The Sadisct Sweet Love
4 Donquixote's family
Notas iniciais

Uma exuberante noite. As estrelas brilhavam no céu, iluminando majestosamente o quarto através das cortinas de seda, tão leves que uma simples brisa poderia adentrá-las sem maiores dificuldades. Rosinante, um homem loiro e um tanto desengonçado, preparava-se para dormir em sua doce cama, na maior paz e serenidade que poderia haver em uma ilha deserta. Contudo...
– ROSINANTE, VOCÊ TÁ BEM?!
… Doflamingo, seu irmão mais velho e também dono da casa, adentrou o quarto chutando as paredes com força. Seu gentil irmão logo leva um susto, pulando da cama no mesmo passe, se embaralhando nas cobertas e por fim, caindo no chão junto com os travesseiros.
– D-Doffy, o que houve? Foi um fantasma? Um ladrão invadiu a casa? Alienígenas?! – Ele sacudia a cabeça com as mãos, imaginando o motivo do irmão parecer tão aflito. – AI MEU DEUS, ESTAMOS SENDO INVADIDOS POR BANDIDOS FANTASMAS ALIENÍGENAS?!
– N-Não, nada disso... – O irmão tenta acalmar-se e logo senta-se na cama junto com Rosinante.
– O que aconteceu? – Ambos olhavam-se de frente e o mais velho, preocupado parecia.
– P-Pode parecer estranho, mas você viu um sujeito demoníaco chamado Law aparecer aqui?
– D-Demônio..? N-Não...
– Ufa, me sinto melhor assim. – Doflamingo deu um leve sorriso, pondo uma de suas mãos nos cabelos do irmão para fazer-lhe um cafune, recebendo como resposta um rosto corado.
– Mas tem um demônio aqui? Você sabe que eu tenho medo dessas coisas, Doffy...
– É que eu acabei de ver um demônio no meu quarto, e ele disse que viria aqui te pegar então eu fiquei preocupado.
– Q-QUÊ?! MEU DEUS, EU VOU MORRER! – Na cabeça de Rosinante, ele pensou em se equipar com alguns alhos, terços, cruz e outros símbolos para afastar demônios, contudo, devido a sua agitação, seria mais fácil ele acabar morrendo durante o processo por sempre cair e acabar batendo a cabeça.
– Fica calmo, eu não vou deixar ninguém te pegar. – Doflamingo vira o rosto do irmão, olhando diretamente em seus olhos e dando um beijo em sua testa para acalmá-lo, o que funciona imediatamente. O mais novo começa a sentir seu corpo estranho e mais quente que o normal, mas tenta disfarçar.
– Doffy... quer dormir aqui..?
– Claro.
Não sabe-se exatamente o motivo, mas depois do beijo na testa os ventos noturnos adentraram as cortinas do quarto com força, como se alguma alma invadisse o ambiente. Seus corpos esquentaram, mas como são irmãos consanguíneos, um tentou disfarçar para o outro não perceber.
O importante é, deitaram-se. O mais novo estava de costas para Doflamingo, que o abraçava pela barriga, em forma de conchinha. Rosinante olhava para frente, buscando algo para espairecer-se, sentindo a respiração quente do outro em sua nuca. Sentia também as mãos do outro em sua barriga bem sensíveis, mas tentava desviar sua mente desse assunto, em vão.
Seu cérebro o traía. Tentava desviar o fato de estar se sentindo levemente excitado graças ao toque do irmão e a posição de conchinha, mas não conseguia. Para eles, dormir assim era normal, afinal eram irmãos. Mas o clima da noite estava diferente. A respiração em sua nuca era quente e as mãos afáveis, prazerosas, apesar de só o estarem abraçando.
E para piorar, ou não, a situação em que Rosinante encontrava-se, ele sente que os lábios carnudos do irmão tocavam seu pescoço, causando-lhe arrepios que eram abafados pois não queria reagir à tal. Seus olhos fecharam, mas sua boca tremia ao perceber que Doflamingo dava minúsculos beijos em sua nuca.
