The Reason
10 O Baile - Parte 2
Notas iniciais
Pov’s Elena:
Que droga! Meu pai fica na porta de meu quarto vendo se é com Caroline mesmo que estou conversando!
Celular On:
- Então você acha o azul melhor ou o dourado? – perguntei rolando os olhos ao ver a cena de meu pai com os braços cruzados, pois vou demorar horrores só pra irrita-lo!
- O dourado... – respondeu do outro lado a loira com a voz meia abalada.
- Caroline? – chamei por ela preocupada, parecia que não estava nem aqui, e olhe que festa é sinônimo de agitação pra Caroline Forbes.
- Tudo bem, vá com o dourado... – afirmou – a gente se ver a noite... – desligou.
Celular Off:
Estranho, pensei.
- Tudo bem? – perguntou meu pai estendendo a mão para pedir seu celular, lhe entreguei.
- Sim... – respondi – pode dar licença pra mim estudar agora? – perguntei irritada – afinal é só o que me sobrou agora... – comentei irônica.
- Tudo bem... – falou e saiu do quarto, aleluia!
...
Pov’s Caroline:
Eu já havia revirado todo meu guarda-roupa atrás de um vestido adequado a esta grande noite. Mais nenhum estava bom o suficiente a minha reputação, e estava muito em cima da hora para compras.
Ah!
O vestido do meu admirador secreto! Conclui que deveria ir com ele, afinal esse admirador tem um ótimo gosto, é lindo esse vestido.
Abri meu guarda-roupa, revirei mais um pouco e encontrei a caixa bem no final e a puxei.
Abri-la e vislumbrei aquele lindo vestido azul com acessórios brilhantes e muito caros por sinal, é ele mesmo!
O celular tocou, era a moça que iria me ajudar com minha produção, ela estava quase chegando e então resolvi colocar uma roupa mais adequada do que o sutiã e calcinha que eu usava, afinal estava só em casa.
...
Pov’s Damon:
Não acredito! Essa vagabunda voltou!
- Olá Damon, sempre tão lindo... – falou com aquele sorriso de vadia barata.
- Não posso dizer o mesmo de você... – comentei sarcástico.
- Parem! Tão parecendo duas crianças... – gritou Rose – o Alaric já já acorda e precisamos tirar informações dele! – afirmou.
Falando no diabo...
Alaric começou a abrir os olhos e nós ficamos de frente pra cadeira onde ele estava.
- Alaric Saltzman, vamos pular suas perguntas... – iniciou a vadia maior – você foi sequestrado por nós, vampiros, sabemos que você é um caçador de vampiros, queremos algumas informações que sabemos que você tem, se não Rose não teria me encontrado pegando alguns arquivos mortos seus... – continuou – então por favor, diga-nos sobre os Originais... – hipnotizou-o logo e ele começou a falar tudo que sabia.
- Os Originais são a primeira família de vampiros, e vocês sabem de muitas coisas já, mais Katherina Petrova esqueceu de lhes contar sobre a linhagem Petrova, por isso Elena Gilbert é idêntica a Katherina Petrova, ou Pierce, quando omitia sua identidade, e Klaus quer vingança de Katherina por ela ter se transformado em vampira quando era o único modo dele ter uma família de híbridos, mais depois de se reconciliar com sua família, esqueceu a linhagem Petrova e tem poucos híbridos ao seu lado, cujo a lealdade foi forçada, mais não se enganem porque Klaus e seus irmãos fogem de um mal muito grande, sua mãe, a bruxa original, e por isso com todos os problemas que ele tem, resolveu ignorar por um tempo sua caçada a Katherina, mais agora retornou a Mystic Falls e quis matar os dois coelhos em uma cajadada só, e está trazendo morte e sofrimento a cidade, e Elena é uma refém muito importante para ele quando ele resolver que não precisa mais de sua família, se caso acontecer... – falou todas as informações que pedimos.
- Rose, você hipnotiza ele e o leva até a casa dele... – falei – puta você espera Stefan e as bruxas aqui... – completei irônico.
- Magoo... – falou cinicamente.
- E você? – perguntou Rose.
- Vou ver umas coisas... – falei.
...
Cheguei até sua casa, observei um som um tanto alto de música de rock, devia ser o irmão emo.
