The Story Never Ends.
10 Code Blue.
Notas iniciais
Leon Vargas.
Doha – Qatar.
Depois de muito tempo sem falar com Violetta, ela me ligou pedindo minha ajuda para o plano de juntar German e Angie, não consegui negar qualquer ajuda que fosse, ainda mais para ela – o amor da minha vida. E agora, aqui estou no aeroporto internacional de Doha em solo qatariano, afinal o que a gente não faz para ajudar quem amamos?
Levei minhas malas até o ponto de taxistas, peguei um táxi em direção ao The Ritz, que seria o hotel onde eu iria ficar hospedado durante minha temporada de férias no Qatar.
Assim que cheguei, percebi o quanto tudo aqui era demasiadamente luxoso e me impressionei pela fantástica beleza do lugar, entrei e fiz meu check-in e logo o recepcionista que me atendeu entregou-me a chave do meu quarto enquanto um auxiliar bem vestido, me acompanhava com minha bagagem. Resolvi tomar um banho gelado para tentar acalmar os nervos, pois somente de pensar que daqui há menos de uma hora eu reencontraria Violetta novamente, meu coração saltava pelo peito. Terminei meu banho e vesti uma roupa básica, olhei a hora e ainda estava cedo, mas apesar de está cedo, não poderíamos perder muito tempo se quiséssemos traçar qualquer plano.
Não demorei a mandar uma mensagem para Vilu.
“Acabei de chegar, me encontre daqui a pouco na praça de alimentação do Katara Cultural Village”
— L
Meu telefone vibrou e eu vi um “ok” de Violetta, agora era só ir para lá esperá-la.
(…)
Havia alguns minutos que tinha chegado no Katara e era um lugar realmente belíssimo e dotado de luxos, me dirigi até a praça de alimentação um pouco perdido era óbvio mas não demorei a ver um rosto familiar em uma mesa não muito distante.
Me aproximei vagarosamente e senti meu coração acelerar a cada passo a frente, aquela na mesa era Violetta! Poderia a reconhecer mesmo dentre mil outros rostos, como eu ainda estava um pouco longe de sua mesa, aproveitei para admirá-la um pouco mais e por Deus, como estava linda… Mudada mas linda.
Seu rosto ainda tinha seus mesmos traços delicados, porém agora tinha uma aparência de mais mulher, a pele clara contrastava com seu cabelo ondulado curto que tinha leves madeixas loiras, quase não usava maquiagem mas sua boca carregava um tom mais rosado do que o de costume. Eu sentia que teria um infarte aqui mesmo, respirei fundo e balancei minha cabeça para não babar mais do que o de costume e saí em sua direção.
Parei na sua frente, a olhando com um sorriso de canto; Violetta mexia em seu celular distraidamente ainda sem notar minha presença, então decidi me manifestar.
— Precisa de ajuda moça? — A chamei sorrindo.
— Não, obrigada! — Violetta murmurou me olhando rapidamente e voltando a atenção para seu telefone. Não iria demorar muito até ela perceber, Violetta levantou sua cabeça novamente me observando de olhos arregalados e sua boca em um perfeito círculo indicando que estava muito surpresa – LEON!! — Gritou animada já pulando em cima de mim e me abraçando forte.
Senhor, como eu havia sentido tanta falta desse abraço! Já tinha valido muito a pena minha viajem até aqui.
— Violetta! — Exclamei retribuindo seu abraço forte sem deixar de sorrir.
Ter Violetta ali novamente comigo; nos meus braços, era a melhor sensação que eu poderia ter. Ficaria a abraçando durante anos, pois eu sabia que estaríamos seguros, mas infelizmente eu não tinha vindo aqui apenas para cortejar minha ex namorada e sim a ajudá-la.
— Que bom que veio! — Vilu disse se desfazendo do abraço e corando fortemente, era óbvio que havíamos sentido a mesma coisa. Desde sempre tínhamos essa conexão especial.