Além dos beijos, as pesadas tênues mãos, que antes estavam em sua barriga, subiram vagarosamente por seu peito, por cima da camisa, o abraçando mais forte. Mesmo não estando enrijecido, ele sentia cutucando-o por trás, o membro do irmão, devido a aproximação.
Um frio na barriga era o que Rosinante sentia no momento. Nunca teve esse tipo de pensamento sujo com o membro de sua família, mas o doce toque em seu peito e os pequenos beijos na nuca o estavam descontrolando. Sentia-se culpado, lógico, e por isso ficara extremamente nervoso por dentro, mas logo acalmou-se quando ouviu um sussurro.
– Rosinante...
Não sabia se Doflamingo estava dormindo e fazendo inconscientemente, mas o sussurro em seus ouvidos, clamando por seu nome com uma voz ínfima o hipnotizou. Seu corpo tremeu internamente e ele engoliu saliva, criando coragem para virar-se de vez.
O quarto estava com um clima estranho, como se o oxigênio normal fosse substituído por um ar de extrema malícia e luxúria. Era como se, de fato, um demônio tivesse aparecido para transformar em perverso, seus pensamentos que antes eram doces e meigos.
Virou-se e seu irmão estava dormindo. No momento, seus rostos estavam terrivelmente próximos e suas bocas, por alguns milímetros de distância não se tocavam. As respirações de ambos loiros encontrava-se, entretanto, como se estivessem trocando suspiros.
O corpo do pobre irmão mais novo estava confuso, querendo tocar-lhe os lábios, mas não tendo certeza se seria certo. Seu cérebro e ações, no entanto, não foram tão gentis assim.
Com suas mãos tocando o rosto do mais velho, totalmente hipnotizado, Rosinante finalmente cola os lábios nos dele. Não satisfazendo-se completamente, apesar de só com um simples toque já ter ficado excitado, o irmão desajeitado finalmente usa sua língua para pedir passagem para um beijo de verdade.
As línguas encontraram-se e rodopiaram uma na boca do outro, explorando o beijo por completo e sentindo o molhado da saliva e a temperatura exorbitante que emanavam. Doflamingo, apesar de parecer estar dormindo anteriormente, agarra a cintura do irmão, colocando o começo dos dedos dentro da calça que este usava.
Com o toque, tanto pela mão como pelos lábios, Rosinante fica com mais vontade de continuar, agarrando a camisa do irmão enquanto se beijavam. Seu rosto corou-se mais ainda quando sentiu as mãos de Doflamingo abaixando, adentrando sua calça, mas não sua cueca. Separaram-se apenas em busca de ar, deixando que um filete de saliva os ligasse.
– Achei que você não fosse me beijar nunca. – Diz o maior, com um leve sorriso de vitorioso, sentindo as curvas macias dentro da calça do outro.
– V-Você estava acordado..?
– Preferia que eu estivesse dormindo?
Doflamingo P.O.V
Não sei exatamente o que aconteceu, sinto que Law está por trás disso, mas assim que eu o vi sob o luar, senti uma vontade imensurável de beijá-lo, e é exatamente o que eu estou fazendo agora. Seus lábios são incrivelmente macios e doces, senti-los era ótimo.
Subi minhas mãos por suas costas, retirando o tecido do pijama e despindo seu peito. Ele me abraçou, deixando nossos corpos mais juntos ainda enquanto nos beijávamos, permitindo que eu fizesse o que bem entender.
Dei pequenos beliscões com meus dedos em seus mamilos, o que me permitiu desfrutar de seus gemidos ao estalar dos beijos. Rosinante, apesar de ser um tanto tímido, pois suas mãos em minha barriga, despindo minha camisa do mesmo jeito que fizera antes, me abraçando pela cintura a seguir.
