The Secret Room
7 Ainda há esperança?
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS
Calebe resolveu acompanhar Vini até sua casa, até ouviram o grito, mas não deram conta de quem era aquele berro que ecoou sobre os prédios da região.
Na verdade, a casa de Vini era depois do morro e já estavam um pouco longe da escola, virando a esquina para rua da casa dele. Eles estavam em silêncio absoluto, quando chegaram a frente da casa e se despediram-se.
– Er... Tchau, até amanhã... — Disse Vini.
– Vini, eu sei que as coisas agora estão mais que complicadas. Pra você, pra sua família e para o grupo. Principalmente para grupo, que está se despedaçando.
– Ah, você acha que ''principalmente'' é com o grupo? — Vini fez gestos com as mãos.
– Ok. Desculpe. Seu primo foi sequestrado e será pior pra sua família...
– Pior é pouco.
– Sei que a situação é preocupante quanto a sua família, mas e o grupo?
Vini suspirou.
– Calebe, eu gosto da Bia, por conta de toda a esperteza e ternura que ela leva. E Gabi... Bom, Gabi é mandona, e esse tipo de qualidade, as vezes não bate o santo com outra pessoa. Entendeu?
Calebe concordou.
– Então, até mais. Ou até amanhã. — Ele acenou.
– Até.
Calebe foi seguindo aquela rua comprida, e ouviu Vini chamando sua mãe para abrir o portão. Viu ela abrindo o portão desesperada e abraçando o filho.
Nessa altura do campeonato, os funcionários da escola, já deviam ter avisado o pessoal da família deles.
Calebe suspirou com pena e seguiu seu caminho.
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Imagine-se dentro de quatro paredes e um vazio para acompanhar. Bom, era a situação de Gabi. Ela estava chateada, amargurada, solitária. Resumindo — ela estava em um conflito -, não sabia o que fazer. Na verdade, ninguém daquele grupo sabia.
Ela estava preocupada, '' O grupo vai por água a baixo daqui pra frente.'' Ela pensava, '' Beatriz vai acabar com toda essa união.''
Esperando a tarde acabar, olhando para janela do seu quarto, sentiu seu celular vibrar em cima de sua cômoda, seguido pelo toque, que era Charlie Brown, do Coldplay. E ela deixou tocar por conta da preguiça.
Stole a key
Took a car downtown where the lost boys meet
Took a car downtown and took what they offered me
To set me free
I saw the lights go down at the end of the scene
Saw the lights go down and standing in front of me
Wooh, ooh ooh
In my scarecrow dreams
When they smash my heart into smithereens
Be a bright red rose come bursting the concrete
Be a cartoon heart
Light a fire, a fire a spark
Light a fire, a flame in my heart
We'll run wild
We'll be glowing in...
O toque parou.
Ela suspirou.
Depois de alguns instantes o celular voltou a vibrar e tocar.
– Não vai desistir. Vou ter que atender.
Ela levantou de sua cama, pegou o celular e o atendeu.
– Alô?
– Gabi, socorro! Sou eu! - Falou uma voz bem baixa.
– Eu quem?
– Luiza, estou presa na escola, tentando achar pistas sobre o sequestro...
– Luiza.... A gente faz isso amanhã.
– Não... Mas quem foi sequestrada agora foi Bia.
– Do que está falando?
– GABRIELA! BEATRIZ. A BIA FOI SEQUESTRADA!
– Quando isso?!
– Agora a pouco. Ela deu um berro que ecoou pelo bairro todo.
Em câmera lenta, o celular foi escorregando da mão de Gabi, até bater no chão e escapar a bateria.
– Er... eu preciso... Eu preciso ir até lá..... AGORA!
Ela ficou em silêncio.
– Luiza?
Logo percebeu que o celular havia caído de sua mão.
Enfim o arrumou, e ligou outra vez para Luiza.
– LU, ONDE VOCÊ ESTÁ?
– Na sala de ballet. Apesar do sinal estar bem baixo, vou ligar para os meninos para nos ajudar.
– Você tem alguma pista do que aconteceu?
– Só achei a mochila dela na sala, ao de lado de uma outra que não sei de quem é.
– Tudo bem, estou indo.
Rápida e desesperadamente, Gabi vestiu suas roupas e desceu as escadas, encontrou seu pai saindo da garagem com o carro e gritou:
– AONDE VAI? ESPERA!
– O que foi?
– Houve um problema, me deixe perto da escola...
– Por que?
– Por que sim! Vamos!
Seu pai se sentiu repreendido e concordou.
Assim eles foram.
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Luiza suspirava com medo. Já havia ligado para todos, eles estavam chegando até lá. Ela sentiu que havia esperança.
Ela viu uma sombra refletida na parede. Correu para o vestiário das bailarinas e se escondeu atrás de um vaso sanitário.
Pela fresta da porta, viu aguém de capa passando. Mas que raio de figura era aquilo? Era irreconhecível.
No entanto, ela conseguiu ver uma bandeja em suas mãos. O que havia nela? Remédios? Comidas? Ou ARMAS?
Não digo, armas do tipo, rifle, pistola ou sei lá o que. Digo facas, machadinhas ou até uma picareta.
Ela recordou que Calebe havia lhe contato que viu vultos pretos na escola, mas não os indentificou.
Arriscando a vida, Luiza saiu de lá e fez o caminho daquela figura, que entrou em uma porta que fica no canto da sala de ballet, que segue por um longo e escuro corredor. Ela ia se encostando na parede e arrastando suas costas, começou a escutar nítidos gritos de dor que vinham do outro lado da parede.
Logo o silêncio se exaltou e ela seguiu seu caminho.
Ela ouvia barulho de pingos escorrendo pelas paredes, parecia formar uma poça, de tanto sangue.
Lentamente, ela foi se aproximando do fim da parede que dividia ela dos gritos.
Logo virou, e viu uma imagem tenebrosa, era Cláudia. Amarrada em uma corrente de aço que estava pendurada no teto. Ela estava pelada, de cabeça para baixo, asfixiada com uma sacola plástica de supermercado, e, uma coisa que chamou a atenção de Luiza e a arrepiou a espinha: um corte profundo (recente talvez), um pouco abaixo de sua virilha. O sangue escorria pelo corpo de Cláudia e caia no chão. Formando uma poça bem larga.
Rapidamente, Luiza saltou e tirou o saco da boca de Cláudia, que tentava falar:
– S-SAIA DAQUI!
– Jamais, vou tirar você daqui!
– V-VÁ LOGO MENINA, V-VOCÊ TEM Q-QUE SAIR!
– O que aconteceu?
– F-FOI ELE! E-ELE VAI MATAR TODOS NÓS!
– Ele quem?!
De repente, ouviu-se um chiado que vinha de uma porta.
– F-FUJA! TEM QUE FUJIR!
– Não, tenho que te tirar daqui!
– V-VOLTE A-AQUI MAIS TARDE! COM A-JUDA!
Luiza saiu de lá, ainda olhando para trás, murmurando tristeza. Entrou no esconderijo e esperou por alguém.
Notas finais
Mentira.
Pessoal, não sei se vou conseguir postar antes do ano novo e se isso acontecer.... FELIZ ANO NOVO P TODOS VOCES, SEUS LINDOS MARAVILHOSOS DEMAIS, AMO VOCES POR TUDO, VCS SÃO DEMAIS.
Tá parei.
Eu resolvi... que vocês podem me dar umas sugestoes né? a voz do povo é a voz de Deus amigoes..... Se quiser deixe uma review sobre oque acharam do capitulo pois titia fica feliz com seus leitores lindos! bjs e at !
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