Estamos em um avião com os lados abertos. Vestíamos macacões coloridos e Elena sorria como uma criança na manha de Natal.

– Coloca o para quedas. – gritou enquanto me alcançava algo parecido com uma mochila. – Quando eu disser, você vai puxar a cordinha, certo?

– Sim!

– Perfeito. Agora pula Damon! – disse enquanto ela mesma de jogava. Juntei toda minha coragem e pulei logo atrás. O vento vinha forte em meu rosto. Quando percebi Elena estava ao meu lado e me puxou para mais perto dela. Entrelaçou nossos dedos e sorriu para mim. Aquilo era incrível. Pular de um avião e depois sentir aquele vento no rosto e a adrenalina de estar caindo... Tudo isso junto com ela. Elena.

– Puxa a cordinha Dam! – gritou e imediatamente o fiz. Fui puxado para trás e olhei para cima, encontrando o para- quedas colorido. Ela também já havia aberto o dela.

Logo a velocidade foi diminuindo e a altura também. E paramos na praia, Elena ainda sorria de orelha a orelha.

– E ai? Maneiro né? Isso se chama viver.

– Pra mim se chama tentativa se suicídio. – falei rindo e me livrando do para quedas enquanto ela fazia o mesmo. Sorri e corri até Elena, a peguei pela cintura enquanto ela meio ria e meio gritava e a girei no ar.

– Bobo! – disse batendo no meu braço e rindo.

– Vem, — a puxei pela mão até um quiosque. – vamos tomar algo em nos recompor da adrenalina. – ficamos um bom tempo ali rindo e conversando.

Já estava q

Na hora do crepúsculo quando a puxei para ver a noite chegar. Ela sentou na areia e sentei atrás dela, colocando os braços ao seu redor e pousando meu queixo em seu ombro.

[...]

Elena abria a porta da casa dela e quando entrou ficou séria de repente. E eu sabia que havia funcionado, reprimi o sorriso.

– O que foi?

– Nada. – ela entrou e fui logo atrás. Havia roupas espalhadas por toda a sala. Caroline era mesmo boa, eu teria que lhe dar um aumento. – Desculpa a bagunça. Stefan não é de deixar as roupas pelo caminho, desculpa mesmo.

– Imagine Elena. Seu noivo está? Eu gostaria de cumprimenta-lo.

– Sim, ele já deve ter chegado. Vou até lá dentro chamar ele e já volto. – ela entrou e sorri apenas esperando o tempo de ela vir até mim chorando e pedindo para que eu a tirasse dali. Ótimo. Três minutos exatos ela chegou à sala aos prantos pegando a bolsa. Logo atrás vinha o que eu supus ser o noivo colocando a camisa e implorando desculpas.

– Damon, pelo amor de Deus me tira daqui. – ela parecia desesperada.

– Elena, por favor, me escuta... Não é o que você está pensando... — ela parou abruptamente e lhe deu um tapa no rosto. Caroline fez o trabalho melhor que o esperado.

– Não é o que eu estou pensando, é que eu vi Stefan! – ela tirou do dedo um pequeno e delicado anel e jogou nele. – Toma sua porcaria de anel! De para a garota que estava com você na nossa cama! – depois saiu correndo de lá e eu a segui.

– Quer ir aonde? – perguntei.

– Qualquer lugar, qualquer lugar... – ela continuava chorando e soluçando feito louca.

– Elena, o que foi?

– Ste... Stefan! Estava... Na nossa cama... Transando com uma qualquer... Eu não acredito que ele fez isso comigo!

– Calma Elena, calma. – tirei uma mão do volante e passei em seus cabelos.

– Como calma, Damon? Eu e ele tínhamos planos! Estávamos noivos... Em pensar que eu queria um filho dele! – isso é novidade.

– Filho? – perguntei.

– Sim. – resmungou. – Eu estava tentando engravidar a um tempo. – ainda bem que fiz isso agora. Quanto mais eu esperasse pior seria.

– Entendo. – parei em frente a um bar.

– O que estamos fazendo aqui? – perguntou.

– Tem que afogar as magoas. Em Bourbon. – falei.