Escorri dois dedos, passando por seu peitoral e indo até o começo da calça, com bastante calma para arrepia-lo, o que funcionou imediatamente. Puis minha mão em seu volume, por cima dos panos que o cobriam, apenas para ter certeza de sua ereção. O rosto dele ficou mais corado ainda e o beijo intensificava-se.
Fazia carinho no volume, segurando seus testículos por cima da calça e no corpo do membro, sentindo-o cada vez mais latejante. Logo meu irmão pôs-se a realizar o mesmo toque, com a diferença de enfiar suas mãos por debaixo da minha cueca e me masturbando de fato.
Seus beijos eram indescritivelmente bons, e melhoraram assim que sua voz ficara abafada e ofegante. Pus-me a abaixar sua calça e ele realizou a mesma ação, até finalmente estarmos nus e sentindo nossas ereções.
Afastei-me de seus lábios, olhando para seus olhos cintilantes e tímidos. Nossas bocas estavam abertas e as respirações saiam ao mesmo tempo, encontrando-se. Palavras eram desnecessárias, visto que conversávamos pelo olhar.
– Ufa, consegui finalmente aparecer! Achei que não iria funcionar.
Uma voz surgiu junto ao corpo de um homem, que nos obrigou a separar. Rosinante ficou completamente assustado, claro, já que um estranho apareceu em nosso quarto e nos pegou no flagra. Eu, entretanto, já esperava por isso.
– Q-QUEM É VOCÊ?!
– Ah, então você realmente veio, Law. – Afirmei com calma, apesar de ter ficado puto por ter sido interrompido. O demônio estava só de cueca, rindo diabolicamente.
– É difícil aparecer em forma humana fora dos sonhos, sabia? Eu entrei nesse quarto quando você deu um beijo na testa do seu irmãozinho, e vocês ficaram logo excitados só de sentir minha presença. Que coisa, não?
– C-C-Como assim? V-Você é um demônio?
– Eu sabia que você estava por trás disso. – Afirmei. – E que historia é essa de querer vir pegar o meu irmão? Não vou permitir!
– Oh, ficou com ciuminho e resolveu chegar na minha frente?
Deixando palavras de lado, o demônio subiu em nossa cama, engatinhando até nós e segurando nossos rostos juntos. Ele forçou a mim e a Rosinante a nos beijarmos em sua frente, lambendo os próprios lábios antes de vir participar do beijo.
Em um triplo, pomos as línguas para fora e nos beijávamos, sentindo tanto a lingua afiada de Law como a doce do meu irmão, que acabou acalmando-se e aceitando passar a noite junto com nós dois. Esse ar erógeno que o maldito exala é horrivelmente bom.
Afastei-me, observando de perto Law e Rosinante se beijando, sendo que o moreno estava deitado em cima dele.
Rosinante P.O.V
Não sei bem exatamente o que aconteceu, mas parece que Law veio para nos satisfazer e, como o Doffy parecia confortável com ele, decidi dá-lo uma chance. Além disso seus lábios são deliciosos e o corpo magro dele se mexe em cima do meu de uma forma bem provocadora.
Puis meus dedos em baixo de sua cueca, o despindo completamente e segurando seu membro rígido com uma das mãos, usando a outra para adentrar um dedo dentro dele. Law aumentou os movimentos com a língua em minha boca.
O Doffy estava atrás de Law, sentado na cama, e puxou meus pés permitindo que eu deitasse com todo o meu corpo. Logo o moreno percebeu as intenções do meu irmão e agachou-se no meu peito, pondo sua ereção à minha frente e pedindo que eu o chupasse.
Logo o fiz, levantando Law e deixando que ele sentasse em meus braços, pondo seu membro inteiro em minha boca. Meu irmão ficou dando beijos em minha barriga, que me deixaram mais excitados, percorrendo com seus lábios até chegar ao meu membro.
– Aaahn..! – Os gemidos eram soltados da boca de Law sempre que eu tocara em sua glande, no mesmo ritmo dos movimentos que Doffy fazia em mim.
