The Reason

9 O Baile - Parte 1


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews, fiquei muito feliz anjinhos...Agora mais um capítulo pra vocês e se chover alguns reviews eu publico o próximo rapidamente...*-*

Pov’s Elena:

Ai que saco! Ouvi o meu pai reclamando comigo estava me deixando com os nervos a flor da pele, ele repetiu onze vezes: “Da escola para casa mocinha...”

- Castigo pelo resto do fim de semana papai?! – perguntei incrédula quando ouvi-lo dizer isso.

- Sim minha filha... – afirmou indignado de um lado e eu de outro – não se vai pra casa de um aluno qualquer, novato, e chega as oito horas da noite em casa! – gritou – e sem me avisar... – sorriu furioso.

- Mais pai... – tentei falar e ele não quis saber.

- Vá pra escola! – ordenou e eu sai daquela casa, que saco!

...

- Não acredito que ele te deixou de castigo por uma besteira dessas! – comentou Caroline me olhando chocada e voltando a atenção pro volante.

- Só por isso mesmo, mais valeu a pena... – assumi rindo.

- Hum... – começou Caroline com suas insinuações – então, se pegaram?

- Nos pegamos... – assumi rindo e ela me olhou boquiaberta...

- Não acredito! – gritou.

- Pois é... – ri.

- A Bonnie tem que saber disso! – afirmou.

- Tentei ligar pra ela hoje cedo do fixo pra sua casa, já que meu pai também confiscou meu celular... – falei irritada.

- Pai chato, logo agora que você pegou o cara mais gato da escola! – enfatizou o mais gato.

Ri com seus comentários loucos, Caroline é uma viagem, mais Bonnie realmente não tem atendido nossas ligações, tentamos do celular de Caroline até que ela atendeu, assim que descemos do carro na porta da escola. Caroline me passou o celular.

...

Celular On:

- Então, você vem ao baile com o Jeremy?! – perguntei empolgada.

- Sim... – respondeu animada, primeira tonalidade de voz alegre desde nossa ligação que senti nela – e, Elena, por que tá me ligando do celular da Caroline?

- Meu pai confiscou o meu... – falei.

- Por que? – perguntou assustada.

- Longa história, te conto tudo hoje a noite...

- Até lá então... – finalizamos a conversa.

Celular Off:

- Por que ela não vem hoje? – perguntou Caroline enquanto passávamos pela porta da sala de aula.

- Não falou... – respondi lhe entregando seu aparelho.

Tentei achar Damon mais nada, ele não veio hoje...

- Seu gato não veio... – sussurrou Caroline e sentamos na primeira fileira.

- É... – respondi, senti uma tristeza enorme.

A aula começou, era Alaric, história, e eu não consegui parar de pensar em Damon, no nosso momento, nem estava ligada no que se passava na aula, apenas fingindo.

...

Pov’s Damon:

- Então, vocês conseguiram desenterrar algumas coisinhas do baú de ouro de Mystic Falls... – comentei rindo.

- Sim, coisas pesadas... – falou Rose se jogando no sofá da sala.

- Tipo o que? – perguntei levando um copo com whisky até a boca e bebendo tudo em um gole só.

- Tipo isso... – Stefan apareceu com uns papeis em mãos.

- Nossa! É muita morte, até pra você Stefan... – comentei sarcástico.

- Achamos que os Originais vieram pra ficar... – comentou Rose indo até o whisky também.

- E somos apenas três, sem bruxa, sem poder de fogo pra proteger a cidade... – falou Stefan.

- Talvez tenha uma bruxa mais perto do que imaginem, duas na verdade... – falou Rose com um copo em mãos.

- E quem seria? – perguntei rolando os olhos e arqueando a sobrancelha em sinal de “duvido muito...”

- Os Bennett’ s... – respondeu Rose.

Eu e Stefan nos entreolhamos e voltamos a concentração em Rose.

- Já é um começo... – afirmei.

- E sabemos mais ou menos o que o Klaus quer... – Stefan falou.

- Um exercito de servos leias? – perguntei zoando.

- A Katherina... – falou Rose.

- Por isso que quando ele chegou a cidade e viu Elena, começou a investigar sobre sua vida, e deixou em sua cola a irmã original... – conclui.

- Precisamos de um plano, precisamos detê-los... – falou Stefan.

- Claro, e hoje é o dia perfeito para descobrir seus propósitos... – afirmei e eles concordaram.

- Eu fico com “Em busca da mulher da vida...” – comentou Rose e rimos.

- Eu vou atrás das Bennett’ s – falou Stefan.

- E eu tentarei reunir mais informações com alguns amiguinhos desta cidade... – falei.

- Tudo bem, o recreio acabou criançada... – me levantei do sofá e peguei meu casaco – vamos!

...

Pov’s Rose:

Consegui algumas informações no conselho a base de hipnose, algumas coisas antigas que estavam arquivadas em vídeos e descobri um lugar de um professor de história local, muito curioso, ele pesquisa muito aqui.

