Notas iniciais
Heey guys! Feliz ano novo pra vocês, esqueci de desejar no capítulo de ontem heheh. Queria agradecer aos meu fiéis leitores que voltaram a ler e comentar assim que eu voltei a postar. Vocês são demais ^^ Enfim, fiquem com o capítulo o/

– Isso é mesmo necessário? – Charlotte dizia, se vendo presa em um pentagrama no chão.

– Não conhecemos você, então vai ser desse jeito.- Sam respondeu olhando para ela.

– E mesmo se conhecêssemos seria desse jeito, porque não confiamos em demônios. – Dean disse, saindo de trás de um palanque.

Eles estavam em uma espécie de hangar.

– Tudo bem, vocês são os Winchesters não e mesmo? – ela perguntou olhando pros dois. – Eu recebi uma ligação do meu pai, por isso vim para nessa armadilha. Se ele não esta aqui significa que vocês o mataram, seus assassinos!

Dean sorriu, pegando sua faca.

– Olha aqui queridinha, quem mata pessoa inocentes são os da sua raça. Nós somos os mocinhos. – ele comentou.

– Então onde ele está? – ela perguntou revelando os olhos negros.

– Está seguro. – Sam respondeu acalmando-a – Não temos muito tempo... Charlotte não é?

A moça abaixou a cabeça fazendo que sim.

– É sobre a Evelyn? – ela perguntou.

– É sim. Evelyn era nossa amiga, e esta morta agora. – Dean comentou, com uma pausa. – Mas... seu pai nos disse que esteve com ela, que sabia que ela iria nos matar.

– Acredite, ela não faria nada disso se aquele sujo do Crowley não tivesse profanado a alma dela com a... coisa dele! – ela desviou o olhar.

– Am... coisa? – Sam perguntou.

– Se não tivessem transado seus lerdos! – ela parecia inconformada – Não sei como ela se interessaria por um cara velho, gordo e nojento como ele.

– É... nisso eu concordo... – Dean começou.

– Na verdade não entendo como ele se interessaria por um homem! – ela parecia convencida.

– Aí já não ne... – Dean disse rindo.

– Enfim, quando estávamos no inferno eu tentei achar o quarto onde ela estava escondida. – Charlotte continuou – Crowley não queria que ninguém incomodasse até o dia em que ele a deixaria matar vocês.

– E como foi que você a encontrou? — Sam perguntou.

– Ao contrário dela, já faz um tempinho que sou um habitante lá de baixo. – ela explicou – Mas quando a achei Crowley me acho também, antes que eu pudesse conta-la qualquer coisa.

– E porque você estava querendo nos ajudar? – Dean disse.

– É simples. Eu sei que sabem como purificar um de nós. Eu não quero passar a eternidade servindo aquela besta do Crowley.

– Acho que devia ter pensado nisso antes de ter beijado ele fazendo um pacto. – Dean comentou.

– Eu era jovem! E estava passando por um momento difícil!

– É mesmo? Seu pai nos contou tudo. Mas algo me diz que o seu pacto não foi pra salvar sua mãe Charlote. – Dean disse.

– Vocês não sabem nada sobre isso. – ela disse desviando o olhar.

– Somos caçadores Chalortte. – Sam respondeu – Fazemos isso desde... desde sempre. E pode ter certeza que nunca vimos um pacto que não vingou. Você pediu por outra coisa não foi?

Ela ficou uns segundos sem resposta. A expressão arrependida.

– Se quiser nossa ajuda vai ter que nos contar tudo. – Dean disse.

– Tudo bem, eu...pedi para ficar com um garota, na Europa. – ela respondeu.

Dean e Sam cruzaram olhares, surpresos.

– Você o que? – Sam perguntou.

– Tinha uma garota, que eu conheci pela internet. Ela morava na Europa. Nós conversávamos pelo Skype quase todas as noites e... quando minha mãe ficou muito doente, ela me apoiou muito e me deu muita força. Eu estava apaixonada! Aí um dia o Crowley apareceu, dizendo que minha mãe morreria, mas que ele poderia fazer eu ficar com ela pra sempre. – ela deu uma pausa, arqueando as sobrancelhas. – Eu não tinha muita intimidade com o meu pai sabe, eu... só não queria ter que ficar consolando ele. Então eu aceitei e parti.

– Uau, que história. Mas seu pai nos disse que Crowley mandou matar seu irmão também. Porque isso? – Sam disse.

– Porque a garota na verdade era um demónio! Eu tive que viver na Europa por anos, remoendo minha culpa. Aí um dia quando ela apareceu de novo, eu a matei. – ela encarou os dois – Pelo visto a vagabunda era a vadia pessoa do Crowley, então ele resolveu descontar em mais alguém da minha família, pra variar.

– É, faz sentido. – disse Sam.

– Acho que já temos tudo o que precisamos saber. – Dean comentou – Castiel?

Castiel apareceu imediatamente segurando o ombro do pai de Charlotte.

– Minha filha...

O sr. Rogers foi dar um abraço em sua filha, mas Dean segurou seu braço.

– Não chega perto dela não Sr. Rogers. – ele disse.

– Não se preocupe, é minha filha. – ele disse.

– Não é sua filha, é um demônio. Ela só, pegou o próprio corpo de volta.

– Relaxa Winchester, se eu quisesse matar meu pai, já teria feito. Faz meses que nos encontramos.- ela olhou para o pai e sorriu — Na verdade, se quisesse matar algum de vocês, eu já teria feito.

A moça apontou para o desenho do pentagrama no chão. Tinha uma falha, por causa de uma rachadura.

– Não escolheram bem o lugar. – ela sorriu.

Dean e Sam se entreolharam. Dean pigarreou disfarçando.

– Então, se não fez isso é porque sabe que precisa de nós.- ele disse.

– Sim, como eu disse não quero ser isso pro resto da eternidade.

– Vocês podem ajudar minha filha? – O Sr. Rogers perguntou.

– Podemos mas... precisamos que nos ajude também.- Sam disse.

– Eu ajudarei. – ela consentiu.

~~0~~

Um dardo acertou o olho de um demon. Ele gritou de dor. Crowley o havia jogado. Ele estava sentado em um lado da sala e do outro, haviam alguns demons enfileirados. Crowley não usava terno nem gravata. Ele estava com sua camisa e de cueca apenas, sentado numa poltrona reclinável e ao seu redor havia um monte de bebidas.

– Fiquem parados seu idiotas. Assim não da pra acertar vocês.

Uma mulher se aproximou dele.

– Sr. Crowley? Katarina, que o sr mandou ir buscar o pai de Charlotte, foi morta... pelos Winchesters. – ela disse.

– Como é? – Crowley virou-se para ela.

– Parece que os Winchesters a pegaram antes senhor.

– Seus... incompetentes!! – ela gritou se levantando – Aquele anjo matou a minha Evy... e agora esses winchesters querem estragar meus planos de trazerem-na de volta!

Ele disse e ao mesmo tempo fez com que todos os demons ali presentes levitassem inforcados.

– Se quiser alguma coisa bem feita.... – ele disse torcendo o percoço deles e deixando-os cair no chão. – Vocês sabem...

Ele disse e saiu dali.

Notas finais
Nada de Evy pra vocês hoje kkk mas relaxem, no próximo ela volta