Notas iniciais
Será postado toda segunda, obrigado por ler, espero que gostem.

Tudo que pensei em fazer vai de torna real, minhas escolhas valerão vidas daqui pra frente. No que os D'Marco me ajudarão?

—Eu nunca ouvi falar sobre os D'Marco, poderia explicar quem são?

Neste momento vem uma voz do fundo da sala. — Somos uma família que lutou e conquistou tudo que estava a nossa frente.

—O pai...- Disse Helena — O Senhor não iria a uma viagem?

—Sim, mas deu um probleminha no avião, agora quem são esses que estão interessados sobre nossa familia?

—Lembra do garoto, que citei ontem?

—Ah sim, lembro.

—É este.- Ela me dá um leve empurrão, o que me faz ficar cara a cara com seu pai.

—Qual o seu nome? Garoto.

—A... Alexs e o seu?

— Antônio, Antônio D'Marco.

— Prazer, Alex.

— Você já me disse seu nome.- fala com um tom de risada.

— Tá, é que to nervoso.

— Não precisa.

— Certo.

— Filha, Leve seus amigos para sala de reunião, irei me trocar e já vou para lá — ele para ao meu lado em direção contrária, e fala- Espero que seu plano me convença.

—Vamos pessoal, a sala fica por aqui.

Seguimos Helena até uma sala grande com uma mesa e cadeiras ao redor, computadores e outros equipamentos, parece-me que essa é o centro da casa, onde tudo é decidido, demora uns 6 minutos e o pai de Helena chega, senta-se na ponta principal da mesa e pergunta.

— Vamos lá, diga-me seu plano e o que você deseja alcançar com ele.

— Bom, eu pretendo com a ajuda financeira dos D'Marco, dá o pontapé inicial, no plano que tem função dominar o Brasil, como se você uma ditadura, sendo que não militar.

— Bom, muito bom, mas como você vai conseguir isso?

— Temos um contingente, pequeno ainda, mas com o seu patrocínio iremos roubar um banco, para devolver o empréstimo e construir uma base e comprar armas e equipamentos, para dar início ao plano.

— Então, o dinheiro que vou te dar não é para avançar e sim ter uma base para começar o plano.

— Exatamente.

— Quantas pessoas você tem?

— 27 Pessoas.

— Para dar minha resposta, quero saber mais uma coisa.

— O que?

— Se você conseguir isso, e iniciar seu plano, como vai dar continuidade a ele e se finalizar seu plano e dominar o Brasil, o que fará quando for o Ditador.

— Bom, para continuar com meu plano, irei dominar de pouco em pouco o Nordeste e assim sairei dominando pedaço por pedaço do Brasil até chegar ao completo.

— Sabes, que vai haver batalhas não só com a Polícia.

— Já pensei nisso, sei que As facções irão se envolver para derrubar a nossa.

— E como vocês se chamam?

— Ainda não pensamos nisso.

— Certo, agora a minha resposta.

Todos ao redor suspiramos, esperando a decisão do Chefe dos D'Marco.

— Seu plano pode até funcionar, mas seriam bom você espalhar líderes caso consiga estabelecer um reinado por aqui, pois creio que a sua facção pode dominar Brasil, sendo que pode não ser você a estar no comando da mesma.

— Como assim?

— Ele quis dizer que haverá muitos conflitos, sendo assim muitos de nós não chegarão até o fim, morreremos antes.- Disse Jonas, de cabeça baixa olhando para mesa.

—Você é bem esperto, outra coisa, tome cuidado com a vida de minha filha.

— Certo... espera um pouco, isso quer dizer que o senhor aceita?

Ele dá uma leve risada e diz- Sim, eu vou ajudar com o seu plano.

— Obrigado.

— Agora, preparem o assalto ao banco, pois não te darei dinheiro, e sim homens e equipamentos, e podem usar a sala de reuniões para decidir um plano.

Antônio, pai de Helena, sai para continuar com os seus negócios e eu tenho que criar um plano para que o assalto seja bem sucedido.

— Alex, toma aqui.

— O que é isso?

— O mapa da cidade e aqui é o banco.

— Boa, agora facilitou bem.

— Tem alguma ideia na mente?- Perguntou Lyniker enquanto mexia no seu cabelo encaracolado.

— Mais ou menos, por que nós vamos entra pela porta da frente, eu e o Jonas e vamos até o banheiro, lá nos trocamos e esperamos o outro carro chegar e avisar por rádio, que vão entrar, nesse momento eu saiu e rendo um dos seguranças e quando o outro ver-me rendendo, ele vai vir atrás, ai o Jonas entra e manda ele jogar a arma, ai o pessoal já tem invadido.

— Bom, ai você só citou 2 seguranças, você sabe quantos tem exatamente, se só são dois mesmo?- Pergunta Jonas

— É o assalto vai ser daqui a 3 dias, nesse tempo vamos planejar e olhar o banco.

— Podemos não precisar entrar no banco para vigiar e coletar informações.

— Como, Lyniker?

— Pra que existe esses computadores no nosso lado?, posso chamar um pessoal e invadir o sistema de lá, descubro que horas o banco fecha, abre, quantos segurança e funcionários tem.

— Boa e outra, os homens do D'Marco, temos que colocar eles posicionados, por que não vai ter tempo de invadir o banco e assaltar tudo e fugir.

—Sim, mais o que os homens do meu pai vão fazer?

— Se a Polícia chegar, o Lyniker e o pessoal dele, vão estar escutando o rádio da Polícia, e quando eles cercarem a rua, ai vocês vão avisa-los e eles vão se posicionar para nós dá cobertura, para quando formos fugir, eles atirarem na Polícia que não vai estar aguardando os tiros.

A porta se abre e o pai de Helena diz- Realmente, é um bom plano na mesa, agora me mostre na prática, xau filha.

— Xau.

Notas finais
Rota 66
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.