– Não acho que seja uma boa ideia. Eu sou meio fraca para bebida... – melhor ainda gata! Hoje tudo terá valido a pena. Sorri docemente.

– Não vou te deixar beber muito, prometo. Vem, — abri sua porta enquanto ela me olhava hesitante. – vou cuidar de você. Sabe que pode confiar em mim.

– Certo. – falou e saiu me acompanhando.

[...]

Elena já nem conseguia falar direito e estava muito maluca. Eu apenas sorria enquanto ela bebia e desabafava.

– E você, não tem namorada, noiva, esposa?

– Não sou desse tipo.

– É gay?

– Claro que não. Olha pra mim e pense em quantas mulheres se atiram aos meus pés... Acha que eu jogaria tudo fora por homens? Nunca!

– Hummm... – ela se jogou contra meu peito e começou a passar a mão pelo mesmo. Subindo e descendo. Já chega de doce. Peguei seu braço e a guiei até o carro. – Aonde vamos?

– Minha casa.

– Hmmmmmmmm...

[...]

Já na minha sala e peguei e a prensei na parede, distribuindo beijos por seu pescoço. Depois em seus lábios, tão doces e macios. Elena me abraçava e fazia carinho em meus cabelos. Tudo suave demais, romântico demais. Argh. A joguei em minha cama e comecei a despi-la. Cada pedaço de seu corpo a mostra, cada parte mais perfeita do que imaginei. Elena desceu beijos úmidos do meu ombro até meu braço, apertou-se contra meu corpo. Me soltei dela e andei fui até a gaveta do closet pegar preservativos. Ouvi ela soltar um gemido de frustração. Voltei á cama e lhe entreguei um dos preservativos, Elena abriu com os dentes a passou para mim, ela fechou os olhos enquanto eu colocava e entrava nela. Baunilha não era bem a minha praia, mas eu teria que me contentar com isso por enquanto. Entrei nela bruscamente enquanto passava as mãos por seu corpo perfeito.

Elena parecia estar com vergonha de gemer, então resolvi dificultar seu trabalho. Eu entrava rápido e fundo, até ela não conseguir mais segurar e enlaçar as pernas em meu quadril e passou a gemer alto enquanto acariciava minhas costas.

Eu gemia rouco em seu ouvido, desci beijos até seu colo e depois para seus seios e os mordi, os lambi enquanto minha mão trabalhava em alongar o mamilo de seu outro seio. Troquei minha atenção ao outro seio e o chupei com vontade, ah, ambos eram perfeitamente redondos e empinados em minha direção. Extremamente convidativos.

Aumentei o ritmo das estocadas e atingi meu ápice enquanto Elena também atingia o dela. Sai de dentro da mesma e tirei meu preservativo, logo abrindo e colocando outro.

– De costas amor. – falei rouco, ainda me recuperando do recente orgasmo. Elena obedeceu sem questionar e virou. Beijei suas costas e a invadi por trás. Comecei lentamente para que se acostumasse, sai dela e a lubrifiquei, depois entre novamente e comecei os movimentos. Segurei forte a cintura de Elena e beijei seu rosto. Desci minha mão até sua barriga e depois alcancei seu clitóris. Ela gemia alto por mais que tentasse se calar. Passei a estimula-la e a senti toda melada, soltei um suspiro alto. Adentrei dois dedos em sua vagina para que sentisse o prazer de ser invadida em dobro ao mesmo tempo. Estamos ambos suados e urrando de prazer. Ela atingiu seu orgasmo e gritou meu nome em sua libertação. Continuei duro e forte até atingir o meu próprio orgasmo e gozar. Cai em cima dela, mas logo me deitei. Tirei o preservativo e sem cerimonia o joguei no chão. Elena se aninhou em meu peito, a olhei e reparei que já havia dormido. Ela era... Diferente, meiga e irresistivelmente inocente. Era com uma menina, sem malicia alguma. Até mesmo enquanto estávamos transando, ela era doce e carinhosa, tão tímida. Em meio a pensamentos e olhando seu delicado rosto, acabei dormindo.