Notas iniciais
Eu estava usando as palavras do mini-desafio de 2020 (velutina e iníquo, nos capítulos anteriores), mas desisti nesse capítulo porque deu preguiça de pensar, admito. "Restrict the Restless Hands, which quickly become the workmates of the Outsider. Unfettered by honest labor, they rush to sordid gain, vain pursuits, and deeds of violence."

Martin era orgulhoso. Jamais seria capturado novamente, o frasco de veneno escondido no uniforme era sua garantia. Seguro no Hound Pits Pub, ser pego tornou-se uma preocupação distante. Pensava sobre outras coisas, bastando uma insinuação para Havelock para ser compreendido:

— Tudo isso para colocar uma criança liderando o Império?

— Lady Emily nos ouvirá.

— Ela ouvirá ao Corvo, apenas.

Observavam-nos, distantes. Emily e Corvo pareciam próximos como pai e filha.

Martin determinava alvos para os Legalistas, escolhendo quem vive ou morre pelo sucesso da Conspiração. Às vezes, decidir era fácil demais… Girou o frasco nas Mãos Irrequietas. Agora, destinava-se a outro.

Notas finais
"Of what value are the hands that steal and kill and destroy? Instead, put your hands to the plow, the fork, and the spade. For even the lowliest labor that is rigorous squeezes the muscles as a sponge, rinsing impurities from the mind and body." - Overseer Chant. O Almirante Havelock é o líder da Conspiração Legalista que queria colocar a Emily no trono depois do assassinato da mãe dela. Porém, ele, Martin e Lorde Pendleton (não prestem atenção nele, é um inútil) envenenaram Corvo perto do fim do jogo para poderem se aproveitar da inexperiência de Emily quando se tornasse Imperatriz (ela tinha 10 anos).