The Rager
3 Três semanas depois...
Três semanas depois...
~DAMON~
Elena e eu temos saído bastante, ela é muito divertida. E a cada dia estou mais certo de que a quero e agora sim eu começarei a agir.
Eu estava de frente para Caroline, minha secretaria e “parceira de jogos” do momento.
– Por quê? – perguntou. Seus olhos já se enchendo de lágrimas – Fiz algo errado?
– Não, já falei que você é perfeita, mas não a quero mais em minha cama. – falei indiferente. Porque havia tanto drama ao redor de términos? Aquilo nem era um namoro. Era apenas foda depravada casual.
– Quem é a vadia? Eu sei que tem mulher no meio!
– Caroline... Não perca a pose. Está sendo impertinente.
– Eu vou descobrir! Ah se vou Damon! Você sabe que nossa vida juntos pode ser linda...
– Sabe que eu nunca quis isso. Não sou o tipo de homem que se amarra por muito tempo. – ela devia me agradecer por estar sendo honesto pelo menos.
– Eu sei que me ama. – com essa eu tive que rir. Ou melhor, gargalhar. Comecei a ter uma crise de riso. Lágrimas escorriam por meus olhos. – Qual é a graça? – ela perguntou batendo o pé.
– Acha mesmo que eu... Que eu te amo? – gargalhei mais ainda ao pronunciar as palavras. – Não vê o quão ridículo isso soa?
– Não, não vejo.
– Mas é. E muito. – falei me recompondo. – Mas você ainda poderá ser minha secretaria. Agora vá. – ela tentou discutir, mas a cortei. – Agora. – ela tomou a boa decisão de me obedecer e saiu com a boca fechada. Meu celular tocou e era Elena. – Oi linda! – atendi.
– Oi Damon, tenho um convite pra te fazer.
– O que é?
– Bom, quem ia comigo cancelou, mas eu adoro fazer isso então...
– Fazer o que?
– Surpresa. Você vai ver! Vou te mandar por sms o endereço. Te espero lá! – eu podia sentir o sorriso em sua voz.
– Está bem. Te vejo mais tarde, tchau linda.
– Tchau!
Chamei Caroline novamente.
– Oi amor. – disse sorridente.
– Não me chama assim. Quero que faça uma coisa para mim. – me aproximei dela e afaguei seu rosto, olhei em seus olhos azuis e cheios de jubilo por mim. Vidrados em meus olhos. Um sorriso doce se formou em seus lábios, eu sabia que tinha esse efeito sobre as mulheres.
– Qualquer coisa. – sussurrou ainda vidrada em mim.
– Ótimo. Você vai... – ela desceu as mãos por cima de minha camisa branca, indo em direção ao meu cinto. – Não querida, não é isso. – falei suavemente.
– Então é o que?
– Você vai até o hospital da cidade. Pedirá para ser atendida pelo clinico geral, Dr* Stefan Gonzalo, você sente um mal estar semelhante à gripe. Certo?
– Por quê?
– Porque depois de ser atendida você começara a papear e irá convidar ele para uma bebida. E vai deixar ele muito bêbado.
– E depois?
– Depois? Ah, minha querida! – dei um sorriso maléfico. – Depois você irá...
[...]
– Porque estamos aqui? – perguntei á Elena que estava sorridente em frente á uma companhia de salto de paraquedas.
– Vamos saltar de paraquedas obviamente.
– O que? Não, de jeito nenhum!
– Ah sim, claro que sim! – e ela me puxou pela mão até dentro de lá.
–O agente que cuida do meu seguro de vida não irá gostar nada disso.
– Seu agente do seguro de vida irá lhe impedir de viver? – me perguntou com um sorriso lindo no rosto. – Porque eu quero lhe ensinar a viver!
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