Seu gosto, levemente salgado e com toques apimentados, era ótimo e os gemidos bem excitantes, ao mesmo passo que eu sentia uma sensação única de prazer em sentir os lábios carnudos do meu irmão. Ele apertava meus testículos com a mão, batendo minha glande em sua própria garganta.
– Vocês dois são muito bons, sabia? – Eu disse, afastando meus lábios de seu membro, ainda o masturbando. O Doffy subiu na cama, ficando ao meu lado e me beijando.
– É o que dizem por aí, dois é melhor que um, fufufu.
– Adoro meu trabalho. – Law deitou-se no meio de nós dois e beijou o Doffy, enquanto nos masturbava e o meu irmão masturbava ele. Fui dando beijos em seu pescoço, misturado a alguns chupões e mordidas.
Desci meus beijos, indo do peito até os mamilos de Law, mordendo-os e brincando com eles junto a minha língua. Suas mãos continuavam a masturbar nós dois, aumentando a velocidade gradativamente e ele soltava leves gemidos enquanto beijava meu irmão, que o estava masturbando no mesmo ritmo.
Doffy desceu com sua língua pelo torso do moreno, dando chupões violentos por sua barriga até chegar ao seu volume. Sua pele já estava bem marcada por nós dois, e ele me beijou, enquanto eu tocava seus mamilos.
Nunca pensei que veria o meu irmão chupando outro homem tão de perto, apesar dele ter feito isso comigo há pouco, era bem excitante. O corpo de Law também é bem definido, gostoso de tocar, principalmente por podermos desfrutá-lo dele por completo. Foi para isso que ele surgiu, certo?
Fui com meu corpo para baixo, indo até meu irmão estava e lambendo o membro rígido de Law junto a ele. Nossas línguas tocavam a glande ao mesmo tempo dos testículos, nos encontrando em algumas partes e nos beijando também.
– Aaaahn... vocês são ótimos...
Doffy gostava de dar mordidas propositais misturadas com chupões por seu membro, deixando que o demônio gemesse de dor e mais tesão ainda. Eu era mais calmo, rodopiando minha língua em torno de sua glande e chupando seus testículos; mas a melhor parte era encontrar com os lábios do mais velho, sentindo o gosto salgado em sua boca.
Trocamos de posição, os três deitados na cama formando um triângulo. Minha face estava de frente para o membro do meu irmão, que estava de frente para o membro de Law, que estava de frente para o meu; desse jeito todos poderíamos sentir prazer juntos.
Sentia os dentes e línguas afiadas de Law em minha ereção, me chupando até bater com minha glande em sua garganta. Ao mesmo tempo eu sentia o gosto do Doffy, maravilhosamente picante e bom de lamber, devido as veias que saltavam com o tesão. Dava para ouvir também o estalar dos chupões que ele dava em Law.
– Garoto, eu não vou mais conseguir me controlar... – Disse o meu irmão, tirando sua boca do membro de Law, separei-me também.
– Eu nunca pensei que seria tão bom te chupar, Doffy... – Ele logo veio até mim, me beijando com um sorriso malicioso no rosto, dando mordidas nos meus lábios como se fosse arrancá-los.
Deitei-me na cabeceira da cama, com Law em cima de mim, me beijando. Meu irmão sentou-se na cama, atrás dele, e começou a bater sua ereção na bunda do moreno, que lançou um sorriso malicioso.
– Vai ser gentil comigo, como na nossa primeira vez, Doflamingo?
– Fufufu, prometo ser um pouco pior.
Law estava me beijando, e sua voz gritante exclamou ao sentir que meu irmão já estava dentro dele. Saliva escorria de sua boca e seus olhos cinzentos olhavam para mim com uma expressão de dor misturada a excitação. Do ponto onde eu estava, pude observar perfeitamente o Doffy dando estocadas violentas no garoto, conforme prometido.