Apareceu nomes de lugares, e nomes muito citados, Pearl e Anna, Pearl era a melhor amiga de Katherina, ela foi queimada junto com todos os vampiros nesta cidade pelo seu povo mesmo, em 1864.

Eu sei onde é a tumba, mais não temos bruxa, e Katherina não está morta já que Klaus está atrás dela por aqui, ela está mais próxima do que podemos imaginar, agora que vim perceber, ignoramos, mais como Elena é igual a ela? E Klaus montou vigilância constante em Mystic Falls, ele quer matar a Katherina, ela é a duplicata de Tatia, conclui isso e liguei para Damon e Stefan para contar sobre as coisas que descobri no arquivos mortos da prefeitura.

...

Pov’s Stefan:

Faz sentido, precisamos da ajuda das bruxas, é inevitável!

Cheguei a casa dos Bennett ‘ s e toquei a campainha.

- Olá... – uma velha senhora atendeu.

Estendi minha mão para ela, já deveria ter visto que eu era um vampiro e como sinal de confiança dei minha mão.

- Sou Stefan Salvatore... – assenti.

- Tudo bom Stefan, o que deseja? – perguntou gentilmente.

- Sua ajuda, Amélia, sei que se lembra de mim... – respondi logo toda a verdade.

- Claro, nunca me esqueço um rosto, ainda mais sendo de predadores de sua espécie... – afirmou irônica.

- Mystic Falls corre perigo, não queremos brigas, e precisamos da sua ajuda... – falei.

- Não conte comigo... – ela começou e logo foi interrompida por uma voz que reconheci, a melhor amiga de Elena, Bonnie:

- Vovó, é o Stefan Salvatore?

Ela apareceu na porta e lhe dei um sorriso companheiro.

- Bonnie, não esperava te encontrar... – afirmei.

- Você é um deles? – perguntou sem acreditar.

- Já sabe dos vampiros? – perguntei impressionado.

- Sei tudo, Stefan... – assumiu.

- Bonnie, a cidade corre perigo a Elena corre perigo... – tentei continuar mais quando ela ouviu: “Elena em perigo...” já disse: — um vampiro só entra se for convidado... – afirmou – minha amiga tá em perigo vovó! – falou agoniada.

- Quer entrar? – perguntou sua avó me dando uma chance.

- Muito obrigado – agradeci – vou lhes contar tudo, desde o inicio.

Assentiram e fomos até sua sala e comecei a lhes contar o perigo que nos cerca e o quão complicado seria.

...

Pov’s Damon:

Rose me passou o nome citados muitas vezes, de um professor de história local e pensei: “Quem apareceu aproximadamente na mesma época que agente na cidade foi...Alaric Saltzman!”

Ele estaria na escola corrigindo provas durante o período da tarde, usei minha velocidade sobre humana e em minutos estava na escola.

Resolvi não fazer barulho, o intervalo entre os horários era silencioso, e só ficava alguns professores e gente de limpeza lá, e hoje como é o grande dia do baile, todos foram dispensados, e o Alaric escolheu ficar por lá pra corrigir provas? Isso está me cheirando como atividades extra curriculares.

Andei sem barulho pelos corredores da escola a procura do professor, ouvi algumas pessoas passando e conversando, alunos? Ah! Alguns preparativos pro baile que deveriam estar fazendo, poupei esforços e usei minha audição aguçada para localizar o professor, escutei o batido da caneta e do pé num sinal de tédio no primeiro andar, sala do zelador.

Subi rapidamente até lá e minha audição focou novamente, sua respiração estava tensa, sem querer acabei ouvindo outra pessoa falando, e a voz era da Elena.

- Nem quero voltar pra casa agora... – ela falou.

- Por que? – outra voz conhecida, Barbie Caroline.

- Sabe, meu pai... – falou suspirando.

Ela estava na escola?

Resolvi ignorar isso e me focar na missão. Abri rapidamente a porta e o professor ficou sem reação e foi logo pegando algo em sua bolsa.

Apontou para mim um arco besta e não tirava seus olhos de meus movimentos.

- Opa, opa... – falei.

- O que quer aqui? Aqui não é lugar pra alunos... – resmungou.

- Alaric Saltzman, temos que conversar... – me movi rapidamente dando-lhe um murro e o deixando inconsciente.

Peguei ele nos braços e corri com ele, logo cheguei na mansão Salvatore.

- Vejo que alguém fez o dever de casa... – zoo Rose.

- Claro... – me gabei e joguei Alaric em uma cadeira no centro de nossa sala, prendi seus pulsos e me sentei para esperar ele acordar.

- E ai, achou a vadia? – perguntei olhando Rose.

- Sim... – respondeu dando um gole em seu whisky – Katherina! – gritou.

Arregalei os olhos, sério? Ela encontrou a Katherina?

Notas finais
Continua...