz. Não pude evitar e sorri com sua “piada”.

— Interessante, sonhei que uma certa pessoinha dormiu quase que em cima de mim.

A olhei divertido, Angie ruborizou envergonhada. Céus, era linda demais. Fitei a hora no meu celular em cima do criado-mudo, e fiquei surpreso ao ver o quanto era tarde.

— Nós precisamos levantar, já está bem tarde. — Afirmei a analisando. Angie fez bico.

— Não quero levantar agora, podemos ficar só mais um pouquinho?

Pediu dengosa. A verdade era que eu também não queria sair daqui agora, queria aproveitar ao máximo esse tempinho que tínhamos de tranquilidade. Percebi que novamente suas bochechas ganharam rubor.

— Acho que eles nem vão notar se demorarmos um pouquinho. — Brinquei a fazendo rir.

— Você é um bobo, German.

— Mas a ideia foi sua. — Contestei com um sorriso de lado.

Ficamos em silêncio por uns segundos, aproximei meu rosto do seu roçando a pontinha de nossos narizes carinhosamente, ela pôs a mão no meu rosto o afagando com devoção. A olhando bem me perguntei se aquele era o momento certo pra fazer o que havia decidido ontem, já tinha a resposta, não poderia esperar mais.

— É porque você não tem boas ideias.

Respondeu com um tom divertido, tirei sua franja delicadamente que insistia em cair no seu olho.

— É óbvio que tenho ótimas ideias, inclusive já tinha pensando de fazermos um mergulho hoje. — Expliquei calmo, nossos rostos estavam tão próximos me instigando a beijá-la.

— Foi uma das melhores ideias que você já teve.

Seu olhar estreitou ironizando. Era incrível como Angie me deixava extremamente relaxado, nunca esperei acordar novamente ao lado de alguém assim, mas ela deixava tudo diferente. Ela era diferente. Com rapidez a surpreendi ficando por cima dela, apoiei meus braços na cama deixando nossos corpos a uma distância razoável, a prendendo contra a cama macia. Angie ofegava abalada pelo modo como estávamos, seus lábios entreabertos pareciam me chamar enquanto buscavam ar fazendo seus seios subirem e descerem com sua respiração.

— Me solta!

Pediu entre risos.

— Não vou te soltar até você admitir que tenho ideias muito boas, já pode falar Angie. — Desdenhei com um sorriso malicioso.

— Você não tem uma mente criativa, desculpa.

Mentiu tentando fazer graça. Fiz bico fingindo está chateado.

— Me desculpa, não faz essa carinha.

Afagou meu rosto com uma vozinha infantil. Ri abafado.

— Então, quer me dizer agora quais são as boas ideias que você quer que eu acredite que tenha?

Angie questionou com um sorrisinho de lado brincando em seu rosto minuciosamente perfeito, suas orbes verdes analisavam curiosamente cada expressão minha, se ela só imaginasse tudo o que eu desejo fazer com ela agora. Encostei minha testa na sua a fitando profundamente como se quisesse enxergar sua alma, foi então que eu entendi que essa seria minha última chance de consertar tudo o que deu errado entre a gente, não poderia desperdiçar essa oportunidade. Ficamos perdidos entre nossos próprios olhares, as respirações se mesclaram virando uma só enquanto nossos lábios estavam ávidos por aquele contato.

Precisávamos daquele toque, ansiávamos por sentir nossos lábios unidos outra vez sem quaisquer culpas, medos ou motivos que nos fizesse se arrepender depois. Rocei levemente meus lábios nos seus ouvindo sua respiração pesar contra meu rosto, era libertador tê-la dessa forma sem qualquer desculpa para não fazer isso como todas as outras vezes. Acarinhei seu rosto macio tentando manter o controle sob meu corpo teimoso que insistia em ficar vulnerável a todas as sensações que o calor do corpo de Angie tão junto do meu, me causavam.

— Me beija, por favor.

Angie implorou num murmúrio manhoso cheio de desejos, seus lábios entreabertos ansiavam aquilo tanto quanto eu.

O analisei mais uma vez encerrando por fim a mínima distância que nos separava ao encostar nossos lábios, pude ouvir um leve gemido vindo dela quando o fiz, meu corpo todo explodia em sensações de êxtase ao provar sua boca deliciosa novamente. Fazíamos movimentos sutis aproveitando cada milésimo de segundos que tínhamos juntos, a medida que o beijo ia exigindo fui aumentando nosso ritmo sentindo o sangue correr voraz consumindo meu corpo, excitando-me, deitei sobre ela sentindo-a estremecer, procurando não machucá-la com meu peso.

Suas mãos pequenas ora arranhavam minha nuca e ora emaranhavam-se no meu cabelo perdendo-se ali o emoldurando a seu gosto.

A mão que antes apoiava meu peso na cama, agora corria livremente pelas laterais de sua cintura fina a apertando contra mim. O ar foi ficando escasso e me obriguei a terminar o beijo com selinhos estalados, temendo não manter o controle que estabeleci de respeito à ela. Angie roçou seu nariz no meu num afago delicado, pude notar suas bochechas levemente rosadas com o rubor de sua timidez pelo que acabara de ocorrer, acarinhei sua bochecha sorrindo feito um bobo.