E os gemidos que ambos soltavam juntos me excitavam, eram ótimos de ouvir. Os beijos cada vez mais quentes, contrastando com a face maquiavélica que Doffy tinha ao dar estocadas no Law, que aliás, estava me masturbando. Dava para ver que o fôlego desse garoto é sobrenatural.
– Aahn..! – A boca dele estava aberta, frente-a-frente com a minha e nossas respirações se encontravam. Eu sentia todo o calor, misturados com os movimentos de masturbação.
– Fufufu, como eu estava dizendo, o Law é uma vadia que veio até mim só para que eu o foda, Rosinante. Quer dividir comigo? Ele é bem gostosinho aqui. – Os movimentos eram tão fortes que Law apenas tentava soltar um de seus sorrisos maquiavélicos, mas a sua voz estava abafada pelos gemidos. O Doffy também começou a puxar o cabelo dele, para que eu visse seu rostinho de dor e prazer.
– Tem certeza? Ele parece estar meio dolorido, não quero machucá-lo...
– Não se preocupa, ele gosta.
– Heh, adoro... – A face de Law era a melhor e, com certeza, a mais excitante possível. Tanto ele como Doffy soltavam sorrisos maliciosos que me davam mais vontade ainda de amá-los. Não resistir, dei mais um beijo no moreno, dessa vez mais afiado, mordendo seus lábios até sair um pouco de sangue.
Meu irmão saiu de dentro dele, fazendo com que Law soltasse um gemido bem alto e caísse na cama, mas não parecia nada cansado. Em seguida, o Doffy subiu em cima de mim, afastando minhas pernas com a ajuda de suas grandes mãos e me beijou.
– Fufufu, vejamos, eu devo ser gentil com o meu irmãozinho?
– Seja você mesmo, Doffy...
– Olha, se eu for eu mesmo, não me responsabilizo por nada.
– Não se preocupa, tudo vindo de você é gostoso.
Ele me pegou pelas pernas, me levantando, saindo da cama e se sentando na beirada dela comigo em seu colo. Entrelacei meus braços em seu pescoço, segurando seus cabelos loiros e percebi dois de seus dedos adentrando em mim. Senti um pouco de ardência, mas logo sentei neles.
– Aah... Doffy..! – Meu rosto estava encostado em seu ombro, permitindo que ele manuseasse seus dedos dentro de mim como bem entendera.
– Rosinante... você é muito gostoso...
Law estava em pé, ao meu lado. Olhei para ele enquanto Doffy me penetrava, tocando seu membro já latejante e o masturbando. Meus movimentos estavam no mesmo ritmo dos do meu irmão. Beijei ele, masturbando Law ao mesmo tempo e sentindo que meu corpo já estava bem aberto.
Finalmente, sentei no membro rígido do meu irmão, sentindo tudo dentro de mim. Soltei um enorme grito devido o tamanho ser maior do que eu estava acostumado, mas não demorou muito para a dor ser transformada em prazer absoluto.
Assim que já estava bem posicionado, fui mexendo meus quadris e ouvindo os gemidos que Doffy soltara bem de perto, compatíveis com os meus. Law se aproximou do meu lado e eu virei meu rosto, o chupando enquanto era penetrado. Meu irmão segurou a bunda dele, pondo dois dedos dentro e o beijando.
– Aahn..! – A voz levemente rouca, completamente abafada do demônio era viril e afável ao mesmo tempo. – Cora-san, sua boca é tão macia...
Não sei de onde surgiu o apelido, mas o importante é que o Doffy é muito mais gostoso do que eu imaginei. O membro dele pulsava dentro de mim, batendo exatamente nos locais onde eu sentia prazer. E, ao mesmo tempo, chupar o Law era incrivelmente saboroso.
– Rosinante... geme pra mim...
