Notas iniciais
Hooooy! Capítulo novo, espero que gostem, obrigada pelos comentários , amo vocês s2 kkkkk

Charlotte ajudou Evelyn a subir por uma escada que deu em um beco.

– É aqui que nos separamos. Eu vou te deixar com o seu celular. Crowley o guardou quando você chegou la embaixo, mas acho que você não percebeu.

– Nossa é verdade, obrigada. – Evy respondeu pegando o celular.

– Faça como eu te falei e estará segura tabom? – Charotte disse olhando nos olhos da moça.

Evy se virou para ir embora, mas Charlote a segurou pelo braço.

– Espera, mais uma coisa. – Charlotte se aproximou rapidamente e lhe deu um beijo de alguns segundos. – Obrigada Evy.

~ Horas antes ~

– O que? – Evy perguntou assustada mas ao mesmo tempo interessada.

– Eu sei do plano do Crowley para matar os Winchesters. Você e eu sabemos que dessa eles não podem escapar. EU sei como podemos ajuda-los.

– E porque você iria querer ajuda-los?

– Olhe só pra mim. – ela olhou para si mesmo, toda cortada e ensanguentada. – Eu não quero viver mais assim, sendo torturada e obrigada a fazer coisas que não quero.

– Então agora existem demônios bonzinhos? – Evy foi saindo, desacreditando na mulher.

– Me escuta Evelyn! Você quer ajuda-los e você pode! Mas precisa de mim para entrar e sair daqui sem que o Crowley perceba!

– Eu preciso que você me dê uma razão, pelo menos uma, para que eu acredite em você, depois conversamos.

Charlote suspirou, um fio de sangue estava escorrendo por seu queixo.

– Encima da mesa à esquerda, tem uma bolsa marrom. É minha pode olhar. – Charlote apontou o local com a cabeça.

Evy não sabia porque isso a faria acreditar nela, mas ela pegou a bolsa mesmo assim. Quando a abriu, viu que haviam várias coisas manchadas de sangue lá dentro. A primeira delas, a carteira de habilitação da moça. “Charlote Rogers” , lia-se no nome. Evy só pode pensar que não fazia muito tempo desde que ela era um demônio.

– Tem um colar de ouro, aí dentro. – Charlote comentou.

Evy o procurou e quando achou viu que era um daqueles colares com um botão no centro, onde geralmente colocava-se duas fotos e quando se abria esse botão era possível ver as duas. O colar assim como o resto das coisas na bolsa, estava envolto em sangue seco. Evy o abriu e um aperto lhe veio ao coração. Havia uma foto com Charlote e ao seu lado um rapazinho bem jovem.

– É seu...

– Era meu irmão.

– Então....

Evy sabia que provavelmente Crowley o havia matado brutalmente junto com Charlote. Mas por algum motivo só ela havia se tornado um demon. Isso parecia ser suficiente para alguém querer se vingar de Crowley.

– Tudo bem, eu aceito. O que tenho que fazer.

– Ótimo, pra começar, poderia me soltar por favor? – Charlotte falou.

Evelyn começou a soltá-la, mas ela ouviu passos no corredor. Imediatamente ela imaginou que seria Crowley e que ele a pegaria ali tentando soltar uma pessoa que ele havia deixado presa. Evelyn paralisou por um segundo no impasse de continuar fazendo aquilo ou sair correndo e voltar para seu quarto.

– Rápido, não é ele Evelyn! – Charlote a apressou.

Evy então continuou desamarrando ela, embora estivesse difícil. Nesse momento dois caras apareceram na porta.

– Eai caras. – charlote falou.

– O que ela ta fazendo aqui? – o demon apontou para Evy

– Não sei, temos que avisar o chefe. – o outro disse

Evelyn não poderia ser delatada. Ela rapidamente pegou uma faca encima da mesa dos utensílios e soltou a última corda que prendia os pulsos da moça. Então Charlote se levantou rápido se curando dos ferimentos quase que instantaneamente. Com uma das mãos apontadas para os dois caras, ela fez com que eles voassem em direção à parede se espatifando. Ambos ficaram presos lá com a força que ela estava fazendo.

– Não posso mata-los Evy, Crowley ficaria sabendo. Rápido, corre pra porta e me espera lá fora.

Evy fez o que ela pediu. Charlote saiu também e trancou a porta.

– Ninguém sai da sala de tortura se a porta estiver fechada. Temos um pouco de tempo, vamos. – Charlote disse e depois correu para o outro lado do corredor, na direção contrária à que Evy tinha vindo.

~ Horas depois ~

Evelyn ficou tão surpresa com o beijo que não soube o que fazer. Ela simplesmente ficou paralisada enquanto Charlotte se distanciava dali, subia por uma grade e desaparecia. Evy estava totalmente confusa, Crowley teria mentido sobre ela ser apaixonada por ele? Porque pelo que parecia Charlotte gostava de garotas.

Evy seguiu em direção ao pavilhão onde Charlote havia dito que o seu informante diria onde ela poderia encontrar os Winchesters. Á essa altura ela não imaginava o que Crowley poderia achar se descobrisse que ela os havia alertado. Chegando lá sentado em uma mesa havia um homem magro e de óculos, o qual evy não pode identificar se era humano ou não.

– Bem vinda à feira do livro Senhorita, em que posso ajuda-la?

– OI, è... eu queria saber sobre o paradeiro dos Winchesters.

O homem fez cara de confuso.

– Desculpe, quem?

Evy estranhou a pergunta mas então se lembrou que Charlote havia dito a ela que ele poderia tentar enganá-la.

– Charlote me mandou. – ela disse

– Aah sim... — o homem agora parecia entendido. – Ela esta morta?

– Até onde eu sei, por enquanto não.

– Você esteve com ela? Esteve pessoalmente. – o homem parecia preocupado.

– Sim, nós nos separamos a cerca de uma hora mais ou menos.

– Então ela saiu de lá... – o homem olhou longe, pensando. – Que bom. – depois ele esboçou um sorriso.

O homem se virou foi até uma prateleira do pavilhão, repleta de alguns livros infantis. Depois retornou para a mesa com um papel amassado nas mãos.

– Este é o endereço provável em que eles estejam. Não é nada muito certo, desculpe. Eles se movem demais. Mas o último lugar em que minhas fontes o viram foi aqui. – ele entregou o papel para Evy.

– Obrigada senhor...

– Rogers. Frederick Rogers. – ele sorriu, depois começou a atender outra pessoa.

Evy ficou parada por alguns segundos. Rogers, ela pensou, já tinha lido aquele nome em algum lugar. Sim! Na identidade da Charlote. Charlotte Rogers. Então ele deveria ser o pai dela. Era uma pena, ela pensou, ele saber que a filha agora era um demônio controlado por Crowley. Enfim ela saiu de lá e foi atrás dos dois irmão enquanto Crowley não daria sua falta.

Notas finais
Gostaram? Não? Porque? Deixem nos comentários kkkk Obrigada