A observei mais uma vez para ter certeza de que aquilo era real, Vilu usava uma blusa de manga curta branca e uma saia rosa com um laço de cetim num tom mais escuro que a saia, e seu perfume de rosas do campo invadia minhas narinas me deixando inebriado com seu maravilhoso cheiro. Concentre-se Leon!
Balancei minha cabeça para sair de meus pensamentos e me concentrei no que importava.
— Você já tem algo em mente? — Indaguei enquanto nos sentávamos. Vilu me olhou sugestiva e eu sorri.
— Tenho, mas você vai ter que me ajudar bastante para que tudo saia como planejado! — Murmurou tomando um gole de seu suco e eu concordei com a cabeça.
— Não se preocupe, vou te ajudar em qualquer coisa. Mas você pode me adiantar, mais ou menos o que é? — Pedi um pouco confuso e logo Violetta começou a me explicar, e eu cheguei a conclusão de que alguma coisa possivelmente iria dar errado.
— Violetta, eu não sei não. Acho que eles não são bobos o suficiente para cair nisso! — Disse com um pouco de medo, afinal eu conheço o Sr. German, se Violetta aprontasse mais alguma coisa ele era capaz de levá-la para Deus sabe onde novamente.
Violetta me olhou fazendo uma cara do cachorrinho que caiu do caminhão da mudança, e eu suspirei tentando me conter ao vê-la fazer bico e sussurrar “por favor” várias vezes.
— Tá bem! — Falei rendido e ela sorriu me fazendo sorrir junto. Eu amava aquele sorriso e era capaz de derreter até as calotas polares para ver ela feliz.
Brega? Sim, até demais para um adolescente.
— Tem mais uma coisa... – Vilu disse calmamente e eu revirei os olhos a incentivando a continuar, mas o que seria dessa vez? — Você precisa fingir que é meu namorado! — Falou e eu arregalei os olhos, apesar de já está começando a gostar desse plano, Sr. German iria arrancar minha cabeça fora. – Tudo bem para você?
— Claro que sim amorzinho! — Resmunguei forçando um sorriso e Violetta riu baixinho, mas não poderia negar que estava gostando disso.
— Ótimo, então vamos?! — Perguntou se levantando e apanhando sua bolsa.
— Para onde? — A respondi confuso e ela me deu língua. Palhaça.
— Vamos comprar as passagens Leon! — Vilu disse como se fosse óbvio me pegando na minha mão e me puxando para a saída do Katara. Senti arrepios, mas decidi não demonstrar nada… Não ainda.
E lá vamos nós…
Violetta Castillo.
Depois que saímos do aeroporto eu prontamente convidei Leon para almoçar na minha casa, para que pudéssemos começar nosso plano. Liguei para que Ramallo viesse nos buscar e assim ele o fez e ficou até um pouco surpreso de Leon está aqui, mas conseguimos mudar de assunto rapidamente. Para falar a verdade, nem eu acreditava que ele estava aqui, me ajudando com tudo que podia; e fingirmos ser namorados não me ajudava, pois eu sentia vontade de ir até ele e dizer que o amava e que sempre o amei.
Droga, não poderia fazer isso aqui e nem agora, precisava pensar na felicidade da minha família e depois na minha.
Entramos em casa pela porta da cozinha e vimos Angie ajudando Olga com a louça do almoço que ainda iria ser servido, assim que Angie percebeu nossa presença sorriu grande e veio até nós.
— Vilu, por onde andou? O almoço está quase pronto! — Explicou com um sorriso e eu sorri sugestivamente, apontando o olhar para Leon que estava um pouco envergonhado.
— Olá professora! — Leon disse um pouco encolhido e Angie sorriu o olhando terna.
— Leon quanto tempo, que saudade! — Ambos se abraçaram rapidamente. — Já disse que sou sua professora apenas lá no Studio, aqui eu sou só Angie. – Minha tia disse rindo e ele corou rindo também pedindo um “desculpa” quase inaudível.