Aproveitei a chance, marquei distancia da janela da casa de Elena, corri e pulei me agarrando no galho da árvore que tinha colada a janela, nada humano por sinal.
- Psiu... – chamei.
- Damon? – perguntou assustada, estava deitada na cama com um livro em mãos.
- Oi... – lhe dei um sorriso de canto.
Ela correu e abriu a janela para que desce passagem pra que eu entrasse.
- O que faz aqui? – correu e fechou a porta do quarto de chave – se meu pai te pega eu estou morta! – afirmou amedrontada.
- Preciso te contar uma coisa... – falei tentando achar um jeito de como começar com aquilo, estava tão tenso e nem sabia como começar.
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=ysSxxIqKNN0&feature=relmfu)
- Pode me contar qualquer coisa Damon... – falou dando-me um sorriso acolhedor – eu gosto quando você se abre comigo, é importante... – sorriu – assim... – começou mais a impedi de terminar.
Beijei seus lábios com fervor, ela retribuiu com mais fervor ainda, nossas línguas dançavam em uma eterna batalha, ficou sem folego e chupei seu pescoço arrancando um gemido seu, voltei novamente pra sua boca a beijando mais calmamente.
- Pode ser nosso ultimo beijo... – falei soltando nossos lábios e nos encaramos. Rapidamente a peguei no braço e a coloquei em minhas costas passando a janela de seu quarto em um grande pulo, corri com ela em minhas costas até a floresta que era por trás de sua casa, o matagal era imenso, chegamos rapidamente onde eu queria, ela agora havia visto parte do que sei fazer.
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=Ga4EoqAFvtk)
- Mais como... – começou mais nada mais saiu de seus lábios, ela me encarava confusa e não era pra menos.
- Elena... – comecei, deixei-me distante dela para que não lhe causasse medo – sou um vampiro! – confessei.
- O que? – perguntou alto e sem acreditar.
- Isso mesmo, eu sou um demônio sugador de sangue e estou lhe dando a chance de se afastar do mal que eu trago! – confessei tudo, era incrível como isso estava acontecendo, meu “eu” antigo nunca faria isso, nunca diria coisas assim.
- Damon... – nada saiu de seus lindos e doces lábios.
- Elena, posso apagar sua memoria e você voltará a viver normalmente, juntarei todas minhas forças para me afastar de você, assim você vai poder ter uma vida! – afirmei, estávamos distantes, quando o silencio se instalava o que era apenas ouvida era o barulho dos pássaros – eu tentei, não consegui deixar você morrer no dia do quase acidente, você estava certa, eu escondo algo, eu nem percebi o quanto agente se envolveu e acabei te arrastando para algo grande de mais! – falei, a dor que eu sentia era agonizante, isso é ser um vampiro, sentir tudo mais que o humano, eu estava prestes a “cair”.
- Não! Não quero que você me deixe! – gritou – eu não posso deixar que você se vá! Não importa o perigo... – tentou continuar mais a impedi:
- Não! Você não entende, não tem como você ficar nesse fogo cruzado! – exaltei-me e a vi vindo até mim.
- Elena... – chegou mais perto – você não sabe as coisas horríveis que fiz, que posso fazer! – gritei e me movi rapidamente pra o galho de uma árvore.
- Não me importa se você é um vampiro ou um demônio, eu quero você! – ela falou e correu até onde eu estava, tão próximos, ela foi subindo no galho também e senti sua mão macia em meu rosto afagando – eu quero você, vampiro ou não, demônio ou não, se for, será o meu vampiro! – sorriu.
Desci muito mais rápido que ela...
- Elena, para! – gritei – estou tentando te dá a chance de viver uma vida!
- Não existe uma vida sem você Damon! – gritou e as lagrimas rolaram de seus olhos – você me protege, você é o meu mundo, não consigo pensar direito quando estou com você, me consome! Você fala que não quer me magoar, mais já está fazendo isso, me deixar é me magoar, eu te amo muito! eu penso em você, eu sonho com você, eu imagino você, e quando estou com você nada importa! Muito! Muito, dói muito, chega a doer esse amor! – suas palavras me tocaram mais fundo que qualquer dor já sentida em todos esses anos, que qualquer estaca, que qualquer mágica.
- Você não sabe no que está se metendo! – falei e esperei ela chegar até mim, tão próximos – eu te amo muito Elena... – assumi e nos beijamos imediatamente.
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