The Secret Room
6 Sumindo, berrando e batendo na cara.
Notas iniciais
No capítulo anterior...
Er... - Gabi ficou sem jeito - Depois decidimos isso... A questão agora é a Luiza, se ela já sabe é melhor que ela entre para o grupo.
Não, ela vai atrapalhar tudo.
Bom, eu quero que ela fique!
.....
De repente um barulho.
É a Luiza...
Mas que choramingo é esse?
É, também estou ouvindo.
Nessa hora entra Luiza, chorando e soluçando
O que houve Luiza?! - Vini gritou
S-seu p-primo!
O que tem meu primo?
F-foi LEVADO!
Como assim levado?!
SEQUESTRADO!
Vini entrou em choque
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Antes desse lugar se tornar uma escola, aqui era um convento, e no convento havia um caseiro que se chamava Seu Longuinho. Ele descobriu uma doença chamada hanseníase, que é uma doença que cria feridas na pele e as feridas são contagiosas. Ele não queria sair do convento, pois era a única coisa que tinha, então decidiu se trancar em um quarto, no porão do convento e todos os dias a Irmã Superiora o alimentava com pão e água. O tempo passou e a Irmã envelheceu e morreu, ela até havia passado as tarefas para a sucessora, principalmente a de alimentar o Longuinho. Mas por não ter tanta experiencia, ela esqueceu de alimentar o pobre homem. Na verdade, todos esqueceram. Longuinho com certeza morreu, mas ninguém nunca entrou no quarto depois que a Irmã Superiora morreu.
Demorou alguns minutos para Bia começar.
Bom... Er... Vamos... Luiza! Você desce lá agora e faz qualquer coisa, já que você conhece bema escola! O resto, está liberado. Resolvido.
Assim não vamos resolver nada. - Luiza falou baixinho.
AH! É LÓGICO, ELA É A MELHOR, SEMPRE TEM RAZÃO DE TUDO.
Mas Bia, com essa solução, todos vamos morrer. - Calebe alertou.
E todo mundo aqui sabe que você é a melhor amiga de Gabi.
Cale-se Luiza, você é uma entrometida, e todo mundo sabe também. Sua babaca.
Beatriz saiu do esconderijo e gritou:
VAI TODO MUNDO PRA MERDA.
Em poucos segundos, já havia sumido.
Chega de magoar os outros. Calebe, procure a Gabi.
Tudo bem... E a Bia?
Vamos deixar a Bia na dela. Melhor não mexer no que pode dar errado.
Bia chorando, chutava as folhas que havia no pátio, quando vê novamente o vulto preto descendo as escadas. O sujeito sumiu e logo bia sentiu algo em suas costas.
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Aproveitem e leiam as notas finais
ps: eu coloquei uns trechos do capítulo anterior pra vcs relembrarem ;)
– BUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!
– AHHHHH — Bia gritou — Quer me matar? Eu ainda vou me vingar de você, otário.
– Vixi! Tá estressadinha hoje, meu amor?
– Estressada é sua vó. Me deixa em paz e vai pegar as vacas da escola.
– Tá com ciúmes de mim?
– Quando acontecer isso comigo, você avisa alguém na mesma hora e me internem num hospício, queridinho.
– Eu sei que você ainda quer algo comigo.
– Se olha no espelho Nicolas... Você é um otário completo.
Bia estava escurralada, não podia falar nada para Nicolas — Mas muito esforço pra aguentar — Ela se segurava muito, mas não poderia fazer nada se falasse algo.
Na verdade, Bia já estava arrependida pela briga e resolveu voltar para o esconderijo, pra falar com aqueles maravilhosos amigos que ela tinha ''perdido''.
Bia conseguiu despistar Nicolas no meio de todas aquelas folhas e foi direto para o esconderijo, antes que ela a encontrasse. Quase caindo por causa da velocidade que corria, ela entrou no parquinho.
Um segundo depois já havia sumido.
Gabi estava voltando para casa naquele fim de tarde frio e nublado. Estava a pé. Embora sua casa ficasse á quilômetros da escola, decidiu dispensar as caronas. Queria pensar.
E seus pensamentos voltavam-se especialmente para sua briga com Bia e sua saída do grupo. Estava muito chateada.
Afinal, Bia é (ou era) sua amiga há tanto tempo! Claro que não se deram bem no início, mas é norma... Depois de tantas brigas, Gabi torcia para essa briga não ser o fim.
E, aqueles amigos. Ah, aqueles amigos unidos pelo grupo! Esse grupo era tão, mas tão especial para ela...
Não podia ser o fim. Mas era.
Então, subitamente, uma lágrima vinda de Gabi caiu no cimento escuro e sem graça da rua.
Enfim, seguiu lentamente sua longa viagem.
Bia, quando entrou no esconderijo, levou um grande susto. Ninguém dos membros estava lá.
– Quer dizer que quando a Gabi tá no comando, todos ficam até meia-noite, mas quando sou eu, dá 15hrs e todo mundo já foi embora?!
Bia largou a mão de vez daquele grupo, havia chegado a seu limite de paciência, então, saiu tão rápido quanto entrou. Estava amargurada.