— Vai ficar para almoçar? — Angie o indagou confusa, Leon me olhou e eu concordei. — Vou pôr mais um prato na mesa, e vocês já podem ir lavar as mãos!
Saímos da cozinha e fomos até o banheiro para lavarmos as mãos, após fazer isso eu ouvi a voz de Esmeralda, onde ela parecia falar um tanto irritada com alguém no telefone, tentei escutar mas estava quase impossível. A única coisa que eu sabia é que o dia está conspirando ao nosso favor!
Olga nos chamou para o almoço e sentamos na seguinte ordem: Papai na ponta como sempre, eu de seu lado esquerdo e do lado direito Esmeralda. Ao meu lado sentou-se minha tia, e de frente para Angie sentou-se Leon, e por fim na outra ponta, Ramallo que ocupou o último lugar.
O almoço estava uma delícia, e tudo estava extremamente agradável entre algumas conversas aleatórias, olhei para Leon e seu olhar me incentivou a prosseguir com meu plano inusitado.
— Gente eu gostaria de pedir a atenção de vocês para falar algo. — Comecei num murmúrio meio medroso e todos me olharam curiosos. — Eu quero viajar, e comprei 4 passagens!
Todos na mesa me olharam perplexos e eu percebi que meu pai ajeitou a gravata um pouco desconfortável com o assunto.
— Então… vai viajar você, eu, Esmeralda e… — Meu pai inciou a conversa claramente desconfortável, eu tratei de interrompê-lo.
— Eu quero viajar apenas com minha família. Então vamos eu, você, Angie e Leon. – Esclareci sorrindo vitoriosa, e ouvi Angie pigarrear também incomodada com o rumo da conversa.
A essa altura o clima já estava deliberadamente tenso e não havia mais como voltar atrás.
— E por que você não leva Esmeralda? — Papai perguntou me fitando sério, e eu confesso que quis rir da cara dela, mas me contive.
— Porque ela não é NADA minha! – Enfatizei com um sorriso e ela me olhou com ódio.
O que eu pudesse fazer para interromper essa relação de faxada, eu faria.
— E por que a mocinha vai levar o Leon? — Meu pai me indagou curiosamente e eu suspirei os olhando, todos voltavam a atenção para nossa conversa.
— Porque Leon é MEU namorado, eu o considero de minha família. – Falei dando ombros, ainda me mantendo calma.
Meu pai suspirou massageando as têmporas.
— Desculpa! — Sussurrou para sua namorada e ela sorriu de lado para conter seu ódio.
— Não faz mal amor, tenho muitas coisas da empresa para resolver. Já vou indo! — Esmeralda disse entredentes.
Eu tive que conter um sorriso ao ver ela saindo da minha casa.
Um breve silêncio se fez presente, até meu pai quebrá-lo.
— Bom Violetta, agora que você já deu um show, quero que saiba que eu não vou. Tenho muitos assuntos da empresa para resolver. – Meu pai disse firme, e por um minuto vi seu olhar escapar para Angie que ainda se mantinha quieta ao meu lado.
Olhei para Leon pedindo ajuda desesperada, se algum dos dois resolvesse que não iriam, nada que eu planejei daria certo.
— Sr. German, você precisa relaxar um pouco. Só pensa em trabalho! — Leon falou descontraidamente e meu pai o olhou fuzilando-o com o olhar.
— Papai, Leon tem razão! Quero fazer uma viajem em família mas você está colocando o trabalho em primeiro lugar, preciso da sua atenção. — Fiz uma voz chorosa e meu pai suspirou.
— German, pode ir tranquilo que eu vou tomar conta dos negócios e se precisar eu te ligo. – Ramallo o incentivou, eu lancei um sorriso discreto em agradecimento para ele.
