The Rager
13 I knew you were trouble
Notas iniciais
~DAMON~
Entrei no closet que agora era meu e de Elena, após 50 dias que ela perdera o pequeno bastardo, eu podia finalmente fazer com ela oque sempre desejei. Peguei minha caixa de “brinquedos” que a muito estava escondida e a coloquei em um ponto estratégico do closet, onde de um jeito ou de outro Elena veria quando entrasse.
Agora era apenas esperar, quando eu voltasse para casa ela provavelmente perguntaria sobre.
Fui ate a empresa já que eu havia pego umas pequenas férias para cuidar de Elena, e hoje Caroline havia me ligado dizendo que precisava fala comigo.
Eu tinha certeza que a loira iria implorar para retornar ao seu antigo emprego e a minha cama, o que não seria nada mal. Levaria um certo tempo para adestrar Elena para que ficasse do jeito que eu gosto. Sorri com o pensamento de Elena nua no meu pequeno quarto escondido, ajoelhada e amordaçada na cama redonda coberta com lençóis pretos de seda. Ela teria que ficar mansa, menos receosa e baunilha.
Entrei na sala e a loira já estava sentada na cadeira em frente a minha mesa, de costas para mim. Porem vi que em suas mãos segurava uma pasta, estranhei. Pigarreie e ela se levantou assustada, ela estava diferente, mais... cheinha, assim por dizer. Caroline não era de descuidar do corpo...
– Então? – perguntei. – Veio pedir o emprego de volta para fazer uma lipo? — ela negou.
– Não, ate porque minha barriga vai ficar muito maior nos próximos sete meses. – falou cruzando os braços. o que...?
– O que quer dizer? – perguntei assumindo um tom serio.
– Eu estou gravida. – disse me entregando a dita pasta.
– Ótimo, parabéns, o que eu tenho haver com isso?
– Tudo, Damon, absolutamente tudo! Tente ligar os pontos... – falou irônica. Não, não podia... – Na cama de quem eu estava dois meses atrás?
– Não! – neguei com veemência. — Você é uma vadia de primeira, pode muito bem ter dormido com outro quando estava comigo. – aleguei. Ela avançou ate mim furiosa.
– Não tem fugir, Damon! E não ouse falar isso sobre mim, sabe que eu te amava, te amo! Mesmo você sendo um cretino nojento... Não ouse dizer que fiquei com outro além de você, esse filho é sim, e tenho como provar!
– Ah é, não me importa! Você não ouse entrar de novo na minha vida, eu juro que acabo com você, tudo esta certo, encaminhado... Está tudo como eu queria, não ouse ser mais uma pedra no meu caminho! Ou eu juro, eu juro que...
– Que oque, Damon, hein? Vai fazer com nosso filho o mesmo que fez com o da Elena?! Teria mesmo coragem de fazer isso com um filho, seu?! – me aproximei dela e apertei forte seu queixo a obrigando olhar para mim.
– Eu não pensaria duas vezes, não apenas com essa coisa que carrega, mas com você também. Então te aconselho que suma pra sempre da minha vida, juntamente com o que carrega no ventre. – eu o faria que ela não fizesse o que eu estava mandando. Eu estava possesso, a raiva fervilhava em minhas veias.
– Eu não posso, Damon! Não posso...- negou chorando, eu via o medo em seus olhos azuis. – Não tenho condições de criar uma criança sozinha, minha mãe vai me matar, meu pai sumiu no mundo com o namorado... Eu amo esse bebe Dam, — ela pôs as mãos no ventre, eu continuava a apertar seu queixo. – é um pedaço seu...
– Não tenho pena de você, e é melhor fazer o que estou mandando, eu estou te avisando Caroline, ou por Deus, juro que te mato!
– Não vou fazer nada do que me disse! – lá estava ela furiosa novamente, se soltou de mim. Pôs a pasta em cima de minha mesa. – Aqui está a ultrassonografia 4D, gastei boa parte de meu acerto para poder paga-la. Veja o rosto de seu filho e vera que não é capaz de amar nada mais que esse pequeno ser. Se não me procurar em uma semana, dizendo que vai reconhecer a paternidade e me ajudar, eu procurarei Elena e a alertarei sobre você. – comecei a rir e ela ainda me olhava com aquele olhar de ameaça.
– Não me ameace Caroline, você não ira me obrigar a fazer o que eu não quero.
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