— Por que me olha assim? — Me indagou com um sorriso tímido.

Porque te amo. Porque quero você do meu lado pra sempre.

Foram essas as respostas que minha mente sugeriu, entretanto, não queria dizer assim para que não se assustasse com tudo isso.

— Porque te adoro.

A mimei, beijando sua testa. Ouvi sua risadinha, sinceramente era o melhor som que existia. Saí de cima dela deitando-me ao seu lado, Angie sentou-se na cama fazendo um coque em seu cabelo deixando seu pescoço exposto, que vontade de beijá-la ali.

— Agora é sério, temos que ir. — Afirmou me fitando, por mim poderíamos passar o dia aqui dentro.

— Tem razão, pode ir na frente.

Angie fez uma cara desconfiada, quando ia se levantar segurei seu braço sem colocar força a puxando para mim novamente. Ela sentou-se na cama ao meu lado, me analisando.

— Sabe que não podemos passar o dia aqui, não é?

— Poderíamos tentar. — Dei ombros. Angie ficou incrédula.

— O que você quer, German? — Indagou baixo ávida pela minha resposta.

— Quero você.

Respondi firme. Angie lambeu os lábios vermelhos me fitando com uma ponta de prazer passando rápido por seus olhos. Ela inclinou a cabeça encostando nossas testas e me beijando novamente, como se fosse uma boneca de pano, segurei sua cintura a colocando deitada por cima de mim.

O corpo de Angie encaixava-se perfeitamente no meu nos tentando a algo mais íntimo, afaguei toda a extensão de suas costas pedindo espaço pra língua, quando ela cedeu explorei toda sua boca entrelaçando nossas línguas com fervor. Mordi seu lábio inferior sôfrego, eu a desejava tanto que chegava a doer.

Suas mãos seguravam meu rosto brincando com a barba pré feita que começava a apontar, envolvi sua cintura querendo fundi-la a mim a prendendo contra meu corpo, nos separamos com respirações ofegantes e pequenos sorrisos nos lábios. Angie se ajeitou em cima de mim, colando nossas testas.

Ela roçou nossos lábios sutilmente, já estava torcendo para que me beijasse de novo quando seu telefone tocou exageradamente, sobressaltamos assustados como duas crianças arteiras que haviam acabado de aprontar, nos tirando de nossa “bolha”. Angie saiu de cima de mim, sentando ao meu lado e pegando seu telefone.

— É a Vilu.

Mostrou seu visor para mim, com o nome de Violetta escrito e uma foto das duas. Achava lindo o modo como as duas se relacionavam, pareciam mãe e filha. E desde a morte de Maria, achar uma mãe para Violetta foi o que eu sempre quis.

— Oi meu amor. — A cumprimentou com uma falsa voz de sono. – Não Vilu, acordamos só agora.

Angie escutava tudo atenta, ela me fitou com a sobrancelha arqueada e sorriu.

— Não Vilu! — Quase gritou, segurei-me para não rir de seu desespero. – Quero dizer, não precisa vir aqui. Já estamos indo.

Ela assentiu, apoiei a cabeça no braço para admirá-la um pouco mais.

— Tudo bem, em quinze minutos estaremos ai. — Ela riu animada. – Ok, querida. Um beijo.

Desligou o telefone me fitando com uma feição irônica.

— O que houve?

Não pude conter a curiosidade.

— Acontece que você tem uma filha muito esperta, que queria vir aqui se certificar que estávamos bem.

— Então acho melhor nos apressarmos.

Respondi já levantando, Angie concordou com a cabeça saindo da cama num pulo.

(…)

Batemos um recorde anormal para nos arrumar, e não demoramos a sair do quarto. Percebi que tinha um cara olhando para Angie quase a comendo com os olhos, e fechei minha cara, já que ela vestia apenas um biquíni preto, um short jeans muito curto deixando suas coxas torneadas à mostra e uma rasteirinha.

Angie estava simplesmente maravilhosa e agora eu sabia muito bem, que Violetta não era mais meu único ciúme.

— Vilu! — Angie disse animada ao chegarmos no hall. Ambas se abraçaram.

— Vocês demoraram. – Vilu desdenhou desconfiada.

Angie corou me olhando nervosa, depois do que tinha acontecido no quarto, ainda não tocamos no assunto e eu achei melhor assim. Até porque, o que eu explicaria para Angie?!

— Claro que não filha, só acordamos tarde. — Falei a abraçando e ela riu retribuindo. — Então vamos? — Perguntei olhando para as duas mulheres mais importantes da minha vida.

— Na verdade, você já pode ir indo. Eu quero conversar uma coisa com a Angie. — Vilu falou sorrindo enquanto abraçava a tia que riu em resposta retribuindo o carinho.

— Antes você falava tudo com o papai. — Murmurei um pouco indignado e as duas riram, saí para deixá-las à vontade e fui até a mesa onde Leon estava, me sentando de frente para ele.

— Oi sogro! — Leon disse com um sorriso e eu o olhei incrédulo, quanta petulância. O fuzilei com o olhar e ele riu.

Hoje com certeza ia ser um longo dia, eu precisava conversar com Vilu para colocar meu plano de conquistar Angie, em ação.

Notas finais
E então? Espero vocês nos reviews, até o próximo!