''Porque a Gabi SEMPRE é a melhor? A queridinha? A perfeita?'', pensava com raiva. ''Eu sou só mais uma esquecida.''
Bia, após ter tido esses pensamentos tão revoltados, percebeu que não era só o esconderijo que estava vazio. A escola também estava.
Apenas Cidclay, o secretário, se encontarva na secretaria comento batatas fritas.
''Aquele imbecil do Nicolas deve estar aqui também... Não faz nem cinco minutos que fugi dele''.
Decidiu procurar o garoto. Melhor ficar com ele, do que ficar com o secretário comilão.
Só não gostava de uma coisa: dos dois serem os únicos alunos na escola! havia sido má sorte, muita má sorte.
Má sorte, porque Bia e Nicolas eram namorados, há alguns meses. Mas, hoje em dia, Bia só quer distância dele. Apenas pelo fato que Bia era apaixonada por ele, e o mesmo traiu ela, entregando-se aos beijos e as mãos bobas de Leila, da mesma classe que ele.
Isso não importa. O importante é que Bia correu pela escola toda, e a única coissa que achou foia mochila do garoto, abandonada, em sua classe.
A garota ficou branca de tanto medo. Não porque seu ex-namorado havia sumido, mas porque mais um aluno havia sumido.
Bia sentia que a próxima a sumir, seria ela.
Colocou sua mochila perto da de Nicolas. Achou que, como os dois haveriam sumido, as mochilas abandonadas seriam as provas. Mas, por um lado, Bia lembrou como Vini se sentiria se visse aquilo. Após isso, se lembrou que Vini não dava a mínima pra ela. Então falou:
– Foda-se essa merda.
Depois, seguiu para sua sala, pegou um papel rasgado no chão, arracou o durex do aviso que havia no quadro de regras e pegou uma caneta esquecida no chão. Escreveu um bilhete e colocou estratégicamente debaixo da mesa de Gabi. Que foi a primeira pessoa que pensou.
Desceu ao pátio, então, com medo. Medo, não, MUITO medo.
''Quem pode ser o sequestrador? Não acredito nisso de espíritos e coisa parecida. Bobagem demais. Quem sabe uma das tias da faxina? Ou Cidclay, apesar que...''
Os pensamentos de Bia foram interrompidos por um outro vulto que passou rapidamente.
Bia estava apavorada.
– Quem está aí? Apareça covarde! Vamos, apareça!
Mas seus gritos de raiva, foram substituídos por alguns segundos de silêncio.
Logo, o bairro inteiro ouviu o grande berro que Bia deu.
Após esse momento, um medonho silêncio se prevaleceu no bairro inteiro.
Antes que qualquer pessoa pensasse em sair de casa para ver o quee stava acontecendo no colégio, Luiza já estava perto do farol, desesperada.
''Meu Deus... Bia... Eu conheço esse berro, é dela...''
Chegou ao portão automático como um furacão e gritou para o porteiro que estava lá, atordoado com a situação.
– ABRA ESSA MERDA AQUI ISAAC!
Quando Luiza entrou e viu a escola vazia, ficou com mais medo ainda.
Correndo com muita velocidade chegoua secretaria e viu Cidclay, sujo, aparentemente de sangue e o colocou contra a parede com suas palavras:
– Oque houve aqui? Quem deu esse grito? RESPONDA!
– Er... Eu não sei, acabou de acontecer... Será que não foi fora da escola? Er... Pode ter sido né?
– POR ACASO ESTÁ ESCRITO OTÁRIA NA MINHA TESTA? — Luiza apontou para sua testa.
– Não... Mas...
Luiza, deixou Cidclay sem argumento algum para elaborar uma resposta, então levantou sua mão e a arremessou no rosto do secretário ensanguentado.
Ele ficou inconformado com a atitude da garota, que a empurrou para fora da sala, fechando a porta e gritando:
– Garota estúpida, desgraçada!
Assim, Luiza seguiu ao pátio, para procurar pistas. Não pense que ela já havia se acalmado, ela estava fula da vida.
Correndo desesperada, ela tropeçou em um vaso que havia por ali e escorreu, caindo em uma poça de sangue. ''O que? ... Sangue? Sim, é da Bia! Puta que o pariu. Homem desgraçado! Por que ele fez isso com ela?!''
Sem pensar em nada, correu até a sala de espelhos, no subsolo. Era a única certeza que ela tinha: Lá haveria alguma pista. Ma não foi bem assim. Quando chegou lá, estava tudo escuro, só havia uma fresta de luz pela janelinha de ventilação.
Sim, era muito sombrio, mas ela resolveu examinar aquele lugar que fedia a cheiro de urina de rato.
Notas finais
Vocês perceberam que os personagens estão se soltando e falando palavrões e tal... Vocês acham que eles devem se soltar mesmo?
Quero saber também, se vocês estão se confundindo quando troca de ambiente, por exemplo: '' Bia saiu correndo e foi lá pra casa do chapéu.
Gabi estava triste e sumiu no meio da escuridão.'''
Acho que não entenderam bem, mas os que entenderam me falem se estão se confundido.
Outra questão, é que eu estava querendo colocar imagens no capítulo, mas num sei se é legal, oque vocês acham?
Beijos, no próximo cap o negócio é quenti. bjao
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