The Rager
1 Prazer, Elena.
Notas iniciais
~DAMON~
Entrei no Starbucks e estava lotado, havia apenas uma pequena mesa esquecida no canto. Fui em direção a ela, mas acebei dando de frente com alguém, ao olhar para cima encontrei simpáticos e brilhantes olhos castanhos.
— Me desculpe! – disse meio exasperada mais ainda assim com um sorriso no rosto. – Pode sentar, eu espero vagar uma mesa. – ela já ia se retirando, e em um movimento que nem eu registrei a puxei pelo braço.
— Sente-se comigo. – porra! Porque eu falei isso?
— Não quero incomodar. – falou.
— Não irá. – indiquei para a cadeira e ela assentiu. Puxei a cadeira e ela sentou-se e me olhou como se aprovasse o gesto. Sentei também, ela parecia tímida. – Prazer, Damon. – falei lhe estendendo a mão, a qual ela pegou e apertou.
— Prazer, Elena.
— O prazer é todo meu. – dei um duplo sentido na frase e a deixei no ar. Ela não era o tipo que eu geralmente procurava, loira, olhos azuis... No geral gosto de loiras. Mas mesmo não sendo loira ela me chamou a atenção. Tentei avaliar seu corpo... Era bonito. Ela era alta, magra... Seios médios, cintura fina. Olhei seu rosto, além dos pequenos olhos castanhos, o nariz perfeito... Uma boca com lábios finos. Era realmente linda. Elena...
O garçom chegou me tirando dos meus devaneios e perguntou seu pedido e logo em seguida o meu. Ela olhou nervosamente o relógio.
— Atrasada para algo?
— Ainda não, mas logo estarei. Estou no horário de almoço. Levei trinta minutos apenas para achar um lugar que não estivesse lotado. Se não me deixasse dividir a mesa com você eu não sei o que faria.
— Eu apenas sai para espairecer. – E parece que escolhi o momento certo! – Tomar um café, comer algo... Ver gente.
— Claro. Algum tipo de empresário? – perguntou.
— CEO, na verdade.
— Oh! – ela abriu sua boca em um ‘O’ perfeito por um momento e instantaneamente a imaginei de joelhos á minha frente, me chupando enquanto eu ditava o ritma a segurando pelos cabelos. Eu a quero, decidi. E a terei, como todas as outras coisas as quais desejo.
Um som novamente me despertou, ela olhou o visor de seu celular.
— Com licença.
— Toda. – fiquei a avaliando enquanto ela atendia e começava á falar na minha frente.
— Oi amor! – amor? Porra! Ela parou por um tempo e então respondeu. – Stef, eu já estou almoçando e não vai dar tempo de almoçar com você... Eu sei, também queria, mas daqui quinze minutos tenho que estar no trabalho... Claro, á noite nos vemos... Estou ansiosa... Te amo... Tchau, beijo. – ela me olhou sorridente tentei sorrir de volta.
— Namorado?
— Sim, de longo prazo. – disse sorrindo boba. Merda! Merda! Merda!
— Quanto tempo? — perguntei.
— O que?
— O namoro.
— Seis anos. – porra quantos anos ela tem?
— Desculpe a indiscrição, mas quantos anos você tem?
— Vinte e quatro. É que namoramos desde os dezoito, então...
— Ah.
— Olha, eu tenho que ir ou vou me atrasar e ser demitida, então... Tchau, foi bom te conhecer.
— Hey, pode me dar seu numero?
— Claro! – disse sorridente. Ela pegou a caneta que estendi para ela e anotou no guardanapo. – Aqui, até mais.
— Até.
Não importava o namorado, nem a porra do tempo que estavam juntos. Não importava nada. Eu a queria e a partir de agora eu faria de tudo para tê-la. De tudo. Afina, quem não gostaria de estar com Damon Salvatore? Não seria difícil passar por cima de um zé ninguém. Eu já estava habituado a ter tudo o que desejo, Elena é apenas mais um doce capricho meu que irei utilizar muito bem.
Fui para casa pensando em o que fazer com ela quando a tiver. São tantas opções...
Notas finais
bjooos
Car :3
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