– Aah, Doffy..! – Voltei a olhar em seus olhos, abrindo minha boca para que nossas respirações se encontrassem. Ele logo me beijou, sentindo nossas línguas salgadas pelo gosto do oral. Law pôs-se a se masturbar a nossa frente.
– Ora, ora, se vocês continuarem nesse amor todo eu vou ficar com ciúmes.
– Se você ficar reclamando eu vou te foder até o amanhecer, garotinho atrevido. – Afirma Doffy, segurando minha cintura cada vez mais para baixo.
– Vou reclamar pro resto da minha vida, então. – Ele respondeu, segurando o rosto do meu irmão e o puxando para um beijo.
– Heh, mas é um garoto rebelde mesmo. Eu vou fazer você engolir essas palavras.
– Quero ver você tentar.
Fui levantado pelo meu irmão, ainda com ele dentro de mim, e arrastado até a parede mais próxima. Ele me virou de frente para a parede, de costas para si, e Law entrou na minha frente, permitindo que eu segure sua cintura e roce meu membro em suas curvas.
– Me ajuda a dar uma lição nesse demônio insistente, Rosinante? – Doffy pôs-se a lamber minhas orelhas, mordendo elas enquanto me comia. Eu estava beijando a nuca de Law com ele arranhando as paredes.
– Tudo por você, Doffy.
Consegui colocar meu membro inteiro dentro de Law de uma vez só, arrancando-lhe gemidos perigosos. Senti as estocadas do meu irmão indo com mais velocidades e, devo confessar, a sensação de comer e ser comido ao mesmo tempo é única.
– Aaahhhnnnnnn!! – Law soltou um grito ao estar sendo pressionado contra parede por duas pessoas ao mesmo tempo. Não sou do tipo sádico, mas devo confessar que é muito gostoso vê-lo assim. Mordi a nuca dele com mais força, dando chupões bem vermelhos.
– Aahnnn..! Isso é bom... demais...! – A pressão de dois corpos distintos no membro de Doffy também deveria estar sendo única, visto que nossas cinturas se mexiam em ritmos diferentes. É, de longe, a melhor posição possível para se fazer em trio.
– Aaahn..! – Era maravilhoso sentir o corpo do moreno por dentro. Ver essas curvas, esse ombro e costas definidos, seu corpo dourado e completamente provocante. Minha glande estava já super sensível, principalmente com as estocadas violentas que meu irmão me dava. Também estava masturbando Law enquanto o fodia.
Nossas respirações estavam terrivelmente pesadas e nossos corações batiam tão aceleradamente, que estávamos prestes a ter um ataque cardíaco em conjunto. Claro, isso não foi motivo para não continuarmos cada vez mais rápido.
As pernas de Law já estavam bambas, e minha cintura conseguiu se mexer no mesmo ritmo dos movimentos de Doffy, criando a sintonia perfeita. Nossos gemidos também saiam inconscientemente, todos juntos.
Nós três, mesmo sem falar, já percebemos a fadiga um do outro. Saímos de nossas posições, criando uma espécie de rodinha, onde dávamos um beijo triplo enquanto nos masturbávamos. Nossas três glandes encontravam e o atrito gerado por elas provocavam ainda mais tesão, até finalmente gozarmos.
– Aahn... não sabia que o Ningenkai exigia um esforço físico tão grande... – Comenta Law, esperando sua respiração agitada cessar.
– Finalmente se cansou... demônio..? – Perguntou Doffy, na mesma situação.
– É, parece que sim... posso dormir com vocês..?
– Claro... – Afirmei.
E assim, nós três voltamos a deitar na cama. Abracei Law de conchinha, enquanto este estava de frente para o meu irmão, que também o abraçava. Eu conseguia tanto sentir o aroma do moreno, quanto poder olhar para o Doffy antes de nós finalmente dormirmos.
Quando acordamos, Law não estava mais lá e sentíamos uma dor imensa no corpo. Provavelmente devido a fadiga, mas mesmo assim não nos importamos. A noite realmente havia sido a melhor que tivemos.
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