The Secrets of Crowley
23 Lugar Nenhum
Notas iniciais
– Espera aí, o que? – Dean perguntou confuso ao homem.
– Minha filha, ela fez um pacto à algum tempo atrás, para salvar a mãe dela, minha mulher. Infelizmente não adiantou, não sei porquê, mas quando fiquei sabendo disso procurei por vocês. Mesmo sabendo que poderiam não querer me ajudar. – o homem explicou cuidadoso.
– Deixa eu ver se entendi. A sua filha fez um pacto mas não funcionou? Nós já vimos isso antes Dean? – Sam perguntou.
– Não que eu me lembre. E preciso de uma cerveja. – ele disse levntando-se.
– Sr. Rogers, quando o senhor ficou sabendo sobre o pacto da sua filha? – Sam perguntou novamente.
– Há uns 3 meses quando minha filha voltou da Europa. Sabe, depois que a mãe dela morreu ela... ficou muito abalada, bem mais do que eu ou qualquer um dos nossos parentes. A minha mulher estava com um doença terminal, fazia meses que nos preparávamos para a morte dela. Um certo dia minha filha chegou ao hospital feliz, ela disse que ficaria tudo bem. Infelizmente dois dias depois minha esposa morreu.
– Então sua filha fugiu para a Europa? – Castiel, que estava apenas observando comentou.
O homem fez que sim com a cabeça. Os dois irmãos pararam um pouco para pensar.
– Olhe, eu sei que devem ser bem ocupados mas, eu fiquei sabendo que descobriram um jeito de curar essas coisas. Eu não quero ter minha filha assim para sempre. Eu sei que ela também não quer ser assim, ela é uma pessoa boa e de vez em quando tem falado comigo. – disse o sr. Rogers
– Desculpe senhor, mas... estamos realmente ocupados com um coisa muito importante e quanto á curar aquelas coisas, não é certo que aconteça. Nem sempre da certo entendeu? – Dean terminou.
Ele fez sinal para que Sam conduzisse o homem para fora, Castiel segurou o braço dele, impedindo-o.
– Espere Sam. Você sabe de mais alguma coisa não sabe? – Castiel perguntou olhando nos olhos do homem.
– Eu ...eu não tenho certeza. Mas minha filha me disse algo sobre alguém que vocês devem conhecer. – o sr Rogers afirmou. – O nome dela é Evelyn.
Todos olharam espantados para o homem.
~~0~~
Tudo ao redor de Evelyn era como uma grande quadro cheio de projeções e desenhos misturados. Ela estava confusa, tinha aparecido la tão de repente. A última coisa que se lembrava era de alguém gritando seu nome. Ela olhava ao redor quando algo chamou sua atenção. Era um homem, alto e usando roupa preta. Ela já o tinha visto.
– Olá Evelyn.
– Quem... quem é você? – ela perguntou confusa.
– Finalmente consegui te trazer pra cá. – ele disse enquanto caminhava olhando ao redor. – Voce tem um alma muito dispersa, é difícil de conduzi-la até o seu lugar.
– O que? – ela não entendia do que ele estava falando.
– Você morreu Evelyn. – o homem parou em frente a ela, fitando-a – Eu sou o encarregado de levar sua alma até o lugar dela, mas você continua fugindo.
Evelyn não conseguia piscar. Ela sentia como se seu coração batesse acelerado, ela não podia acreditar que realmente aquilo estava acontecendo.
– Seu coração bateria acelerado se tivesse um. Tudo isso é apenas seu cérebro tentando te enganar de que ainda está viva Evelyn. – o homem comentou inclinando a cabeça apontando para tudo ao redor.
Evelyn olhou para si mesma. Suas roupas estavam ensanguentadas. Em seu peito, havia um buraco. Ela não podia compreender, nem se conformar. Ela olhou ao redor e as formas e desenhos das paredes pareciam se mover, numa dança sem fim. Era como se se aproximassem cada vez mais dela, fechando-a. Ela se ajoelhou, colocando as mão em volta da cabeça, querendo se proteger.
– Não, isso não poder estar acontecendo. – ela inclinou as sobrancelhas. – Como você sabe sobre o que estou pensando?
– Neste lugar, um ceifeiro como eu pode saber de tudo sobre a vida de uma pessoa Evelyn.
– Que lugar é esse?! – ela gritava como se não o ouvisse direito, agra tapando os ouvidos.
– Aqui é lugar nenhum. É o marco, o ponto inicial onde se decide para onde as almas vão. Está ouvindo um forte som não é? Você não pode fugir para sempre Evy, senão vai vim para sempre aqui. Sua alma sabe que tem que ir para algum lugar e eu estou aqui para leva-la. – ele disse, estendendo a mão.
Evy fez não com a cabeça. Agora o barulho parecia mais forte.
– Você sabe que tem que ir Evy, não resista mais! – o homem gritou.
Um forte vento parecia invadir o local, arrastando tudo. Evy somente fechou os olhos.
~~0~~
– Evelyn está morta. – Dean disse bravo. – Sammy, tira esse palhaço daqui tira?
– Espera Dean. – Castiel o impediu. – Sua filha, ela conheceu Evelyn? No inferno?
– Sim, ela... ela disse que era missão dela conduzir Evelyn até vocês. Mas charlote pretendia ajuda-la! Por isso ela me contatou, para que eu pudesse falar com vocês. Se vocês a curassem, ela poderia sair dos domínios de Crowley e... impedir Evelyn, mas acho que agora é tarde demais... – o homem explicou rapidamente.
– É... é tarde sim. – Dean disse, olhando para Castiel.
– Desculpe mas, eu precisei proteger vocês. – Castiel tentou explicar
– Nos proteger? Podia ter nos avisado não acha? – Dean resmungou.
– Não adiantaria de nada Dean! A alma é muito poderosa e a dela estava envenenada. Provavelmente se auto destruiria após matar vocês dois. – Castiel falou , sério.
– Nós entendemos Castiel. Mesmo assim precisamos acha-la. Voce disse que ela fugiu do Ceifeiro não é? Isso é uma coisa muito ruim. – Sam comentou.
– É sim. Principalmente se ele já a levou a lugar nenhum. – Castiel continuou
– Como? – Dean perguntou
– Lugar nenhum. É para as almas fugitivas vão parar, caso não consigam ser conduzidas por seu ceifeiro para o lugar correto. – Cas explicou.
– E em lugar nenhum, o que acontece com elas? – Sam perguntou.
– O ceifeiro é obrigado a destruí-las.
– Isso não pode acontecer. – Dean comentou rapidamente – Sr. Rogers, sabe como contatamos sua filha?
– Ela tem um telefone. Se tiver conseguido fugir la de baixo mais uma vez, conseguiremos falar com ela. – o homem afirmou.
– Ótimo, vamos fazer isso e resolver essa bagunça. Antes que a Evy morra, de novo.
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