The Rager
14 I love the way you lie
Notas iniciais
~DAMON~
Cheguei em casa esgotado, muita coisa na empresa e ainda por cima aquela de Caroline...
Como previsto quando cheguei Elena estava sentada no sofá com a minha familiar caixa ao lado, pus no rosto uma expressão assustada. Larguei minha maleta devagar em cima da mesa.
– Elena? – perguntei baixo. – Onde encontrou isso? – ela me olhou receosa.
– No closet, por sinal bem a vista... E pelo visto você não queria que eu a achasse.
– Eu não... – sentei ao seu lado. – Abriu a caixa?
– Abri, desculpe. Honestamente eu não entendi muito bem o que é tudo isso! – passei as mãos exasperado por meu cabelo.
– Me sinto tão envergonhado... – falei. Elena me fez erguer a cabeça.
– Porque? Damon, me explica, o que são essas coisas? As algemas e chicotes eu conheço, mas... – peguei a caixa e fui retirando de lá de dentro os utensílios e lhe indicando.
– Mordaças... plugs... pinças... – e fui lhe falando ate a caixa estar vazia. Lena me olhava espantada.
– E pra que... – pigarreou. – Servem essas coisas?
– Para punir, dar... prazer na hora do sexo. – dei de ombros.
– Você gosta disso? – perguntou. Apenas assenti. – Por quê?
– Sempre tive uma queda... um tombo, pelo diferente. – sorri de lado.
– E você... sente falta disso? Porque você nunca me mostrou essas coisas. Então deve fazer tempo que não... faz com isso.
– A verdade? – perguntei e ela assentiu. – Sim, sinto, muito na verdade. – ela pareceu digerir e considerar.
– Não quero de abra mão de coisas por mim, se você quiser... Eu posso aprender a fazer... o que você gosta. – disse ruborizada.
– Tem certeza Lena?
– Sim, tenho. – abri um sorriso largo, fora fácil, lhe dei um longo beijo.
– Ah, Elena, por mim eu lhe tomaria agora mesmo, mas tenho que sair, volto em uma hora, se prepare, quando eu voltar lhe ensinarei tudo o que for possível meu amor. – ela assentiu tentando parecer empolgada.
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Antes de sair de casa peguei um carro velho que raramente usava e disfarcei a placa com fita. Peguei um boné no porta-luvas e coloquei, logo segui a meu destino.
Eu estava dentro do meu carro esperando que Caroline saísse da casa da mãe, onde Ric disse que ela estava.
Após meia hora ela saiu sorridente, parecia aliviada. Dei uma olhada na pasta que ela me dera e repousava no banco do passageiro. Abri a pasta e olhei a pequena foto amarelada que mostra um bebe.

O que valeria mais a pena, deixa-la ter esse filho ou não?
Merda, quem deveria estar carregando esse bebe era Elena e não Caroline.
Larguei a pasta ao lado novamente e vi que Carol iria a pé para casa que era próxima a da mãe, perfeito. A segui calmamente, quando estava muito próximo liguei os faróis. Ela pareceu confusa, virou para trás e tentou olhas através da luz.
– Damon? – li em seus lábios, sorri sarcástico e ameacei acelerar. Ela negou com a cabeça. – Não, por favor... – ameacei novamente, ela foi dando passos para trás, estava morrendo de medo. Com motivos, ela fora avisada. Deixei que ela corresse um pouco para tentar se salvar.
Até que cansei de charme e acelerei pra valer, o máximo que pude, o carro balançou quando o corpo dela se chocou contra o carro, rachou o para-brisa um pouco. Mas logo vi que ela foi lançada a uma boa distancia.
Desci do carro a fui ate seu corpo, tinha sangue abaixo de sua cabeça, suas mãos estavam sobre o ventre, o feto logo morreria. Seus olhos ainda abertos, certamente morta. Olhando em seus olhos sem vida falei:
– Eu avisei para fazer o que eu disse doce Caroline, é uma pena, voce era ótima na cama. – neguei com a cabeça e voltei para o carro, onde segui para casa, e tomaria minha mulher.
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