— Tudo bem, o que eu não faço por você! — Meu pai disse rendido, sorrindo e me beijando na testa. – Mas você nem perguntou a opinião da Angie…
Não pude evitar de olhar para Angie suplicante, eu sabia que ela iria tentar negar. Mas eu já tinha meus argumentos formados.
— Vilu, eu acho melhor não… — Angie disse acarinhando meus cabelos e eu a observei fingindo está chateada.
— Angie, você também precisa relaxar. Além do mais, nós passamos tanto tempo separadas que tudo que eu quero é estar com você e com meu pai… Vamos por favor! Prometo que vai ser legal... – Pedi animada e Angie riu revirando os olhos e me abraçando.
— Você é terrível garotinha1 – Disse ainda me abraçando e eu ri retribuindo seu abraço caloroso.
— Então isso é um sim? — Indaguei sentindo meus olhos brilharem de felicidade. Eu arrisquei tudo para isso dar certo, e finalmente o destino estava me ajudando.
— É sim, porque eu ainda não aprendi a dizer não para você minha linda. — Minha tia disse rindo e eu a acompanhei fazendo uma dancinha da vitória.
Percebi que Angie olhou para meu pai sorrindo e ele retribuiu se olhar na mesma intensidade, mas Angie ao perceber que eu a olhava, desviou seu olhar corando.
— Bom, então para onde vamos? — Meu pai indagou curioso.
— Vamos visitar Seychelles. – Leon o respondeu animadamente e eu sorri o olhando. Ele era muito meu nenê.
— Espera, isso é tipo na África Oriental. – Angie disse surpresa e eu suspirei, precisava de uma desculpa rápida.
— Eu sei, é que dizem que lá é belíssimo! — Angie me olhou desconfiada, em partes eu falei a verdade, mas Angie sabia sempre que eu mentia. — Então, nós vamos próxima semana, no voo da manhã. – Mudei de assunto e eles concordaram, óbvio que deveriam está estranhando uma viajem repentina ainda mais vindo da minha parte, que ODEIO aviões.
Mas eu precisava tentar juntar os dois, sem nenhuma possível interrupção de Esmeralda.
— Você realmente cuidou de tudo. – Meu pai disse surpreso e eu concordei com a cabeça. — Bom, estarei lá no escritório ajeitando uma papelada para antes da viajem. Divirtam-se, mas não muito! — Meu pai resmungou autoritário, alternando olhares entre mim e Leon, fazendo com que eu corasse.
Papai depositou um beijo na minha testa, e depois de passar os olhos rapidamente por Angie, ele saiu.
Angie disse que já iria para seu hotel, descansar e que mais tarde passaria aqui.
— Acho que você armou isso! — Angie disse com um sorrisinho malicioso quando estávamos na porta. — Tenho que admitir que gostei, mas cuidado com o que você vai aprontar nessa viajem. – Angie me alertou e eu sorri.
— Digamos que você e meu pai, irão ter um empurrãozinho meu… Mas é só isso que posso dizer. – Falei me gabando, Angie riu gostosamente me abraçando.
— Tchau tia! — Murmurei depositando um beijo em sua testa.
— Tchau meu amor! — Angie disse e saiu em seguida. A observei se distanciar e logo fechei a porta.
Assim que me virei, dei de cara com Leon encostado na parede me olhando com um sorriso lindo.
— Parabéns! Você conseguiu… — Falou me olhando e eu quase sentir-me derreter por dentro. Me aproximei lentamente.
— Nós. Nós conseguimos. – Senti uma felicidade inexplicável na minha voz, e sem me conter, eu o abracei forte.
Era incrível como eu me sentia segura nos braços dele, sentia coisas que com certeza não iria sentir por mais ninguém, e agora que ele estava aqui, eu não queria o perder... Nunca. Eu estava apenas adiando a conversa que teríamos que ter sobre a gente, mas uma hora ou outra iríamos conversar.
