The Renegade Hero
1 Mudando de Vida
Notas iniciais
São Paulo, 28 de agosto de 2013, neste dia toda a minha rotina mudou, morava com meu pai, sendo que após algumas mudanças iríamos morar em Alagoas, com minha avó.
Não sei, o que me aguarda nesta nova morada, espero que pelo menos dê para me adptar.
Chega a hora e vou para o aeroporto, primeira vez que utilizo este meio de transporte, ao redor está tudo calmo, espero que continue assim. Entro no avião e olho pela janela, vejo tudo que passei neste lugar indo embora, todas as minhas amizades, os melhores momentos da minha vida indo embora, dou novo tenho 12 anos e não entendo muito das coisas, já que minha vida foi voltada à jogos, meu pai disse que estamos indo embora por que as coisas estavam apertadas, não dava mais para segurar, o voo é rápido e em mais ou menos 2 horas chegamos, o aeroporto é bonito, será que vou me adaptar?
Chegamos rápido em casa, me avó disse que estávamos no Eustáquio Gomes, que fica perto do aeroporto, uma casa simples, de 1° andar onde mora 3 famílias e minha avó.
Passam-se 4 anos, e minha vida está bem melhor que antes, mas uma coisa deixa-me intrigado, com o aumentar da idade pude ter uma noção do que acontece em minha volta, e em todo o país.
Assistindo o jornal, em casa olho para o meu redor, e penso o por que de ter pessoas maiores que as outras, me volto a TV e mais casos de políticos corruptos.
No colégio, falo com meus amigos e cito tudo, e lanço uma ideia maluca.
—A corrupção é um mal, que nos atinge ainda de forma indireta.-digo a eles.
—Alexs, onde a homens, há corrupção isso é a realidade.- Disse Jonas.
— Por que, não lutamos por uma mudança?
—O que você quer dizer com "mudança"?- Disse a loira Helena.
—Uma atitude, no passado os estudantes fizeram isso e lutaram pelo que acreditavam, então por que não lutar pelo que acreditamos?
—E no que acreditamos de verdade ?
—Num Brasil, sem corrupção.
—Isso é impossível, não dá pra conseguir isso conversando.- Disse Lyniker com um sorriso.
—E quem disse que vamos conversar?
—Então o que você pretende?- Falou Helena com uma cara séria.
—Vamos para um lugar melhor.
Nos dirigimos para a sala de aula, já que era intervalo não havia ninguém, apenas o ar-condicionado ligado, as bolsas jogadas nas cadeiras, então vamos em direção às cadeiras e começamos a conversar sobre meus pensamentos.
—Então Alex, o que você pensa realmente?-pergunta-me Helena parecendo, crer nesta idéia.
—Eu não aguento ver meu país deste modo, corruptos desgraçados quebrando cada vez mais a nação, apenas para beneficiar a si mesmos, isso é inaceitável.
—Mas como iremos fazer isso?- pergunta Lyniker.
—Eu posso, dá o ponta pé inicial.- disse Helena
—Como?-perguntei por que nem eu sabia como ia começar.
—Eu falo com vocês depois, pelo Whatsapp.
— Ta cer...- O sinal toca todo mundo volta e durante as aulas fico pensando em muitas maneiras de começar, mas cheguei a conclusão de esperar o que Helena teria a dizer, pois isso poderia-me dar ideias.
Chegando em casa, vou direto para meu quarto, fecho a porta e deito na cama totalmente desarrumada, olho para a parede vermelha, e fico pensando se isso iria dar certo, ligo o computador e chega a mensagem do Jonas.
—Ai, consegui mais algumas pessoas, que são meus amigos, já estamos conseguindo contingente.
—Certo, e temos que arrumar um jeito de conseguir armamento e dinheiro.
—Osh, vai criar uma facção ?
—Ué, tu pensou que ia ser oq? Só se almeja a paz com guerra.
O celular vibra e é Helena chamando para ir para a frente do Colégio.
—Jonas, chama o Lyniker e vamos pro Colégio a Helena chamou acho que ela vai dizer aquilo.
—Ok, vou avisar, chego já lá.
Minha casa é perto do Colégio e em 5 minutos chego na porta, alguns minutos depois chega Lyniker com o vento batendo e levantando os cabelos cachados, na hora que o Jonas chega, para um carro do ano Preto com os vidros fumê, devagarinho, quando abre a porta desce Helena.
—Vamos entrem.
—Esse carro é seu?-perguntei
—Não, é do meu pai, explico tudo quando chegarmos.
O caminho todo foi tomado por um ardo silêncio, quando chegamos na casa dela nos deparamos com uma mansão, só tinha visto uma casa dessas em filme.
—Meu pai, viajou hoje, mas deu tempo de falar com ele.
—Você disse a ele o que nós conversamos!?
—Disse, como você queria ajuda?
—Sei lá.
Enquanto caminhamos pela sala, vejo um quadro de um senhor bem vestido, de paletó, com barba branca, e olhos castanhos claros.
—Quem é esse velho?-perguntei
—Ei, respeito, esse daí é meu tataravô o fundador do Império da minha família.
—Império? Que Império? Qual o nome da sua família.
—Nós somos os D'Marco
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