— Eu preciso ir, tenho que fazer algumas coisas antes de viajarmos. – Leon disse se afastando de mim. Quando Leon começou a se afastar, senti que uma parte minha ia com ele.
— Tudo bem, também preciso organizar algumas coisas! — Murmurei tentando sorrir fraco.
Depositei um beijo na sua bochecha e ele sorriu, o acompanhei até a porta e a abri para ele; quando Leon já estava do lado de fora e íamos nos despedir, ele se aproximou de mim e me roubou um selinho fazendo com que eu ficasse estática.
Sentir os lábios macios dele contra os meus, mesmo que por breves segundos, foi algo mágico. Senti coisas que não sentia a muito tempo, e meu coração palpitou mais forte. Algo me dizia que aquele não seria o último que daríamos.
— O que foi isso? — Perguntei tentando segurar um sorriso após ter me recuperado do baque.
— Meu papel na sua mentira. – Ele disse como se fosse óbvio e eu só consegui rir da cara de pau que ele teve. Leon sorriu e saiu da minha vista, fazendo com que eu sorrisse grande.
Coloquei as mãos nos meus lábios, onde Leon tinha acabado de beijar ali, sem conseguir conter qualquer sorriso que queria vir.
Como eu poderia me sentir andando nas nuvens com um simples selinho de meu ex namorado?
Eu não poderia negar mais que estava completamente apaixonada por Leon.
Esmerada DiPietro;
Logo após o anúncio da viajem que a pirralha iria fazer em família, eu saí da mansão bufando com um misto de ódio e nojo da Violetta. Que menina mais insolente para estragar meus planos, fui para meu apartamento e assim que cheguei me joguei na cama em um pulo e peguei meu telefone para informar ao Matias o que estava havendo.
— Alô? — Ouvi sua voz cansada do outro lado da linha e revirei os olhos.
— Matias, eu tenho novas informações. – Murmurei baixo, afinal alguém poderia ouvir e não queria ter que me livrar de ninguém por está espalhando “rumores”.
— Diga querida…
— Você não vai acreditar, a Violetonta programou uma viajem com o German e loira sem sal da Angie. – Me exaltei entredentes sentindo o ódio me dominar. Matias riu sarcástico e abafado, fazendo meu ódio aumentar ainda mais.
— Matias, eu tô falando sério! Você tem que adiantar o plano, porque eu tenho certeza que a pirralha tá fazendo isso para Angie ficar com German! — Quase implorei chorando, e tentei me lembrar de que aquilo era apenas um trabalho, e eu não poderia me envolver verdadeiramente com German Castillo, eu era uma atriz.
— Fica calma, se isso está acontecendo é porque você não está seduzindo German o bastante, por isso ele vai atrás dela. É sempre assim. – Ele me informou calmo e eu bufei. Ele estava tentando me provocar?
— Além do mais isso é um bom sinal, German precisa ficar próximo da Angie para saber o que ela supostamente fez querida… — Matias tentou me convencer e eu respirei fundo.
— Entretanto, o plano está muito mais próximo do que você imagina, e logo você vai ter a sua parte do dinheiro para se tornar uma milionária. – Falou malicioso e eu ri alto já gostando do rumo da conversa.
— Tudo bem, mas a Violetta ainda vai ficar nas minhas mãos e eu vou esmagá-la! Ela ainda não me conhece Matias, ela não perde por esperar e vai me pagar caro por ter feito isso.
— Cuidado com ela Esmeralda, você seria a primeira pessoa de quem desconfiariam e se isso acontecer, adeus milhões do German e vamos todos ver o sol nascer quadrado... – Matias me alertou como se fosse óbvio e eu revirei os olhos em reprovação.
Nisso Matias enfim tinha razão, mas se eu não pudesse tocar em Violetta agora, eu faria com quem estivesse ao seu lado sofresse o bastante.
Ela não faz ideia quem é Esmeralda DiPietro…
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